Nosso Destino É Ser Onça (Ao Vivo)
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📜 Lyrics
Voltamos!
Agora é Grande Rio!
O nosso destino é ser onça!
É isso, é isso, é isso, vamô assim! Ha-ha-ha!
Que beleza, que beleza, que beleza, Grande Rio!
Alô Cajueiro, Fafá! Alô bateria!
Trovejou, escureceu
O Velho Onça, Senhor da criação
É homem-fera, é brilho celeste
Devora e se veste de constelação
Tudo acaba em fogaréu
E depois transborda em mar
A terceira humanidade, Coaraci vem clarear
Ê, Sumé, nas garras da sua ira
Enfrentou Maíra, tanto perseguiu
Seus herdeiros vivem essa guerra
Povoando a terra
A voz Tupinambá rugiu
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
É Jaguaruna, onça grande, mãe e pai
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
Onça grande, mãe e pai
Yawalapiti, Pankararu, Apinajé
O ritual Araweté, a flecha de Kamaiurá
No tempo que pinta a pedra, pajelança encantada
Onça-loba coroada na memória popular
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
É cabocla, é mão-torta
Pé-de-boi que o chão recorta
Travestida de pantera
Kiô (fala Grande Rio)
Kiô, kiô, kiô, kiera
A folia em reverência
Onde a arte é resistência
Sou Caxias, bicho-fera
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Trovejou!
Trovejou, escureceu
O Velho Onça, Senhor da criação (isso)
É homem fera, é brilho celeste
Devora e se veste de constelação
Tudo acaba em fogaréu
E depois transborda em mar
A terceira humanidade, Coaraci vem clarear
Ê, Sumé, nas garras da sua ira
Enfrentou Maíra, tanto perseguiu
Seus herdeiros vivem essa guerra
Povoando a terra
A voz Tupinambá rugiu
É preta!
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
É Jaguaruna, onça grande, mãe e pai
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
Onça grande, mãe e pai
Yawalapiti, Pankararu, Apinajé
O ritual Araweté, a flecha de Kamaiurá
No tempo que pinta a pedra, pajelança encantada
Onça-loba coroada na memória popular
Kiô, kiô, kiô, kiô, kiô!
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
É cabocla, é mão-torta
Pé-de-boi que o chão recorta
Travestida de pantera
Alô Fafá!
Kiô
(Kiô, kiô, kiô, kiera)
A folia em reverência
Onde a arte é resistência
(Sou Caxias, bicho-fera)
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Trovejou, trovejou, trovejou!
Trovejou, escureceu
O Velho Onça, Senhor da criação
É homem-fera, é brilho celeste
Devora e se veste de constelação
Tudo acaba em fogaréu
E depois transborda em mar
A terceira humanidade, Coaraci vem clarear
Ê, Sumé, nas garras da sua ira
Enfrentou Maíra, tanto perseguiu
Seus herdeiros vivem essa guerra
Povoando a terra
A voz Tupinambá rugiu
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
É Jaguaruna, onça grande, mãe e pai
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
Onça grande, mãe e pai
No balanço, no balanço, no balanço!
Yawalapiti, Pankararu, Apinajé
O ritual Araweté, a flecha de Kamaiurá
No tempo que pinta a pedra, pajelança encantada
Onça-loba coroada na memória popular
Kiô, kiô, kiô!
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
É cabocla, é mão-torta
Pé-de-boi que o chão recorta
Travestida de pantera
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
A folia em reverência
Onde a arte é resistência
Sou Caxias, bicho-fera
Vai Caxias!
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Agora é Grande Rio!
O nosso destino é ser onça!
É isso, é isso, é isso, vamô assim! Ha-ha-ha!
Que beleza, que beleza, que beleza, Grande Rio!
Alô Cajueiro, Fafá! Alô bateria!
Trovejou, escureceu
O Velho Onça, Senhor da criação
É homem-fera, é brilho celeste
Devora e se veste de constelação
Tudo acaba em fogaréu
E depois transborda em mar
A terceira humanidade, Coaraci vem clarear
Ê, Sumé, nas garras da sua ira
Enfrentou Maíra, tanto perseguiu
Seus herdeiros vivem essa guerra
Povoando a terra
A voz Tupinambá rugiu
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
É Jaguaruna, onça grande, mãe e pai
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
Onça grande, mãe e pai
Yawalapiti, Pankararu, Apinajé
O ritual Araweté, a flecha de Kamaiurá
No tempo que pinta a pedra, pajelança encantada
Onça-loba coroada na memória popular
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
É cabocla, é mão-torta
Pé-de-boi que o chão recorta
Travestida de pantera
Kiô (fala Grande Rio)
Kiô, kiô, kiô, kiera
A folia em reverência
Onde a arte é resistência
Sou Caxias, bicho-fera
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Trovejou!
Trovejou, escureceu
O Velho Onça, Senhor da criação (isso)
É homem fera, é brilho celeste
Devora e se veste de constelação
Tudo acaba em fogaréu
E depois transborda em mar
A terceira humanidade, Coaraci vem clarear
Ê, Sumé, nas garras da sua ira
Enfrentou Maíra, tanto perseguiu
Seus herdeiros vivem essa guerra
Povoando a terra
A voz Tupinambá rugiu
É preta!
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
É Jaguaruna, onça grande, mãe e pai
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
Onça grande, mãe e pai
Yawalapiti, Pankararu, Apinajé
O ritual Araweté, a flecha de Kamaiurá
No tempo que pinta a pedra, pajelança encantada
Onça-loba coroada na memória popular
Kiô, kiô, kiô, kiô, kiô!
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
É cabocla, é mão-torta
Pé-de-boi que o chão recorta
Travestida de pantera
Alô Fafá!
Kiô
(Kiô, kiô, kiô, kiera)
A folia em reverência
Onde a arte é resistência
(Sou Caxias, bicho-fera)
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Trovejou, trovejou, trovejou!
Trovejou, escureceu
O Velho Onça, Senhor da criação
É homem-fera, é brilho celeste
Devora e se veste de constelação
Tudo acaba em fogaréu
E depois transborda em mar
A terceira humanidade, Coaraci vem clarear
Ê, Sumé, nas garras da sua ira
Enfrentou Maíra, tanto perseguiu
Seus herdeiros vivem essa guerra
Povoando a terra
A voz Tupinambá rugiu
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
É Jaguaruna, onça grande, mãe e pai
É preta, parda, é pintada, feita à mão
Suçuarana no sertão que vem e vai
Maracajá, jaguatirica ou jaguar
Onça grande, mãe e pai
No balanço, no balanço, no balanço!
Yawalapiti, Pankararu, Apinajé
O ritual Araweté, a flecha de Kamaiurá
No tempo que pinta a pedra, pajelança encantada
Onça-loba coroada na memória popular
Kiô, kiô, kiô!
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
É cabocla, é mão-torta
Pé-de-boi que o chão recorta
Travestida de pantera
Kiô
Kiô, kiô, kiô, kiera
A folia em reverência
Onde a arte é resistência
Sou Caxias, bicho-fera
Vai Caxias!
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua
Werá werá auê, Nauru werá auê
A Aldeia Grande Rio ganha a rua
No meu destino a eternidade
Traz no manto a liberdade
Enquanto a onça não comer a lua