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Horizontal

👤 Ponto Nulo No Céu 🎼 Pintando Quadros do Invisível ⏱️ 3:36
🎵 1346 characters
⏱️ 3:36 duration
🆔 ID: 12339450

📜 Lyrics

Te liberta dessa vida paralela
Desconstroi as grades que te limitam nessa cela
Tão cheia de vazio, por onde te invadiu
Frio
As tuas primaveras te privam de olhar pela janela
E então perceber que lá fora
Os corações ainda insistem em se encontrar,
E respirar o mesmo ar
Emergindo de seus vastos mares, particulares
De dúvidas
Desprende e corta o fino fio
Daquilo tudo que fora jogado fora
No último eu das últimas horas
Os teus carnavais sempre passam de maneiras iguais
Tuas avenidas varridas de fantasias banais
Enquanto a dormência ocupa os lugares
Nos teus dias mais vulgares
Fecha os olhos pra sentir,
Esquece os ouvidos pra se ouvir.
E aprendizado da fala certa se aquieta,
Aí o pensamento desperta, mata de fome de nada,
Tanta necessidade plastificada,
E não importa a cor
E não importa não
E não importa a cor que tens por fora,
A consciência ignora os privilégios
As diferenças exteriorizadas são apagadas
Quando a gente entende
Que nada nos livra da queda (é perpendicular)
Enquanto a vida erra na horizontal lá fora
E os corações ainda insistem em se encontrar,
E respirar o mesmo ar
Emergindo de seus vastos mares, particulares
De dúvidas
E os corações ainda insistem em se encontrar,
E respirar o mesmo ar
Imersos num mar de dúvidas
Pulsando amor sem se entregar
Sem se entregar
Os corações sem se entregar

⏱️ Synced Lyrics

[00:07.83] Te liberta dessa vida paralela
[00:11.86] Desconstroi as grades que te limitam nessa cela
[00:16.36] Tão cheia de vazio, por onde te invadiu
[00:19.99] Frio
[00:21.62] As tuas primaveras te privam de olhar pela janela
[00:28.78] E então perceber que lá fora
[00:36.78] Os corações ainda insistem em se encontrar,
[00:44.16] E respirar o mesmo ar
[00:49.83] Emergindo de seus vastos mares, particulares
[00:59.83] De dúvidas
[01:07.64] Desprende e corta o fino fio
[01:11.37] Daquilo tudo que fora jogado fora
[01:16.05] No último eu das últimas horas
[01:21.69] Os teus carnavais sempre passam de maneiras iguais
[01:26.48] Tuas avenidas varridas de fantasias banais
[01:35.13] Enquanto a dormência ocupa os lugares
[01:38.86] Nos teus dias mais vulgares
[01:42.40] Fecha os olhos pra sentir,
[01:45.07] Esquece os ouvidos pra se ouvir.
[01:48.08] E aprendizado da fala certa se aquieta,
[01:51.11] Aí o pensamento desperta, mata de fome de nada,
[01:55.37] Tanta necessidade plastificada,
[01:58.30] E não importa a cor
[02:00.95] E não importa não
[02:03.84] E não importa a cor que tens por fora,
[02:07.35] A consciência ignora os privilégios
[02:15.47] As diferenças exteriorizadas são apagadas
[02:19.67] Quando a gente entende
[02:21.45] Que nada nos livra da queda (é perpendicular)
[02:25.17] Enquanto a vida erra na horizontal lá fora
[02:33.17] E os corações ainda insistem em se encontrar,
[02:40.88] E respirar o mesmo ar
[02:46.23] Emergindo de seus vastos mares, particulares
[02:56.43] De dúvidas
[03:07.48] E os corações ainda insistem em se encontrar,
[03:13.26] E respirar o mesmo ar
[03:16.92] Imersos num mar de dúvidas
[03:24.47] Pulsando amor sem se entregar
[03:27.02] Sem se entregar
[03:30.46] Os corações sem se entregar
[03:32.80]

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