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Reis

👤 Maria Gadú 🎼 Mais uma página ⏱️ 3:02
🎵 1225 characters
⏱️ 3:02 duration
🆔 ID: 11330424

📜 Lyrics

Não se fere um rei à ferro e fogo
Eu não desejaria ao fogo, a febre, um rei
Seja cangaceira a carta à Espanha
Seja d'ouro a cana, o canto servo, a lei

A cada grito a porta aberta desespera
Aponta a flecha ao céu além
Cada caravela que espera o retorno da era
Quimera, a peixeira, o desdém

Não se cala um canto, uma discórdia
A língua que separa a prece, ilude o mesmo Deus
Não se foge ao mar a procurar relíquias
Sujeitando a mata a recriar o caos

A cada grito a porta aberta desespera
Aponta a flecha ao céu além
Cada caravela que espera o retorno da era
Quimera, a peixeira, o desdém

Dizimando o rei, o réu sou eu
Vitimando o réu, o rei sou eu
Cangaceiro febril da terra inteira
O erro é meu

Da mortalha a peixeira que usei
Cada prece iludida que preguei
Desbravando o meu peito sem fronteira
Agora eu sei

Consumando o rei, o réu sou eu
Vitimando o réu, o rei sou eu
Cangaceiro febril da terra inteira
O erro é meu

Da mortalha a peixeira que usei
Cada prece iludida que preguei
Desbravando o meu peito sem fronteira
Agora eu sei

Não se fere um rei à ferro e fogo
Eu não desejaria ao fogo, a febre, um rei
Não se cala um canto, uma discórdia
A língua que separa a prece, ilude o mesmo Deus

⏱️ Synced Lyrics

[00:22.02] Não se fere um rei à ferro e fogo
[00:24.53] Eu não desejaria ao fogo, a febre, um rei
[00:28.99] Seja cangaceira a carta à Espanha
[00:35.18] Seja d'ouro a cana, o canto servo, a lei
[00:42.17] A cada grito a porta aberta desespera
[00:44.65] Aponta a flecha ao céu além
[00:47.20] Cada caravela que espera o retorno da era
[00:51.93] Quimera, a peixeira, o desdém
[00:53.19]
[01:05.05] Não se cala um canto, uma discórdia
[01:07.06] A língua que separa a prece, ilude o mesmo Deus
[01:10.09] Não se foge ao mar a procurar relíquias
[01:18.08] Sujeitando a mata a recriar o caos
[01:25.00] A cada grito a porta aberta desespera
[01:27.59] Aponta a flecha ao céu além
[01:30.16] Cada caravela que espera o retorno da era
[01:34.84] Quimera, a peixeira, o desdém
[01:37.15]
[01:46.59] Dizimando o rei, o réu sou eu
[01:57.59] Vitimando o réu, o rei sou eu
[02:01.43] Cangaceiro febril da terra inteira
[02:03.70] O erro é meu
[02:05.56] Da mortalha a peixeira que usei
[02:08.19] Cada prece iludida que preguei
[02:11.17] Desbravando o meu peito sem fronteira
[02:14.09] Agora eu sei
[02:15.94] Consumando o rei, o réu sou eu
[02:17.30] Vitimando o réu, o rei sou eu
[02:20.21] Cangaceiro febril da terra inteira
[02:21.40] O erro é meu
[02:23.01] Da mortalha a peixeira que usei
[02:28.22] Cada prece iludida que preguei
[02:31.30] Desbravando o meu peito sem fronteira
[02:32.03] Agora eu sei
[02:36.46] Não se fere um rei à ferro e fogo
[02:43.90] Eu não desejaria ao fogo, a febre, um rei
[02:47.61]
[02:51.12] Não se cala um canto, uma discórdia
[02:53.12] A língua que separa a prece, ilude o mesmo Deus
[02:54.80]

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