Cheiro de Galpão / Vaneira Grossa (Ao Vivo)
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⏱️ 4:56 duration
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📜 Lyrics
Esta vaneira tem um cheiro de galpão
Que reacende o meu olfato de guri
É pau-de-fogo da memória dos fogões
Essência bugra que me trouxe até aqui
Essa vaneira tem um cheiro chimarrão
De seiva xucra derramada no braseiro
Quando a fumaça do angico se mistura
Com um odor de figueirilha no palheiro
Quando a fumaça do angico se mistura
Com um odor de figueirilha no palheiro
Esta vaneira tem um quê de quero mais
Que reativa um paladar que já foi meu
Relembra a rapa da panela que furou
E no cantinho da memória se perdeu
Essa vaneira tem sabor de araçá
Jabuticaba, guabiroba, ariticum
Por isso lembro o tempo bueno de piá
Enlambuzado de pitanga e guabijú
Por isso lembro o tempo bueno de piá
Enlambuzado de pitanga e guabijú
Oh, que era tempinho bom
Esta vaneira tem o dom de reviver
Fazer as cores que o tempo desbotou
Sentir as formas que o tato esqueceu
E ser de novo o que eu fui e já não sou
Esta vaneira tem um quê de nostalgia
Que traz de volta o romantismo do cantor
Revigorando um coração que endureceu
E não queria mais ouvir falar de amor
Revigorando um coração que endureceu
E não queria mais ouvir falar de amor
Essa vaneira é antiga e vem da fronteira
O autor não se sabe, mas é de primeira
Me toque a vaneira grossa, me apinchou na sala
Num trote de guapo a gaitita me embala
E não existe mais grossa que esta vaneira
Na manhã do ganso vou na polvadeira
Menina, dance comigo que é do meu agrado
A vaneira grossa do jeitão largado
Recordo os tempos passados que morei na roça
Vovô já tocava a vaneira grossa
Hoje os tempos mudaram, ficou a saudade
Mas trouxe a vaneira morar na cidade
Que reacende o meu olfato de guri
É pau-de-fogo da memória dos fogões
Essência bugra que me trouxe até aqui
Essa vaneira tem um cheiro chimarrão
De seiva xucra derramada no braseiro
Quando a fumaça do angico se mistura
Com um odor de figueirilha no palheiro
Quando a fumaça do angico se mistura
Com um odor de figueirilha no palheiro
Esta vaneira tem um quê de quero mais
Que reativa um paladar que já foi meu
Relembra a rapa da panela que furou
E no cantinho da memória se perdeu
Essa vaneira tem sabor de araçá
Jabuticaba, guabiroba, ariticum
Por isso lembro o tempo bueno de piá
Enlambuzado de pitanga e guabijú
Por isso lembro o tempo bueno de piá
Enlambuzado de pitanga e guabijú
Oh, que era tempinho bom
Esta vaneira tem o dom de reviver
Fazer as cores que o tempo desbotou
Sentir as formas que o tato esqueceu
E ser de novo o que eu fui e já não sou
Esta vaneira tem um quê de nostalgia
Que traz de volta o romantismo do cantor
Revigorando um coração que endureceu
E não queria mais ouvir falar de amor
Revigorando um coração que endureceu
E não queria mais ouvir falar de amor
Essa vaneira é antiga e vem da fronteira
O autor não se sabe, mas é de primeira
Me toque a vaneira grossa, me apinchou na sala
Num trote de guapo a gaitita me embala
E não existe mais grossa que esta vaneira
Na manhã do ganso vou na polvadeira
Menina, dance comigo que é do meu agrado
A vaneira grossa do jeitão largado
Recordo os tempos passados que morei na roça
Vovô já tocava a vaneira grossa
Hoje os tempos mudaram, ficou a saudade
Mas trouxe a vaneira morar na cidade
⏱️ Synced Lyrics
[00:33.03] Esta vaneira tem um cheiro de galpão
[00:35.59] Que reacende o meu olfato de guri
[00:37.85] É pau-de-fogo da memória dos fogões
[00:40.63] Essência bugra que me trouxe até aqui
[00:43.07] Essa vaneira tem um cheiro chimarrão
[00:45.67] De seiva xucra derramada no braseiro
[00:48.25] Quando a fumaça do angico se mistura
[00:50.76] Com um odor de figueirilha no palheiro
[00:53.26] Quando a fumaça do angico se mistura
[00:55.75] Com um odor de figueirilha no palheiro
[00:58.27]
[01:18.06] Esta vaneira tem um quê de quero mais
[01:20.82] Que reativa um paladar que já foi meu
[01:23.19] Relembra a rapa da panela que furou
[01:25.73] E no cantinho da memória se perdeu
[01:28.15] Essa vaneira tem sabor de araçá
[01:30.84] Jabuticaba, guabiroba, ariticum
[01:33.18] Por isso lembro o tempo bueno de piá
[01:35.63] Enlambuzado de pitanga e guabijú
[01:38.12] Por isso lembro o tempo bueno de piá
[01:40.64] Enlambuzado de pitanga e guabijú
[01:43.60] Oh, que era tempinho bom
[01:46.39]
[02:03.38] Esta vaneira tem o dom de reviver
[02:05.77] Fazer as cores que o tempo desbotou
[02:08.22] Sentir as formas que o tato esqueceu
[02:10.73] E ser de novo o que eu fui e já não sou
[02:13.22] Esta vaneira tem um quê de nostalgia
[02:15.71] Que traz de volta o romantismo do cantor
[02:18.29] Revigorando um coração que endureceu
[02:20.71] E não queria mais ouvir falar de amor
[02:23.23] Revigorando um coração que endureceu
[02:25.87] E não queria mais ouvir falar de amor
[02:28.52]
[02:49.05] Essa vaneira é antiga e vem da fronteira
[02:53.62] O autor não se sabe, mas é de primeira
[02:58.92] Me toque a vaneira grossa, me apinchou na sala
[03:03.68] Num trote de guapo a gaitita me embala
[03:08.65]
[03:29.09] E não existe mais grossa que esta vaneira
[03:33.50] Na manhã do ganso vou na polvadeira
[03:39.13] Menina, dance comigo que é do meu agrado
[03:43.66] A vaneira grossa do jeitão largado
[03:49.05]
[04:09.16] Recordo os tempos passados que morei na roça
[04:13.79] Vovô já tocava a vaneira grossa
[04:19.12] Hoje os tempos mudaram, ficou a saudade
[04:23.68] Mas trouxe a vaneira morar na cidade
[04:28.88]
[00:35.59] Que reacende o meu olfato de guri
[00:37.85] É pau-de-fogo da memória dos fogões
[00:40.63] Essência bugra que me trouxe até aqui
[00:43.07] Essa vaneira tem um cheiro chimarrão
[00:45.67] De seiva xucra derramada no braseiro
[00:48.25] Quando a fumaça do angico se mistura
[00:50.76] Com um odor de figueirilha no palheiro
[00:53.26] Quando a fumaça do angico se mistura
[00:55.75] Com um odor de figueirilha no palheiro
[00:58.27]
[01:18.06] Esta vaneira tem um quê de quero mais
[01:20.82] Que reativa um paladar que já foi meu
[01:23.19] Relembra a rapa da panela que furou
[01:25.73] E no cantinho da memória se perdeu
[01:28.15] Essa vaneira tem sabor de araçá
[01:30.84] Jabuticaba, guabiroba, ariticum
[01:33.18] Por isso lembro o tempo bueno de piá
[01:35.63] Enlambuzado de pitanga e guabijú
[01:38.12] Por isso lembro o tempo bueno de piá
[01:40.64] Enlambuzado de pitanga e guabijú
[01:43.60] Oh, que era tempinho bom
[01:46.39]
[02:03.38] Esta vaneira tem o dom de reviver
[02:05.77] Fazer as cores que o tempo desbotou
[02:08.22] Sentir as formas que o tato esqueceu
[02:10.73] E ser de novo o que eu fui e já não sou
[02:13.22] Esta vaneira tem um quê de nostalgia
[02:15.71] Que traz de volta o romantismo do cantor
[02:18.29] Revigorando um coração que endureceu
[02:20.71] E não queria mais ouvir falar de amor
[02:23.23] Revigorando um coração que endureceu
[02:25.87] E não queria mais ouvir falar de amor
[02:28.52]
[02:49.05] Essa vaneira é antiga e vem da fronteira
[02:53.62] O autor não se sabe, mas é de primeira
[02:58.92] Me toque a vaneira grossa, me apinchou na sala
[03:03.68] Num trote de guapo a gaitita me embala
[03:08.65]
[03:29.09] E não existe mais grossa que esta vaneira
[03:33.50] Na manhã do ganso vou na polvadeira
[03:39.13] Menina, dance comigo que é do meu agrado
[03:43.66] A vaneira grossa do jeitão largado
[03:49.05]
[04:09.16] Recordo os tempos passados que morei na roça
[04:13.79] Vovô já tocava a vaneira grossa
[04:19.12] Hoje os tempos mudaram, ficou a saudade
[04:23.68] Mas trouxe a vaneira morar na cidade
[04:28.88]