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Alagados (Live From Palace, Brazil/1994 / 2013 Remaster)

👤 Os Paralamas Do Sucesso 🎼 Vamo Batê Lata - Paralamas Ao Vivo (Live) ⏱️ 4:30
🎵 1434 characters
⏱️ 4:30 duration
🆔 ID: 10776503

📜 Lyrics

Todo dia o sol da manhã vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo quem já não o queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia

E a cidade
Que tem braços abertos num cartão postal
Com os punhos fechados da vida real
Lhes nega oportunidades
Mostra a face dura do mal

Alagados, trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV

A arte é de viver da fé
(Só não se sabe fé em quê)
Mas a arte é de viver da fé
Só não se sabe fé em quê

Todo dia o sol da manhã vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo quem já não o queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia

E a cidade
Que tem braços abertos num cartão postal
Com os punhos fechados da vida real
Lhes nega oportunidades
Mostra a face dura do mal

Quero ouvir!

Alagados, trenchtown, (Favela da Maré)
A esperança não vem do mar
(Nem das antenas de TV)

A arte é de viver da fé
(Só não se sabe fé em quê)
É de quê? É de quê? (A arte é de viver da fé)
É de quê, galera?

Alagados, trenchtown, (Favela da Maré)
A esperança não vem do mar
(Nem das antenas de TV)

Mas a arte é de viver da fé
(Só não se sabe fé em quê)
Mas a arte é de viver da fé
(Só não se sabe fé em quê)

Alagados, trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
(Nem das antenas de TV)

Mas a arte é de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
Mas arte é de viver...
É de quê? É de quê?

⏱️ Synced Lyrics

[00:24.25] Todo dia o sol da manhã vem e lhes desafia
[00:30.53] Traz do sonho pro mundo quem já não o queria
[00:33.64] Palafitas, trapiches, farrapos
[00:36.20] Filhos da mesma agonia
[00:38.78] E a cidade
[00:41.54] Que tem braços abertos num cartão postal
[00:45.59] Com os punhos fechados da vida real
[00:49.33] Lhes nega oportunidades
[00:51.58] Mostra a face dura do mal
[00:55.21] Alagados, trenchtown, Favela da Maré
[00:58.96] A esperança não vem do mar
[01:00.75] Nem das antenas de TV
[01:02.56] A arte é de viver da fé
[01:04.42] (Só não se sabe fé em quê)
[01:06.35] Mas a arte é de viver da fé
[01:08.43] Só não se sabe fé em quê
[01:12.24]
[01:17.12] Todo dia o sol da manhã vem e lhes desafia
[01:22.94] Traz do sonho pro mundo quem já não o queria
[01:26.90] Palafitas, trapiches, farrapos
[01:29.30] Filhos da mesma agonia
[01:31.71] E a cidade
[01:34.53] Que tem braços abertos num cartão postal
[01:38.33] Com os punhos fechados da vida real
[01:42.29] Lhes nega oportunidades
[01:44.48] Mostra a face dura do mal
[01:47.27] Quero ouvir!
[01:48.35] Alagados, trenchtown, (Favela da Maré)
[01:51.80] A esperança não vem do mar
[01:53.73] (Nem das antenas de TV)
[01:55.64] A arte é de viver da fé
[01:57.56] (Só não se sabe fé em quê)
[01:59.59] É de quê? É de quê? (A arte é de viver da fé)
[02:01.28] É de quê, galera?
[02:04.64]
[03:23.00] Alagados, trenchtown, (Favela da Maré)
[03:26.39] A esperança não vem do mar
[03:28.26] (Nem das antenas de TV)
[03:30.04] Mas a arte é de viver da fé
[03:32.39] (Só não se sabe fé em quê)
[03:33.99] Mas a arte é de viver da fé
[03:35.83] (Só não se sabe fé em quê)
[03:37.80] Alagados, trenchtown, Favela da Maré
[03:41.26] A esperança não vem do mar
[03:43.29] (Nem das antenas de TV)
[03:44.87] Mas a arte é de viver da fé
[03:46.79] Só não se sabe fé em quê
[03:48.44] Mas arte é de viver...
[03:49.50] É de quê? É de quê?
[03:51.50]

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