Ecos Do Ão
🎵 1702 characters
⏱️ 4:07 duration
🆔 ID: 10786267
📜 Lyrics
Rebenta na Febem rebelião
Um vem com um refém e um facão
A mãe aflita grita logo: não!
E gruda as mãos na grade do portão
Aqui no caos total do cu do mundo cão
Tal a pobreza, tal a podridão
Que assim nosso destino e direção
São um enigma, uma interrogação
Ecos do ão
E, se nos cabe apenas decepção,
Colapso, lapso, rapto, corrupção?
E mais desgraça, mais degradação?
Concentração, má distribuição?
Então a nossa contribuição
Não é senão canção, consolação?
Não haverá então mais solução?
Não, não, não, não, não...
Ecos do ão
Ecos do ão
Da mágoa imensa e tão somente então
Passar além da dor, da condição
De inferno e céu, nossa contradição
Nós temos que fazer com precisão
Entre projeto e sonho a distinção
Para sonhar enfim sem ilusão
O sonho luminoso da razão
Ecos do ão
E se nos cabe só humilhação
Impossibilidade de ascensão
Um sentimento de desilusão
E fantasias de compensação
É só ruína, tudo em construção
E a vasta selva, só devastação
Não haverá então mais solução?
Não, não, não, não, não...
Ecos do ão
Ecos do ão
Porque não somos só intuição
Nem só pé-de-chinelo, pé no chão
Nós temos violência e perversão
Mas temos o talento e a invenção
Desejos de beleza em profusão
Ideias na cabeça, coração
A singeleza e a sofisticação
O choro, a bossa, o samba e o violão
Ecos do ão
Mas, se nós temos planos, e eles são
O fim da fome e da difamação
Por que não pô-los logo em ação?
Tal seja agora a inauguração
Da nova nossa civilização
Tão singular igual ao nosso ão
E sejam belos, livres, luminosos
Os nossos sonhos de nação.
Ecos do ão
Ecos do ão
Um vem com um refém e um facão
A mãe aflita grita logo: não!
E gruda as mãos na grade do portão
Aqui no caos total do cu do mundo cão
Tal a pobreza, tal a podridão
Que assim nosso destino e direção
São um enigma, uma interrogação
Ecos do ão
E, se nos cabe apenas decepção,
Colapso, lapso, rapto, corrupção?
E mais desgraça, mais degradação?
Concentração, má distribuição?
Então a nossa contribuição
Não é senão canção, consolação?
Não haverá então mais solução?
Não, não, não, não, não...
Ecos do ão
Ecos do ão
Da mágoa imensa e tão somente então
Passar além da dor, da condição
De inferno e céu, nossa contradição
Nós temos que fazer com precisão
Entre projeto e sonho a distinção
Para sonhar enfim sem ilusão
O sonho luminoso da razão
Ecos do ão
E se nos cabe só humilhação
Impossibilidade de ascensão
Um sentimento de desilusão
E fantasias de compensação
É só ruína, tudo em construção
E a vasta selva, só devastação
Não haverá então mais solução?
Não, não, não, não, não...
Ecos do ão
Ecos do ão
Porque não somos só intuição
Nem só pé-de-chinelo, pé no chão
Nós temos violência e perversão
Mas temos o talento e a invenção
Desejos de beleza em profusão
Ideias na cabeça, coração
A singeleza e a sofisticação
O choro, a bossa, o samba e o violão
Ecos do ão
Mas, se nós temos planos, e eles são
O fim da fome e da difamação
Por que não pô-los logo em ação?
Tal seja agora a inauguração
Da nova nossa civilização
Tão singular igual ao nosso ão
E sejam belos, livres, luminosos
Os nossos sonhos de nação.
Ecos do ão
Ecos do ão
⏱️ Synced Lyrics
[00:08.30] Rebenta na Febem rebelião
[00:10.09] Um vem com um refém e um facão
[00:15.39] A mãe aflita grita logo: não!
[00:18.27] E gruda as mãos na grade do portão
[00:21.76] Aqui no caos total do cu do mundo cão
[00:29.53] Tal a pobreza, tal a podridão
[00:30.14] Que assim nosso destino e direção
[00:32.34] São um enigma, uma interrogação
[00:38.72] Ecos do ão
[00:42.77] E, se nos cabe apenas decepção,
[00:50.18] Colapso, lapso, rapto, corrupção?
[00:50.20] E mais desgraça, mais degradação?
[00:51.94] Concentração, má distribuição?
[00:52.00] Então a nossa contribuição
[00:53.47] Não é senão canção, consolação?
[00:53.66] Não haverá então mais solução?
[00:55.67] Não, não, não, não, não...
[00:59.47] Ecos do ão
[01:01.43] Ecos do ão
[01:01.50] Da mágoa imensa e tão somente então
[01:25.33] Passar além da dor, da condição
[01:28.20] De inferno e céu, nossa contradição
[01:30.32] Nós temos que fazer com precisão
[01:31.83] Entre projeto e sonho a distinção
[01:35.44] Para sonhar enfim sem ilusão
[01:45.84] O sonho luminoso da razão
[01:46.71] Ecos do ão
[01:47.16] E se nos cabe só humilhação
[02:05.18] Impossibilidade de ascensão
[02:06.06] Um sentimento de desilusão
[02:08.39] E fantasias de compensação
[02:12.77] É só ruína, tudo em construção
[02:15.65] E a vasta selva, só devastação
[02:21.49] Não haverá então mais solução?
[02:30.94] Não, não, não, não, não...
[02:37.52] Ecos do ão
[02:37.62] Ecos do ão
[02:41.88] Porque não somos só intuição
[02:46.27] Nem só pé-de-chinelo, pé no chão
[02:49.44] Nós temos violência e perversão
[02:52.26] Mas temos o talento e a invenção
[02:56.05] Desejos de beleza em profusão
[02:59.54] Ideias na cabeça, coração
[03:00.60] A singeleza e a sofisticação
[03:06.16] O choro, a bossa, o samba e o violão
[03:17.61] Ecos do ão
[03:17.77] Mas, se nós temos planos, e eles são
[03:20.63] O fim da fome e da difamação
[03:23.98] Por que não pô-los logo em ação?
[03:26.31] Tal seja agora a inauguração
[03:30.84] Da nova nossa civilização
[03:31.92] Tão singular igual ao nosso ão
[03:32.71] E sejam belos, livres, luminosos
[03:33.16] Os nossos sonhos de nação.
[03:54.96] Ecos do ão
[03:55.05] Ecos do ão
[03:55.20]
[00:10.09] Um vem com um refém e um facão
[00:15.39] A mãe aflita grita logo: não!
[00:18.27] E gruda as mãos na grade do portão
[00:21.76] Aqui no caos total do cu do mundo cão
[00:29.53] Tal a pobreza, tal a podridão
[00:30.14] Que assim nosso destino e direção
[00:32.34] São um enigma, uma interrogação
[00:38.72] Ecos do ão
[00:42.77] E, se nos cabe apenas decepção,
[00:50.18] Colapso, lapso, rapto, corrupção?
[00:50.20] E mais desgraça, mais degradação?
[00:51.94] Concentração, má distribuição?
[00:52.00] Então a nossa contribuição
[00:53.47] Não é senão canção, consolação?
[00:53.66] Não haverá então mais solução?
[00:55.67] Não, não, não, não, não...
[00:59.47] Ecos do ão
[01:01.43] Ecos do ão
[01:01.50] Da mágoa imensa e tão somente então
[01:25.33] Passar além da dor, da condição
[01:28.20] De inferno e céu, nossa contradição
[01:30.32] Nós temos que fazer com precisão
[01:31.83] Entre projeto e sonho a distinção
[01:35.44] Para sonhar enfim sem ilusão
[01:45.84] O sonho luminoso da razão
[01:46.71] Ecos do ão
[01:47.16] E se nos cabe só humilhação
[02:05.18] Impossibilidade de ascensão
[02:06.06] Um sentimento de desilusão
[02:08.39] E fantasias de compensação
[02:12.77] É só ruína, tudo em construção
[02:15.65] E a vasta selva, só devastação
[02:21.49] Não haverá então mais solução?
[02:30.94] Não, não, não, não, não...
[02:37.52] Ecos do ão
[02:37.62] Ecos do ão
[02:41.88] Porque não somos só intuição
[02:46.27] Nem só pé-de-chinelo, pé no chão
[02:49.44] Nós temos violência e perversão
[02:52.26] Mas temos o talento e a invenção
[02:56.05] Desejos de beleza em profusão
[02:59.54] Ideias na cabeça, coração
[03:00.60] A singeleza e a sofisticação
[03:06.16] O choro, a bossa, o samba e o violão
[03:17.61] Ecos do ão
[03:17.77] Mas, se nós temos planos, e eles são
[03:20.63] O fim da fome e da difamação
[03:23.98] Por que não pô-los logo em ação?
[03:26.31] Tal seja agora a inauguração
[03:30.84] Da nova nossa civilização
[03:31.92] Tão singular igual ao nosso ão
[03:32.71] E sejam belos, livres, luminosos
[03:33.16] Os nossos sonhos de nação.
[03:54.96] Ecos do ão
[03:55.05] Ecos do ão
[03:55.20]