Amanhã Ou Depois / Achados e Perdidos / Pequena Memória Para Um Tempo Sem Memória (A Legião Dos Esquecidos)
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⏱️ 5:06 duration
🆔 ID: 10777111
📜 Lyrics
Meu irmão, amanhã ou depois
A gente se encontra no velho lugar, lugar
Se abraça e fala da vida que foi por aí, por aí
E conta as estrelas nas pontas dos dedos
Pra ver quantas brilham e qual se apagou
Amanhã ou depois, ê
Quem me dirá onde está aquele moço fulano de tal?
Filho, marido, irmão, namorado que não voltou mais
Insiste um anúncio nas folhas dos nossos jornais
Achados, perdidos, morridos, saudades demais
Mas eu pergunto e a reposta
É que ninguém sabe, ninguém nunca viu
Só sei que não sei quão sumido ele foi
Sei é que ele sumiu
E quem souber algo acerca do seu paradeiro
Beco das liberdades, estreita e esquecida
Uma pequena marginal dessa imensa Avenida Brasil
Memória de um tempo
Onde lutar por seu direito
É um defeito que mata
São tantas lutas inglórias
São histórias que a história qualquer dia contará
De obscuros personagens
As passagens, as coragens
São sementes espalhadas nesse chão
De Juvenais e de Raimundos
Tantos Júlios de Santana
Nessa crença num enorme coração
Dos humilhados e ofendidos
Explorados e oprimidos
Que tentaram encontrar a solução
São cruzes sem nomes
Sem corpos, sem datas
Memória de um tempo
Onde lutar por seu direito
É um defeito que mata
São cruzes sem nomes
Sem corpos, sem datas
Memória de um tempo
Onde lutar por seu direito
É um defeito que mata
E tantos são os homens por debaixo das manchetes
São braços esquecidos que fizeram os heróis
São forças, são suores que levantam as vedetes
Do teatro de revistas, que é o país de todos nós
São vozes que negaram liberdade concedida
Pois ela é bem mais sangue, ela é bem mais vida
São vidas que alimentam nosso fogo da esperança
O grito da batalha, quem espera nunca alcança
Ê, ê, quando o sol nascer
É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
Ê, ê, quando amanhecer
É que eu quero ver quem recordará
Ê, eu não quero esquecer
Essa legião que se entregou por um novo dia
Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
Que nos deu tanta alegria (e vamos à luta)
Ê, ê, quando o sol nascer
É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
Ê, ê, quando amanhecer
É que eu quero ver quem recordará
Ê, eu não quero esquecer
Essa legião que se entregou por um novo dia
Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
Que nos deu tanta alegria (vamo' ao começo)
Ê, ê, quando o sol nascer
É que eu quero ver quem se lembrará
Ê, ê, quando amanhecer
É que eu quero ver quem recordará
Ê, eu não quero esquecer
Essa legião que se entregou...
A gente se encontra no velho lugar, lugar
Se abraça e fala da vida que foi por aí, por aí
E conta as estrelas nas pontas dos dedos
Pra ver quantas brilham e qual se apagou
Amanhã ou depois, ê
Quem me dirá onde está aquele moço fulano de tal?
Filho, marido, irmão, namorado que não voltou mais
Insiste um anúncio nas folhas dos nossos jornais
Achados, perdidos, morridos, saudades demais
Mas eu pergunto e a reposta
É que ninguém sabe, ninguém nunca viu
Só sei que não sei quão sumido ele foi
Sei é que ele sumiu
E quem souber algo acerca do seu paradeiro
Beco das liberdades, estreita e esquecida
Uma pequena marginal dessa imensa Avenida Brasil
Memória de um tempo
Onde lutar por seu direito
É um defeito que mata
São tantas lutas inglórias
São histórias que a história qualquer dia contará
De obscuros personagens
As passagens, as coragens
São sementes espalhadas nesse chão
De Juvenais e de Raimundos
Tantos Júlios de Santana
Nessa crença num enorme coração
Dos humilhados e ofendidos
Explorados e oprimidos
Que tentaram encontrar a solução
São cruzes sem nomes
Sem corpos, sem datas
Memória de um tempo
Onde lutar por seu direito
É um defeito que mata
São cruzes sem nomes
Sem corpos, sem datas
Memória de um tempo
Onde lutar por seu direito
É um defeito que mata
E tantos são os homens por debaixo das manchetes
São braços esquecidos que fizeram os heróis
São forças, são suores que levantam as vedetes
Do teatro de revistas, que é o país de todos nós
São vozes que negaram liberdade concedida
Pois ela é bem mais sangue, ela é bem mais vida
São vidas que alimentam nosso fogo da esperança
O grito da batalha, quem espera nunca alcança
Ê, ê, quando o sol nascer
É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
Ê, ê, quando amanhecer
É que eu quero ver quem recordará
Ê, eu não quero esquecer
Essa legião que se entregou por um novo dia
Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
Que nos deu tanta alegria (e vamos à luta)
Ê, ê, quando o sol nascer
É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
Ê, ê, quando amanhecer
É que eu quero ver quem recordará
Ê, eu não quero esquecer
Essa legião que se entregou por um novo dia
Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
Que nos deu tanta alegria (vamo' ao começo)
Ê, ê, quando o sol nascer
É que eu quero ver quem se lembrará
Ê, ê, quando amanhecer
É que eu quero ver quem recordará
Ê, eu não quero esquecer
Essa legião que se entregou...
⏱️ Synced Lyrics
[00:02.37] Meu irmão, amanhã ou depois
[00:08.03] A gente se encontra no velho lugar, lugar
[00:14.31] Se abraça e fala da vida que foi por aí, por aí
[00:22.21] E conta as estrelas nas pontas dos dedos
[00:27.04] Pra ver quantas brilham e qual se apagou
[00:32.86] Amanhã ou depois, ê
[00:42.12] Quem me dirá onde está aquele moço fulano de tal?
[00:49.12] Filho, marido, irmão, namorado que não voltou mais
[00:55.83] Insiste um anúncio nas folhas dos nossos jornais
[01:01.71] Achados, perdidos, morridos, saudades demais
[01:08.57] Mas eu pergunto e a reposta
[01:12.32] É que ninguém sabe, ninguém nunca viu
[01:16.44] Só sei que não sei quão sumido ele foi
[01:20.63] Sei é que ele sumiu
[01:24.18] E quem souber algo acerca do seu paradeiro
[01:29.05] Beco das liberdades, estreita e esquecida
[01:36.49] Uma pequena marginal dessa imensa Avenida Brasil
[01:49.44] Memória de um tempo
[01:51.09] Onde lutar por seu direito
[01:52.97] É um defeito que mata
[01:58.08] São tantas lutas inglórias
[02:00.68] São histórias que a história qualquer dia contará
[02:06.50] De obscuros personagens
[02:08.43] As passagens, as coragens
[02:10.67] São sementes espalhadas nesse chão
[02:14.56] De Juvenais e de Raimundos
[02:16.86] Tantos Júlios de Santana
[02:18.92] Nessa crença num enorme coração
[02:22.34] Dos humilhados e ofendidos
[02:24.83] Explorados e oprimidos
[02:26.77] Que tentaram encontrar a solução
[02:30.12] São cruzes sem nomes
[02:34.05] Sem corpos, sem datas
[02:38.48] Memória de um tempo
[02:39.83] Onde lutar por seu direito
[02:41.99] É um defeito que mata
[02:46.05] São cruzes sem nomes
[02:50.46] Sem corpos, sem datas
[02:54.51] Memória de um tempo
[02:56.18] Onde lutar por seu direito
[02:58.17] É um defeito que mata
[03:02.69] E tantos são os homens por debaixo das manchetes
[03:06.41] São braços esquecidos que fizeram os heróis
[03:10.40] São forças, são suores que levantam as vedetes
[03:14.52] Do teatro de revistas, que é o país de todos nós
[03:18.89] São vozes que negaram liberdade concedida
[03:22.96] Pois ela é bem mais sangue, ela é bem mais vida
[03:26.72] São vidas que alimentam nosso fogo da esperança
[03:30.83] O grito da batalha, quem espera nunca alcança
[03:34.85] Ê, ê, quando o sol nascer
[03:38.20] É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
[03:43.11] Ê, ê, quando amanhecer
[03:45.74] É que eu quero ver quem recordará
[03:51.50] Ê, eu não quero esquecer
[03:54.24] Essa legião que se entregou por um novo dia
[03:59.42] Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
[04:04.37] Que nos deu tanta alegria (e vamos à luta)
[04:07.51] Ê, ê, quando o sol nascer
[04:10.33] É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
[04:15.82] Ê, ê, quando amanhecer
[04:18.73] É que eu quero ver quem recordará
[04:23.71] Ê, eu não quero esquecer
[04:26.94] Essa legião que se entregou por um novo dia
[04:31.69] Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
[04:36.80] Que nos deu tanta alegria (vamo' ao começo)
[04:39.58] Ê, ê, quando o sol nascer
[04:43.08] É que eu quero ver quem se lembrará
[04:47.95] Ê, ê, quando amanhecer
[04:51.04] É que eu quero ver quem recordará
[04:56.30] Ê, eu não quero esquecer
[04:59.34] Essa legião que se entregou...
[05:04.12]
[00:08.03] A gente se encontra no velho lugar, lugar
[00:14.31] Se abraça e fala da vida que foi por aí, por aí
[00:22.21] E conta as estrelas nas pontas dos dedos
[00:27.04] Pra ver quantas brilham e qual se apagou
[00:32.86] Amanhã ou depois, ê
[00:42.12] Quem me dirá onde está aquele moço fulano de tal?
[00:49.12] Filho, marido, irmão, namorado que não voltou mais
[00:55.83] Insiste um anúncio nas folhas dos nossos jornais
[01:01.71] Achados, perdidos, morridos, saudades demais
[01:08.57] Mas eu pergunto e a reposta
[01:12.32] É que ninguém sabe, ninguém nunca viu
[01:16.44] Só sei que não sei quão sumido ele foi
[01:20.63] Sei é que ele sumiu
[01:24.18] E quem souber algo acerca do seu paradeiro
[01:29.05] Beco das liberdades, estreita e esquecida
[01:36.49] Uma pequena marginal dessa imensa Avenida Brasil
[01:49.44] Memória de um tempo
[01:51.09] Onde lutar por seu direito
[01:52.97] É um defeito que mata
[01:58.08] São tantas lutas inglórias
[02:00.68] São histórias que a história qualquer dia contará
[02:06.50] De obscuros personagens
[02:08.43] As passagens, as coragens
[02:10.67] São sementes espalhadas nesse chão
[02:14.56] De Juvenais e de Raimundos
[02:16.86] Tantos Júlios de Santana
[02:18.92] Nessa crença num enorme coração
[02:22.34] Dos humilhados e ofendidos
[02:24.83] Explorados e oprimidos
[02:26.77] Que tentaram encontrar a solução
[02:30.12] São cruzes sem nomes
[02:34.05] Sem corpos, sem datas
[02:38.48] Memória de um tempo
[02:39.83] Onde lutar por seu direito
[02:41.99] É um defeito que mata
[02:46.05] São cruzes sem nomes
[02:50.46] Sem corpos, sem datas
[02:54.51] Memória de um tempo
[02:56.18] Onde lutar por seu direito
[02:58.17] É um defeito que mata
[03:02.69] E tantos são os homens por debaixo das manchetes
[03:06.41] São braços esquecidos que fizeram os heróis
[03:10.40] São forças, são suores que levantam as vedetes
[03:14.52] Do teatro de revistas, que é o país de todos nós
[03:18.89] São vozes que negaram liberdade concedida
[03:22.96] Pois ela é bem mais sangue, ela é bem mais vida
[03:26.72] São vidas que alimentam nosso fogo da esperança
[03:30.83] O grito da batalha, quem espera nunca alcança
[03:34.85] Ê, ê, quando o sol nascer
[03:38.20] É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
[03:43.11] Ê, ê, quando amanhecer
[03:45.74] É que eu quero ver quem recordará
[03:51.50] Ê, eu não quero esquecer
[03:54.24] Essa legião que se entregou por um novo dia
[03:59.42] Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
[04:04.37] Que nos deu tanta alegria (e vamos à luta)
[04:07.51] Ê, ê, quando o sol nascer
[04:10.33] É que eu quero ver quem se lembrará (e vamos à luta)
[04:15.82] Ê, ê, quando amanhecer
[04:18.73] É que eu quero ver quem recordará
[04:23.71] Ê, eu não quero esquecer
[04:26.94] Essa legião que se entregou por um novo dia
[04:31.69] Ê, eu quero é cantar, essa mão tão calejada
[04:36.80] Que nos deu tanta alegria (vamo' ao começo)
[04:39.58] Ê, ê, quando o sol nascer
[04:43.08] É que eu quero ver quem se lembrará
[04:47.95] Ê, ê, quando amanhecer
[04:51.04] É que eu quero ver quem recordará
[04:56.30] Ê, eu não quero esquecer
[04:59.34] Essa legião que se entregou...
[05:04.12]