Coisas Que Se Resolvem na Porrada
🎵 2597 characters
⏱️ 3:22 duration
🆔 ID: 11844719
📜 Lyrics
(Sant)
De todas as voltas desse ponteiro, meu mundo hoje saiu do lugar
Movo montanhas nesse cinzeiro, verdade nua sem ser vulgar
Sobre gatilhos: puxe primeiro, sangue demais pra se acostumar
Tá dizendo, então tá maneiro, fingir consumir, vai te consumar
Tipo, vou te mostrar como é que se faz
Morreremos se não olhar pra frente
Então correremos sem olhar pra trás
Quantos que diz que são puro e na reunião vem com mercadoria mirrada?
Vacilação, coisas que só se resolvem na porrada
Agora eu entrei na tua mente o suficiente pra uma mudança
Faminto, eu sou como o preto que alcança
Tão leve, eu sou pluma nessa balança
Igual criança, tão frágil e tão forte igual confiança
Eu me entreguei às cobras e soltei veneno
Soltei minha obra e voltei sereno
Então deixa que eu domino o tempo
Sem dormir no ponto, eles dominós
Não sou desse plano, eu estou por nós
Se olho pra baixo só enxergo o Sol
Vida longa, nessa selva salve os seus
Mal do homem: próprio homem
O rei se deslumbra ao brincar de Deus
(niLL)
Quando meu bonde resolve, é ratatá, pó' bolar
Tira as peça do telhado, cabeças vão rolar
Me empresta uma seda fina, 25 grama em cima
Se tem dente de sabre muda o clima
Vem de Hadouken, mas na vila não tem
Colou atrás de quem? E não vai sair tão bem
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é que se faz
Se tem cinco na janela não existe quem corre mais
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é o processo
Se for pra sair na mão, meus mano é tudo mão de ferro
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é que se faz
Se tem cinco na janela não existe quem corre mais
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é o processo
Se for pra sair na mão, meus mano é tudo mão de ferro
(Don L)
Magão na favela com vinte e um
Já metia medo nos pitboy
Desfila na rua com pitbull
Sua mina me disse que sextou
Com meus hit tudo no fone
Gozando com um sextoy
Uns fetiche doido
E eu sinto muito, minha mana
Mas cê é mulher de cana
E quer o vagabundo
Num tô precisando, eu já tô benzão
E tem tanto corno me odiando
Que eu já não sei quem são
Nem sabem mesmo quem eu sou
Só que eu revelo quem são
Só em eu ser o que eu sou
E eles não guentam a comparação
Mas não se engane, meu xapa
Eu cresci nos beco de Fortal
Entre gladiadores, atiradores
E os que te deitam no punhal
Ainda fumaçando vapores caros
Peito aberto
Amores raros
Sonhos de rua pro ar
Sangue no ralo
Inimigos em outro bairro
Com sua corrente
Suas cinzas
Seu celular
Suas manias
Canibal style
Eu vim dessa porra, mô fi
Brinca
De todas as voltas desse ponteiro, meu mundo hoje saiu do lugar
Movo montanhas nesse cinzeiro, verdade nua sem ser vulgar
Sobre gatilhos: puxe primeiro, sangue demais pra se acostumar
Tá dizendo, então tá maneiro, fingir consumir, vai te consumar
Tipo, vou te mostrar como é que se faz
Morreremos se não olhar pra frente
Então correremos sem olhar pra trás
Quantos que diz que são puro e na reunião vem com mercadoria mirrada?
Vacilação, coisas que só se resolvem na porrada
Agora eu entrei na tua mente o suficiente pra uma mudança
Faminto, eu sou como o preto que alcança
Tão leve, eu sou pluma nessa balança
Igual criança, tão frágil e tão forte igual confiança
Eu me entreguei às cobras e soltei veneno
Soltei minha obra e voltei sereno
Então deixa que eu domino o tempo
Sem dormir no ponto, eles dominós
Não sou desse plano, eu estou por nós
Se olho pra baixo só enxergo o Sol
Vida longa, nessa selva salve os seus
Mal do homem: próprio homem
O rei se deslumbra ao brincar de Deus
(niLL)
Quando meu bonde resolve, é ratatá, pó' bolar
Tira as peça do telhado, cabeças vão rolar
Me empresta uma seda fina, 25 grama em cima
Se tem dente de sabre muda o clima
Vem de Hadouken, mas na vila não tem
Colou atrás de quem? E não vai sair tão bem
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é que se faz
Se tem cinco na janela não existe quem corre mais
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é o processo
Se for pra sair na mão, meus mano é tudo mão de ferro
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é que se faz
Se tem cinco na janela não existe quem corre mais
Deixa eu falar, deixa eu mostrar, deixa eu dizer como é o processo
Se for pra sair na mão, meus mano é tudo mão de ferro
(Don L)
Magão na favela com vinte e um
Já metia medo nos pitboy
Desfila na rua com pitbull
Sua mina me disse que sextou
Com meus hit tudo no fone
Gozando com um sextoy
Uns fetiche doido
E eu sinto muito, minha mana
Mas cê é mulher de cana
E quer o vagabundo
Num tô precisando, eu já tô benzão
E tem tanto corno me odiando
Que eu já não sei quem são
Nem sabem mesmo quem eu sou
Só que eu revelo quem são
Só em eu ser o que eu sou
E eles não guentam a comparação
Mas não se engane, meu xapa
Eu cresci nos beco de Fortal
Entre gladiadores, atiradores
E os que te deitam no punhal
Ainda fumaçando vapores caros
Peito aberto
Amores raros
Sonhos de rua pro ar
Sangue no ralo
Inimigos em outro bairro
Com sua corrente
Suas cinzas
Seu celular
Suas manias
Canibal style
Eu vim dessa porra, mô fi
Brinca