Home 🎬 Bollywood 🎵 Pakistani 🎤 English Pop

Só No Sábado Que Vem Fandangueando Chimarrita Galponeira Vida Buenacha (Ao Vivo)

👤 Os Monarcas 🎼 Edição Especial Os Monarcas E Chiquito & Bordoneio (Ao Vivo) ⏱️ 8:46
🎵 4262 characters
⏱️ 8:46 duration
🆔 ID: 12492898

📜 Lyrics

E quem gostar pode segurar na palma da mão, vai!
Vamo lá, Erechim!
E esse é o tranco do Rio Grande

Pela estrada do pampa, se vamo'
Faceirote batendo na marca
Emponchado de bailes e festas
Essa é a vida que leva Os Monarcas

Não há chuva, frio ou mormaço
Que atrapalhe um só compromisso
O Rio Grande está satisfeito
Orgulhoso do nosso serviço

No fechar da porteira do baile
Rebanhamos saudade e lembranças
Vem a aurora vestida de prenda
Nasce o dia pra outras andanças

Tio Chico e tio Gildo no dueto de sanfona
Mais ou menos

Bonito demais!

Vamos dançar a chamarrita que é dança galponeira
Que nasceu lá na Argentina e se bandeou pela fronteira
Prima rica do bugio, no compasso de vanera
É dança que virou moda da moçada dançadeira
É dança que virou moda da moçada dançadeira

Não tem prenda que resista ao compasso desta dança
Seja velho, ou seja moço, dá-lhe casco e não se cansa
Se o gaiteiro é bom de fole, se desdobra e se desmancha
E a gauchada se assanha, gritando e pedindo cancha

E agora, tio Nelson
Que prazer imenso cantar com o Bordoneio
Abre o peito e canta bonito!
Com certeza, Márcio

Vamos dançar a chamarrita que é dança galponeira
Que nasceu lá na Argentina e se bandeou pela fronteira
Prima rica do bugio, no compasso de vanera
É dança que virou moda da moçada dançadeira
É dança que virou moda da moçada dançadeira

No balanço dessa dança dois por um, bem compassado
Não tem par que não se acerte e nem prenda sem namorado
O salão fica pequeno, a chinoca mais bonita
Abram alas minha gente, pra dançar a chamarrita

(Vem!) Só no sábado que vem, vai!

A chamarra solta a cincha num corcoveio rabonado
E um lampião acende a chama, clareando os quatro costados
Vem sestrosa da cozinha, igual mulita da toca
Com tope de fita e tudo, um exemplar de chinoca

É, hoje, penso ligeiro, que gasto um eito de prosa
E levo pros meus pelegos essa prendinha dengosa
É hoje, penso ligeiro, que gasto um eito de prosa
E levo pros meus pelegos, esta prendinha dengosa

Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
Começa no lusco fusco e só cala no arrebol
Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
Começa no lusco fusco e só cala no arrebol

Lindo demais!
Chega aí, Vavá
Vê se divide o verso com Chiquito e Bordoneio
Contigo, meu irmão

Entre poeira e brilhantina, se foi meu taco de bota
Surrando o lombo do chão, montando nota por nota
Saudando a barra do dia, lá do fundo do quintal
O galo despertador, sola um canto matinal

Cala-se a velha cordeona, dorme o seu lampião sonolento
E a prosa que não gastei, levo de volta nos tentos
Retorno como cheguei, eu, o pingo e mais ninguém
Porque a resposta da prenda, só no sábado que vem

Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
Começa no lusco fusco e só cala no arrebol
Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
Começa no lusco fusco e só cala no arrebol

Como é bonito ver na nova alvorada
A linda noite calada aos poucos ir se bandeando
E eu mateando ao redor de um braseiro
Ouvindo no arvoredo os passarinhos cantando

Novo horizonte, um clarão que anuncia
Indicando um novo dia e o sol que vai chegar
Para esquentar a terra fria do orvalho
E servir de agasalho a quem dele precisar

A esquentar a terra fria do orvalho
E servir de agasalho a quem dele precisar

Vida buenacha que faz bem e dá prazer
É sentir no amanhecer, o sabor da natureza
Tantas belezas que muitos não as conhecem
Lá na cidade padecem, carregados de tristeza

Ô, tio Ivan, canta um pedaço comigo
Nessa grande vida buenacha, compadre
Lindo demais!

Após o mate, cafezito de chaleira
Oigalê, bóia campeira, feita pela tia Zéfinha
Acompanhado de broa e leite bem gordo
Misturado com o aponcho da bragata e da lancinha

Ao meio dia é a hora mais sagrada
Debaixo de uma ramada, prontito pra churrasquear
E o peão caseiro, já quase dentro do litro
Avisa que o cabrito tá no ponto de cortar

E o peão caseiro, já quase dentro do litro
Avisa que o cabrito tá no ponto de cortar

Vida buenacha que faz bem e dá prazer
É sentir no amanhecer, o sabor da natureza
Tantas belezas que muitos não as conhecem
Lá na cidade padecem, carregados de tristeza

Lá na cidade padecem, carregados de tristeza
Lá na cidade padecem, carregados de tristeza

⏱️ Synced Lyrics

[00:06.89] E quem gostar pode segurar na palma da mão, vai!
[00:09.63] Vamo lá, Erechim!
[00:10.75] E esse é o tranco do Rio Grande
[00:13.20]
[00:23.44] Pela estrada do pampa, se vamo'
[00:25.98] Faceirote batendo na marca
[00:28.13] Emponchado de bailes e festas
[00:30.62] Essa é a vida que leva Os Monarcas
[00:32.95] Não há chuva, frio ou mormaço
[00:35.50] Que atrapalhe um só compromisso
[00:37.88] O Rio Grande está satisfeito
[00:40.27] Orgulhoso do nosso serviço
[00:42.52] No fechar da porteira do baile
[00:44.93] Rebanhamos saudade e lembranças
[00:47.32] Vem a aurora vestida de prenda
[00:49.71] Nasce o dia pra outras andanças
[00:52.99] Tio Chico e tio Gildo no dueto de sanfona
[00:56.41] Mais ou menos
[00:58.58]
[01:19.94] Bonito demais!
[01:22.13]
[01:31.27] Vamos dançar a chamarrita que é dança galponeira
[01:36.05] Que nasceu lá na Argentina e se bandeou pela fronteira
[01:40.82] Prima rica do bugio, no compasso de vanera
[01:45.12] É dança que virou moda da moçada dançadeira
[01:49.98] É dança que virou moda da moçada dançadeira
[01:54.49] Não tem prenda que resista ao compasso desta dança
[01:59.50] Seja velho, ou seja moço, dá-lhe casco e não se cansa
[02:04.03] Se o gaiteiro é bom de fole, se desdobra e se desmancha
[02:09.46] E a gauchada se assanha, gritando e pedindo cancha
[02:16.56] E agora, tio Nelson
[02:18.09] Que prazer imenso cantar com o Bordoneio
[02:21.32] Abre o peito e canta bonito!
[02:23.19] Com certeza, Márcio
[02:25.55]
[02:33.68] Vamos dançar a chamarrita que é dança galponeira
[02:38.56] Que nasceu lá na Argentina e se bandeou pela fronteira
[02:43.23] Prima rica do bugio, no compasso de vanera
[02:47.43] É dança que virou moda da moçada dançadeira
[02:52.44] É dança que virou moda da moçada dançadeira
[02:56.97] No balanço dessa dança dois por um, bem compassado
[03:01.65] Não tem par que não se acerte e nem prenda sem namorado
[03:06.59] O salão fica pequeno, a chinoca mais bonita
[03:11.98] Abram alas minha gente, pra dançar a chamarrita
[03:16.41]
[03:21.33] (Vem!) Só no sábado que vem, vai!
[03:25.46] A chamarra solta a cincha num corcoveio rabonado
[03:30.40] E um lampião acende a chama, clareando os quatro costados
[03:35.27] Vem sestrosa da cozinha, igual mulita da toca
[03:40.18] Com tope de fita e tudo, um exemplar de chinoca
[03:44.81] É, hoje, penso ligeiro, que gasto um eito de prosa
[03:49.87] E levo pros meus pelegos essa prendinha dengosa
[03:54.70] É hoje, penso ligeiro, que gasto um eito de prosa
[03:59.55] E levo pros meus pelegos, esta prendinha dengosa
[04:06.34] Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
[04:11.45] Começa no lusco fusco e só cala no arrebol
[04:15.97] Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
[04:20.87] Começa no lusco fusco e só cala no arrebol
[04:26.55] Lindo demais!
[04:28.47] Chega aí, Vavá
[04:28.87] Vê se divide o verso com Chiquito e Bordoneio
[04:33.78] Contigo, meu irmão
[04:37.43] Entre poeira e brilhantina, se foi meu taco de bota
[04:42.43] Surrando o lombo do chão, montando nota por nota
[04:47.38] Saudando a barra do dia, lá do fundo do quintal
[04:52.26] O galo despertador, sola um canto matinal
[04:56.72] Cala-se a velha cordeona, dorme o seu lampião sonolento
[05:01.87] E a prosa que não gastei, levo de volta nos tentos
[05:06.73] Retorno como cheguei, eu, o pingo e mais ninguém
[05:11.36] Porque a resposta da prenda, só no sábado que vem
[05:18.40] Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
[05:23.37] Começa no lusco fusco e só cala no arrebol
[05:27.83] Uma cordeona castiga, lua a lua, sol a sol
[05:32.86] Começa no lusco fusco e só cala no arrebol
[05:38.06]
[05:56.46] Como é bonito ver na nova alvorada
[06:00.51] A linda noite calada aos poucos ir se bandeando
[06:05.79] E eu mateando ao redor de um braseiro
[06:10.13] Ouvindo no arvoredo os passarinhos cantando
[06:15.62] Novo horizonte, um clarão que anuncia
[06:19.77] Indicando um novo dia e o sol que vai chegar
[06:25.22] Para esquentar a terra fria do orvalho
[06:29.33] E servir de agasalho a quem dele precisar
[06:34.64] A esquentar a terra fria do orvalho
[06:38.83] E servir de agasalho a quem dele precisar
[06:44.59] Vida buenacha que faz bem e dá prazer
[06:48.49] É sentir no amanhecer, o sabor da natureza
[06:54.09] Tantas belezas que muitos não as conhecem
[06:58.46] Lá na cidade padecem, carregados de tristeza
[07:04.96] Ô, tio Ivan, canta um pedaço comigo
[07:08.03] Nessa grande vida buenacha, compadre
[07:10.74] Lindo demais!
[07:12.64]
[07:22.94] Após o mate, cafezito de chaleira
[07:26.72] Oigalê, bóia campeira, feita pela tia Zéfinha
[07:32.57] Acompanhado de broa e leite bem gordo
[07:36.48] Misturado com o aponcho da bragata e da lancinha
[07:42.10] Ao meio dia é a hora mais sagrada
[07:46.04] Debaixo de uma ramada, prontito pra churrasquear
[07:51.50] E o peão caseiro, já quase dentro do litro
[07:55.57] Avisa que o cabrito tá no ponto de cortar
[08:01.06] E o peão caseiro, já quase dentro do litro
[08:05.17] Avisa que o cabrito tá no ponto de cortar
[08:10.87] Vida buenacha que faz bem e dá prazer
[08:14.83] É sentir no amanhecer, o sabor da natureza
[08:20.30] Tantas belezas que muitos não as conhecem
[08:24.63] Lá na cidade padecem, carregados de tristeza
[08:29.50] Lá na cidade padecem, carregados de tristeza
[08:34.52] Lá na cidade padecem, carregados de tristeza
[08:41.73]

⭐ Rate These Lyrics

Average: 0.0/5 • 0 ratings