Lobisomem
🎵 1987 characters
⏱️ 7:54 duration
🆔 ID: 12386086
📜 Lyrics
do sétimo filho vai nascer um lobo
que se perde e pede socorro
nada pode lhe parar: nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir, uivos negros emitir
corpo enegrecido olhos feito a lua
mente podre obscura vazia e crua
quando minha mão chegar na garganta da fera
vou provar ao povo meu ou pro inferno vou com seu terror
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
"quando eu morrer, não soltem meu cavalo
nas pedras do meu pasto incendiado
fustiguem-lhe seu dorso alanceado
com a espora d'ouro, até matá-lo
um dos meus filhos deve cavalgá-lo
numa sela de couro esverdeado
que arraste pelo chão pedroso e pardo
chapas de cobre, sinos e badalos
assim, com o raio e o cobre percutido
tropel de cascos, sangue do castanho
talvez se finja o som d'ouro fundido
que'em vão, sangue insensato e vagabundo
tentei forjar, no meu cantar estranho
à tez da minha fera e ao sol do mundo'
'mas eu enfrentarei o sol divino
o olhar sagrado em que a pantera arde
saberei porque a teia do destino
não houve quem cortasse ou desatasse
não serei orgulhoso nem covarde
que o sangue se rebela ao toque e ao sino
verei feita em topázio a luz da tarde
pedra do sono e cetro do assassino
ela virá, mulher, aflando as asas
com os dentes de cristal, feitos de brasas
e há de sagrar-me a vista o gavião
mas sei, também, que só assim verei
a coroa da chama e deus, meu rei
assentado em seu trono do sertão"
nada pode me parar
nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir
uivos negros emitir
nada pode me parar
nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir
uivos negros emitir
quando minha mão chegar
na garganta da fera
vou provar o povo meu
ou pro inferno vou com seu
nada pode me parar
nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir
uivos negros emitir
quando minha mão chegar
na garganta da fera
vou provar o povo meu
ou pro inferno vou com seu TERROR!
que se perde e pede socorro
nada pode lhe parar: nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir, uivos negros emitir
corpo enegrecido olhos feito a lua
mente podre obscura vazia e crua
quando minha mão chegar na garganta da fera
vou provar ao povo meu ou pro inferno vou com seu terror
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
besta-fera
demônio
assombração
lobisomem
"quando eu morrer, não soltem meu cavalo
nas pedras do meu pasto incendiado
fustiguem-lhe seu dorso alanceado
com a espora d'ouro, até matá-lo
um dos meus filhos deve cavalgá-lo
numa sela de couro esverdeado
que arraste pelo chão pedroso e pardo
chapas de cobre, sinos e badalos
assim, com o raio e o cobre percutido
tropel de cascos, sangue do castanho
talvez se finja o som d'ouro fundido
que'em vão, sangue insensato e vagabundo
tentei forjar, no meu cantar estranho
à tez da minha fera e ao sol do mundo'
'mas eu enfrentarei o sol divino
o olhar sagrado em que a pantera arde
saberei porque a teia do destino
não houve quem cortasse ou desatasse
não serei orgulhoso nem covarde
que o sangue se rebela ao toque e ao sino
verei feita em topázio a luz da tarde
pedra do sono e cetro do assassino
ela virá, mulher, aflando as asas
com os dentes de cristal, feitos de brasas
e há de sagrar-me a vista o gavião
mas sei, também, que só assim verei
a coroa da chama e deus, meu rei
assentado em seu trono do sertão"
nada pode me parar
nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir
uivos negros emitir
nada pode me parar
nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir
uivos negros emitir
quando minha mão chegar
na garganta da fera
vou provar o povo meu
ou pro inferno vou com seu
nada pode me parar
nem a prata, nem rezar
o demônio vai partir
uivos negros emitir
quando minha mão chegar
na garganta da fera
vou provar o povo meu
ou pro inferno vou com seu TERROR!
⏱️ Synced Lyrics
[00:31.01] Do sétimo filho vai nascer um lobo
[00:36.86] Que se perde e pede socorro
[00:42.56] Nada pode lhe parar: nem a prata, nem rezar
[00:48.16] O demônio vai partir, uivos negros emitir
[00:53.96] Corpo enegrecido olhos feito a lua
[00:59.98] Mente podre obscura vazia e crua
[01:05.63] Quando minha mão chegar na garganta da fera
[01:11.42] Vou provar ao povo meu ou pro inferno vou com seu terror
[01:34.24] Besta-fera
[01:35.58] Demônio
[01:37.23] Assombração
[01:38.50] Lobisomem
[01:40.02] Besta-fera
[01:41.44] Demônio
[01:42.78] Assombração
[01:44.17] Lobisomem
[01:58.65] Besta-fera
[02:00.09] Demônio
[02:01.63] Assombração
[02:02.97] Lobisomem
[02:04.36] Besta-fera
[02:05.65] Demônio
[02:07.03] Assombração
[02:08.75] Lobisomem
[04:55.85] "Quando eu morrer, não soltem meu cavalo
[04:58.60] Nas pedras do meu pasto incendiado
[05:01.06] Fustiguem-lhe seu dorso alanceado
[05:04.07] Com a espora d'ouro, até matá-lo
[05:05.91] Um dos meus filhos deve cavalgá-lo
[05:08.08] Numa sela de couro esverdeado
[05:10.26] Que arraste pelo chão pedroso e pardo
[05:12.41] Chapas de cobre, sinos e badalos
[05:15.43] Assim, com o raio e o cobre percutido
[05:19.01] Tropel de cascos, sangue do castanho
[05:21.77] Talvez se finja o som d'ouro fundido
[05:23.80] Que'em vão, sangue insensato e vagabundo
[05:26.79] Tentei forjar, no meu cantar estranho
[05:29.20] à tez da minha fera e ao sol do mundo'
[05:31.82] 'Mas eu enfrentarei o sol divino
[05:33.93] O olhar sagrado em que a pantera arde
[05:36.58] Saberei porque a teia do destino
[05:39.06] Não houve quem cortasse ou desatasse
[05:42.55] Não serei orgulhoso nem covarde
[05:45.20] Que o sangue se rebela ao toque e ao sino
[05:48.49] Verei feita em topázio a luz da tarde
[05:51.92] Pedra do sono e cetro do assassino
[05:54.38] Ela virá, mulher, aflando as asas
[05:57.65] Com os dentes de cristal, feitos de brasas
[06:00.82] E há de sagrar-me a vista o gavião
[06:03.51] Mas sei, também, que só assim verei
[06:06.22] A coroa da chama e deus, meu rei
[06:08.70] Assentado em seu trono do sertão"
[06:37.67] Nada pode me parar
[06:43.55] Nem a prata, nem rezar
[06:49.35] O demônio vai partir
[06:55.02] Uivos negros emitir
[07:00.76] Nada pode me parar
[07:03.51] Nem a prata, nem rezar
[07:06.59] O demônio vai partir
[07:09.27] Uivos negros emitir
[07:12.29] Quando minha mão chegar
[07:15.25] Na garganta da fera
[07:17.99] Vou provar o povo meu
[07:20.73] Ou pro inferno vou com seu
[07:23.75] Nada pode me parar
[07:26.67] Nem a prata, nem rezar
[07:29.52] O demônio vai partir
[07:32.56] Uivos negros emitir
[07:35.25] Quando minha mão chegar
[07:38.14] Na garganta da fera
[07:40.99] Vou provar o povo meu
[07:43.94] Ou pro inferno vou com seu TERROR!
[07:48.90]
[00:36.86] Que se perde e pede socorro
[00:42.56] Nada pode lhe parar: nem a prata, nem rezar
[00:48.16] O demônio vai partir, uivos negros emitir
[00:53.96] Corpo enegrecido olhos feito a lua
[00:59.98] Mente podre obscura vazia e crua
[01:05.63] Quando minha mão chegar na garganta da fera
[01:11.42] Vou provar ao povo meu ou pro inferno vou com seu terror
[01:34.24] Besta-fera
[01:35.58] Demônio
[01:37.23] Assombração
[01:38.50] Lobisomem
[01:40.02] Besta-fera
[01:41.44] Demônio
[01:42.78] Assombração
[01:44.17] Lobisomem
[01:58.65] Besta-fera
[02:00.09] Demônio
[02:01.63] Assombração
[02:02.97] Lobisomem
[02:04.36] Besta-fera
[02:05.65] Demônio
[02:07.03] Assombração
[02:08.75] Lobisomem
[04:55.85] "Quando eu morrer, não soltem meu cavalo
[04:58.60] Nas pedras do meu pasto incendiado
[05:01.06] Fustiguem-lhe seu dorso alanceado
[05:04.07] Com a espora d'ouro, até matá-lo
[05:05.91] Um dos meus filhos deve cavalgá-lo
[05:08.08] Numa sela de couro esverdeado
[05:10.26] Que arraste pelo chão pedroso e pardo
[05:12.41] Chapas de cobre, sinos e badalos
[05:15.43] Assim, com o raio e o cobre percutido
[05:19.01] Tropel de cascos, sangue do castanho
[05:21.77] Talvez se finja o som d'ouro fundido
[05:23.80] Que'em vão, sangue insensato e vagabundo
[05:26.79] Tentei forjar, no meu cantar estranho
[05:29.20] à tez da minha fera e ao sol do mundo'
[05:31.82] 'Mas eu enfrentarei o sol divino
[05:33.93] O olhar sagrado em que a pantera arde
[05:36.58] Saberei porque a teia do destino
[05:39.06] Não houve quem cortasse ou desatasse
[05:42.55] Não serei orgulhoso nem covarde
[05:45.20] Que o sangue se rebela ao toque e ao sino
[05:48.49] Verei feita em topázio a luz da tarde
[05:51.92] Pedra do sono e cetro do assassino
[05:54.38] Ela virá, mulher, aflando as asas
[05:57.65] Com os dentes de cristal, feitos de brasas
[06:00.82] E há de sagrar-me a vista o gavião
[06:03.51] Mas sei, também, que só assim verei
[06:06.22] A coroa da chama e deus, meu rei
[06:08.70] Assentado em seu trono do sertão"
[06:37.67] Nada pode me parar
[06:43.55] Nem a prata, nem rezar
[06:49.35] O demônio vai partir
[06:55.02] Uivos negros emitir
[07:00.76] Nada pode me parar
[07:03.51] Nem a prata, nem rezar
[07:06.59] O demônio vai partir
[07:09.27] Uivos negros emitir
[07:12.29] Quando minha mão chegar
[07:15.25] Na garganta da fera
[07:17.99] Vou provar o povo meu
[07:20.73] Ou pro inferno vou com seu
[07:23.75] Nada pode me parar
[07:26.67] Nem a prata, nem rezar
[07:29.52] O demônio vai partir
[07:32.56] Uivos negros emitir
[07:35.25] Quando minha mão chegar
[07:38.14] Na garganta da fera
[07:40.99] Vou provar o povo meu
[07:43.94] Ou pro inferno vou com seu TERROR!
[07:48.90]