Do Fundo da Grota
🎵 2110 characters
⏱️ 5:17 duration
🆔 ID: 10041556
📜 Lyrics
Fui criado na campanha
Em rancho de barro e capim
Por isso é que eu canto assim
Pra relembrar meu passado
Eu me criei arremendado
Dormindo pelos galpão
Perto de um fogo de chão
Com os cabelo enfumaçado
Quando rompe a estrela d'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá do piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijar perto de casa
Pra inticá com a cachorrada
Numa cama de pelego
Me acordo de madrugada
Escuto uma mão pelada
Acoando no banhadal
Eu me criei xucro e bagual
Honrando o sistema antigo
Comendo feijão mexido
Com pouca graxa e sem sal
Quando rompe a estrela d'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá no piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijá perto de casa
Pra inticá com a guapecada
Reformando um alambrado
Na beira de um corredor
No cabo de um socador
Com as mão rodeada de calo
No meu mango eu dou estalo
E sigo a minha campereada
E uma perdiz ressabiada
Voa e me espanta o cavalo
Quando rompe a estrela D'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá no piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijar perto de casa
Pra inticá com a cachorrada
Lá no santo do capão
O subiar' de um nambú
Numa trincheira o jacú
Grita o sabiá nas pitanga
E bem na costa da sanga
Berra a vaca e o bezerro
No barulho dos cincerro
Eu encontro os bois de canga
Quando rompe a estrela d'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá no piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijar perto de casa
Pra inticá com a guapecada
Em rancho de barro e capim
Por isso é que eu canto assim
Pra relembrar meu passado
Eu me criei arremendado
Dormindo pelos galpão
Perto de um fogo de chão
Com os cabelo enfumaçado
Quando rompe a estrela d'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá do piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijar perto de casa
Pra inticá com a cachorrada
Numa cama de pelego
Me acordo de madrugada
Escuto uma mão pelada
Acoando no banhadal
Eu me criei xucro e bagual
Honrando o sistema antigo
Comendo feijão mexido
Com pouca graxa e sem sal
Quando rompe a estrela d'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá no piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijá perto de casa
Pra inticá com a guapecada
Reformando um alambrado
Na beira de um corredor
No cabo de um socador
Com as mão rodeada de calo
No meu mango eu dou estalo
E sigo a minha campereada
E uma perdiz ressabiada
Voa e me espanta o cavalo
Quando rompe a estrela D'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá no piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijar perto de casa
Pra inticá com a cachorrada
Lá no santo do capão
O subiar' de um nambú
Numa trincheira o jacú
Grita o sabiá nas pitanga
E bem na costa da sanga
Berra a vaca e o bezerro
No barulho dos cincerro
Eu encontro os bois de canga
Quando rompe a estrela d'alva
Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
Enquanto uma saracura
Vai cantando empoleirada
Escuto o grito do sorro
E lá no piquete relincha o potro tordilho
Na boca da noite me aparece um zorrilho
Vem mijar perto de casa
Pra inticá com a guapecada
⏱️ Synced Lyrics
[00:40.57] Fui criado na campanha
[00:42.77] Em rancho de barro e capim
[00:45.54] Por isso é que eu canto assim
[00:48.37] Pra relembrar meu passado
[00:51.67] Eu me criei arremendado
[00:53.98] Dormindo pelos galpão
[00:56.43] Perto de um fogo de chão
[00:59.63] Com os cabelo enfumaçado
[01:02.78] Quando rompe a estrela d'alva
[01:04.96] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[01:07.22] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[01:09.87] Enquanto uma saracura
[01:11.43] Vai cantando empoleirada
[01:13.66] Escuto o grito do sorro
[01:15.30] E lá do piquete relincha o potro tordilho
[01:18.07] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[01:20.53] Vem mijar perto de casa
[01:21.86] Pra inticá com a cachorrada
[01:24.86]
[01:45.56] Numa cama de pelego
[01:48.01] Me acordo de madrugada
[01:50.69] Escuto uma mão pelada
[01:53.43] Acoando no banhadal
[01:57.22] Eu me criei xucro e bagual
[01:59.07] Honrando o sistema antigo
[02:01.62] Comendo feijão mexido
[02:04.43] Com pouca graxa e sem sal
[02:08.04] Quando rompe a estrela d'alva
[02:09.93] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[02:12.59] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[02:15.09] Enquanto uma saracura
[02:16.50] Vai cantando empoleirada
[02:18.96] Escuto o grito do sorro
[02:20.67] E lá no piquete relincha o potro tordilho
[02:23.24] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[02:25.65] Vem mijá perto de casa
[02:27.04] Pra inticá com a guapecada
[02:30.03]
[02:50.32] Reformando um alambrado
[02:53.07] Na beira de um corredor
[02:55.68] No cabo de um socador
[02:58.40] Com as mão rodeada de calo
[03:01.74] No meu mango eu dou estalo
[03:03.80] E sigo a minha campereada
[03:06.47] E uma perdiz ressabiada
[03:09.36] Voa e me espanta o cavalo
[03:13.07] Quando rompe a estrela D'alva
[03:14.77] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[03:17.23] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[03:19.80] Enquanto uma saracura
[03:21.13] Vai cantando empoleirada
[03:23.70] Escuto o grito do sorro
[03:25.42] E lá no piquete relincha o potro tordilho
[03:28.03] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[03:30.54] Vem mijar perto de casa
[03:31.84] Pra inticá com a cachorrada
[03:34.83]
[03:56.01] Lá no santo do capão
[03:57.86] O subiar' de um nambú
[04:00.58] Numa trincheira o jacú
[04:03.26] Grita o sabiá nas pitanga
[04:06.79] E bem na costa da sanga
[04:08.67] Berra a vaca e o bezerro
[04:11.25] No barulho dos cincerro
[04:14.18] Eu encontro os bois de canga
[04:17.64] Quando rompe a estrela d'alva
[04:19.52] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[04:22.02] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[04:24.59] Enquanto uma saracura
[04:25.97] Vai cantando empoleirada
[04:28.04] Escuto o grito do sorro
[04:30.16] E lá no piquete relincha o potro tordilho
[04:32.65] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[04:35.05] Vem mijar perto de casa
[04:36.60] Pra inticá com a guapecada
[04:37.79]
[00:42.77] Em rancho de barro e capim
[00:45.54] Por isso é que eu canto assim
[00:48.37] Pra relembrar meu passado
[00:51.67] Eu me criei arremendado
[00:53.98] Dormindo pelos galpão
[00:56.43] Perto de um fogo de chão
[00:59.63] Com os cabelo enfumaçado
[01:02.78] Quando rompe a estrela d'alva
[01:04.96] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[01:07.22] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[01:09.87] Enquanto uma saracura
[01:11.43] Vai cantando empoleirada
[01:13.66] Escuto o grito do sorro
[01:15.30] E lá do piquete relincha o potro tordilho
[01:18.07] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[01:20.53] Vem mijar perto de casa
[01:21.86] Pra inticá com a cachorrada
[01:24.86]
[01:45.56] Numa cama de pelego
[01:48.01] Me acordo de madrugada
[01:50.69] Escuto uma mão pelada
[01:53.43] Acoando no banhadal
[01:57.22] Eu me criei xucro e bagual
[01:59.07] Honrando o sistema antigo
[02:01.62] Comendo feijão mexido
[02:04.43] Com pouca graxa e sem sal
[02:08.04] Quando rompe a estrela d'alva
[02:09.93] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[02:12.59] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[02:15.09] Enquanto uma saracura
[02:16.50] Vai cantando empoleirada
[02:18.96] Escuto o grito do sorro
[02:20.67] E lá no piquete relincha o potro tordilho
[02:23.24] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[02:25.65] Vem mijá perto de casa
[02:27.04] Pra inticá com a guapecada
[02:30.03]
[02:50.32] Reformando um alambrado
[02:53.07] Na beira de um corredor
[02:55.68] No cabo de um socador
[02:58.40] Com as mão rodeada de calo
[03:01.74] No meu mango eu dou estalo
[03:03.80] E sigo a minha campereada
[03:06.47] E uma perdiz ressabiada
[03:09.36] Voa e me espanta o cavalo
[03:13.07] Quando rompe a estrela D'alva
[03:14.77] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[03:17.23] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[03:19.80] Enquanto uma saracura
[03:21.13] Vai cantando empoleirada
[03:23.70] Escuto o grito do sorro
[03:25.42] E lá no piquete relincha o potro tordilho
[03:28.03] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[03:30.54] Vem mijar perto de casa
[03:31.84] Pra inticá com a cachorrada
[03:34.83]
[03:56.01] Lá no santo do capão
[03:57.86] O subiar' de um nambú
[04:00.58] Numa trincheira o jacú
[04:03.26] Grita o sabiá nas pitanga
[04:06.79] E bem na costa da sanga
[04:08.67] Berra a vaca e o bezerro
[04:11.25] No barulho dos cincerro
[04:14.18] Eu encontro os bois de canga
[04:17.64] Quando rompe a estrela d'alva
[04:19.52] Aquento a chaleira já quase no clariá o dia
[04:22.02] Meu pingo de arreio relincha na estrevaria
[04:24.59] Enquanto uma saracura
[04:25.97] Vai cantando empoleirada
[04:28.04] Escuto o grito do sorro
[04:30.16] E lá no piquete relincha o potro tordilho
[04:32.65] Na boca da noite me aparece um zorrilho
[04:35.05] Vem mijar perto de casa
[04:36.60] Pra inticá com a guapecada
[04:37.79]