Eu Quero Ver o Oco (Ao Vivo | Acústico)
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📜 Lyrics
Fizera pouco em tê-lo deixado todo quebrado
Desfigurado, irreconhecível até pra mãe
Mãe, olha só que legal o carro que eu ganhei no Natal
Tu que me deu, disse: "Cuidado pra que não arranhe"
Menino doido, tu quebrou até os friso
Tem noção do prejuízo? Acho que o teu pai vai te matar
Os olhos dele esperando o carro do ano
Um modelo italiano que acabaram de inventar
Carrão da porra, tu pisava, ele voava
Tu freava, ele ancorava, e eu lá dentro a me debater
No bate-bate com a cabeça no volante
Voei pelo vidro da frente, a raiva preta eu não pude conter
Com o sague quente, cortei testa, quebrei os dente
E toda aquela gente, peste, num vem ninguém me ajudar
Nem se mexiam, pior que isso, eles riam
Teto preto, o tempo fecha, os ovo inflama, hora do pau cantar
Eu quero é ver o oco
Só na mãozada, eu deitei seis, mas detestei matar
Eu quero é ver o oco
Sem controle, tocando fole, é a hora de dançar
Meu ódio por automotores começou cedo
Depois que eu tranquei os dedo' na porta do Opalão
Meu pai de dentro se ria que se mijava
Achou que o filho festejava, era dia de Cosme e Damião
Depois do dedo, foi o braço, a perna, as costa'
Tu duvida? Bate aposta, pois muitos vão lhe testemunhar
Tanta fratura que deixa a doutora louca
É pino até no céu da boca, tu cansa só de tentar contar
Eu quero é ver o oco
É pedir muito uma enfermeira vir me ajudar?
Eu quero é ver o oco
Oh, enfermeira, gente boa, vem me medicar
Eu quero é ver o oco
Eu quero é ver o oco
Desfigurado, irreconhecível até pra mãe
Mãe, olha só que legal o carro que eu ganhei no Natal
Tu que me deu, disse: "Cuidado pra que não arranhe"
Menino doido, tu quebrou até os friso
Tem noção do prejuízo? Acho que o teu pai vai te matar
Os olhos dele esperando o carro do ano
Um modelo italiano que acabaram de inventar
Carrão da porra, tu pisava, ele voava
Tu freava, ele ancorava, e eu lá dentro a me debater
No bate-bate com a cabeça no volante
Voei pelo vidro da frente, a raiva preta eu não pude conter
Com o sague quente, cortei testa, quebrei os dente
E toda aquela gente, peste, num vem ninguém me ajudar
Nem se mexiam, pior que isso, eles riam
Teto preto, o tempo fecha, os ovo inflama, hora do pau cantar
Eu quero é ver o oco
Só na mãozada, eu deitei seis, mas detestei matar
Eu quero é ver o oco
Sem controle, tocando fole, é a hora de dançar
Meu ódio por automotores começou cedo
Depois que eu tranquei os dedo' na porta do Opalão
Meu pai de dentro se ria que se mijava
Achou que o filho festejava, era dia de Cosme e Damião
Depois do dedo, foi o braço, a perna, as costa'
Tu duvida? Bate aposta, pois muitos vão lhe testemunhar
Tanta fratura que deixa a doutora louca
É pino até no céu da boca, tu cansa só de tentar contar
Eu quero é ver o oco
É pedir muito uma enfermeira vir me ajudar?
Eu quero é ver o oco
Oh, enfermeira, gente boa, vem me medicar
Eu quero é ver o oco
Eu quero é ver o oco