(Que Será de Ti) Lisboa
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⏱️ 3:57 duration
🆔 ID: 12409904
📜 Lyrics
Há cidades cor-de-cinza, onde as mulheres
se agitam velozmente, como o tempo que passou.
Que memórias guardam, os lugares esquecidos
as pedras do teu silêncio que eu cruzo dia-a-dia.
Onde estão os berços
dos filhos que carregas
não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
Há cidades que se envolvem de progresso e tradição
dotadas de uma inteira falta de imaginação.
Fecham-se as esplanadas, sujam-se os passeios
gastam-se os Domingos num gigante templo de consumo.
Onde estão os berços
dos filhos que carregas
não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
ninguém escuta a tua prece, que será de ti, Lisboa?
se agitam velozmente, como o tempo que passou.
Que memórias guardam, os lugares esquecidos
as pedras do teu silêncio que eu cruzo dia-a-dia.
Onde estão os berços
dos filhos que carregas
não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
Há cidades que se envolvem de progresso e tradição
dotadas de uma inteira falta de imaginação.
Fecham-se as esplanadas, sujam-se os passeios
gastam-se os Domingos num gigante templo de consumo.
Onde estão os berços
dos filhos que carregas
não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
ninguém escuta a tua prece, que será de ti, Lisboa?
⏱️ Synced Lyrics
[00:21.68] Há cidades cor-de-cinza, onde as mulheres
[00:26.44] Se agitam velozmente, como o tempo que passou.
[00:33.50] Que memórias guardam, os lugares esquecidos
[00:38.72] As pedras do teu silêncio que eu cruzo dia-a-dia.
[00:46.24] Onde estão os berços
[00:50.68] Dos filhos que carregas
[00:55.65] Não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
[01:15.03] Há cidades que se envolvem de progresso e tradição
[01:20.03] Dotadas de uma inteira falta de imaginação.
[01:26.58] Fecham-se as esplanadas, sujam-se os passeios
[01:31.55] Gastam-se os Domingos num gigante templo de consumo.
[01:39.15] Onde estão os berços
[01:43.77] Dos filhos que carregas
[01:48.12] Não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
[01:58.01] Ninguém escuta a tua prece, que será de ti, Lisboa?
[03:22.51]
[00:26.44] Se agitam velozmente, como o tempo que passou.
[00:33.50] Que memórias guardam, os lugares esquecidos
[00:38.72] As pedras do teu silêncio que eu cruzo dia-a-dia.
[00:46.24] Onde estão os berços
[00:50.68] Dos filhos que carregas
[00:55.65] Não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
[01:15.03] Há cidades que se envolvem de progresso e tradição
[01:20.03] Dotadas de uma inteira falta de imaginação.
[01:26.58] Fecham-se as esplanadas, sujam-se os passeios
[01:31.55] Gastam-se os Domingos num gigante templo de consumo.
[01:39.15] Onde estão os berços
[01:43.77] Dos filhos que carregas
[01:48.12] Não os vês crescer na rua, estão dentro de ti, Lisboa
[01:58.01] Ninguém escuta a tua prece, que será de ti, Lisboa?
[03:22.51]