Aysú: Uma História De Amor
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⏱️ 5:35 duration
🆔 ID: 12169004
📜 Lyrics
Ecoa na aldeia um canto Parajá
Em Tom Maior bate o meu Mangará
É Aysú quando vejo o seu sorriso
Ybymarã: meu sonhado paraíso!
Ecoa na aldeia um canto Parajá
Em Tom Maior bate o meu Mangará
É Aysú quando vejo o seu sorriso
Ybymarã: meu sonhado paraíso!
Lá pelas matas Juremá
São caminhos de Rudá, Divino Senhor
É flecha certeira no peito
Anahy, um sentimento que Monã me entregou
Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
O som da paz compõe o meu viver
No coração da aldeia sonha um curumim
Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
O erro e a dor são o destino de quem foge do amor
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
Quando a luz do dia no Yby se apagou
A noite, um mistério de Guarandirô
Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
Abaeté... meu nome é coragem!
Levado em um sopro de esperança
Desafio a solidão da eternidade
No meu silêncio vejo o caos, destruição
Os karaíbas sangrando esse chão
Mas do meu pranto renasce o amanhã
Despertando nos braços de Cunhã
Despertando nos braços de Cunhã
ECOA NA ALDEIA UM CANTO PARAJÁ
EM TOM MAIOR BATE O MEU MANGARÁ
É AYSÚ QUANDO VEJO O SEU SORRISO YBYMARÃ: MEU SONHADO PARAÍSO!
ECOA NA ALDEIA UM CANTO PARAJÁ
EM TOM MAIOR BATE O MEU MANGARÁ
É AYSÚ QUANDO VEJO O SEU SORRISO YBYMARÃ: MEU SONHADO PARAÍSO!
Lá pelas matas Juremá
São caminhos de Rudá, Divino Senhor
É flecha certeira no peito
Anahy, um sentimento que Monã me entregou
Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
O som da paz compõe o meu viver
No coração da aldeia sonha um curumim
Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
O erro e a dor são o destino de quem foge do amor
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
Quando a luz do dia no Yby se apagou
A noite, um mistério de Guarandirô
Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
Abaeté... meu nome é coragem!
Levado em um sopro de esperança
Desafio a solidão da eternidade
No meu silêncio vejo o caos, destruição
Os karaíbas sangrando esse chão
Mas do meu pranto renasce o amanhã
Despertando nos braços de Cunhã
Despertando nos braços de Cunhã
Ecoa na aldeia um canto Parajá
Em Tom Maior bate o meu Mangará
Em Tom Maior bate o meu Mangará
É Aysú quando vejo o seu sorriso
Ybymarã: meu sonhado paraíso!
Ecoa na aldeia um canto Parajá
Em Tom Maior bate o meu Mangará
É Aysú quando vejo o seu sorriso
Ybymarã: meu sonhado paraíso!
Lá pelas matas Juremá
São caminhos de Rudá, Divino Senhor
É flecha certeira no peito
Anahy, um sentimento que Monã me entregou
Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
O som da paz compõe o meu viver
No coração da aldeia sonha um curumim
Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
O erro e a dor são o destino de quem foge do amor
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
Quando a luz do dia no Yby se apagou
A noite, um mistério de Guarandirô
Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
Abaeté... meu nome é coragem!
Levado em um sopro de esperança
Desafio a solidão da eternidade
No meu silêncio vejo o caos, destruição
Os karaíbas sangrando esse chão
Mas do meu pranto renasce o amanhã
Despertando nos braços de Cunhã
Despertando nos braços de Cunhã
ECOA NA ALDEIA UM CANTO PARAJÁ
EM TOM MAIOR BATE O MEU MANGARÁ
É AYSÚ QUANDO VEJO O SEU SORRISO YBYMARÃ: MEU SONHADO PARAÍSO!
ECOA NA ALDEIA UM CANTO PARAJÁ
EM TOM MAIOR BATE O MEU MANGARÁ
É AYSÚ QUANDO VEJO O SEU SORRISO YBYMARÃ: MEU SONHADO PARAÍSO!
Lá pelas matas Juremá
São caminhos de Rudá, Divino Senhor
É flecha certeira no peito
Anahy, um sentimento que Monã me entregou
Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
O som da paz compõe o meu viver
No coração da aldeia sonha um curumim
Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
O erro e a dor são o destino de quem foge do amor
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
NUMIÁ ARAPIÁ
A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
Quando a luz do dia no Yby se apagou
A noite, um mistério de Guarandirô
Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
Abaeté... meu nome é coragem!
Levado em um sopro de esperança
Desafio a solidão da eternidade
No meu silêncio vejo o caos, destruição
Os karaíbas sangrando esse chão
Mas do meu pranto renasce o amanhã
Despertando nos braços de Cunhã
Despertando nos braços de Cunhã
Ecoa na aldeia um canto Parajá
Em Tom Maior bate o meu Mangará
⏱️ Synced Lyrics
[00:05.28] Ecoa na aldeia um canto Parajá
[00:21.61] Em Tom Maior bate o meu Mangará
[00:52.07] É Aysú quando vejo o seu sorriso
[00:58.50] Ybymarã: meu sonhado paraíso!
[01:02.95] Ecoa na aldeia um canto Parajá
[01:05.94] Em Tom Maior bate o meu Mangará
[01:07.36] É Aysú quando vejo o seu sorriso
[01:12.27] Ybymarã: meu sonhado paraíso!
[01:12.47] Lá pelas matas Juremá
[01:19.54] São caminhos de Rudá, Divino Senhor
[01:22.07] É flecha certeira no peito
[01:26.47] Anahy, um sentimento que Monã me entregou
[01:30.58] Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
[01:36.53] O som da paz compõe o meu viver
[01:41.03] No coração da aldeia sonha um curumim
[01:45.48] Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
[01:49.26] O erro e a dor são o destino de quem foge do amor
[01:59.42] NUMIÁ ARAPIÁ
[02:00.67] A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
[02:03.92] OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
[02:06.56] VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
[02:13.80] NUMIÁ ARAPIÁ
[02:14.17] A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
[02:17.43] OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
[02:22.46] VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
[02:26.26] Quando a luz do dia no Yby se apagou
[02:30.81] A noite, um mistério de Guarandirô
[02:31.59] Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
[02:32.83] Abaeté... meu nome é coragem!
[02:34.42] Levado em um sopro de esperança
[02:41.87] Desafio a solidão da eternidade
[02:49.02] No meu silêncio vejo o caos, destruição
[02:51.83] Os karaíbas sangrando esse chão
[02:57.64] Mas do meu pranto renasce o amanhã
[03:03.13] Despertando nos braços de Cunhã
[03:03.99] Despertando nos braços de Cunhã
[03:06.29] ECOA NA ALDEIA UM CANTO PARAJÁ
[03:11.29] EM TOM MAIOR BATE O MEU MANGARÁ
[03:15.36] É AYSÚ QUANDO VEJO O SEU SORRISO YBYMARÃ: MEU SONHADO PARAÍSO!
[03:19.56] ECOA NA ALDEIA UM CANTO PARAJÁ
[03:20.93] EM TOM MAIOR BATE O MEU MANGARÁ
[03:26.04] É AYSÚ QUANDO VEJO O SEU SORRISO YBYMARÃ: MEU SONHADO PARAÍSO!
[03:35.54] Lá pelas matas Juremá
[03:46.62] São caminhos de Rudá, Divino Senhor
[03:49.17] É flecha certeira no peito
[03:49.38] Anahy, um sentimento que Monã me entregou
[03:50.10] Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
[03:52.34] O som da paz compõe o meu viver
[03:57.90] No coração da aldeia sonha um curumim
[04:01.97] Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
[04:07.76] O erro e a dor são o destino de quem foge do amor
[04:14.37] NUMIÁ ARAPIÁ
[04:19.27] A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
[04:21.33] OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
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[04:30.14] NUMIÁ ARAPIÁ
[04:33.81] A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
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[01:05.94] Em Tom Maior bate o meu Mangará
[01:07.36] É Aysú quando vejo o seu sorriso
[01:12.27] Ybymarã: meu sonhado paraíso!
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[01:22.07] É flecha certeira no peito
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[01:41.03] No coração da aldeia sonha um curumim
[01:45.48] Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
[01:49.26] O erro e a dor são o destino de quem foge do amor
[01:59.42] NUMIÁ ARAPIÁ
[02:00.67] A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
[02:03.92] OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
[02:06.56] VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
[02:13.80] NUMIÁ ARAPIÁ
[02:14.17] A SEDE DO PODER QUE CEGA O OLHAR
[02:17.43] OH DEUS TUPÃ, EM SEU AFÃ
[02:22.46] VÊ NAS SETE DEUSAS TODA FORMA DE AMAR
[02:26.26] Quando a luz do dia no Yby se apagou
[02:30.81] A noite, um mistério de Guarandirô
[02:31.59] Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
[02:32.83] Abaeté... meu nome é coragem!
[02:34.42] Levado em um sopro de esperança
[02:41.87] Desafio a solidão da eternidade
[02:49.02] No meu silêncio vejo o caos, destruição
[02:51.83] Os karaíbas sangrando esse chão
[02:57.64] Mas do meu pranto renasce o amanhã
[03:03.13] Despertando nos braços de Cunhã
[03:03.99] Despertando nos braços de Cunhã
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[03:15.36] É AYSÚ QUANDO VEJO O SEU SORRISO YBYMARÃ: MEU SONHADO PARAÍSO!
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[03:35.54] Lá pelas matas Juremá
[03:46.62] São caminhos de Rudá, Divino Senhor
[03:49.17] É flecha certeira no peito
[03:49.38] Anahy, um sentimento que Monã me entregou
[03:50.10] Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
[03:52.34] O som da paz compõe o meu viver
[03:57.90] No coração da aldeia sonha um curumim
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[04:43.64] Quando a luz do dia no Yby se apagou
[04:49.24] A noite, um mistério de Guarandirô
[04:49.81] Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
[04:51.36] Abaeté... meu nome é coragem!
[04:52.58] Levado em um sopro de esperança
[05:02.37] Desafio a solidão da eternidade
[05:05.38]
[05:07.49] No meu silêncio vejo o caos, destruição
[05:10.37] Os karaíbas sangrando esse chão
[05:15.65] Mas do meu pranto renasce o amanhã
[05:20.08] Despertando nos braços de Cunhã
[05:22.34] Despertando nos braços de Cunhã
[05:26.52] Ecoa na aldeia um canto Parajá
[05:31.22] Em Tom Maior bate o meu Mangará
[05:32.78]