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Ramilonga

👤 Vitor Ramil 🎼 Ramilonga ⏱️ 6:18
🎵 1333 characters
⏱️ 6:18 duration
🆔 ID: 10803258

📜 Lyrics

Chove na tarde fria de Porto Alegre
Trago sozinho o verde do chimarrão
Olho o cotidiano, sei que vou embora
Nunca mais, nunca mais

Chega em ondas a música da cidade
Também eu me transformo numa canção
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí

Ramilonga, Ramilonga

Sobrevôo os telhados da Bela Vista
Na Chácara das Pedras vou me perder
Noites no Rio Branco, tardes no Bom Fim
Nunca mais, nunca mais

O trânsito em transe intenso antecipa a noite
Riscando estrelas no bronze do temporal
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí

Ramilonga, Ramilonga

O tango dos guarda-chuvas na Praça XV
Confere elegância ao passo da multidão
Triste lambe-lambe, aquém e além do tempo
Nunca mais, nunca mais

Do alto da torre a água do rio é limpa
Guaíba deserto, barcos que não estão
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí

Ramilonga, Ramilonga
Ai, ai, ai, ai, ai

Ruas molhadas, ruas da flor lilás
Ruas de um anarquista noturno
Ruas do Armando, ruas do Quintana
Nunca mais, nunca mais

Do Alto da Bronze eu vou pra Cidade Baixa
Depois as estradas, praias e morros
Ares de milonga vão e me carregam
Por aí, por aí

Ramilonga, Ramilonga
Ai, ai, ai, ai, ai

Vaga visão viajo e antevejo a inveja
De quem descobrir a forma com que me fui
Ares de milonga sobre Porto Alegre
Nada mais, nada mais

⏱️ Synced Lyrics

[00:17.62] Chove na tarde fria de Porto Alegre
[00:25.28] Trago sozinho o verde do chimarrão
[00:28.08] Olho o cotidiano, sei que vou embora
[00:39.86] Nunca mais, nunca mais
[00:48.03] Chega em ondas a música da cidade
[00:50.73] Também eu me transformo numa canção
[01:01.24] Ares de milonga vão e me carregam
[01:11.08] Por aí, por aí
[01:37.65] Ramilonga, Ramilonga
[01:37.69] Sobrevôo os telhados da Bela Vista
[01:43.28] Na Chácara das Pedras vou me perder
[01:47.03] Noites no Rio Branco, tardes no Bom Fim
[01:59.06] Nunca mais, nunca mais
[02:05.40] O trânsito em transe intenso antecipa a noite
[02:10.27] Riscando estrelas no bronze do temporal
[02:20.48] Ares de milonga vão e me carregam
[02:28.41] Por aí, por aí
[02:37.07] Ramilonga, Ramilonga
[02:39.13]
[02:42.50] O tango dos guarda-chuvas na Praça XV
[03:01.90]
[03:04.05] Confere elegância ao passo da multidão
[03:10.74] Triste lambe-lambe, aquém e além do tempo
[03:18.25] Nunca mais, nunca mais
[03:24.67] Do alto da torre a água do rio é limpa
[03:32.77] Guaíba deserto, barcos que não estão
[03:39.64] Ares de milonga vão e me carregam
[03:49.57] Por aí, por aí
[03:56.27] Ramilonga, Ramilonga
[03:58.28] Ai, ai, ai, ai, ai
[04:15.93] Ruas molhadas, ruas da flor lilás
[04:22.03] Ruas de um anarquista noturno
[04:25.29]
[04:29.38] Ruas do Armando, ruas do Quintana
[04:37.46] Nunca mais, nunca mais
[04:43.82] Do Alto da Bronze eu vou pra Cidade Baixa
[04:51.57] Depois as estradas, praias e morros
[04:56.33]
[04:58.82] Ares de milonga vão e me carregam
[05:08.66] Por aí, por aí
[05:15.50] Ramilonga, Ramilonga
[05:17.56]
[05:20.87] Ai, ai, ai, ai, ai
[05:33.73] Vaga visão viajo e antevejo a inveja
[05:40.96] De quem descobrir a forma com que me fui
[05:48.56] Ares de milonga sobre Porto Alegre
[05:57.01] Nada mais, nada mais
[06:04.00]

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