Bomba-Canção
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⏱️ 3:10 duration
🆔 ID: 10364055
📜 Lyrics
Alvorada canta o galo, aldeia nova
O chão de sempre, a santa vida
Vê-se o céu ensanguentado
E o abutre junto a cova
Mas ninguém dá a jornada por perdida
Quantos filhos pelos séculos a Lisboa
De paçãos a funcionários
Eram moços de ovelhas
Deram belos presidentes
Com queda pra presidiários
Bomba canção, bomba canção
Canto artilhado
Pró altar das feiras
Já se foi abril, fado pastoril
Rodem, ó parteiras
Na parada dos heróis e vigilantes
Era enorme a afluência
Na parada dos culpados pela desgraça
Ia um cão de duas patas sozinho na penitência
E tu queres vir ensinar-me o que eu faço
Quanta audácia, Cipião
Sim, eu tenho ar de parolo e tu és parolo da cidade
Mas qual de nós reluzirá na escuridão?
Bomba canção, bomba canção
Canto paviado de Óis a Montemuro
Vai sarapatel e broa de mel
Prá mesa do futuro
Que bonito é Portugal
De candeia na mão
Sentado no sofá
(Em frente à televisão)
Findo o dia lá se esconde a varejeira
Fé e ânsia em toda a parte
Vou andando atrás de ti
Só pra ver o pôr-do-sol
Reflectido na traseira do teu smart
Bomba canção, bomba canção
Canto artilhado pró fechar da feira
Se era pra sumir, toca a resistir
Que hoje há baile na eira
O chão de sempre, a santa vida
Vê-se o céu ensanguentado
E o abutre junto a cova
Mas ninguém dá a jornada por perdida
Quantos filhos pelos séculos a Lisboa
De paçãos a funcionários
Eram moços de ovelhas
Deram belos presidentes
Com queda pra presidiários
Bomba canção, bomba canção
Canto artilhado
Pró altar das feiras
Já se foi abril, fado pastoril
Rodem, ó parteiras
Na parada dos heróis e vigilantes
Era enorme a afluência
Na parada dos culpados pela desgraça
Ia um cão de duas patas sozinho na penitência
E tu queres vir ensinar-me o que eu faço
Quanta audácia, Cipião
Sim, eu tenho ar de parolo e tu és parolo da cidade
Mas qual de nós reluzirá na escuridão?
Bomba canção, bomba canção
Canto paviado de Óis a Montemuro
Vai sarapatel e broa de mel
Prá mesa do futuro
Que bonito é Portugal
De candeia na mão
Sentado no sofá
(Em frente à televisão)
Findo o dia lá se esconde a varejeira
Fé e ânsia em toda a parte
Vou andando atrás de ti
Só pra ver o pôr-do-sol
Reflectido na traseira do teu smart
Bomba canção, bomba canção
Canto artilhado pró fechar da feira
Se era pra sumir, toca a resistir
Que hoje há baile na eira
⏱️ Synced Lyrics
[00:35.77] Alvorada canta o galo, aldeia nova
[00:39.02] O chão de sempre, a santa vida
[00:41.32] Vê-se o céu ensanguentado
[00:44.17] E o abutre junto a cova
[00:45.36] Mas ninguém dá a jornada por perdida
[00:47.54] Quantos filhos pelos séculos a Lisboa
[00:50.26] De paçãos a funcionários
[00:53.11] Eram moços de ovelhas
[00:54.66] Deram belos presidentes
[00:56.68] Com queda pra presidiários
[00:59.76] Bomba canção, bomba canção
[01:01.35] Canto artilhado
[01:02.83] Pró altar das feiras
[01:04.84] Já se foi abril, fado pastoril
[01:07.40] Rodem, ó parteiras
[01:11.47]
[01:24.08] Na parada dos heróis e vigilantes
[01:27.04] Era enorme a afluência
[01:29.89] Na parada dos culpados pela desgraça
[01:32.13] Ia um cão de duas patas sozinho na penitência
[01:34.48] E tu queres vir ensinar-me o que eu faço
[01:37.61] Quanta audácia, Cipião
[01:41.26] Sim, eu tenho ar de parolo e tu és parolo da cidade
[01:44.25] Mas qual de nós reluzirá na escuridão?
[01:47.76] Bomba canção, bomba canção
[01:49.02] Canto paviado de Óis a Montemuro
[01:52.85] Vai sarapatel e broa de mel
[01:55.23] Prá mesa do futuro
[01:59.37]
[02:19.52] Que bonito é Portugal
[02:22.94] De candeia na mão
[02:26.00] Sentado no sofá
[02:31.20] (Em frente à televisão)
[02:33.91] Findo o dia lá se esconde a varejeira
[02:37.72] Fé e ânsia em toda a parte
[02:40.03] Vou andando atrás de ti
[02:42.29] Só pra ver o pôr-do-sol
[02:43.68] Reflectido na traseira do teu smart
[02:47.07] Bomba canção, bomba canção
[02:48.55] Canto artilhado pró fechar da feira
[02:52.60] Se era pra sumir, toca a resistir
[02:54.83] Que hoje há baile na eira
[02:58.73]
[00:39.02] O chão de sempre, a santa vida
[00:41.32] Vê-se o céu ensanguentado
[00:44.17] E o abutre junto a cova
[00:45.36] Mas ninguém dá a jornada por perdida
[00:47.54] Quantos filhos pelos séculos a Lisboa
[00:50.26] De paçãos a funcionários
[00:53.11] Eram moços de ovelhas
[00:54.66] Deram belos presidentes
[00:56.68] Com queda pra presidiários
[00:59.76] Bomba canção, bomba canção
[01:01.35] Canto artilhado
[01:02.83] Pró altar das feiras
[01:04.84] Já se foi abril, fado pastoril
[01:07.40] Rodem, ó parteiras
[01:11.47]
[01:24.08] Na parada dos heróis e vigilantes
[01:27.04] Era enorme a afluência
[01:29.89] Na parada dos culpados pela desgraça
[01:32.13] Ia um cão de duas patas sozinho na penitência
[01:34.48] E tu queres vir ensinar-me o que eu faço
[01:37.61] Quanta audácia, Cipião
[01:41.26] Sim, eu tenho ar de parolo e tu és parolo da cidade
[01:44.25] Mas qual de nós reluzirá na escuridão?
[01:47.76] Bomba canção, bomba canção
[01:49.02] Canto paviado de Óis a Montemuro
[01:52.85] Vai sarapatel e broa de mel
[01:55.23] Prá mesa do futuro
[01:59.37]
[02:19.52] Que bonito é Portugal
[02:22.94] De candeia na mão
[02:26.00] Sentado no sofá
[02:31.20] (Em frente à televisão)
[02:33.91] Findo o dia lá se esconde a varejeira
[02:37.72] Fé e ânsia em toda a parte
[02:40.03] Vou andando atrás de ti
[02:42.29] Só pra ver o pôr-do-sol
[02:43.68] Reflectido na traseira do teu smart
[02:47.07] Bomba canção, bomba canção
[02:48.55] Canto artilhado pró fechar da feira
[02:52.60] Se era pra sumir, toca a resistir
[02:54.83] Que hoje há baile na eira
[02:58.73]