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Recuerdos da 28

👤 Joca Martins 🎼 Clássicos Da Terra Gaúcha ⏱️ 3:55
🎵 2024 characters
⏱️ 3:55 duration
🆔 ID: 11051092

📜 Lyrics

De vez em quando quando boto a mão nos cobre
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia
Eu sou de longe, onde chove e não goteia
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia

Boleio a perna e vou direto pro retoço
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito
E o chinaredo, que de muito me conhece
Sabe que pedindo desce, meu facão na 28

Remancheio num boteco ali nos trilhos
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho
Ouço mugindo o barulho da cordeona
E a velha porca rabona, retoçando no salão
Quem nunca falta é um índio curto e grosso
De apelido Pescoço, da rabona o querendão

Entro na sala no meio da confusão
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
Quase sempre chego assim meio com sede
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede

E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
Me serve um liso daquela que matou o guarda
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
Me serve um liso daquela que matou o guarda

Guardo o trabuco empanturrado de bala
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada
Danço com a melhor china, que me importa de pagar

O meu cavalo, deixo atado no palanque
Só não quero que ele manque quando terminar a farra
A milicada sempre vem fora de hora
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra

Desde piazito, a polícia não espero
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero
Desde piazito, a polícia não espero
Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero

Entro na sala no meio da confusão
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
Quase sempre chego assim meio com sede
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede

E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
Me serve um liso daquela que matou o guarda
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
Me serve um liso daquela que matou o guarda
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
Me serve um liso daquela que matou o guarda

⏱️ Synced Lyrics

[00:30.61] De vez em quando quando boto a mão nos cobre
[00:32.92] Não existe china pobre, nem garçom de cara feia
[00:36.64] Eu sou de longe, onde chove e não goteia
[00:38.49] Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia
[00:43.18] Boleio a perna e vou direto pro retoço
[00:47.97] Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito
[00:50.75] E o chinaredo, que de muito me conhece
[00:53.80] Sabe que pedindo desce, meu facão na 28
[00:57.13] Remancheio num boteco ali nos trilhos
[00:59.34] Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho
[01:02.96] Ouço mugindo o barulho da cordeona
[01:05.10] E a velha porca rabona, retoçando no salão
[01:09.28] Quem nunca falta é um índio curto e grosso
[01:11.00] De apelido Pescoço, da rabona o querendão
[01:15.31]
[01:27.59] Entro na sala no meio da confusão
[01:29.16] Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
[01:32.04] Quase sempre chego assim meio com sede
[01:35.19] Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede
[01:38.59] E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
[01:41.63] Me serve um liso daquela que matou o guarda
[01:44.40] E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
[01:47.36] Me serve um liso daquela que matou o guarda
[01:53.82]
[02:20.19] Guardo o trabuco empanturrado de bala
[02:22.67] Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar
[02:25.69] Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada
[02:28.14] Danço com a melhor china, que me importa de pagar
[02:32.00] O meu cavalo, deixo atado no palanque
[02:34.71] Só não quero que ele manque quando terminar a farra
[02:37.29] A milicada sempre vem fora de hora
[02:40.92] Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra
[02:44.02] Desde piazito, a polícia não espero
[02:46.90] Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero
[02:49.93] Desde piazito, a polícia não espero
[02:52.85] Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero
[02:59.02]
[03:08.70] Entro na sala no meio da confusão
[03:10.72] Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
[03:13.72] Quase sempre chego assim meio com sede
[03:16.35] Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede
[03:20.32] E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
[03:23.16] Me serve um liso daquela que matou o guarda
[03:26.20] E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
[03:29.19] Me serve um liso daquela que matou o guarda
[03:32.15] E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito
[03:39.78] Me serve um liso daquela que matou o guarda
[03:44.85]

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