Coisas Da Vida
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⏱️ 4:27 duration
🆔 ID: 11884075
📜 Lyrics
Dino nasceu em Portugal
Os pais vieram de África à procura de uma vida normal
Mas não passou da ilusão
(Ai não? Pois não! Fizeram o que?)
Apenas fé no coração
Mas a fé não alimenta, a fome rebenta
O Dino tem 2 anos, se calhar já nem se aguenta (pois é)
Alegria não sabem o que é
O pai trabalha todo o dia e a mãe tem de ficar com do bebé
Vivem numa barraca bué fatela
Quatro paredes velhas, uma porta, telhado e uma janela
A casa de banho é um balde e uma lata
Um colchão para os três, yah, a vida é bem ingrata
40 contos para o mês inteiro (só?)
A vida vai de mal a pior e cada vez há menos dinheiro
Mas lá vão sobrevivendo
Dino vai crescendo
E ao mesmo tempo aprendendo e vendo (o quê?) como tudo é sacrificio
É melhor ir para a escola para seu próprio benefício
Não há maneira de comprar o material
O pai trabalha como um burro, a mãe tá bué da mal (bué da mal)
Aos 9 anos consegue ir estudar
Dá p'ra se desenrascar, mas só sabem lhe insultar
É preto daqui, preto dali
Queixa-se à professora, mas ela não liga, apenas sorri
Os anos passam, chega ao oitavo
Chega de escola, chega de fazer figura de parvo
Meteu-se com as más companhias
Agora vende droga e tem dinheiro todos os dias
De tempos em tempos, vai parar à cadeia semana e meia
A situação 'tá feia, mas lá se remedeia
No fim do tunel há sempre uma luz
A mãe chora em vão, mas ainda acredita em Jesus
(Coisas da vida)
(Coisas que acontecem aqui e ali)
(Pode acontecer a qualquer um)
(Cada um com o seu destino)
(Uma história igual a tantas outras)
(Coisas da vida)
Ataca um jovem com um bastão
Desta vez não escapou e acabou na prisão
Sem solução, foi preso por ser homicida
Ferida não será esquecida
Agora é tarde pa' mudar de vida
Apanha dez anos de sentença, crime não compensa
Uma desgraça não vem só
A mãe morreu de doença
Desgosto, tristeza no rosto do pai
Que tem muito pa' chorar
Tão cedo o Dino não sai
Pai desgostoso, filho criminoso
Dino só pensa em fugir (Da onde?) daquele lugar horroroso
Mas será que é capaz? (Duvido)
Sabe que errou, no fundo não é mau rapaz
Dez anos atrás das grades, apenas verdades
O tempo custa a passar, enquanto morre de saudades
A consciência pesa-lhe todos os dias
Não há rebelias, restam sonhos e fantasias
Coisas da vida
(Pois é)
(Essas coisas acontecem)
(Em todo o lado)
(A toda a hora)
(Coisas da vida)
(E continuando, a nossa história)
(Dino)
Chegou o seu momento (até que enfim, man)
5 anos depois saiu por bom comportamento
A liberdade é condicional
Agora chegou a altura de levar uma vida normal
Longe de crime, Dino quer é sossego
Mas não tem dinheiro, nem casa, tem que arranjar emprego
Vai-se arranjando na casa do cota
Levanta-se cedo, compra o jornal e põe a fatiota
Tenta a sua sorte à procura de trabalho
("Então você tem cadastro?")
("Infelizmente sim")
("Sai daqui caralho!")
Dia após dia a mesma resposta
Continuou sem emprego até que lhe foi feita uma proposta
Certo dia não aguentou mais
A única solução eram os negócios ilegais
Nada a perder, aceitou a oferta
Não há moral que resista quando a fome aperta
Mas o sol pouco durou (Porquê?)
Uma transação deu po' torto e alguem o matou
São as coisas da vida
Saiu da prisão, meteu-se num beco sem saída
Foi tratado como uma doença
Tentou ser honesto mas ditaram-lhe a sentença
Mas tenho a dizer que é fodido, um gajo sair da prisão e não ser reinserido, pensem nisso
São coisas da vida, uuh
De quem é a culpa?
Os pais vieram de África à procura de uma vida normal
Mas não passou da ilusão
(Ai não? Pois não! Fizeram o que?)
Apenas fé no coração
Mas a fé não alimenta, a fome rebenta
O Dino tem 2 anos, se calhar já nem se aguenta (pois é)
Alegria não sabem o que é
O pai trabalha todo o dia e a mãe tem de ficar com do bebé
Vivem numa barraca bué fatela
Quatro paredes velhas, uma porta, telhado e uma janela
A casa de banho é um balde e uma lata
Um colchão para os três, yah, a vida é bem ingrata
40 contos para o mês inteiro (só?)
A vida vai de mal a pior e cada vez há menos dinheiro
Mas lá vão sobrevivendo
Dino vai crescendo
E ao mesmo tempo aprendendo e vendo (o quê?) como tudo é sacrificio
É melhor ir para a escola para seu próprio benefício
Não há maneira de comprar o material
O pai trabalha como um burro, a mãe tá bué da mal (bué da mal)
Aos 9 anos consegue ir estudar
Dá p'ra se desenrascar, mas só sabem lhe insultar
É preto daqui, preto dali
Queixa-se à professora, mas ela não liga, apenas sorri
Os anos passam, chega ao oitavo
Chega de escola, chega de fazer figura de parvo
Meteu-se com as más companhias
Agora vende droga e tem dinheiro todos os dias
De tempos em tempos, vai parar à cadeia semana e meia
A situação 'tá feia, mas lá se remedeia
No fim do tunel há sempre uma luz
A mãe chora em vão, mas ainda acredita em Jesus
(Coisas da vida)
(Coisas que acontecem aqui e ali)
(Pode acontecer a qualquer um)
(Cada um com o seu destino)
(Uma história igual a tantas outras)
(Coisas da vida)
Ataca um jovem com um bastão
Desta vez não escapou e acabou na prisão
Sem solução, foi preso por ser homicida
Ferida não será esquecida
Agora é tarde pa' mudar de vida
Apanha dez anos de sentença, crime não compensa
Uma desgraça não vem só
A mãe morreu de doença
Desgosto, tristeza no rosto do pai
Que tem muito pa' chorar
Tão cedo o Dino não sai
Pai desgostoso, filho criminoso
Dino só pensa em fugir (Da onde?) daquele lugar horroroso
Mas será que é capaz? (Duvido)
Sabe que errou, no fundo não é mau rapaz
Dez anos atrás das grades, apenas verdades
O tempo custa a passar, enquanto morre de saudades
A consciência pesa-lhe todos os dias
Não há rebelias, restam sonhos e fantasias
Coisas da vida
(Pois é)
(Essas coisas acontecem)
(Em todo o lado)
(A toda a hora)
(Coisas da vida)
(E continuando, a nossa história)
(Dino)
Chegou o seu momento (até que enfim, man)
5 anos depois saiu por bom comportamento
A liberdade é condicional
Agora chegou a altura de levar uma vida normal
Longe de crime, Dino quer é sossego
Mas não tem dinheiro, nem casa, tem que arranjar emprego
Vai-se arranjando na casa do cota
Levanta-se cedo, compra o jornal e põe a fatiota
Tenta a sua sorte à procura de trabalho
("Então você tem cadastro?")
("Infelizmente sim")
("Sai daqui caralho!")
Dia após dia a mesma resposta
Continuou sem emprego até que lhe foi feita uma proposta
Certo dia não aguentou mais
A única solução eram os negócios ilegais
Nada a perder, aceitou a oferta
Não há moral que resista quando a fome aperta
Mas o sol pouco durou (Porquê?)
Uma transação deu po' torto e alguem o matou
São as coisas da vida
Saiu da prisão, meteu-se num beco sem saída
Foi tratado como uma doença
Tentou ser honesto mas ditaram-lhe a sentença
Mas tenho a dizer que é fodido, um gajo sair da prisão e não ser reinserido, pensem nisso
São coisas da vida, uuh
De quem é a culpa?
⏱️ Synced Lyrics
[00:10.16] Dino nasceu em Portugal
[00:12.06] Os pais vieram de África à procura de uma vida normal
[00:15.45] Mas não passou da ilusão
[00:16.76] (Ai não? Pois não! Fizeram o que?)
[00:17.12] Apenas fé no coração
[00:20.79] Mas a fé não alimenta, a fome rebenta
[00:22.33] O Dino tem 2 anos, se calhar já nem se aguenta (pois é)
[00:26.15] Alegria não sabem o que é
[00:27.84] O pai trabalha todo o dia e a mãe tem de ficar com do bebé
[00:31.08] Vivem numa barraca bué fatela
[00:32.83] Quatro paredes velhas, uma porta, telhado e uma janela
[00:36.12] A casa de banho é um balde e uma lata
[00:39.04] Um colchão para os três, yah, a vida é bem ingrata
[00:40.60] 40 contos para o mês inteiro (só?)
[00:43.28] A vida vai de mal a pior e cada vez há menos dinheiro
[00:46.07] Mas lá vão sobrevivendo
[00:48.02] Dino vai crescendo
[00:49.03] E ao mesmo tempo aprendendo e vendo (o quê?) como tudo é sacrificio
[00:53.72] É melhor ir para a escola para seu próprio benefício
[00:57.21] Não há maneira de comprar o material
[00:58.59] O pai trabalha como um burro, a mãe tá bué da mal (bué da mal)
[01:01.11] Aos 9 anos consegue ir estudar
[01:02.33] Dá p'ra se desenrascar, mas só sabem lhe insultar
[01:06.87] É preto daqui, preto dali
[01:08.46] Queixa-se à professora, mas ela não liga, apenas sorri
[01:12.52] Os anos passam, chega ao oitavo
[01:15.02] Chega de escola, chega de fazer figura de parvo
[01:16.58] Meteu-se com as más companhias
[01:18.59] Agora vende droga e tem dinheiro todos os dias
[01:21.80] De tempos em tempos, vai parar à cadeia semana e meia
[01:24.03] A situação 'tá feia, mas lá se remedeia
[01:24.96] No fim do tunel há sempre uma luz
[01:25.96] A mãe chora em vão, mas ainda acredita em Jesus
[01:36.09] (Coisas da vida)
[01:36.22] (Coisas que acontecem aqui e ali)
[01:37.58] (Pode acontecer a qualquer um)
[01:43.58] (Cada um com o seu destino)
[01:50.16] (Uma história igual a tantas outras)
[01:52.73] (Coisas da vida)
[01:53.03] Ataca um jovem com um bastão
[01:57.14] Desta vez não escapou e acabou na prisão
[01:57.57] Sem solução, foi preso por ser homicida
[01:59.75] Ferida não será esquecida
[02:01.29] Agora é tarde pa' mudar de vida
[02:03.68] Apanha dez anos de sentença, crime não compensa
[02:05.83] Uma desgraça não vem só
[02:07.56] A mãe morreu de doença
[02:07.90] Desgosto, tristeza no rosto do pai
[02:10.47] Que tem muito pa' chorar
[02:11.28] Tão cedo o Dino não sai
[02:14.11] Pai desgostoso, filho criminoso
[02:15.48] Dino só pensa em fugir (Da onde?) daquele lugar horroroso
[02:18.30] Mas será que é capaz? (Duvido)
[02:20.45] Sabe que errou, no fundo não é mau rapaz
[02:22.74] Dez anos atrás das grades, apenas verdades
[02:25.35] O tempo custa a passar, enquanto morre de saudades
[02:27.07] A consciência pesa-lhe todos os dias
[02:27.87] Não há rebelias, restam sonhos e fantasias
[02:28.44] Coisas da vida
[02:29.07] (Pois é)
[02:29.17] (Essas coisas acontecem)
[02:30.38] (Em todo o lado)
[02:30.73] (A toda a hora)
[02:31.03] (Coisas da vida)
[02:31.28] (E continuando, a nossa história)
[02:33.67]
[02:54.46] (Dino)
[02:54.46] Chegou o seu momento (até que enfim, man)
[02:56.47] 5 anos depois saiu por bom comportamento
[02:59.12] A liberdade é condicional
[02:59.86] Agora chegou a altura de levar uma vida normal
[03:04.10] Longe de crime, Dino quer é sossego
[03:06.07] Mas não tem dinheiro, nem casa, tem que arranjar emprego
[03:08.53] Vai-se arranjando na casa do cota
[03:10.56] Levanta-se cedo, compra o jornal e põe a fatiota
[03:13.96] Tenta a sua sorte à procura de trabalho
[03:15.71] ("Então você tem cadastro?")
[03:16.19] ("Infelizmente sim")
[03:16.23] ("Sai daqui caralho!")
[03:16.32] Dia após dia a mesma resposta
[03:20.17] Continuou sem emprego até que lhe foi feita uma proposta
[03:24.42] Certo dia não aguentou mais
[03:27.13] A única solução eram os negócios ilegais
[03:29.64] Nada a perder, aceitou a oferta
[03:30.63] Não há moral que resista quando a fome aperta
[03:33.59] Mas o sol pouco durou (Porquê?)
[03:37.39] Uma transação deu po' torto e alguem o matou
[03:41.39] São as coisas da vida
[03:42.16] Saiu da prisão, meteu-se num beco sem saída
[03:44.76] Foi tratado como uma doença
[03:46.23] Tentou ser honesto mas ditaram-lhe a sentença
[03:48.34] Mas tenho a dizer que é fodido, um gajo sair da prisão e não ser reinserido, pensem nisso
[03:51.34] São coisas da vida, uuh
[03:52.62] De quem é a culpa?
[04:14.97]
[00:12.06] Os pais vieram de África à procura de uma vida normal
[00:15.45] Mas não passou da ilusão
[00:16.76] (Ai não? Pois não! Fizeram o que?)
[00:17.12] Apenas fé no coração
[00:20.79] Mas a fé não alimenta, a fome rebenta
[00:22.33] O Dino tem 2 anos, se calhar já nem se aguenta (pois é)
[00:26.15] Alegria não sabem o que é
[00:27.84] O pai trabalha todo o dia e a mãe tem de ficar com do bebé
[00:31.08] Vivem numa barraca bué fatela
[00:32.83] Quatro paredes velhas, uma porta, telhado e uma janela
[00:36.12] A casa de banho é um balde e uma lata
[00:39.04] Um colchão para os três, yah, a vida é bem ingrata
[00:40.60] 40 contos para o mês inteiro (só?)
[00:43.28] A vida vai de mal a pior e cada vez há menos dinheiro
[00:46.07] Mas lá vão sobrevivendo
[00:48.02] Dino vai crescendo
[00:49.03] E ao mesmo tempo aprendendo e vendo (o quê?) como tudo é sacrificio
[00:53.72] É melhor ir para a escola para seu próprio benefício
[00:57.21] Não há maneira de comprar o material
[00:58.59] O pai trabalha como um burro, a mãe tá bué da mal (bué da mal)
[01:01.11] Aos 9 anos consegue ir estudar
[01:02.33] Dá p'ra se desenrascar, mas só sabem lhe insultar
[01:06.87] É preto daqui, preto dali
[01:08.46] Queixa-se à professora, mas ela não liga, apenas sorri
[01:12.52] Os anos passam, chega ao oitavo
[01:15.02] Chega de escola, chega de fazer figura de parvo
[01:16.58] Meteu-se com as más companhias
[01:18.59] Agora vende droga e tem dinheiro todos os dias
[01:21.80] De tempos em tempos, vai parar à cadeia semana e meia
[01:24.03] A situação 'tá feia, mas lá se remedeia
[01:24.96] No fim do tunel há sempre uma luz
[01:25.96] A mãe chora em vão, mas ainda acredita em Jesus
[01:36.09] (Coisas da vida)
[01:36.22] (Coisas que acontecem aqui e ali)
[01:37.58] (Pode acontecer a qualquer um)
[01:43.58] (Cada um com o seu destino)
[01:50.16] (Uma história igual a tantas outras)
[01:52.73] (Coisas da vida)
[01:53.03] Ataca um jovem com um bastão
[01:57.14] Desta vez não escapou e acabou na prisão
[01:57.57] Sem solução, foi preso por ser homicida
[01:59.75] Ferida não será esquecida
[02:01.29] Agora é tarde pa' mudar de vida
[02:03.68] Apanha dez anos de sentença, crime não compensa
[02:05.83] Uma desgraça não vem só
[02:07.56] A mãe morreu de doença
[02:07.90] Desgosto, tristeza no rosto do pai
[02:10.47] Que tem muito pa' chorar
[02:11.28] Tão cedo o Dino não sai
[02:14.11] Pai desgostoso, filho criminoso
[02:15.48] Dino só pensa em fugir (Da onde?) daquele lugar horroroso
[02:18.30] Mas será que é capaz? (Duvido)
[02:20.45] Sabe que errou, no fundo não é mau rapaz
[02:22.74] Dez anos atrás das grades, apenas verdades
[02:25.35] O tempo custa a passar, enquanto morre de saudades
[02:27.07] A consciência pesa-lhe todos os dias
[02:27.87] Não há rebelias, restam sonhos e fantasias
[02:28.44] Coisas da vida
[02:29.07] (Pois é)
[02:29.17] (Essas coisas acontecem)
[02:30.38] (Em todo o lado)
[02:30.73] (A toda a hora)
[02:31.03] (Coisas da vida)
[02:31.28] (E continuando, a nossa história)
[02:33.67]
[02:54.46] (Dino)
[02:54.46] Chegou o seu momento (até que enfim, man)
[02:56.47] 5 anos depois saiu por bom comportamento
[02:59.12] A liberdade é condicional
[02:59.86] Agora chegou a altura de levar uma vida normal
[03:04.10] Longe de crime, Dino quer é sossego
[03:06.07] Mas não tem dinheiro, nem casa, tem que arranjar emprego
[03:08.53] Vai-se arranjando na casa do cota
[03:10.56] Levanta-se cedo, compra o jornal e põe a fatiota
[03:13.96] Tenta a sua sorte à procura de trabalho
[03:15.71] ("Então você tem cadastro?")
[03:16.19] ("Infelizmente sim")
[03:16.23] ("Sai daqui caralho!")
[03:16.32] Dia após dia a mesma resposta
[03:20.17] Continuou sem emprego até que lhe foi feita uma proposta
[03:24.42] Certo dia não aguentou mais
[03:27.13] A única solução eram os negócios ilegais
[03:29.64] Nada a perder, aceitou a oferta
[03:30.63] Não há moral que resista quando a fome aperta
[03:33.59] Mas o sol pouco durou (Porquê?)
[03:37.39] Uma transação deu po' torto e alguem o matou
[03:41.39] São as coisas da vida
[03:42.16] Saiu da prisão, meteu-se num beco sem saída
[03:44.76] Foi tratado como uma doença
[03:46.23] Tentou ser honesto mas ditaram-lhe a sentença
[03:48.34] Mas tenho a dizer que é fodido, um gajo sair da prisão e não ser reinserido, pensem nisso
[03:51.34] São coisas da vida, uuh
[03:52.62] De quem é a culpa?
[04:14.97]