Uma Iara / Uma Perigosa Yara
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⏱️ 4:16 duration
🆔 ID: 10809876
📜 Lyrics
A Iara, a que dorme
Na vitória régia
Ai daquele que cái na tragédia
Da nudeza da sua voz
Iara, a que canta a sitéria
Ai daquele que cai na tragédia
Da nudeza do seu véu
É preciso manter a proa
Da margem que incerra
Se ele é livre ou se é dela
A Iara, a que canta a que chora
Ao cair de todas as tarde a Iara surge de dentro das águas
Magnifica com flores enfeita os cabelos negros, no mês de maio
Ela aparece ao pôr do sol, e a medida que Iara canta
Mais atraídos ficam os moços
Houve um dia um Tapuia sonhador e arrojado, estava pescando
E esqueceu-se que o dias estava acabando e as águas já se amansavam
"Acho que estou tendo uma ilusão", pensou
A morena Iara de olhos pretos e faiscantes erguera-se das águas
O Tapuia teve medo mas do que adiantava fugir, se o feitiço da flor das águas já o inovelara todo
O Tapuia sofria de saudade e Iara confiante no seu encanto esperava
Nesse mês de florido maio o índio entrou de canoa no rio, o coração tremulo
A Iara veio vindo de vagar abriu os lábios úmidos e cantou suave a sua vitória
Houve festa no profundo das águas e sempre a tardinha aparecia a morena das águas a se enfeitar com rosas e jasmins
Porque um só noivo não lhe bastava
A Iara, a que canta, a que chora
Na vitória régia
Ai daquele que cái na tragédia
Da nudeza da sua voz
Iara, a que canta a sitéria
Ai daquele que cai na tragédia
Da nudeza do seu véu
É preciso manter a proa
Da margem que incerra
Se ele é livre ou se é dela
A Iara, a que canta a que chora
Ao cair de todas as tarde a Iara surge de dentro das águas
Magnifica com flores enfeita os cabelos negros, no mês de maio
Ela aparece ao pôr do sol, e a medida que Iara canta
Mais atraídos ficam os moços
Houve um dia um Tapuia sonhador e arrojado, estava pescando
E esqueceu-se que o dias estava acabando e as águas já se amansavam
"Acho que estou tendo uma ilusão", pensou
A morena Iara de olhos pretos e faiscantes erguera-se das águas
O Tapuia teve medo mas do que adiantava fugir, se o feitiço da flor das águas já o inovelara todo
O Tapuia sofria de saudade e Iara confiante no seu encanto esperava
Nesse mês de florido maio o índio entrou de canoa no rio, o coração tremulo
A Iara veio vindo de vagar abriu os lábios úmidos e cantou suave a sua vitória
Houve festa no profundo das águas e sempre a tardinha aparecia a morena das águas a se enfeitar com rosas e jasmins
Porque um só noivo não lhe bastava
A Iara, a que canta, a que chora
⏱️ Synced Lyrics
[00:20.95] A Iara, a que dorme
[00:28.38] Na vitória régia
[00:35.04] Ai daquele que cái na tragédia
[00:42.82] Da nudeza da sua voz
[00:50.58]
[00:56.32] Iara, a que canta a sitéria
[01:08.18] Ai daquele que cai na tragédia
[01:17.37] Da nudeza do seu véu
[01:26.74] É preciso manter a proa
[01:31.46] Da margem que incerra
[01:36.55] Se ele é livre ou se é dela
[01:42.84] A Iara, a que canta a que chora
[01:59.20] Ao cair de todas as tarde a Iara surge de dentro das águas
[02:05.06] Magnifica com flores enfeita os cabelos negros, no mês de maio
[02:11.01] Ela aparece ao pôr do sol, e a medida que Iara canta
[02:16.07] Mais atraídos ficam os moços
[02:19.94] Houve um dia um Tapuia sonhador e arrojado, estava pescando
[02:25.08] E esqueceu-se que o dias estava acabando e as águas já se amansavam
[02:30.31] "Acho que estou tendo uma ilusão", pensou
[02:35.44] A morena Iara de olhos pretos e faiscantes erguera-se das águas
[02:41.42] O Tapuia teve medo mas do que adiantava fugir, se o feitiço da flor das águas já o inovelara todo
[02:49.71] O Tapuia sofria de saudade e Iara confiante no seu encanto esperava
[02:56.86] Nesse mês de florido maio o índio entrou de canoa no rio, o coração tremulo
[03:04.66] A Iara veio vindo de vagar abriu os lábios úmidos e cantou suave a sua vitória
[03:13.15] Houve festa no profundo das águas e sempre a tardinha aparecia a morena das águas a se enfeitar com rosas e jasmins
[03:23.71] Porque um só noivo não lhe bastava
[03:27.06]
[03:32.77] A Iara, a que canta, a que chora
[03:51.92]
[00:28.38] Na vitória régia
[00:35.04] Ai daquele que cái na tragédia
[00:42.82] Da nudeza da sua voz
[00:50.58]
[00:56.32] Iara, a que canta a sitéria
[01:08.18] Ai daquele que cai na tragédia
[01:17.37] Da nudeza do seu véu
[01:26.74] É preciso manter a proa
[01:31.46] Da margem que incerra
[01:36.55] Se ele é livre ou se é dela
[01:42.84] A Iara, a que canta a que chora
[01:59.20] Ao cair de todas as tarde a Iara surge de dentro das águas
[02:05.06] Magnifica com flores enfeita os cabelos negros, no mês de maio
[02:11.01] Ela aparece ao pôr do sol, e a medida que Iara canta
[02:16.07] Mais atraídos ficam os moços
[02:19.94] Houve um dia um Tapuia sonhador e arrojado, estava pescando
[02:25.08] E esqueceu-se que o dias estava acabando e as águas já se amansavam
[02:30.31] "Acho que estou tendo uma ilusão", pensou
[02:35.44] A morena Iara de olhos pretos e faiscantes erguera-se das águas
[02:41.42] O Tapuia teve medo mas do que adiantava fugir, se o feitiço da flor das águas já o inovelara todo
[02:49.71] O Tapuia sofria de saudade e Iara confiante no seu encanto esperava
[02:56.86] Nesse mês de florido maio o índio entrou de canoa no rio, o coração tremulo
[03:04.66] A Iara veio vindo de vagar abriu os lábios úmidos e cantou suave a sua vitória
[03:13.15] Houve festa no profundo das águas e sempre a tardinha aparecia a morena das águas a se enfeitar com rosas e jasmins
[03:23.71] Porque um só noivo não lhe bastava
[03:27.06]
[03:32.77] A Iara, a que canta, a que chora
[03:51.92]