Ponteiros
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⏱️ 3:08 duration
🆔 ID: 10236493
📜 Lyrics
Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
Purgatório da beleza e do caos
Ando com a cabeça quente, calor quarenta graus
Crimes e lindas bundas, tudo bem natural
Esse é o pique do RJ, segue tudo normal
Batendo sempre minhas rimas com a caixa
Cê nunca vai me ver cansado
Eu ando sempre com o relógio adiantado
Então, chapa, cê nunca vai me ver atrasado
Como eu disse, a pior droga é ter a cabeça fraca
Melhor remédio é tu saber onde limite marca
Melhor tu não se contundir ou vai parar na maca
Tem muito jogo pela frente, da próxima etapa
Tipo ter vários inimigos, uma bala só
Cê consegue derrubar um, nunca vai dar conta
Tipo ter vários inimigos, uma bala só
Cê dá um tiro na cabeça, morre com a sua honra
Alguns manos presos vendendo gramas
Na cadeia aprendendo a vender quilos
Meus manos cortejando algumas damas
A noite sempre te oferece alguns perigos
Na cela com trinta manos, vive num cotidiano
Convivendo num espaço pequeno pra quinze
Ele que só pegou três anos, ainda por engano
Aprendeu com o professor que pegou vinte
Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
Me disseram que eu não faço arte
Me disseram que eu não faço rap
Me disseram que perder ainda faz parte
Tá bom, isso é historinha pra moleque
Velha escola, novas merdas
Eles rimam bem, nada me acerta
Dinheiro é meta, pra alguns é mato
Pra outros matar, o bagulho é fácil
Se eu precisasse, era um passe
Pois sei que eu posso e nada me impede
Todos conseguem, não éfazer prece
Desde moleque, é só fazer negócio
Eu sei que os erros do passado nunca mais apaga
Tava cansado de ficar contando migalha
Mó tempão, mano Bolin, pra soltar pedrada
Eu escrevendo nesse beat, a dívida tá paga
Bem-vindo a selva tipo Rambo, câmbio
Se não fica esperto, vai ser tombo
E sete bala tá no tambor, mano
Quem bater de frente, sabe, tombou
Seu pensamento é muito raso, manso
Por isso que seu trampo nunca avançou
Cortando igual Hattori Hanzō, penso
Rimando pra caralho, eu não me canso
Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
Purgatório da beleza e do caos
Ando com a cabeça quente, calor quarenta graus
Crimes e lindas bundas, tudo bem natural
Esse é o pique do RJ, segue tudo normal
Batendo sempre minhas rimas com a caixa
Cê nunca vai me ver cansado
Eu ando sempre com o relógio adiantado
Então, chapa, cê nunca vai me ver atrasado
Como eu disse, a pior droga é ter a cabeça fraca
Melhor remédio é tu saber onde limite marca
Melhor tu não se contundir ou vai parar na maca
Tem muito jogo pela frente, da próxima etapa
Tipo ter vários inimigos, uma bala só
Cê consegue derrubar um, nunca vai dar conta
Tipo ter vários inimigos, uma bala só
Cê dá um tiro na cabeça, morre com a sua honra
Alguns manos presos vendendo gramas
Na cadeia aprendendo a vender quilos
Meus manos cortejando algumas damas
A noite sempre te oferece alguns perigos
Na cela com trinta manos, vive num cotidiano
Convivendo num espaço pequeno pra quinze
Ele que só pegou três anos, ainda por engano
Aprendeu com o professor que pegou vinte
Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
Me disseram que eu não faço arte
Me disseram que eu não faço rap
Me disseram que perder ainda faz parte
Tá bom, isso é historinha pra moleque
Velha escola, novas merdas
Eles rimam bem, nada me acerta
Dinheiro é meta, pra alguns é mato
Pra outros matar, o bagulho é fácil
Se eu precisasse, era um passe
Pois sei que eu posso e nada me impede
Todos conseguem, não éfazer prece
Desde moleque, é só fazer negócio
Eu sei que os erros do passado nunca mais apaga
Tava cansado de ficar contando migalha
Mó tempão, mano Bolin, pra soltar pedrada
Eu escrevendo nesse beat, a dívida tá paga
Bem-vindo a selva tipo Rambo, câmbio
Se não fica esperto, vai ser tombo
E sete bala tá no tambor, mano
Quem bater de frente, sabe, tombou
Seu pensamento é muito raso, manso
Por isso que seu trampo nunca avançou
Cortando igual Hattori Hanzō, penso
Rimando pra caralho, eu não me canso
Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
⏱️ Synced Lyrics
[00:17.63] Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
[00:21.62] E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
[00:25.71] E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
[00:29.99] E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
[00:34.62] Purgatório da beleza e do caos
[00:36.53] Ando com a cabeça quente, calor quarenta graus
[00:38.87] Crimes e lindas bundas, tudo bem natural
[00:40.75] Esse é o pique do RJ, segue tudo normal
[00:43.02] Batendo sempre minhas rimas com a caixa
[00:45.42] Cê nunca vai me ver cansado
[00:47.58] Eu ando sempre com o relógio adiantado
[00:49.59] Então, chapa, cê nunca vai me ver atrasado
[00:51.60] Como eu disse, a pior droga é ter a cabeça fraca
[00:53.93] Melhor remédio é tu saber onde limite marca
[00:56.06] Melhor tu não se contundir ou vai parar na maca
[00:58.26] Tem muito jogo pela frente, da próxima etapa
[01:00.39] Tipo ter vários inimigos, uma bala só
[01:02.42] Cê consegue derrubar um, nunca vai dar conta
[01:04.68] Tipo ter vários inimigos, uma bala só
[01:06.68] Cê dá um tiro na cabeça, morre com a sua honra
[01:08.86] Alguns manos presos vendendo gramas
[01:10.93] Na cadeia aprendendo a vender quilos
[01:12.93] Meus manos cortejando algumas damas
[01:15.14] A noite sempre te oferece alguns perigos
[01:17.27] Na cela com trinta manos, vive num cotidiano
[01:19.45] Convivendo num espaço pequeno pra quinze
[01:21.69] Ele que só pegou três anos, ainda por engano
[01:23.98] Aprendeu com o professor que pegou vinte
[01:25.63] Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
[01:29.36] E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
[01:33.70] E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
[01:37.87] E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
[01:42.48] Me disseram que eu não faço arte
[01:44.71] Me disseram que eu não faço rap
[01:46.97] Me disseram que perder ainda faz parte
[01:49.00] Tá bom, isso é historinha pra moleque
[01:51.05] Velha escola, novas merdas
[01:52.84] Eles rimam bem, nada me acerta
[01:54.95] Dinheiro é meta, pra alguns é mato
[01:57.27] Pra outros matar, o bagulho é fácil
[01:59.27] Se eu precisasse, era um passe
[02:01.34] Pois sei que eu posso e nada me impede
[02:03.67] Todos conseguem, não éfazer prece
[02:05.87] Desde moleque, é só fazer negócio
[02:08.08] Eu sei que os erros do passado nunca mais apaga
[02:10.43] Tava cansado de ficar contando migalha
[02:12.53] Mó tempão, mano Bolin, pra soltar pedrada
[02:14.68] Eu escrevendo nesse beat, a dívida tá paga
[02:16.86] Bem-vindo a selva tipo Rambo, câmbio
[02:18.82] Se não fica esperto, vai ser tombo
[02:20.77] E sete bala tá no tambor, mano
[02:22.92] Quem bater de frente, sabe, tombou
[02:25.06] Seu pensamento é muito raso, manso
[02:27.10] Por isso que seu trampo nunca avançou
[02:29.27] Cortando igual Hattori Hanzō, penso
[02:31.33] Rimando pra caralho, eu não me canso
[02:33.46] Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
[02:37.46] E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
[02:41.61] E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
[02:45.79] E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
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[00:21.62] E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
[00:25.71] E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
[00:29.99] E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
[00:34.62] Purgatório da beleza e do caos
[00:36.53] Ando com a cabeça quente, calor quarenta graus
[00:38.87] Crimes e lindas bundas, tudo bem natural
[00:40.75] Esse é o pique do RJ, segue tudo normal
[00:43.02] Batendo sempre minhas rimas com a caixa
[00:45.42] Cê nunca vai me ver cansado
[00:47.58] Eu ando sempre com o relógio adiantado
[00:49.59] Então, chapa, cê nunca vai me ver atrasado
[00:51.60] Como eu disse, a pior droga é ter a cabeça fraca
[00:53.93] Melhor remédio é tu saber onde limite marca
[00:56.06] Melhor tu não se contundir ou vai parar na maca
[00:58.26] Tem muito jogo pela frente, da próxima etapa
[01:00.39] Tipo ter vários inimigos, uma bala só
[01:02.42] Cê consegue derrubar um, nunca vai dar conta
[01:04.68] Tipo ter vários inimigos, uma bala só
[01:06.68] Cê dá um tiro na cabeça, morre com a sua honra
[01:08.86] Alguns manos presos vendendo gramas
[01:10.93] Na cadeia aprendendo a vender quilos
[01:12.93] Meus manos cortejando algumas damas
[01:15.14] A noite sempre te oferece alguns perigos
[01:17.27] Na cela com trinta manos, vive num cotidiano
[01:19.45] Convivendo num espaço pequeno pra quinze
[01:21.69] Ele que só pegou três anos, ainda por engano
[01:23.98] Aprendeu com o professor que pegou vinte
[01:25.63] Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
[01:29.36] E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
[01:33.70] E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
[01:37.87] E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
[01:42.48] Me disseram que eu não faço arte
[01:44.71] Me disseram que eu não faço rap
[01:46.97] Me disseram que perder ainda faz parte
[01:49.00] Tá bom, isso é historinha pra moleque
[01:51.05] Velha escola, novas merdas
[01:52.84] Eles rimam bem, nada me acerta
[01:54.95] Dinheiro é meta, pra alguns é mato
[01:57.27] Pra outros matar, o bagulho é fácil
[01:59.27] Se eu precisasse, era um passe
[02:01.34] Pois sei que eu posso e nada me impede
[02:03.67] Todos conseguem, não éfazer prece
[02:05.87] Desde moleque, é só fazer negócio
[02:08.08] Eu sei que os erros do passado nunca mais apaga
[02:10.43] Tava cansado de ficar contando migalha
[02:12.53] Mó tempão, mano Bolin, pra soltar pedrada
[02:14.68] Eu escrevendo nesse beat, a dívida tá paga
[02:16.86] Bem-vindo a selva tipo Rambo, câmbio
[02:18.82] Se não fica esperto, vai ser tombo
[02:20.77] E sete bala tá no tambor, mano
[02:22.92] Quem bater de frente, sabe, tombou
[02:25.06] Seu pensamento é muito raso, manso
[02:27.10] Por isso que seu trampo nunca avançou
[02:29.27] Cortando igual Hattori Hanzō, penso
[02:31.33] Rimando pra caralho, eu não me canso
[02:33.46] Se a vida não me abrir as portas, eu viro chaveiro
[02:37.46] E se essa não for minha hora, eu altero os ponteiros
[02:41.61] E se a mina não vai me dar bola, eu viro artilheiro
[02:45.79] E se o Sol não nasce pra todos, eu acordo mais cedo
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