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Vinho velho (versão acústica)

👤 Capicua 🎼 Sereia louca ⏱️ 3:12
🎵 2426 characters
⏱️ 3:12 duration
🆔 ID: 11926412

📜 Lyrics

Provo da tristeza como um vinho velho
E mesmo assim eu espero, não partir o espelho, e digo:
Que confio no teu bom conselho
Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho e sigo.
Sinal vermelho é verde tinto, se o meu instinto
Me diz que sim, sigo o que sinto.
E nem por isso serei impulsiva
Posso ser tão otimista que até Deus duvida.
Só desisto quando há fumo branco, até à solução, pondero até à cisma.
Eu ultrapasso a lebre num instante, na competição, sou tartaruga ninja.
Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
E como a vida é como a tal caverna,
Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.
Pa' ser livre é preciso ter coragem
E muitas vezes sou cobarde e suavizo na dosagem.
Com eufemismo na boca, sou felino na toca,
Evitando uma troca de olhar e não se nota
Que me esquivo do conflito e que finto a ruptura
Eu não domino o desapego e cedo ao peso da culpa.
P'ra mim é tortura ter de partir um coração,
Para ser mulher madura ainda me falta aventura e saber dizer que não.
Não! Eu não sei dizer que não.

Provo da tristeza como um vinho velho
E mesmo assim eu espero, não partir o espelho, e digo:
Que confio no teu bom conselho
Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho e sigo.

Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
E como a vida é como a tal caverna,
Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.

O vinho velho,
O tabaco cubano,
O meu pai e o mano,
A Teresa e a mãe.

A tua barba,
A cama e a carta,
As palavras da Marta
E toda a gente que vem

P'ra ver no palco o que digo bem alto,
Enquanto vejo se espanto este medo que tenho.
E o papel perfumado com que tenho forrado
A gaveta do quarto onde guardo além
De uma foto do bicho, um vestido e um livro, um relógio e aquilo que tenho escrito também.

Provo da tristeza como um vinho velho
E mesmo assim eu espero, não partir o espelho, e digo:
Que confio no teu bom conselho
Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho e sigo.

Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
E como a vida é como a tal caverna,
Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.

Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
E como a vida é como a tal caverna,
Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.

⏱️ Synced Lyrics

[00:12.49] Provo da tristeza como um vinho velho
[00:15.33] E mesmo assim eu espero, não partir o espelho, e digo:
[00:17.78] Que confio no teu bom conselho
[00:20.51] Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho e sigo.
[00:23.06] Sinal vermelho é verde tinto, se o meu instinto
[00:27.35] Me diz que sim, sigo o que sinto.
[00:29.86] E nem por isso serei impulsiva
[00:32.02] Posso ser tão otimista que até Deus duvida.
[00:35.05] Só desisto quando há fumo branco, até à solução, pondero até à cisma.
[00:41.13] Eu ultrapasso a lebre num instante, na competição, sou tartaruga ninja.
[00:46.92] Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
[00:49.14] Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
[00:52.60] E como a vida é como a tal caverna,
[00:54.70] Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.
[01:01.31] Pa' ser livre é preciso ter coragem
[01:02.42] E muitas vezes sou cobarde e suavizo na dosagem.
[01:06.93] Com eufemismo na boca, sou felino na toca,
[01:10.39] Evitando uma troca de olhar e não se nota
[01:12.88] Que me esquivo do conflito e que finto a ruptura
[01:15.57] Eu não domino o desapego e cedo ao peso da culpa.
[01:18.75] P'ra mim é tortura ter de partir um coração,
[01:21.30] Para ser mulher madura ainda me falta aventura e saber dizer que não.
[01:25.03] Não! Eu não sei dizer que não.
[01:29.54] Provo da tristeza como um vinho velho
[01:32.46] E mesmo assim eu espero, não partir o espelho, e digo:
[01:35.09] Que confio no teu bom conselho
[01:37.78] Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho e sigo.
[01:41.00] Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
[01:43.49] Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
[01:46.96] E como a vida é como a tal caverna,
[01:49.14] Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.
[02:04.09] O vinho velho,
[02:04.99] O tabaco cubano,
[02:06.23] O meu pai e o mano,
[02:07.80] A Teresa e a mãe.
[02:09.76] A tua barba,
[02:10.89] A cama e a carta,
[02:12.07] As palavras da Marta
[02:13.39] E toda a gente que vem
[02:14.65] P'ra ver no palco o que digo bem alto,
[02:18.80] Enquanto vejo se espanto este medo que tenho.
[02:20.31] E o papel perfumado com que tenho forrado
[02:23.59] A gaveta do quarto onde guardo além
[02:26.11] De uma foto do bicho, um vestido e um livro, um relógio e aquilo que tenho escrito também.
[02:32.42] Provo da tristeza como um vinho velho
[02:35.30] E mesmo assim eu espero, não partir o espelho, e digo:
[02:37.73] Que confio no teu bom conselho
[02:40.55] Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho e sigo.
[02:42.20] Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
[02:46.32] Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
[02:49.82] E como a vida é como a tal caverna,
[02:52.05] Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.
[02:55.42] Como uma esfinge, eu finjo que sou de pedra,
[02:57.76] Que sou dura na queda, mas a perda eu evito.
[03:01.20] E como a vida é como a tal caverna,
[03:03.49] Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro.
[03:07.45]

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