Divina Facínora
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📜 Lyrics
Pobre feiticeiro
Há um terror maior que pensa
Um bem mais verdadeiro
Que vai além da sua crença
Hesitar
Ver seu corpo travar
Deve desesperar
E a feição sumir no olhar
Terror maldito, caos infinito
Já tava escrito
Desde que eu era
Será bendito, quem reuní-lo
O grande mal de todas as eras
Só cabe a força
Impor presença
E distinguir
Quem vive e não vive
Cria uma força
Sem resistência
E se resistirem
Ria e pise
Devastação é só um sinal
De estar acima
Logo conquistará o respeito
Impor direito à todas as almas
E a morte em Receptáculo
Elimina obstáculos
E pra esse grande espetáculo
Um show sem palmas
Transversais
Diagonais
A direção dos cortes
Não importa mais
Era um só
Dois para mim
Começa bem
Termina assim
Obedeçam ao seu Rei
Façam o que eu ordenei
Seu
Rei
Seu
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (re-)
Tornou!
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror
Con-tem-plem
O caos
E sin-tam
Seu medo
Ancestral
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (Re-)
Tornou!
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror
Esquecidos Feiticeiros corpos
E já não há rastros
Do que eles eram
A guerra não dá valor aos mortos
Os que sequer
Uma chance tiveram
Os campos apreciam
Mais violência
Em proporção
Ao quanto é temido
Eu nunca fui quem
Buscou os problemas
Porque os problemas
Estão comigo
O vermelho é sangue
(E o Azul?)
Um céu tão distante
(O Roxo?)
Era tão brilhante!
(Mas ele)
Nunca teve chance
(E os golpes?!)
Não faziam efeito
(Por quê?)
Eu dei o meu jeito
(Então)
Era um Feiticeiro
(Só isso?)
Partido ao meio
Transversais
Diagonais
A cada corte
Eu vejo quem é capaz
Com um é dó
Dois mato assim
Não há ninguém
Que pare a mim
Obedeçam ao seu Rei
Façam o que eu ordenei
Seu
Rei
Seu
Rei
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (re-)
Tornou
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror
Con-tem-plem
O caos
E sin-tam
Seu medo
Ancestral
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (re-)
Tornou
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror
Há um terror maior que pensa
Um bem mais verdadeiro
Que vai além da sua crença
Hesitar
Ver seu corpo travar
Deve desesperar
E a feição sumir no olhar
Terror maldito, caos infinito
Já tava escrito
Desde que eu era
Será bendito, quem reuní-lo
O grande mal de todas as eras
Só cabe a força
Impor presença
E distinguir
Quem vive e não vive
Cria uma força
Sem resistência
E se resistirem
Ria e pise
Devastação é só um sinal
De estar acima
Logo conquistará o respeito
Impor direito à todas as almas
E a morte em Receptáculo
Elimina obstáculos
E pra esse grande espetáculo
Um show sem palmas
Transversais
Diagonais
A direção dos cortes
Não importa mais
Era um só
Dois para mim
Começa bem
Termina assim
Obedeçam ao seu Rei
Façam o que eu ordenei
Seu
Rei
Seu
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (re-)
Tornou!
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror
Con-tem-plem
O caos
E sin-tam
Seu medo
Ancestral
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (Re-)
Tornou!
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror
Esquecidos Feiticeiros corpos
E já não há rastros
Do que eles eram
A guerra não dá valor aos mortos
Os que sequer
Uma chance tiveram
Os campos apreciam
Mais violência
Em proporção
Ao quanto é temido
Eu nunca fui quem
Buscou os problemas
Porque os problemas
Estão comigo
O vermelho é sangue
(E o Azul?)
Um céu tão distante
(O Roxo?)
Era tão brilhante!
(Mas ele)
Nunca teve chance
(E os golpes?!)
Não faziam efeito
(Por quê?)
Eu dei o meu jeito
(Então)
Era um Feiticeiro
(Só isso?)
Partido ao meio
Transversais
Diagonais
A cada corte
Eu vejo quem é capaz
Com um é dó
Dois mato assim
Não há ninguém
Que pare a mim
Obedeçam ao seu Rei
Façam o que eu ordenei
Seu
Rei
Seu
Rei
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (re-)
Tornou
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror
Con-tem-plem
O caos
E sin-tam
Seu medo
Ancestral
O seu (seu)
Rei (rei)
Re- (re-)
Tornou
Vou (vou)
Sou (sou)
Quem (quem)
Trará o terror