Vinte Grãos de Areia
🎵 3181 characters
⏱️ 3:28 duration
🆔 ID: 11260798
📜 Lyrics
Mundo invertido
Não é divertido se ver em perigo
Delírio, abdico de colírio
Mundo incolor, inocência acha-lo colorido
Ao estalar de minha iris, cansaço
Nossa dádiva é o tendão de Aquiles
Há quilos de poesias abstratas em minha fonte
Me conte, o que você esconde? (Pra quem você mente?)
Sensato ou covarde?
A rainha e o peão surgiram da mesma caixa
E perdem se o rei leva cheque-mate
Nem tudo que pensa é o que acha
Somos metáforas da nova aurora
Respeito o solo da esfera e as fera aflora
Jogando os entulhos pra fora, revigora
A água da chaleira evapora
Terreno insano, propósito inverso, submerso
Me lavo nessa cachoeira
Uni versos pra purificar elos e afastar essa poeira
Poeta mistico, assisto o cataclisma da fogueira
Exilado entre as cobras rasteiras
Camaleão adaptado à pressão da beira
Em expansão, me diz quantos são?
E quantos serão quando passar o verão
Talvez você verá antes que eles vejam
Que tempos sombrios virão
Esteja pronto perante a situação
Cabe a ti reerguer seus irmãos, sua construção
Pra que não haja destruição, reaja
Lembre-se que inspiração inspira ação
Eu vejo passáros baterem asas no azul
Peixes que eram anzol
Cometas que sonham em ser o sol
Poças criadas aonde choveu
Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
Já cairam vinte grãos de areia
E minha ampulheta ainda não se inverteu
Eu vejo passáros baterem asas no azul
Peixes que eram anzol
Cometas que sonham em ser o sol
Poças criadas aonde choveu
Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
Já cairam vinte grãos de areia
E minha ampulheta ainda não se inverteu
Nem sempre tudo é como espera
Sabe, mano (sabe?)
As coisas não estão mais como eram (não)
Sinto que a superficie não intimida mais (nem um pouco)
E minha cabeça passa longe da exosfera
Quanto vale sua inocência? (Quanto?)
Minha experiência é devido a ausência de prudência
Reflexo de nossa essência
Valente perante a consciência
De nossa existência falsa (uhum)
Por isso intimidei o caos, pra dançar valsa
Entendo sua missão pessoal (bem menos)
Temporais são temporários
Movidos por horários e salários
Tá tudo indo tão mal
Ainda não sabemos o real
Sorte que sou rodeado de reais
Não falo de dinheiro, papel traiçoeiro
Não faz o tempo durar mais
Preciso de luz e um pouco de paz
Mas sempre volto pro redemoinho
Nascemos pra firmar laços
E no fundo morreremos sozinhos
O homem inventou o tempo
Pra prender o passarinho no ninho
Mais uma taça de vinho no limbo (é sim!)
Eu vejo anjos caindo e demônios surgindo
(Só não me veja aqui)
Pessoas ouvindo e ignorando sinais
Se nós não ouvirmos a voz
Não saberemos que a sós entendemos
Porque sentimos e vivemos
(Não saberemos de nada)
Somos livros, porém nunca nos lemos
Acendo um incenso, esse oceano é extenso
Seguimos pequenos (muito pequenos)
O peito é barco e nossos braços são remos
À espera de um dilúvio
Pra sabermos onde iremos
Pois nunca nos convencemos (nunca)
Embora lutemos pelo mar sereno
Sem ondas fortes não navegaremos
Precisamos desse temporal
Vejo vários parasita no hall
Loki, cada verso é ritual
Então antes de tocar os outros, se toque
Toque!
Toque!
Toque!
Toque!
Não é divertido se ver em perigo
Delírio, abdico de colírio
Mundo incolor, inocência acha-lo colorido
Ao estalar de minha iris, cansaço
Nossa dádiva é o tendão de Aquiles
Há quilos de poesias abstratas em minha fonte
Me conte, o que você esconde? (Pra quem você mente?)
Sensato ou covarde?
A rainha e o peão surgiram da mesma caixa
E perdem se o rei leva cheque-mate
Nem tudo que pensa é o que acha
Somos metáforas da nova aurora
Respeito o solo da esfera e as fera aflora
Jogando os entulhos pra fora, revigora
A água da chaleira evapora
Terreno insano, propósito inverso, submerso
Me lavo nessa cachoeira
Uni versos pra purificar elos e afastar essa poeira
Poeta mistico, assisto o cataclisma da fogueira
Exilado entre as cobras rasteiras
Camaleão adaptado à pressão da beira
Em expansão, me diz quantos são?
E quantos serão quando passar o verão
Talvez você verá antes que eles vejam
Que tempos sombrios virão
Esteja pronto perante a situação
Cabe a ti reerguer seus irmãos, sua construção
Pra que não haja destruição, reaja
Lembre-se que inspiração inspira ação
Eu vejo passáros baterem asas no azul
Peixes que eram anzol
Cometas que sonham em ser o sol
Poças criadas aonde choveu
Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
Já cairam vinte grãos de areia
E minha ampulheta ainda não se inverteu
Eu vejo passáros baterem asas no azul
Peixes que eram anzol
Cometas que sonham em ser o sol
Poças criadas aonde choveu
Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
Já cairam vinte grãos de areia
E minha ampulheta ainda não se inverteu
Nem sempre tudo é como espera
Sabe, mano (sabe?)
As coisas não estão mais como eram (não)
Sinto que a superficie não intimida mais (nem um pouco)
E minha cabeça passa longe da exosfera
Quanto vale sua inocência? (Quanto?)
Minha experiência é devido a ausência de prudência
Reflexo de nossa essência
Valente perante a consciência
De nossa existência falsa (uhum)
Por isso intimidei o caos, pra dançar valsa
Entendo sua missão pessoal (bem menos)
Temporais são temporários
Movidos por horários e salários
Tá tudo indo tão mal
Ainda não sabemos o real
Sorte que sou rodeado de reais
Não falo de dinheiro, papel traiçoeiro
Não faz o tempo durar mais
Preciso de luz e um pouco de paz
Mas sempre volto pro redemoinho
Nascemos pra firmar laços
E no fundo morreremos sozinhos
O homem inventou o tempo
Pra prender o passarinho no ninho
Mais uma taça de vinho no limbo (é sim!)
Eu vejo anjos caindo e demônios surgindo
(Só não me veja aqui)
Pessoas ouvindo e ignorando sinais
Se nós não ouvirmos a voz
Não saberemos que a sós entendemos
Porque sentimos e vivemos
(Não saberemos de nada)
Somos livros, porém nunca nos lemos
Acendo um incenso, esse oceano é extenso
Seguimos pequenos (muito pequenos)
O peito é barco e nossos braços são remos
À espera de um dilúvio
Pra sabermos onde iremos
Pois nunca nos convencemos (nunca)
Embora lutemos pelo mar sereno
Sem ondas fortes não navegaremos
Precisamos desse temporal
Vejo vários parasita no hall
Loki, cada verso é ritual
Então antes de tocar os outros, se toque
Toque!
Toque!
Toque!
Toque!
⏱️ Synced Lyrics
[00:14.28] Mundo invertido
[00:15.20] Não é divertido se ver em perigo
[00:17.10] Delírio, abdico de colírio
[00:19.16] Mundo incolor, inocência acha-lo colorido
[00:22.23] Ao estalar de minha iris, cansaço
[00:24.06] Nossa dádiva é o tendão de Aquiles
[00:25.82] Há quilos de poesias abstratas em minha fonte
[00:28.35] Me conte, o que você esconde? (Pra quem você mente?)
[00:30.45] Sensato ou covarde?
[00:31.59] A rainha e o peão surgiram da mesma caixa
[00:34.47] E perdem se o rei leva cheque-mate
[00:35.86] Nem tudo que pensa é o que acha
[00:38.27] Somos metáforas da nova aurora
[00:40.16] Respeito o solo da esfera e as fera aflora
[00:42.52] Jogando os entulhos pra fora, revigora
[00:45.01] A água da chaleira evapora
[00:46.95] Terreno insano, propósito inverso, submerso
[00:49.44] Me lavo nessa cachoeira
[00:51.18] Uni versos pra purificar elos e afastar essa poeira
[00:54.85] Poeta mistico, assisto o cataclisma da fogueira
[00:57.69] Exilado entre as cobras rasteiras
[00:59.52] Camaleão adaptado à pressão da beira
[01:02.08] Em expansão, me diz quantos são?
[01:03.84] E quantos serão quando passar o verão
[01:05.88] Talvez você verá antes que eles vejam
[01:08.25] Que tempos sombrios virão
[01:09.53] Esteja pronto perante a situação
[01:12.07] Cabe a ti reerguer seus irmãos, sua construção
[01:14.97] Pra que não haja destruição, reaja
[01:16.95] Lembre-se que inspiração inspira ação
[01:18.26] Eu vejo passáros baterem asas no azul
[01:20.47] Peixes que eram anzol
[01:22.25] Cometas que sonham em ser o sol
[01:23.96] Poças criadas aonde choveu
[01:26.03] Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
[01:29.09] Já cairam vinte grãos de areia
[01:30.73] E minha ampulheta ainda não se inverteu
[01:34.15] Eu vejo passáros baterem asas no azul
[01:36.64] Peixes que eram anzol
[01:38.08] Cometas que sonham em ser o sol
[01:40.13] Poças criadas aonde choveu
[01:41.82] Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
[01:45.04] Já cairam vinte grãos de areia
[01:46.80] E minha ampulheta ainda não se inverteu
[01:50.18] Nem sempre tudo é como espera
[01:52.27] Sabe, mano (sabe?)
[01:53.02] As coisas não estão mais como eram (não)
[01:54.43] Sinto que a superficie não intimida mais (nem um pouco)
[01:56.62] E minha cabeça passa longe da exosfera
[01:58.71] Quanto vale sua inocência? (Quanto?)
[02:00.39] Minha experiência é devido a ausência de prudência
[02:02.52] Reflexo de nossa essência
[02:03.83] Valente perante a consciência
[02:05.48] De nossa existência falsa (uhum)
[02:06.86] Por isso intimidei o caos, pra dançar valsa
[02:08.82] Entendo sua missão pessoal (bem menos)
[02:10.22] Temporais são temporários
[02:11.48] Movidos por horários e salários
[02:12.79] Tá tudo indo tão mal
[02:14.10] Ainda não sabemos o real
[02:15.93] Sorte que sou rodeado de reais
[02:18.06] Não falo de dinheiro, papel traiçoeiro
[02:20.07] Não faz o tempo durar mais
[02:21.99] Preciso de luz e um pouco de paz
[02:24.02] Mas sempre volto pro redemoinho
[02:25.98] Nascemos pra firmar laços
[02:27.69] E no fundo morreremos sozinhos
[02:29.76] O homem inventou o tempo
[02:31.23] Pra prender o passarinho no ninho
[02:32.93] Mais uma taça de vinho no limbo (é sim!)
[02:35.14] Eu vejo anjos caindo e demônios surgindo
[02:37.37] (Só não me veja aqui)
[02:38.25] Pessoas ouvindo e ignorando sinais
[02:40.49] Se nós não ouvirmos a voz
[02:41.88] Não saberemos que a sós entendemos
[02:43.63] Porque sentimos e vivemos
[02:45.26] (Não saberemos de nada)
[02:45.70] Somos livros, porém nunca nos lemos
[02:47.47] Acendo um incenso, esse oceano é extenso
[02:49.58] Seguimos pequenos (muito pequenos)
[02:51.11] O peito é barco e nossos braços são remos
[02:53.57] À espera de um dilúvio
[02:55.00] Pra sabermos onde iremos
[02:56.25] Pois nunca nos convencemos (nunca)
[02:58.04] Embora lutemos pelo mar sereno
[03:00.25] Sem ondas fortes não navegaremos
[03:02.17] Precisamos desse temporal
[03:03.97] Vejo vários parasita no hall
[03:06.24] Loki, cada verso é ritual
[03:07.97] Então antes de tocar os outros, se toque
[03:13.58] Toque!
[03:17.59] Toque!
[03:21.43] Toque!
[03:25.43] Toque!
[03:26.39]
[00:15.20] Não é divertido se ver em perigo
[00:17.10] Delírio, abdico de colírio
[00:19.16] Mundo incolor, inocência acha-lo colorido
[00:22.23] Ao estalar de minha iris, cansaço
[00:24.06] Nossa dádiva é o tendão de Aquiles
[00:25.82] Há quilos de poesias abstratas em minha fonte
[00:28.35] Me conte, o que você esconde? (Pra quem você mente?)
[00:30.45] Sensato ou covarde?
[00:31.59] A rainha e o peão surgiram da mesma caixa
[00:34.47] E perdem se o rei leva cheque-mate
[00:35.86] Nem tudo que pensa é o que acha
[00:38.27] Somos metáforas da nova aurora
[00:40.16] Respeito o solo da esfera e as fera aflora
[00:42.52] Jogando os entulhos pra fora, revigora
[00:45.01] A água da chaleira evapora
[00:46.95] Terreno insano, propósito inverso, submerso
[00:49.44] Me lavo nessa cachoeira
[00:51.18] Uni versos pra purificar elos e afastar essa poeira
[00:54.85] Poeta mistico, assisto o cataclisma da fogueira
[00:57.69] Exilado entre as cobras rasteiras
[00:59.52] Camaleão adaptado à pressão da beira
[01:02.08] Em expansão, me diz quantos são?
[01:03.84] E quantos serão quando passar o verão
[01:05.88] Talvez você verá antes que eles vejam
[01:08.25] Que tempos sombrios virão
[01:09.53] Esteja pronto perante a situação
[01:12.07] Cabe a ti reerguer seus irmãos, sua construção
[01:14.97] Pra que não haja destruição, reaja
[01:16.95] Lembre-se que inspiração inspira ação
[01:18.26] Eu vejo passáros baterem asas no azul
[01:20.47] Peixes que eram anzol
[01:22.25] Cometas que sonham em ser o sol
[01:23.96] Poças criadas aonde choveu
[01:26.03] Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
[01:29.09] Já cairam vinte grãos de areia
[01:30.73] E minha ampulheta ainda não se inverteu
[01:34.15] Eu vejo passáros baterem asas no azul
[01:36.64] Peixes que eram anzol
[01:38.08] Cometas que sonham em ser o sol
[01:40.13] Poças criadas aonde choveu
[01:41.82] Cicatrizes ficaram, o cabelo cresceu
[01:45.04] Já cairam vinte grãos de areia
[01:46.80] E minha ampulheta ainda não se inverteu
[01:50.18] Nem sempre tudo é como espera
[01:52.27] Sabe, mano (sabe?)
[01:53.02] As coisas não estão mais como eram (não)
[01:54.43] Sinto que a superficie não intimida mais (nem um pouco)
[01:56.62] E minha cabeça passa longe da exosfera
[01:58.71] Quanto vale sua inocência? (Quanto?)
[02:00.39] Minha experiência é devido a ausência de prudência
[02:02.52] Reflexo de nossa essência
[02:03.83] Valente perante a consciência
[02:05.48] De nossa existência falsa (uhum)
[02:06.86] Por isso intimidei o caos, pra dançar valsa
[02:08.82] Entendo sua missão pessoal (bem menos)
[02:10.22] Temporais são temporários
[02:11.48] Movidos por horários e salários
[02:12.79] Tá tudo indo tão mal
[02:14.10] Ainda não sabemos o real
[02:15.93] Sorte que sou rodeado de reais
[02:18.06] Não falo de dinheiro, papel traiçoeiro
[02:20.07] Não faz o tempo durar mais
[02:21.99] Preciso de luz e um pouco de paz
[02:24.02] Mas sempre volto pro redemoinho
[02:25.98] Nascemos pra firmar laços
[02:27.69] E no fundo morreremos sozinhos
[02:29.76] O homem inventou o tempo
[02:31.23] Pra prender o passarinho no ninho
[02:32.93] Mais uma taça de vinho no limbo (é sim!)
[02:35.14] Eu vejo anjos caindo e demônios surgindo
[02:37.37] (Só não me veja aqui)
[02:38.25] Pessoas ouvindo e ignorando sinais
[02:40.49] Se nós não ouvirmos a voz
[02:41.88] Não saberemos que a sós entendemos
[02:43.63] Porque sentimos e vivemos
[02:45.26] (Não saberemos de nada)
[02:45.70] Somos livros, porém nunca nos lemos
[02:47.47] Acendo um incenso, esse oceano é extenso
[02:49.58] Seguimos pequenos (muito pequenos)
[02:51.11] O peito é barco e nossos braços são remos
[02:53.57] À espera de um dilúvio
[02:55.00] Pra sabermos onde iremos
[02:56.25] Pois nunca nos convencemos (nunca)
[02:58.04] Embora lutemos pelo mar sereno
[03:00.25] Sem ondas fortes não navegaremos
[03:02.17] Precisamos desse temporal
[03:03.97] Vejo vários parasita no hall
[03:06.24] Loki, cada verso é ritual
[03:07.97] Então antes de tocar os outros, se toque
[03:13.58] Toque!
[03:17.59] Toque!
[03:21.43] Toque!
[03:25.43] Toque!
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