Na Vala
🎵 1925 characters
⏱️ 5:28 duration
🆔 ID: 12382911
📜 Lyrics
E ele acorda, com a cara na vala
Com o gosto do sangue e do barro
E a dor dos seus dentes quebrados
Tentando lembrar do que tinha rolado
De todo seu corpo gelado
Da corda com nó apertado
Tentando ficar acordado depois de ter sido espancado
E ele levanta assustado
Procurando por todos os lados
E lembra do plano dos "nóia" que o sequestraram
E corre desesperado
Quando escuta o grito abafado
E vão estuprar sua mulher, fatiar e jogar no primeiro buraco
Não tem mais forças pra levantar
Suas preces ficaram ao chão
Sem mais forças para gritar
Mais um corpo estirado no chão
Nem era pra estar nessa estrada
Mas homem que é homem tem que ver de perto
Olhar o corpo do filho na chapa de ferro
Dentro do necrotério
Amoroso, educado, inteligente e esforçado
Foi quando roubaram o seu carro
E os deixaram jogados de lado
Poderia ser o seu filho
Poderia ser sua mulher
O que mais vai rolar nesse estresse?
Será que ele termina de pé?
E ele vê o seu carro, num barranco capotado
A mulher presa nos ferros e os "nóia" só com uns machucados
Não tem mais forças pra levantar
Suas preces ficaram ao chão
Sem mais forças para gritar
Mais um corpo estirado no chão
O que você faria se alguém destruísse sua vida em um dia
O que você faria? Você vingaria?
Se você tivesse a chance de vingar suas perdas, me diga
O que você faria? Você se vingaria?
Cadê seu Deus?
Cadê seu Deus?
Cadê seu Deus?
Cadê seu Deus?
Se joga no meio do pai esperando uma luz pra poder te guiar
No inferno, o brilho da água no chão
Quando a chuva chegou pra lavar
E com a arma já carregada apontada na cara dos canalhas
Não sabe se abaixa a arma ou bota pra conta do papa
A sirene toca, os "homi" chega e ele só fica assistindo
E vai viver com a tristeza, mas nunca como assassino
No rosto a cicatriz da bala, no olho o brilho da lágrima
No peito a saudade que nunca acaba
Nada será como antes, até o próximo instante
Com o gosto do sangue e do barro
E a dor dos seus dentes quebrados
Tentando lembrar do que tinha rolado
De todo seu corpo gelado
Da corda com nó apertado
Tentando ficar acordado depois de ter sido espancado
E ele levanta assustado
Procurando por todos os lados
E lembra do plano dos "nóia" que o sequestraram
E corre desesperado
Quando escuta o grito abafado
E vão estuprar sua mulher, fatiar e jogar no primeiro buraco
Não tem mais forças pra levantar
Suas preces ficaram ao chão
Sem mais forças para gritar
Mais um corpo estirado no chão
Nem era pra estar nessa estrada
Mas homem que é homem tem que ver de perto
Olhar o corpo do filho na chapa de ferro
Dentro do necrotério
Amoroso, educado, inteligente e esforçado
Foi quando roubaram o seu carro
E os deixaram jogados de lado
Poderia ser o seu filho
Poderia ser sua mulher
O que mais vai rolar nesse estresse?
Será que ele termina de pé?
E ele vê o seu carro, num barranco capotado
A mulher presa nos ferros e os "nóia" só com uns machucados
Não tem mais forças pra levantar
Suas preces ficaram ao chão
Sem mais forças para gritar
Mais um corpo estirado no chão
O que você faria se alguém destruísse sua vida em um dia
O que você faria? Você vingaria?
Se você tivesse a chance de vingar suas perdas, me diga
O que você faria? Você se vingaria?
Cadê seu Deus?
Cadê seu Deus?
Cadê seu Deus?
Cadê seu Deus?
Se joga no meio do pai esperando uma luz pra poder te guiar
No inferno, o brilho da água no chão
Quando a chuva chegou pra lavar
E com a arma já carregada apontada na cara dos canalhas
Não sabe se abaixa a arma ou bota pra conta do papa
A sirene toca, os "homi" chega e ele só fica assistindo
E vai viver com a tristeza, mas nunca como assassino
No rosto a cicatriz da bala, no olho o brilho da lágrima
No peito a saudade que nunca acaba
Nada será como antes, até o próximo instante
⏱️ Synced Lyrics
[01:32.24] E ele acorda, com a cara na vala
[01:34.17] Com o gosto do sangue e do barro
[01:35.97] E a dor dos seus dentes quebrados
[01:36.78] Tentando lembrar do que tinha rolado
[01:39.53] De todo seu corpo gelado
[01:41.33] Da corda com nó apertado
[01:43.18] Tentando ficar acordado depois de ter sido espancado
[01:46.76] E ele levanta assustado
[01:48.22] Procurando por todos os lados
[01:49.97] E lembra do plano dos "nóia" que o sequestraram
[01:53.12] E corre desesperado
[01:54.96] Quando escuta o grito abafado
[01:56.70] E vão estuprar sua mulher, fatiar e jogar no primeiro buraco
[02:01.27] Não tem mais forças pra levantar
[02:05.43] Suas preces ficaram ao chão
[02:08.96] Sem mais forças para gritar
[02:12.66] Mais um corpo estirado no chão
[02:15.31] Nem era pra estar nessa estrada
[02:16.79] Mas homem que é homem tem que ver de perto
[02:18.43] Olhar o corpo do filho na chapa de ferro
[02:21.12] Dentro do necrotério
[02:22.98] Amoroso, educado, inteligente e esforçado
[02:26.02] Foi quando roubaram o seu carro
[02:27.44] E os deixaram jogados de lado
[02:28.84] Poderia ser o seu filho
[02:31.94] Poderia ser sua mulher
[02:33.19] O que mais vai rolar nesse estresse?
[02:35.09] Será que ele termina de pé?
[02:36.99] E ele vê o seu carro, num barranco capotado
[02:40.36] A mulher presa nos ferros e os "nóia" só com uns machucados
[02:43.86] Não tem mais forças pra levantar
[02:48.33] Suas preces ficaram ao chão
[02:51.94] Sem mais forças para gritar
[02:55.84] Mais um corpo estirado no chão
[02:58.32] O que você faria se alguém destruísse sua vida em um dia
[03:05.47] O que você faria? Você vingaria?
[03:10.98] Se você tivesse a chance de vingar suas perdas, me diga
[03:18.10] O que você faria? Você se vingaria?
[03:28.38]
[03:56.14] Cadê seu Deus?
[03:59.70] Cadê seu Deus?
[04:02.47] Cadê seu Deus?
[04:06.96] Cadê seu Deus?
[04:10.77] Se joga no meio do pai esperando uma luz pra poder te guiar
[04:13.47] No inferno, o brilho da água no chão
[04:15.23] Quando a chuva chegou pra lavar
[04:16.20] E com a arma já carregada apontada na cara dos canalhas
[04:21.23] Não sabe se abaixa a arma ou bota pra conta do papa
[04:26.20]
[04:37.70] A sirene toca, os "homi" chega e ele só fica assistindo
[04:42.82] E vai viver com a tristeza, mas nunca como assassino
[04:45.84] No rosto a cicatriz da bala, no olho o brilho da lágrima
[04:53.24] No peito a saudade que nunca acaba
[05:01.34] Nada será como antes, até o próximo instante
[05:04.81]
[01:34.17] Com o gosto do sangue e do barro
[01:35.97] E a dor dos seus dentes quebrados
[01:36.78] Tentando lembrar do que tinha rolado
[01:39.53] De todo seu corpo gelado
[01:41.33] Da corda com nó apertado
[01:43.18] Tentando ficar acordado depois de ter sido espancado
[01:46.76] E ele levanta assustado
[01:48.22] Procurando por todos os lados
[01:49.97] E lembra do plano dos "nóia" que o sequestraram
[01:53.12] E corre desesperado
[01:54.96] Quando escuta o grito abafado
[01:56.70] E vão estuprar sua mulher, fatiar e jogar no primeiro buraco
[02:01.27] Não tem mais forças pra levantar
[02:05.43] Suas preces ficaram ao chão
[02:08.96] Sem mais forças para gritar
[02:12.66] Mais um corpo estirado no chão
[02:15.31] Nem era pra estar nessa estrada
[02:16.79] Mas homem que é homem tem que ver de perto
[02:18.43] Olhar o corpo do filho na chapa de ferro
[02:21.12] Dentro do necrotério
[02:22.98] Amoroso, educado, inteligente e esforçado
[02:26.02] Foi quando roubaram o seu carro
[02:27.44] E os deixaram jogados de lado
[02:28.84] Poderia ser o seu filho
[02:31.94] Poderia ser sua mulher
[02:33.19] O que mais vai rolar nesse estresse?
[02:35.09] Será que ele termina de pé?
[02:36.99] E ele vê o seu carro, num barranco capotado
[02:40.36] A mulher presa nos ferros e os "nóia" só com uns machucados
[02:43.86] Não tem mais forças pra levantar
[02:48.33] Suas preces ficaram ao chão
[02:51.94] Sem mais forças para gritar
[02:55.84] Mais um corpo estirado no chão
[02:58.32] O que você faria se alguém destruísse sua vida em um dia
[03:05.47] O que você faria? Você vingaria?
[03:10.98] Se você tivesse a chance de vingar suas perdas, me diga
[03:18.10] O que você faria? Você se vingaria?
[03:28.38]
[03:56.14] Cadê seu Deus?
[03:59.70] Cadê seu Deus?
[04:02.47] Cadê seu Deus?
[04:06.96] Cadê seu Deus?
[04:10.77] Se joga no meio do pai esperando uma luz pra poder te guiar
[04:13.47] No inferno, o brilho da água no chão
[04:15.23] Quando a chuva chegou pra lavar
[04:16.20] E com a arma já carregada apontada na cara dos canalhas
[04:21.23] Não sabe se abaixa a arma ou bota pra conta do papa
[04:26.20]
[04:37.70] A sirene toca, os "homi" chega e ele só fica assistindo
[04:42.82] E vai viver com a tristeza, mas nunca como assassino
[04:45.84] No rosto a cicatriz da bala, no olho o brilho da lágrima
[04:53.24] No peito a saudade que nunca acaba
[05:01.34] Nada será como antes, até o próximo instante
[05:04.81]