Último a Sair
🎵 1773 characters
⏱️ 2:38 duration
🆔 ID: 10602574
📜 Lyrics
Like a jazz player, I improvise wisely
Wisely
Like a jazz, like a jazz
Like a jazz player, I improvise wisely
Na escola pouco aprendi, a não ser a ler
Lembro-me de te ouvir dizer
Continua assim, acabas a varrer
Comecei de trás, não tive tudo como tu
E mesmo sem futuro, hoje faturo mais que tu
Vida mostra, quem se esforça nem sempre é recompensado
Sem justiça não há paz, a nossa guerra é em todo lado
Não acredito em Deus, acredito nos meus
Desconfio dos teus, assim evito o banco dos réus
Aqui o último a sair deixa a luz acеsa
Para o próximo não viver ao escuro e na incеrteza
Todos à mesa, o mesmo copo, o mesmo prato, de certeza
O mesmo foco, e a rimar pra o mesmo lado
Pois tudo que é do meu agrado
'Tá guardado, 'tá blindado
Medo não é respeito, à vontade não é liberdade
O que pra muitos é lixo, pra outros é luxo e sagrado
E o último a sair acende a luz e deixa tudo pago
A vida é larga, doce e amarga
Justiça às vezes aparece, outras vezes tarda
Tem outra farda e eu vivo à farta com tudo o que me falta
Não há nada que não me deixe ansioso, eu sou o Praso
E vocês agarrados à mama estilo box de vinho tinto
Falsos como notas de 25 tipo quem já saiu da sala
E fica a olhar pelo trinco
A espreitar o plano que aqui nunca houve
Apenas ouve a minha voz a deixar-vos espinhos
E não é defeito, é feitio
Eu já pensei mais nisso ao ponto de ser doentio
Agora sou menos sombrio
Quem te vê e quem te viu, só te apunhala quem te sorriu
Eu sempre soube que todos tivemos a vida por um fio
Por isso o que vier a mais é lucro, o resto é o meu tempo
Vivido ao dobro, marcado no meu corpo em caderno
Desvios pa' não ficar louco e sentir-me eterno
Sou o dread de gravata e terno
Este é o meu inverno, este é o meu inverno
Wisely
Like a jazz, like a jazz
Like a jazz player, I improvise wisely
Na escola pouco aprendi, a não ser a ler
Lembro-me de te ouvir dizer
Continua assim, acabas a varrer
Comecei de trás, não tive tudo como tu
E mesmo sem futuro, hoje faturo mais que tu
Vida mostra, quem se esforça nem sempre é recompensado
Sem justiça não há paz, a nossa guerra é em todo lado
Não acredito em Deus, acredito nos meus
Desconfio dos teus, assim evito o banco dos réus
Aqui o último a sair deixa a luz acеsa
Para o próximo não viver ao escuro e na incеrteza
Todos à mesa, o mesmo copo, o mesmo prato, de certeza
O mesmo foco, e a rimar pra o mesmo lado
Pois tudo que é do meu agrado
'Tá guardado, 'tá blindado
Medo não é respeito, à vontade não é liberdade
O que pra muitos é lixo, pra outros é luxo e sagrado
E o último a sair acende a luz e deixa tudo pago
A vida é larga, doce e amarga
Justiça às vezes aparece, outras vezes tarda
Tem outra farda e eu vivo à farta com tudo o que me falta
Não há nada que não me deixe ansioso, eu sou o Praso
E vocês agarrados à mama estilo box de vinho tinto
Falsos como notas de 25 tipo quem já saiu da sala
E fica a olhar pelo trinco
A espreitar o plano que aqui nunca houve
Apenas ouve a minha voz a deixar-vos espinhos
E não é defeito, é feitio
Eu já pensei mais nisso ao ponto de ser doentio
Agora sou menos sombrio
Quem te vê e quem te viu, só te apunhala quem te sorriu
Eu sempre soube que todos tivemos a vida por um fio
Por isso o que vier a mais é lucro, o resto é o meu tempo
Vivido ao dobro, marcado no meu corpo em caderno
Desvios pa' não ficar louco e sentir-me eterno
Sou o dread de gravata e terno
Este é o meu inverno, este é o meu inverno
⏱️ Synced Lyrics
[00:12.02] Like a jazz player, I improvise wisely
[00:17.10] Wisely
[00:18.09] Like a jazz, like a jazz
[00:21.06] Like a jazz player, I improvise wisely
[00:24.06] Na escola pouco aprendi, a não ser a ler
[00:26.74] Lembro-me de te ouvir dizer
[00:28.02] Continua assim, acabas a varrer
[00:30.48] Comecei de trás, não tive tudo como tu
[00:33.12] E mesmo sem futuro, hoje faturo mais que tu
[00:35.92] Vida mostra, quem se esforça nem sempre é recompensado
[00:38.95] Sem justiça não há paz, a nossa guerra é em todo lado
[00:41.95] Não acredito em Deus, acredito nos meus
[00:45.01] Desconfio dos teus, assim evito o banco dos réus
[00:48.06] Aqui o último a sair deixa a luz acеsa
[00:51.28] Para o próximo não viver ao escuro e na incеrteza
[00:53.94] Todos à mesa, o mesmo copo, o mesmo prato, de certeza
[00:57.17] O mesmo foco, e a rimar pra o mesmo lado
[00:59.66] Pois tudo que é do meu agrado
[01:01.50] 'Tá guardado, 'tá blindado
[01:03.02] Medo não é respeito, à vontade não é liberdade
[01:06.27] O que pra muitos é lixo, pra outros é luxo e sagrado
[01:08.97] E o último a sair acende a luz e deixa tudo pago
[01:12.96] A vida é larga, doce e amarga
[01:15.57] Justiça às vezes aparece, outras vezes tarda
[01:18.81] Tem outra farda e eu vivo à farta com tudo o que me falta
[01:21.78] Não há nada que não me deixe ansioso, eu sou o Praso
[01:24.74] E vocês agarrados à mama estilo box de vinho tinto
[01:27.41] Falsos como notas de 25 tipo quem já saiu da sala
[01:30.48] E fica a olhar pelo trinco
[01:32.06] A espreitar o plano que aqui nunca houve
[01:34.23] Apenas ouve a minha voz a deixar-vos espinhos
[01:37.20] E não é defeito, é feitio
[01:38.85] Eu já pensei mais nisso ao ponto de ser doentio
[01:41.22] Agora sou menos sombrio
[01:42.67] Quem te vê e quem te viu, só te apunhala quem te sorriu
[01:45.82] Eu sempre soube que todos tivemos a vida por um fio
[01:48.87] Por isso o que vier a mais é lucro, o resto é o meu tempo
[01:51.59] Vivido ao dobro, marcado no meu corpo em caderno
[01:53.99] Desvios pa' não ficar louco e sentir-me eterno
[01:56.98] Sou o dread de gravata e terno
[01:58.51] Este é o meu inverno, este é o meu inverno
[02:01.64]
[00:17.10] Wisely
[00:18.09] Like a jazz, like a jazz
[00:21.06] Like a jazz player, I improvise wisely
[00:24.06] Na escola pouco aprendi, a não ser a ler
[00:26.74] Lembro-me de te ouvir dizer
[00:28.02] Continua assim, acabas a varrer
[00:30.48] Comecei de trás, não tive tudo como tu
[00:33.12] E mesmo sem futuro, hoje faturo mais que tu
[00:35.92] Vida mostra, quem se esforça nem sempre é recompensado
[00:38.95] Sem justiça não há paz, a nossa guerra é em todo lado
[00:41.95] Não acredito em Deus, acredito nos meus
[00:45.01] Desconfio dos teus, assim evito o banco dos réus
[00:48.06] Aqui o último a sair deixa a luz acеsa
[00:51.28] Para o próximo não viver ao escuro e na incеrteza
[00:53.94] Todos à mesa, o mesmo copo, o mesmo prato, de certeza
[00:57.17] O mesmo foco, e a rimar pra o mesmo lado
[00:59.66] Pois tudo que é do meu agrado
[01:01.50] 'Tá guardado, 'tá blindado
[01:03.02] Medo não é respeito, à vontade não é liberdade
[01:06.27] O que pra muitos é lixo, pra outros é luxo e sagrado
[01:08.97] E o último a sair acende a luz e deixa tudo pago
[01:12.96] A vida é larga, doce e amarga
[01:15.57] Justiça às vezes aparece, outras vezes tarda
[01:18.81] Tem outra farda e eu vivo à farta com tudo o que me falta
[01:21.78] Não há nada que não me deixe ansioso, eu sou o Praso
[01:24.74] E vocês agarrados à mama estilo box de vinho tinto
[01:27.41] Falsos como notas de 25 tipo quem já saiu da sala
[01:30.48] E fica a olhar pelo trinco
[01:32.06] A espreitar o plano que aqui nunca houve
[01:34.23] Apenas ouve a minha voz a deixar-vos espinhos
[01:37.20] E não é defeito, é feitio
[01:38.85] Eu já pensei mais nisso ao ponto de ser doentio
[01:41.22] Agora sou menos sombrio
[01:42.67] Quem te vê e quem te viu, só te apunhala quem te sorriu
[01:45.82] Eu sempre soube que todos tivemos a vida por um fio
[01:48.87] Por isso o que vier a mais é lucro, o resto é o meu tempo
[01:51.59] Vivido ao dobro, marcado no meu corpo em caderno
[01:53.99] Desvios pa' não ficar louco e sentir-me eterno
[01:56.98] Sou o dread de gravata e terno
[01:58.51] Este é o meu inverno, este é o meu inverno
[02:01.64]