O Enterro do Nego Geada
🎵 1761 characters
⏱️ 3:17 duration
🆔 ID: 12095659
📜 Lyrics
Me apoie em dez pra comprar uma cachaça
Lá no velório era baile entreveiro
Cachaça, riso e griteiro na capela imaculada
Assunto tinha de sobra pros mais metido
Juquinha tinha fugido e morreu o Nego Geada
Lá pelas tantas já deu outra confusão
Deram um chute no caixão e quebrou toda a madeira
Pra ir pro enterro antes que cantasse o galo
Ataram o morto a cavalo numa égua caborteira
Quando cruzaram no bolichão da esquina
O gaiteiro junto da china borracho saiu tocando
E a égua veia carregando o morto taita
Deu uma bufada na gaita e se arrastou corcoveando
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo a história do morto que não tombava por nada
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo história do morto que não tombava por nada
Viagem longa da capela ao cemitério
Vinha ao enterro o gaudério, volta e meia uma pegada
Vinha o defunto se sacundindo no espaço
Batendo cabeça e braço, mas com as perna bem atada
Um índio veio esperou dar uma trégua
Laçou do pescoço a égua e tirou o morto na coragem
Chegou o padre pra o enterro sem caixão
E o trovador na ocasião começou as homenagem
E a gauchada já encharcada da pinga, pai nosso
Enrolando a língua e atrapalhando as muié
E em terra fria despediu-se o Nego Geada
E por lembança as pataguada foi enterrado de pé
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo a história do morto que não tombava por nada
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo história do morto que não tombava por nada
Que não tombava por nada, que não tombava por nada
Lá no velório era baile entreveiro
Cachaça, riso e griteiro na capela imaculada
Assunto tinha de sobra pros mais metido
Juquinha tinha fugido e morreu o Nego Geada
Lá pelas tantas já deu outra confusão
Deram um chute no caixão e quebrou toda a madeira
Pra ir pro enterro antes que cantasse o galo
Ataram o morto a cavalo numa égua caborteira
Quando cruzaram no bolichão da esquina
O gaiteiro junto da china borracho saiu tocando
E a égua veia carregando o morto taita
Deu uma bufada na gaita e se arrastou corcoveando
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo a história do morto que não tombava por nada
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo história do morto que não tombava por nada
Viagem longa da capela ao cemitério
Vinha ao enterro o gaudério, volta e meia uma pegada
Vinha o defunto se sacundindo no espaço
Batendo cabeça e braço, mas com as perna bem atada
Um índio veio esperou dar uma trégua
Laçou do pescoço a égua e tirou o morto na coragem
Chegou o padre pra o enterro sem caixão
E o trovador na ocasião começou as homenagem
E a gauchada já encharcada da pinga, pai nosso
Enrolando a língua e atrapalhando as muié
E em terra fria despediu-se o Nego Geada
E por lembança as pataguada foi enterrado de pé
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo a história do morto que não tombava por nada
E o caminho do enterro era trago e gargalhada
Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
Fazendo história do morto que não tombava por nada
Que não tombava por nada, que não tombava por nada
⏱️ Synced Lyrics
[00:05.62] Me apoie em dez pra comprar uma cachaça
[00:07.80]
[00:21.73] Lá no velório era baile entreveiro
[00:24.45] Cachaça, riso e griteiro na capela imaculada
[00:28.36] Assunto tinha de sobra pros mais metido
[00:31.17] Juquinha tinha fugido e morreu o Nego Geada
[00:35.19] Lá pelas tantas já deu outra confusão
[00:38.38] Deram um chute no caixão e quebrou toda a madeira
[00:42.32] Pra ir pro enterro antes que cantasse o galo
[00:45.02] Ataram o morto a cavalo numa égua caborteira
[00:49.19] Quando cruzaram no bolichão da esquina
[00:51.89] O gaiteiro junto da china borracho saiu tocando
[00:55.80] E a égua veia carregando o morto taita
[00:58.70] Deu uma bufada na gaita e se arrastou corcoveando
[01:03.77] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[01:10.44] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[01:13.87] Fazendo a história do morto que não tombava por nada
[01:18.82] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[01:25.46] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[01:28.85] Fazendo história do morto que não tombava por nada
[01:33.83]
[01:46.89] Viagem longa da capela ao cemitério
[01:49.28] Vinha ao enterro o gaudério, volta e meia uma pegada
[01:53.67] Vinha o defunto se sacundindo no espaço
[01:56.38] Batendo cabeça e braço, mas com as perna bem atada
[02:00.56] Um índio veio esperou dar uma trégua
[02:03.12] Laçou do pescoço a égua e tirou o morto na coragem
[02:07.12] Chegou o padre pra o enterro sem caixão
[02:09.85] E o trovador na ocasião começou as homenagem
[02:14.14] E a gauchada já encharcada da pinga, pai nosso
[02:17.39] Enrolando a língua e atrapalhando as muié
[02:20.86] E em terra fria despediu-se o Nego Geada
[02:23.49] E por lembança as pataguada foi enterrado de pé
[02:28.52] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[02:35.49] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[02:38.93] Fazendo a história do morto que não tombava por nada
[02:43.69] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[02:50.66] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[02:53.84] Fazendo história do morto que não tombava por nada
[02:59.28] Que não tombava por nada, que não tombava por nada
[03:07.78]
[00:07.80]
[00:21.73] Lá no velório era baile entreveiro
[00:24.45] Cachaça, riso e griteiro na capela imaculada
[00:28.36] Assunto tinha de sobra pros mais metido
[00:31.17] Juquinha tinha fugido e morreu o Nego Geada
[00:35.19] Lá pelas tantas já deu outra confusão
[00:38.38] Deram um chute no caixão e quebrou toda a madeira
[00:42.32] Pra ir pro enterro antes que cantasse o galo
[00:45.02] Ataram o morto a cavalo numa égua caborteira
[00:49.19] Quando cruzaram no bolichão da esquina
[00:51.89] O gaiteiro junto da china borracho saiu tocando
[00:55.80] E a égua veia carregando o morto taita
[00:58.70] Deu uma bufada na gaita e se arrastou corcoveando
[01:03.77] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[01:10.44] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[01:13.87] Fazendo a história do morto que não tombava por nada
[01:18.82] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[01:25.46] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[01:28.85] Fazendo história do morto que não tombava por nada
[01:33.83]
[01:46.89] Viagem longa da capela ao cemitério
[01:49.28] Vinha ao enterro o gaudério, volta e meia uma pegada
[01:53.67] Vinha o defunto se sacundindo no espaço
[01:56.38] Batendo cabeça e braço, mas com as perna bem atada
[02:00.56] Um índio veio esperou dar uma trégua
[02:03.12] Laçou do pescoço a égua e tirou o morto na coragem
[02:07.12] Chegou o padre pra o enterro sem caixão
[02:09.85] E o trovador na ocasião começou as homenagem
[02:14.14] E a gauchada já encharcada da pinga, pai nosso
[02:17.39] Enrolando a língua e atrapalhando as muié
[02:20.86] E em terra fria despediu-se o Nego Geada
[02:23.49] E por lembança as pataguada foi enterrado de pé
[02:28.52] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[02:35.49] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[02:38.93] Fazendo a história do morto que não tombava por nada
[02:43.69] E o caminho do enterro era trago e gargalhada
[02:50.66] Um defunto gineteando por nome de Nego Geada
[02:53.84] Fazendo história do morto que não tombava por nada
[02:59.28] Que não tombava por nada, que não tombava por nada
[03:07.78]