Digoró
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⏱️ 3:44 duration
🆔 ID: 10785408
📜 Lyrics
22:15, 22:15, boa noite.
No fliperama do centro meninos drogados fazem incessantes viagens
Liquidam naves inimigas, viajam em explosões azuis vermelhas
Um desses meninos, o garoto Digoró, um rato ligado, um ninja do lixo
Vai mais longe e comete um rapto
inesperado por qualquer outro ali dentro
Ele sequestra uma nave do fliperama
que logo habita o céu de Taguatinga
Ele continua brincando de apertar os
botões e de viajar em explosões azuis vermelhas
Ele se aproxima então do Cine Lara
Ele destrói o Cine Lara
Se aproxima do Cine Paranoir
Ele incendeia o Cine Paranoir
Uma japonesa do fotocubo
Protege fitas de vídeo pornô
Nas mangas do seu kimono de seda
Ele nota que sua nave está com
problemas e se dirige pra Torre da TeleBrasília
Ele reabastece sua nave no pico da Torre da TeleBrasília
Nave reabastecida, e então,
ele se prepara para mais um ataque mirabolante
Com cenas de pânico e muito sangue
praqueles olhinhos drogados vibrarem de prazer
Ele detona a Décima Segunda
Desintegra a Décima Sétima
Mãos ainda sujas, há uma hora lavada
Ele aciona o seu detector de rocãs (?)
Segundos depois, botas carbonizadas,
pneus em chamas, gatilhos sem dedo, vidros quebrados
Podem ser encontrados espalhados em algumas quadras da QNA (?)
O monitor ao lado transmite guerra urbana
diretamente do setor O-P-3-norte-expansão 77
Membros do Druf Draus (?)
Uma antiga gangue mutante que existiu há décadas
Invadem as galerias do metrô
E sacrificam homens, mulheres e crianças fanáticas
Que estavam pregando para aquela noite
A volta do Salvador
Digoró não interferiu
Enquanto isso, na parte sul da cidade,
em frente à Orca veículos, dois camburões passeiam tranquilamente
Subitamente,
os camburões são invadidos por uma estranha massa alaranjada
Os camburões começam a flutuar, os camburões estão flutuando
E são arremessados com extrema violência no terraço do Kingston Hotel
E explodem maravilhosamente em chamas
No fliperama do centro meninos drogados fazem incessantes viagens
Liquidam naves inimigas, viajam em explosões azuis vermelhas
Um desses meninos, o garoto Digoró, um rato ligado, um ninja do lixo
Vai mais longe e comete um rapto
inesperado por qualquer outro ali dentro
Ele sequestra uma nave do fliperama
que logo habita o céu de Taguatinga
Ele continua brincando de apertar os
botões e de viajar em explosões azuis vermelhas
Ele se aproxima então do Cine Lara
Ele destrói o Cine Lara
Se aproxima do Cine Paranoir
Ele incendeia o Cine Paranoir
Uma japonesa do fotocubo
Protege fitas de vídeo pornô
Nas mangas do seu kimono de seda
Ele nota que sua nave está com
problemas e se dirige pra Torre da TeleBrasília
Ele reabastece sua nave no pico da Torre da TeleBrasília
Nave reabastecida, e então,
ele se prepara para mais um ataque mirabolante
Com cenas de pânico e muito sangue
praqueles olhinhos drogados vibrarem de prazer
Ele detona a Décima Segunda
Desintegra a Décima Sétima
Mãos ainda sujas, há uma hora lavada
Ele aciona o seu detector de rocãs (?)
Segundos depois, botas carbonizadas,
pneus em chamas, gatilhos sem dedo, vidros quebrados
Podem ser encontrados espalhados em algumas quadras da QNA (?)
O monitor ao lado transmite guerra urbana
diretamente do setor O-P-3-norte-expansão 77
Membros do Druf Draus (?)
Uma antiga gangue mutante que existiu há décadas
Invadem as galerias do metrô
E sacrificam homens, mulheres e crianças fanáticas
Que estavam pregando para aquela noite
A volta do Salvador
Digoró não interferiu
Enquanto isso, na parte sul da cidade,
em frente à Orca veículos, dois camburões passeiam tranquilamente
Subitamente,
os camburões são invadidos por uma estranha massa alaranjada
Os camburões começam a flutuar, os camburões estão flutuando
E são arremessados com extrema violência no terraço do Kingston Hotel
E explodem maravilhosamente em chamas