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Geraldinos E Arquibaldos II / Música Incidental: Geraldinos E Arquibaldos / Simples Saudade / Música Incidental: Sangrando / Coisa Mais Maior De Grande / Quando Se Chega / Légua Tirana / Quando Se Volta / Eu Apenas Queria Que Você

👤 Gonzaguinha 🎼 Coisa Mais Maior De Grande Pessoa ⏱️ 14:08
🎵 4859 characters
⏱️ 14:08 duration
🆔 ID: 10789566

📜 Lyrics

Matilda, ê Matilda, Matilda
No campo do adversário é bom jogar com muita calma
Procurando pela brecha pra poder ganhar
Ê Matilda, Matilda, ê Matilda, Matilda
No campo do adversário é bom jogar com muita calma
Procurando pela brecha pra poder ganhar

Pode escrever no quadro, ô, sinhá
Deixa todo mundo ler
O bicho ruim quando não tem do que dar cabo
Primeiro morde o rabo
E logo após vai se comer, deixa comer
Pode escrever no quadro, ô sinhá
Deixa todo mundo ler
O bicho ruim quando não tem do que dar cabo
Primeiro morde o rabo
E logo após vai se comer, deixa comer

Ô, Matilda, ê Matilda, Matilda
No campo do adversário é bom jogar com muita calma
Procurando pela brecha pra poder ganhar
Ê Matilda, Matilda

A saudade que sinto não é a saudade da dor de chorar
Não é a saudade da cor do passado
Que deixa grudado meu pé nesse chão
Não é a tristeza que queima o peito
Não é lamentar o que nunca foi feito
Não é a doença que acaba com a gente
Deixando esmagada a vida no chão

É a estranha saudade do que ainda não vivi
É a raça e o sangue de um simples moleque
Que leva na ponta da língua a todos os cantos
O sal e o doce da palma da mão

É a garra e alegria de um simples menino
Que acredita nas pessoas e no futuro
Que seja fruto da força imensa de nossos corações
É a garra e alegria de um simples menino
Que acredita nas pessoas e no futuro
Que seja fruto da força imensa de nossos corações

Quando eu soltar a minha voz, por favor, entenda
Que palavra por palavra
Eis aqui uma pessoa se entregando

Enquanto eu acreditar que a pessoa é a coisa
Mais maior de grande
O que na sua riqueza revoluciona, ensina
Pois pelas aulas do tempo aprende e revolta por cima
Eu vou cantar... por aí
Eu vou cantar... por aí

Bonito é que gente é sempre assim tão diferente de gente
Assim como a voz que ecoa não é mais daquele que grita
E essa beleza na dessemelhança
Me aguça a cabeça, me agita
Eu vou cantar... por aí
Eu vou cantar... por aí

Que nada se repete sob o sol
O movimento da vida
Não deixa que a vida seja sempre igual
Pois nada se repete, nem o sol
Pois veja que o bem só é bem pra quem ele faz bem
Mas prum outro pode ser um mal
Pois nada se repete sob o sol

O pai já não é mais o filho
Nem foi o avó e nem é o irmão
Que nada se repete, nem o sol
Que pena daquele que pensa na sua exata continuação
Na disparecença dos tempos
Aprendo as tranças e tramas das novas lições
Eu vou cantar... por aí
Enquanto eu acreditar que a pessoa é coisa
Mais maior de grande

Quando a gente chega
Numa terra estranha, numa casa beira-estrada
Como tantas por aí
O cachorro avisa
A criança se esconde entre as pernas de seu pai
E não quer mais sair

Dona, por favor, um pouco d'água
Pra lavar a poeirama que sou eu
Troco um nhaco de comida
Por histórias que o caminho já me deu
E nos goles de cachaça
A cabeça já subiu no velho trem, velho trem

E lá vai palavras
Sobre companheiros de acolá além
Saltam do meu peito as pessoas
Quantos quentes corações
Cores, alegrias e em meus olhos
Todo brilho das paixões

Moço, me desculpe, acho que falei demais
E a dona estrada tá chamando novamente o meu pé
Moça, me perdoe, já vou indo
Mas eu volto qualquer dia
Com certeza, quando der
Levo o tamanho desse abraço
Novo laço, nó de aço, nova fé
Levo no tamanho desse abraço
Uma história nova no meu peito
Adeus, inté

Oh, que estrada mais comprida
Oh, que légua tão tirana
Ai, se eu tivesse asa
Inda hoje eu via Ana

Tô vortando estrupiado
Mas alegre o coração
Mesmo assim como inda falta
Pra chegar no meu rincão

Trago um terço pra das Dores
Pra Reimundo, um violão
E pra ela, e pra ela
Trago eu e o coração

Quando a gente volta o cachorro já não late mais
Já reconhece aquele que lhe deu
Um pedacinho de seu pão
Fez um carinho, virou as costas
Tomou a estrada e sumiu
E a criança já crescida corre e chama o pai
E o povo sai
Toma a varanda com seus sorrisos
E é como fosse o brilho de um novo sol

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto, flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
E que a atitude de recomeçar é todo dia, toda hora
É se respeitar na sua força e fé
Se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queria que você soubesse
Que essa criança brinca nessa roda
E não teme o corte das novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

⏱️ Synced Lyrics

[00:07.21] Matilda, ê Matilda, Matilda
[00:12.89] No campo do adversário é bom jogar com muita calma
[00:16.31] Procurando pela brecha pra poder ganhar
[00:19.82] Ê Matilda, Matilda, ê Matilda, Matilda
[00:26.80] No campo do adversário é bom jogar com muita calma
[00:30.63] Procurando pela brecha pra poder ganhar
[00:35.56] Pode escrever no quadro, ô, sinhá
[00:38.90] Deixa todo mundo ler
[00:41.92] O bicho ruim quando não tem do que dar cabo
[00:44.72] Primeiro morde o rabo
[00:46.45] E logo após vai se comer, deixa comer
[00:49.52] Pode escrever no quadro, ô sinhá
[00:52.76] Deixa todo mundo ler
[00:55.90] O bicho ruim quando não tem do que dar cabo
[00:58.69] Primeiro morde o rabo
[01:00.35] E logo após vai se comer, deixa comer
[01:02.98] Ô, Matilda, ê Matilda, Matilda
[01:08.79] No campo do adversário é bom jogar com muita calma
[01:12.55] Procurando pela brecha pra poder ganhar
[01:15.94] Ê Matilda, Matilda
[01:19.43]
[01:38.64] A saudade que sinto não é a saudade da dor de chorar
[01:44.44] Não é a saudade da cor do passado
[01:47.84] Que deixa grudado meu pé nesse chão
[01:52.68] Não é a tristeza que queima o peito
[01:55.54] Não é lamentar o que nunca foi feito
[01:59.71] Não é a doença que acaba com a gente
[02:02.67] Deixando esmagada a vida no chão
[02:07.72] É a estranha saudade do que ainda não vivi
[02:12.12] É a raça e o sangue de um simples moleque
[02:16.34] Que leva na ponta da língua a todos os cantos
[02:20.56] O sal e o doce da palma da mão
[02:23.57] É a garra e alegria de um simples menino
[02:27.09] Que acredita nas pessoas e no futuro
[02:31.18] Que seja fruto da força imensa de nossos corações
[02:38.22] É a garra e alegria de um simples menino
[02:42.12] Que acredita nas pessoas e no futuro
[02:45.68] Que seja fruto da força imensa de nossos corações
[02:55.18] Quando eu soltar a minha voz, por favor, entenda
[03:03.00] Que palavra por palavra
[03:04.70] Eis aqui uma pessoa se entregando
[03:09.94]
[03:20.86] Enquanto eu acreditar que a pessoa é a coisa
[03:25.43] Mais maior de grande
[03:28.06] O que na sua riqueza revoluciona, ensina
[03:35.02] Pois pelas aulas do tempo aprende e revolta por cima
[03:42.15] Eu vou cantar... por aí
[03:49.55] Eu vou cantar... por aí
[03:57.08] Bonito é que gente é sempre assim tão diferente de gente
[04:04.17] Assim como a voz que ecoa não é mais daquele que grita
[04:11.56] E essa beleza na dessemelhança
[04:14.77] Me aguça a cabeça, me agita
[04:18.46] Eu vou cantar... por aí
[04:25.62] Eu vou cantar... por aí
[04:32.72] Que nada se repete sob o sol
[04:40.36] O movimento da vida
[04:42.84] Não deixa que a vida seja sempre igual
[04:46.58] Pois nada se repete, nem o sol
[04:54.45] Pois veja que o bem só é bem pra quem ele faz bem
[04:58.79] Mas prum outro pode ser um mal
[05:01.52] Pois nada se repete sob o sol
[05:09.08] O pai já não é mais o filho
[05:11.23] Nem foi o avó e nem é o irmão
[05:15.69] Que nada se repete, nem o sol
[05:22.86] Que pena daquele que pensa na sua exata continuação
[05:30.23] Na disparecença dos tempos
[05:32.57] Aprendo as tranças e tramas das novas lições
[05:37.27] Eu vou cantar... por aí
[05:41.05] Enquanto eu acreditar que a pessoa é coisa
[05:45.66] Mais maior de grande
[05:48.87]
[06:13.56] Quando a gente chega
[06:16.35] Numa terra estranha, numa casa beira-estrada
[06:21.46] Como tantas por aí
[06:26.62] O cachorro avisa
[06:29.29] A criança se esconde entre as pernas de seu pai
[06:34.63] E não quer mais sair
[06:38.75] Dona, por favor, um pouco d'água
[06:42.04] Pra lavar a poeirama que sou eu
[06:50.88] Troco um nhaco de comida
[06:53.63] Por histórias que o caminho já me deu
[07:03.72] E nos goles de cachaça
[07:06.24] A cabeça já subiu no velho trem, velho trem
[07:15.40] E lá vai palavras
[07:18.28] Sobre companheiros de acolá além
[07:27.27] Saltam do meu peito as pessoas
[07:32.02] Quantos quentes corações
[07:39.23] Cores, alegrias e em meus olhos
[07:43.92] Todo brilho das paixões
[07:51.71] Moço, me desculpe, acho que falei demais
[07:56.69] E a dona estrada tá chamando novamente o meu pé
[08:03.51] Moça, me perdoe, já vou indo
[08:07.43] Mas eu volto qualquer dia
[08:10.97] Com certeza, quando der
[08:15.75] Levo o tamanho desse abraço
[08:19.22] Novo laço, nó de aço, nova fé
[08:27.92] Levo no tamanho desse abraço
[08:30.78] Uma história nova no meu peito
[08:33.49] Adeus, inté
[08:39.51] Oh, que estrada mais comprida
[08:46.13] Oh, que légua tão tirana
[08:52.47] Ai, se eu tivesse asa
[08:57.97] Inda hoje eu via Ana
[09:03.79] Tô vortando estrupiado
[09:09.42] Mas alegre o coração
[09:14.09] Mesmo assim como inda falta
[09:18.98] Pra chegar no meu rincão
[09:24.16] Trago um terço pra das Dores
[09:30.13] Pra Reimundo, um violão
[09:35.33] E pra ela, e pra ela
[09:41.74] Trago eu e o coração
[09:49.76]
[10:11.87] Quando a gente volta o cachorro já não late mais
[10:17.35] Já reconhece aquele que lhe deu
[10:20.29] Um pedacinho de seu pão
[10:24.08] Fez um carinho, virou as costas
[10:27.23] Tomou a estrada e sumiu
[10:36.46] E a criança já crescida corre e chama o pai
[10:42.50] E o povo sai
[10:44.87] Toma a varanda com seus sorrisos
[10:50.49] E é como fosse o brilho de um novo sol
[11:15.82]
[11:52.41] Eu apenas queria que você soubesse
[11:55.87] Que aquela alegria ainda está comigo
[11:59.20] E que a minha ternura não ficou na estrada
[12:02.75] Não ficou no tempo presa na poeira
[12:06.14] Eu apenas queria que você soubesse
[12:09.55] Que esta menina hoje é uma mulher
[12:13.07] E que esta mulher é uma menina
[12:16.57] Que colheu seu fruto, flor do seu carinho
[12:20.04] Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
[12:26.47] Que hoje eu me gosto muito mais
[12:30.57] Porque me entendo muito mais também
[12:35.28] E que a atitude de recomeçar é todo dia, toda hora
[12:42.03] É se respeitar na sua força e fé
[12:45.63] Se olhar bem fundo até o dedão do pé
[12:55.88] Eu apenas queria que você soubesse
[12:59.56] Que essa criança brinca nessa roda
[13:03.02] E não teme o corte das novas feridas
[13:06.57] Pois tem a saúde que aprendeu com a vida
[13:16.42] Eu apenas queria que você soubesse
[13:20.26] Que aquela alegria ainda está comigo
[13:23.40] E que a minha ternura não ficou na estrada
[13:27.27] Não ficou no tempo presa na poeira
[13:38.83]

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