Homo Erectus Plus
🎵 1135 characters
⏱️ 5:35 duration
🆔 ID: 12471604
📜 Lyrics
Tô me sentindo o lixo
Que eu já pressenti poder ser
Tô me sentindo o lixo
Que eu já pressenti poder ser
Estou em perigo, oh
Uma cobra me mordeu e sua cauda me enroscou
Fui no inferninho, oh
E o diabo me contou que mais um anjo nasceu
Fim de período, oh
Oito laudas de pressão, quatro filtros de papel
O primitivo, o que de poesia destruiria esse sorriso que prefacia
E disfarça o monstro pós-moderno, sem cara que te estrangule
E te submete à burocracia do narciso
Entre jogos de azar e o desenterrar de corpos políticos
Lacerda, Sarney, Serra
Referenciando na viagem, assim, suas respectivas decomposições
As sádicas peripécias
Na pochete, uma tesoura que conota
A marcialidade na produção da própria justiça
Nas minhas mãos, a caneta que ele me deu
Mas seria através dela canalizar o delírio
Decantar do tempo e sofrimento magias que já não encantam
As cortinas não escondem mais os tons amargos
E essa freak toda
Pra eu tentar me proteger
As cortinas não escondem mais os tons amargos
E essa freak fere
Essa fera freak, fere freak
Essa fera freak fere
Essa freak fere
Essa freak fere
Essa freak fere
Que eu já pressenti poder ser
Tô me sentindo o lixo
Que eu já pressenti poder ser
Estou em perigo, oh
Uma cobra me mordeu e sua cauda me enroscou
Fui no inferninho, oh
E o diabo me contou que mais um anjo nasceu
Fim de período, oh
Oito laudas de pressão, quatro filtros de papel
O primitivo, o que de poesia destruiria esse sorriso que prefacia
E disfarça o monstro pós-moderno, sem cara que te estrangule
E te submete à burocracia do narciso
Entre jogos de azar e o desenterrar de corpos políticos
Lacerda, Sarney, Serra
Referenciando na viagem, assim, suas respectivas decomposições
As sádicas peripécias
Na pochete, uma tesoura que conota
A marcialidade na produção da própria justiça
Nas minhas mãos, a caneta que ele me deu
Mas seria através dela canalizar o delírio
Decantar do tempo e sofrimento magias que já não encantam
As cortinas não escondem mais os tons amargos
E essa freak toda
Pra eu tentar me proteger
As cortinas não escondem mais os tons amargos
E essa freak fere
Essa fera freak, fere freak
Essa fera freak fere
Essa freak fere
Essa freak fere
Essa freak fere
⏱️ Synced Lyrics
[01:14.03] Tô me sentindo o lixo
[01:20.30] Que eu já pressenti poder ser
[01:29.47] Tô me sentindo o lixo
[01:35.75] Que eu já pressenti poder ser
[01:44.72] Estou em perigo, oh
[01:51.00] Uma cobra me mordeu e sua cauda me enroscou
[02:00.55] Fui no inferninho, oh
[02:06.61] E o diabo me contou que mais um anjo nasceu
[02:15.77] Fim de período, oh
[02:22.01] Oito laudas de pressão, quatro filtros de papel
[02:30.33]
[02:54.26] O primitivo, o que de poesia destruiria esse sorriso que prefacia
[02:58.98] E disfarça o monstro pós-moderno, sem cara que te estrangule
[03:03.09] E te submete à burocracia do narciso
[03:06.37] Entre jogos de azar e o desenterrar de corpos políticos
[03:10.50] Lacerda, Sarney, Serra
[03:13.33] Referenciando na viagem, assim, suas respectivas decomposições
[03:18.01] As sádicas peripécias
[03:20.81] Na pochete, uma tesoura que conota
[03:22.88] A marcialidade na produção da própria justiça
[03:25.80] Nas minhas mãos, a caneta que ele me deu
[03:29.45] Mas seria através dela canalizar o delírio
[03:33.45] Decantar do tempo e sofrimento magias que já não encantam
[03:39.85] As cortinas não escondem mais os tons amargos
[03:47.55] E essa freak toda
[03:50.38] Pra eu tentar me proteger
[03:54.92] As cortinas não escondem mais os tons amargos
[04:02.52] E essa freak fere
[04:06.73] Essa fera freak, fere freak
[04:11.20]
[04:14.38] Essa fera freak fere
[04:17.91]
[04:22.14] Essa freak fere
[04:29.40] Essa freak fere
[04:32.81]
[04:37.42] Essa freak fere
[04:40.73]
[01:20.30] Que eu já pressenti poder ser
[01:29.47] Tô me sentindo o lixo
[01:35.75] Que eu já pressenti poder ser
[01:44.72] Estou em perigo, oh
[01:51.00] Uma cobra me mordeu e sua cauda me enroscou
[02:00.55] Fui no inferninho, oh
[02:06.61] E o diabo me contou que mais um anjo nasceu
[02:15.77] Fim de período, oh
[02:22.01] Oito laudas de pressão, quatro filtros de papel
[02:30.33]
[02:54.26] O primitivo, o que de poesia destruiria esse sorriso que prefacia
[02:58.98] E disfarça o monstro pós-moderno, sem cara que te estrangule
[03:03.09] E te submete à burocracia do narciso
[03:06.37] Entre jogos de azar e o desenterrar de corpos políticos
[03:10.50] Lacerda, Sarney, Serra
[03:13.33] Referenciando na viagem, assim, suas respectivas decomposições
[03:18.01] As sádicas peripécias
[03:20.81] Na pochete, uma tesoura que conota
[03:22.88] A marcialidade na produção da própria justiça
[03:25.80] Nas minhas mãos, a caneta que ele me deu
[03:29.45] Mas seria através dela canalizar o delírio
[03:33.45] Decantar do tempo e sofrimento magias que já não encantam
[03:39.85] As cortinas não escondem mais os tons amargos
[03:47.55] E essa freak toda
[03:50.38] Pra eu tentar me proteger
[03:54.92] As cortinas não escondem mais os tons amargos
[04:02.52] E essa freak fere
[04:06.73] Essa fera freak, fere freak
[04:11.20]
[04:14.38] Essa fera freak fere
[04:17.91]
[04:22.14] Essa freak fere
[04:29.40] Essa freak fere
[04:32.81]
[04:37.42] Essa freak fere
[04:40.73]