Absurdo
🎵 1049 characters
⏱️ 3:31 duration
🆔 ID: 10424663
📜 Lyrics
(Hum!)
Havia tanto pra lhe contar
A natureza
Mudava a forma o estado e o lugar
Era absurdo
Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está
Tapetes fartos de folhas e flores
O chão do mundo se varre aqui
Essa idéia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz
Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem infértil deserto
Nunca pensei que chegasse aqui
Auto-destrutivos
Falsas vitimas nocivas
Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados
Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava
Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão
Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro
Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi
Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar
Havia tanto pra lhe contar
A natureza
Mudava a forma o estado e o lugar
Era absurdo
Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está
Tapetes fartos de folhas e flores
O chão do mundo se varre aqui
Essa idéia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz
Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem infértil deserto
Nunca pensei que chegasse aqui
Auto-destrutivos
Falsas vitimas nocivas
Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados
Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava
Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão
Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro
Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi
Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar
⏱️ Synced Lyrics
[00:15.96] (Hum!)
[00:16.09] Havia tanto pra lhe contar
[00:20.12] A natureza
[00:20.28] Mudava a forma o estado e o lugar
[00:26.93]
[00:29.48] Era absurdo
[00:29.56] Havia tanto pra lhe mostrar
[00:33.63] Era tão belo
[00:35.73] Mas olhe agora o estrago em que está
[00:51.04] Tapetes fartos de folhas e flores
[00:59.07] O chão do mundo se varre aqui
[01:01.95] Essa idéia do natural ser sujo
[01:05.39] Do inorgânico não se faz
[01:10.08] Destruição é reflexo do humano
[01:13.83] Se a ambição desumana o Ser
[01:17.06] Essa imagem infértil deserto
[01:18.90] Nunca pensei que chegasse aqui
[01:23.99]
[01:30.87] Auto-destrutivos
[01:37.68] Falsas vitimas nocivas
[01:37.71] Havia tanto pra aproveitar
[01:41.17] Sem poderio
[01:45.00] Tantas histórias, tantos sabores
[01:46.55] Capins dourados
[01:50.64] Havia tanto pra respirar
[01:54.85] Era tão fino
[01:57.57] Naqueles rios a gente banhava
[01:58.97] Desmatam tudo e reclamam do tempo
[02:06.54] Que ironia conflitante ser
[02:08.77] Desequilíbrio que alimenta as pragas
[02:13.57] Alterado grão, alterado pão
[02:13.88] Sujamos rios, dependemos das águas
[02:18.53] Tanto faz os meios violentos
[02:22.33] Luxúria é ética do perverso vivo
[02:26.68] Morto por dinheiro
[02:29.76] Cores, tantas cores
[02:30.43] Tais belezas
[02:33.77] Foram-se
[02:46.92] Versos e estrelas
[02:47.16] Tantas fadas que eu não vi
[02:57.30] Falsos bens, progresso?
[03:02.93]
[03:05.37] Com a mãe, ingratidão
[03:11.03] Deram o galinheiro
[03:15.66] Pra raposa vigiar
[03:18.75]
[00:16.09] Havia tanto pra lhe contar
[00:20.12] A natureza
[00:20.28] Mudava a forma o estado e o lugar
[00:26.93]
[00:29.48] Era absurdo
[00:29.56] Havia tanto pra lhe mostrar
[00:33.63] Era tão belo
[00:35.73] Mas olhe agora o estrago em que está
[00:51.04] Tapetes fartos de folhas e flores
[00:59.07] O chão do mundo se varre aqui
[01:01.95] Essa idéia do natural ser sujo
[01:05.39] Do inorgânico não se faz
[01:10.08] Destruição é reflexo do humano
[01:13.83] Se a ambição desumana o Ser
[01:17.06] Essa imagem infértil deserto
[01:18.90] Nunca pensei que chegasse aqui
[01:23.99]
[01:30.87] Auto-destrutivos
[01:37.68] Falsas vitimas nocivas
[01:37.71] Havia tanto pra aproveitar
[01:41.17] Sem poderio
[01:45.00] Tantas histórias, tantos sabores
[01:46.55] Capins dourados
[01:50.64] Havia tanto pra respirar
[01:54.85] Era tão fino
[01:57.57] Naqueles rios a gente banhava
[01:58.97] Desmatam tudo e reclamam do tempo
[02:06.54] Que ironia conflitante ser
[02:08.77] Desequilíbrio que alimenta as pragas
[02:13.57] Alterado grão, alterado pão
[02:13.88] Sujamos rios, dependemos das águas
[02:18.53] Tanto faz os meios violentos
[02:22.33] Luxúria é ética do perverso vivo
[02:26.68] Morto por dinheiro
[02:29.76] Cores, tantas cores
[02:30.43] Tais belezas
[02:33.77] Foram-se
[02:46.92] Versos e estrelas
[02:47.16] Tantas fadas que eu não vi
[02:57.30] Falsos bens, progresso?
[03:02.93]
[03:05.37] Com a mãe, ingratidão
[03:11.03] Deram o galinheiro
[03:15.66] Pra raposa vigiar
[03:18.75]