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De Chão Batido / Rancho de Beira de Estrada (Ao Vivo)

👤 Os Serranos 🎼 Ao Vivo Na Expointer ⏱️ 9:12
🎵 4275 characters
⏱️ 9:12 duration
🆔 ID: 12548017

📜 Lyrics

Nos fandangos do Rio Grande
Sempre o peão tá bem pilchado
E a prenda com um lindo vestido
E nunca falta um gaiteiro afamado

Pra tocar a noite inteira
E acarcar uma vanera dessas: De Chão Batido

Vai que essa palminha sai melhor aí
Vamo lá, todo mundo
Vai na sede

Em xucra bailanta de fundo de campo
O fole e o tranco vão acolherados
O índio bombeia pro taco da bota
O destino galopa num sonho aporreado

Polvadeira levanta entre o sarandeio
É lindo o rodeio de chinas bonitas
Quem tem lida dura e a ideia madura
Com trago de pura a alma palpita

Atávico surungo de chão batido
Xucrismo curtido na tarca do tempo
Refaz invernadas de ânsias perdidas
E encilha a vida no lombo do vento

Esse acolhe, não é aquelas porqueira, irra!

Faz parte do mundo do homem campeiro
Dançar altaneiro no fim de semana
O gaúcho se arrima nos braços da china
E cutuca a sina com um trago de cana

Basta estar num fandango do nosso Rio Grande
Pra ver que se expande este elo gaúcho
Esta pura verdade que não tem idade
É a nossa identidade aguentando o repuxo

Atávico surungo de chão batido
Xucrismo curtido na tarca do tempo
Refaz invernadas de ânsias perdidas
E encilha a vida no lombo do vento

Depois de dançar muito
Numa bailanta de chão batido, companheiro (oi)
Só me resta dormir um pouquinho no
Rancho de beira da estrada, Edson (vamo pra lá)

Vamo pro rancho de beira de estrada
Vamo levar essa gente querida
Que tá aqui nos prestigiando na Expoente!

No meu rancho de beira de estrada
Não se come comida estrangeira
No meu rancho de beira de estrada
Não se come comida estrangeira

Mas se come arroz carreteiro
Churrasco e cuscuz, que é comida campeira
Mas se come arroz carreteiro
Churrasco e cuscuz, que é comida campeira

É a tal boia de sustância que eu te falo, guri
Aquela lá do Tibúrcio? É bem boa

No meu rancho de beira de estrada
Não se usa perfume francês
No meu rancho de beira de estrada
Não se usa perfume francês

Mas se usa uma água de cheiro
Com pouco tempero que a china me fez
Mas se usa uma água de cheiro
Com pouco tempero que a china me fez

O índio velho sai mais perfumado
Que mão de barbeiro
Sai arrumando casamento
Em qualquer esquina que chega, sô

Só por causa do cheiro
Aquele cheirinho maravilhoso de
Aqua Velva, Azurilho

No meu rancho de beira de estrada
Não se usa nem ventilador
No meu rancho de beira de estrada
Não se usa nem ventilador

Mas se usa abrir uma fresta
Que o vento refresca o seu interior
Mas se usa abrir uma fresta
Que o vento refresca o seu interior

No meu rancho de beira de estrada
Não se encontra a poluição
No meu rancho de beira de estrada
Não se encontra a poluição

Mas se encontra o ar dos mais puros
Dos campos mais verdes lá do meu rincão
Mas se encontra o ar dos mais puros
Dos campos mais verdes lá do meu rincão

Vou pedir pro homem da viola
Dar uma folheadinha aí
Senão vão pensar que o homem
Esqueceu de tocar a guitarra, tchê

Ele é bom, tchê

Vou te dar uma mãozinha
Vai tocando só daí pra cima

Vamo subindo mais

(O homem é bom)
Vai mais pra cima
Que eu quero ver se tu é bom mesmo, tchê

Agora terminou a guitarra?

Eita amigo do bom
Eu disse que o homem é de dar valor, companheiro
Deus o livre!

Do meu rancho de beira de estrada
Tenho a posse, também o domínio
Do meu rancho de beira de estrada
Tenho a posse, também o domínio

Não me envolvo com imobiliária
Não pago aluguel e o tal de condomínio
Não me envolvo com imobiliária
Não pago aluguel e o tal de condomínio

Antes de terminar essa canção, eu tenho que cantar
Pra vocês um verso dum amigo nosso lá de Lagoa Vermelha
Que por sinal tem o apelido de Lagoa (inclusive)

Ele me disse que esse
Esse verso ele fez especialmente pra essa nossa música
Porque 'tava faltando esse verso
Vamo ver se vocês vão dar razão pro autor, meu amigo Lagoa
Vamo ver se o pessoal concorda

No meu rancho de beira de estrada
Não se bebe uísque escocês
No meu rancho de beira de estrada
Não se bebe uísque escocês

Mas se bebe uma canha de guampa
Que o peito destanca num golpe de vez
Mas se bebe uma canha de guampa
Que o peito destanca num golpe de vez

E aí, grande companheiro?
Pra esquentar o peito
Tem que ser uma caninha aqui do Rio Grande mesmo
Ei! Obrigado, obrigado

⏱️ Synced Lyrics

[00:00.06] Nos fandangos do Rio Grande
[00:03.42] Sempre o peão tá bem pilchado
[00:06.13] E a prenda com um lindo vestido
[00:09.95] E nunca falta um gaiteiro afamado
[00:13.50] Pra tocar a noite inteira
[00:15.81] E acarcar uma vanera dessas: De Chão Batido
[00:20.72]
[00:31.94] Vai que essa palminha sai melhor aí
[00:33.90] Vamo lá, todo mundo
[00:37.74] Vai na sede
[00:42.52] Em xucra bailanta de fundo de campo
[00:48.17] O fole e o tranco vão acolherados
[00:53.31] O índio bombeia pro taco da bota
[00:58.43] O destino galopa num sonho aporreado
[01:03.82] Polvadeira levanta entre o sarandeio
[01:09.23] É lindo o rodeio de chinas bonitas
[01:14.61] Quem tem lida dura e a ideia madura
[01:20.04] Com trago de pura a alma palpita
[01:25.18] Atávico surungo de chão batido
[01:30.80] Xucrismo curtido na tarca do tempo
[01:36.28] Refaz invernadas de ânsias perdidas
[01:41.48] E encilha a vida no lombo do vento
[01:47.07]
[01:52.55] Esse acolhe, não é aquelas porqueira, irra!
[01:57.16]
[02:08.24] Faz parte do mundo do homem campeiro
[02:13.69] Dançar altaneiro no fim de semana
[02:18.84] O gaúcho se arrima nos braços da china
[02:24.22] E cutuca a sina com um trago de cana
[02:29.49] Basta estar num fandango do nosso Rio Grande
[02:35.25] Pra ver que se expande este elo gaúcho
[02:40.12] Esta pura verdade que não tem idade
[02:45.62] É a nossa identidade aguentando o repuxo
[02:50.74] Atávico surungo de chão batido
[02:56.48] Xucrismo curtido na tarca do tempo
[03:01.84] Refaz invernadas de ânsias perdidas
[03:07.38] E encilha a vida no lombo do vento
[03:12.93]
[03:21.94] Depois de dançar muito
[03:23.74] Numa bailanta de chão batido, companheiro (oi)
[03:26.79] Só me resta dormir um pouquinho no
[03:30.19] Rancho de beira da estrada, Edson (vamo pra lá)
[03:36.45] Vamo pro rancho de beira de estrada
[03:38.14] Vamo levar essa gente querida
[03:39.42] Que tá aqui nos prestigiando na Expoente!
[03:44.43] No meu rancho de beira de estrada
[03:46.96] Não se come comida estrangeira
[03:49.75] No meu rancho de beira de estrada
[03:52.35] Não se come comida estrangeira
[03:55.10] Mas se come arroz carreteiro
[03:57.56] Churrasco e cuscuz, que é comida campeira
[04:00.60] Mas se come arroz carreteiro
[04:02.99] Churrasco e cuscuz, que é comida campeira
[04:07.86] É a tal boia de sustância que eu te falo, guri
[04:11.18] Aquela lá do Tibúrcio? É bem boa
[04:16.27] No meu rancho de beira de estrada
[04:19.22] Não se usa perfume francês
[04:21.82] No meu rancho de beira de estrada
[04:24.37] Não se usa perfume francês
[04:27.26] Mas se usa uma água de cheiro
[04:29.54] Com pouco tempero que a china me fez
[04:32.36] Mas se usa uma água de cheiro
[04:34.91] Com pouco tempero que a china me fez
[04:39.06] O índio velho sai mais perfumado
[04:40.58] Que mão de barbeiro
[04:42.77] Sai arrumando casamento
[04:44.55] Em qualquer esquina que chega, sô
[04:46.33] Só por causa do cheiro
[04:48.24] Aquele cheirinho maravilhoso de
[04:51.00] Aqua Velva, Azurilho
[04:59.28] No meu rancho de beira de estrada
[05:02.04] Não se usa nem ventilador
[05:04.89] No meu rancho de beira de estrada
[05:07.43] Não se usa nem ventilador
[05:10.18] Mas se usa abrir uma fresta
[05:12.41] Que o vento refresca o seu interior
[05:15.56] Mas se usa abrir uma fresta
[05:17.85] Que o vento refresca o seu interior
[05:21.10]
[05:31.46] No meu rancho de beira de estrada
[05:34.02] Não se encontra a poluição
[05:36.85] No meu rancho de beira de estrada
[05:39.43] Não se encontra a poluição
[05:42.12] Mas se encontra o ar dos mais puros
[05:44.54] Dos campos mais verdes lá do meu rincão
[05:47.90] Mas se encontra o ar dos mais puros
[05:49.90] Dos campos mais verdes lá do meu rincão
[05:56.71] Vou pedir pro homem da viola
[05:58.12] Dar uma folheadinha aí
[05:59.23] Senão vão pensar que o homem
[06:00.49] Esqueceu de tocar a guitarra, tchê
[06:02.52]
[06:13.88] Ele é bom, tchê
[06:14.83]
[06:22.57] Vou te dar uma mãozinha
[06:24.05] Vai tocando só daí pra cima
[06:26.31]
[06:43.40] Vamo subindo mais
[06:44.61]
[06:50.33] (O homem é bom)
[06:53.14] Vai mais pra cima
[06:54.17] Que eu quero ver se tu é bom mesmo, tchê
[06:55.63]
[07:06.59] Agora terminou a guitarra?
[07:08.25]
[07:28.68] Eita amigo do bom
[07:30.40] Eu disse que o homem é de dar valor, companheiro
[07:34.09] Deus o livre!
[07:35.15]
[07:40.06] Do meu rancho de beira de estrada
[07:42.84] Tenho a posse, também o domínio
[07:45.49] Do meu rancho de beira de estrada
[07:47.99] Tenho a posse, também o domínio
[07:50.83] Não me envolvo com imobiliária
[07:53.40] Não pago aluguel e o tal de condomínio
[07:55.96] Não me envolvo com imobiliária
[07:58.59] Não pago aluguel e o tal de condomínio
[08:02.67] Antes de terminar essa canção, eu tenho que cantar
[08:06.29] Pra vocês um verso dum amigo nosso lá de Lagoa Vermelha
[08:11.84] Que por sinal tem o apelido de Lagoa (inclusive)
[08:14.70] Ele me disse que esse
[08:17.11] Esse verso ele fez especialmente pra essa nossa música
[08:20.79] Porque 'tava faltando esse verso
[08:23.81] Vamo ver se vocês vão dar razão pro autor, meu amigo Lagoa
[08:27.92] Vamo ver se o pessoal concorda
[08:33.70] No meu rancho de beira de estrada
[08:36.53] Não se bebe uísque escocês
[08:39.05] No meu rancho de beira de estrada
[08:41.60] Não se bebe uísque escocês
[08:44.52] Mas se bebe uma canha de guampa
[08:46.52] Que o peito destanca num golpe de vez
[08:49.66] Mas se bebe uma canha de guampa
[08:51.92] Que o peito destanca num golpe de vez
[08:55.57] E aí, grande companheiro?
[08:57.90] Pra esquentar o peito
[08:59.50] Tem que ser uma caninha aqui do Rio Grande mesmo
[09:05.55] Ei! Obrigado, obrigado
[09:12.78]

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