tudo outra vez
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⏱️ 3:39 duration
🆔 ID: 10727677
📜 Lyrics
Há tempo, muito tempo
Que eu estou longe de casa
E nessas ilhas cheias de distância
O meu blusão de couro se estragou
Ouvi dizer num papo da rapaziada
Que aquele amigo que embarcou comigo
Cheio de esperança e fé, já se mandou
Sentado à beira do caminho
Pra pedir carona
Tenho falado à mulher companheira
Quem sabe, lá no trópico, a vida esteja a mil
E um cara que transava a noite
No Danúbio Azul
Me disse que faz sol na América do Sul
Que nossas irmãs nos esperam
No coração do Brasil
Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
O fim do termo saudade como um charme brasileiro
De alguém sozinho a cismar
Gente de minha rua, como eu andei distante
Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
Minha normalista linda, ainda sou estudante
Da vida que eu quero dar
Até parece que foi ontem minha mocidade
Com diploma de sofrer de outra universidade
Minha fala nordestina, quero esquecer o francês
E vou viver as coisas novas
Que também são boas
O amor, humor das praças
Cheias de pessoas
Agora eu quero tudo, tudo outra vez
Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
O fim do termo saudade como o charme brasileiro
De alguém sozinho a cismar
Gente de minha rua, como eu andei distante
Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
Minha normalista linda, ainda sou estudante
Da vida que eu quero dar
Que eu estou longe de casa
E nessas ilhas cheias de distância
O meu blusão de couro se estragou
Ouvi dizer num papo da rapaziada
Que aquele amigo que embarcou comigo
Cheio de esperança e fé, já se mandou
Sentado à beira do caminho
Pra pedir carona
Tenho falado à mulher companheira
Quem sabe, lá no trópico, a vida esteja a mil
E um cara que transava a noite
No Danúbio Azul
Me disse que faz sol na América do Sul
Que nossas irmãs nos esperam
No coração do Brasil
Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
O fim do termo saudade como um charme brasileiro
De alguém sozinho a cismar
Gente de minha rua, como eu andei distante
Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
Minha normalista linda, ainda sou estudante
Da vida que eu quero dar
Até parece que foi ontem minha mocidade
Com diploma de sofrer de outra universidade
Minha fala nordestina, quero esquecer o francês
E vou viver as coisas novas
Que também são boas
O amor, humor das praças
Cheias de pessoas
Agora eu quero tudo, tudo outra vez
Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
O fim do termo saudade como o charme brasileiro
De alguém sozinho a cismar
Gente de minha rua, como eu andei distante
Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
Minha normalista linda, ainda sou estudante
Da vida que eu quero dar
⏱️ Synced Lyrics
[00:16.29] Há tempo, muito tempo
[00:18.23] Que eu estou longe de casa
[00:21.95] E nessas ilhas cheias de distância
[00:25.44] O meu blusão de couro se estragou
[00:32.48] Ouvi dizer num papo da rapaziada
[00:38.03] Que aquele amigo que embarcou comigo
[00:41.82] Cheio de esperança e fé, já se mandou
[00:48.34] Sentado à beira do caminho
[00:51.60] Pra pedir carona
[00:53.88] Tenho falado à mulher companheira
[00:57.67] Quem sabe, lá no trópico, a vida esteja a mil
[01:04.32] E um cara que transava a noite
[01:07.63] No Danúbio Azul
[01:09.42] Me disse que faz sol na América do Sul
[01:13.51] Que nossas irmãs nos esperam
[01:15.89] No coração do Brasil
[01:20.52] Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
[01:25.13] Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
[01:28.27] O fim do termo saudade como um charme brasileiro
[01:31.95] De alguém sozinho a cismar
[01:36.52] Gente de minha rua, como eu andei distante
[01:40.02] Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
[01:43.98] Minha normalista linda, ainda sou estudante
[01:47.99] Da vida que eu quero dar
[01:52.10]
[02:23.41] Até parece que foi ontem minha mocidade
[02:28.43] Com diploma de sofrer de outra universidade
[02:32.46] Minha fala nordestina, quero esquecer o francês
[02:39.16] E vou viver as coisas novas
[02:42.59] Que também são boas
[02:44.32] O amor, humor das praças
[02:46.68] Cheias de pessoas
[02:48.48] Agora eu quero tudo, tudo outra vez
[02:55.36] Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
[02:59.84] Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
[03:03.23] O fim do termo saudade como o charme brasileiro
[03:06.94] De alguém sozinho a cismar
[03:11.37] Gente de minha rua, como eu andei distante
[03:14.85] Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
[03:18.69] Minha normalista linda, ainda sou estudante
[03:23.08] Da vida que eu quero dar
[03:29.33]
[00:18.23] Que eu estou longe de casa
[00:21.95] E nessas ilhas cheias de distância
[00:25.44] O meu blusão de couro se estragou
[00:32.48] Ouvi dizer num papo da rapaziada
[00:38.03] Que aquele amigo que embarcou comigo
[00:41.82] Cheio de esperança e fé, já se mandou
[00:48.34] Sentado à beira do caminho
[00:51.60] Pra pedir carona
[00:53.88] Tenho falado à mulher companheira
[00:57.67] Quem sabe, lá no trópico, a vida esteja a mil
[01:04.32] E um cara que transava a noite
[01:07.63] No Danúbio Azul
[01:09.42] Me disse que faz sol na América do Sul
[01:13.51] Que nossas irmãs nos esperam
[01:15.89] No coração do Brasil
[01:20.52] Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
[01:25.13] Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
[01:28.27] O fim do termo saudade como um charme brasileiro
[01:31.95] De alguém sozinho a cismar
[01:36.52] Gente de minha rua, como eu andei distante
[01:40.02] Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
[01:43.98] Minha normalista linda, ainda sou estudante
[01:47.99] Da vida que eu quero dar
[01:52.10]
[02:23.41] Até parece que foi ontem minha mocidade
[02:28.43] Com diploma de sofrer de outra universidade
[02:32.46] Minha fala nordestina, quero esquecer o francês
[02:39.16] E vou viver as coisas novas
[02:42.59] Que também são boas
[02:44.32] O amor, humor das praças
[02:46.68] Cheias de pessoas
[02:48.48] Agora eu quero tudo, tudo outra vez
[02:55.36] Minha rede branca, meu cachorro ligeiro, o Sertão
[02:59.84] Olha o Concorde que vem vindo do estrangeiro
[03:03.23] O fim do termo saudade como o charme brasileiro
[03:06.94] De alguém sozinho a cismar
[03:11.37] Gente de minha rua, como eu andei distante
[03:14.85] Quando eu desapareci, ela arranjou um amante
[03:18.69] Minha normalista linda, ainda sou estudante
[03:23.08] Da vida que eu quero dar
[03:29.33]