O Sequestro
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⏱️ 8:40 duration
🆔 ID: 12558850
📜 Lyrics
O vítima num caixa eletrônico
Ele pensa num seqüestro relâmpago
Pensa na fome que passa os irmãos
Foi na bocada e pegou emprestado um 3 oitão
Seu estado é de vingança
Sua mãe ta em casa cuidando das crianças
O esquema é perigoso mas ele não tem medo de morrer
Ou de sentar o dedo
Assalto sempre tem repressão
é embaçado, não é mole não
Mas ele segue em frente
Com medo talvez não seria diferente
Vinte e cinco anos de idade
Criado no lado esquecido da cidade
Mais um sofredor, mais um mano do gueto
Discriminado, imagine o porque (por que?)
Ele viu uma boyzinha desfilando
Metendo mala, de carro do ano
Essa ai é sujeira, ta escoltada
Ele imagina ele xinga, arrombada
Ele se encontra no veneno
Sem oportunidade de trabalho ai vai vendo
A sociedade sempre fecham as portas
Pro povo da periferia, ai é roça
Nossa gente ta abandonada
Nossa gente é esquecida, é mal cuidada
Sem emprego sem solução
Ai é onde o crime cria mais um irmão
E então, ele vai caminhando
Na estrada da vida, imaginando
Se perguntando por que
Isso acontece com seu povo e com você
Ele ta trepado
Com um oitão de 6 tiros refrigerado, cromado
E entupido até a boca apetitoso vai então
Na correria pro seu povo
Ele decide que sua alma e sua vida
Por ele mesmo será conduzida
Se playboy reagir, ai o bicho pega
Quem vive na periferia, não é comédia
Ninguém é cão, mas ninguém é santo
Porém o homem, não agüenta passar fome
Quem vive no veneno ta ligado
Só nessa porra ai ladrão, é embaçado
Ele imagina que a saída pra sair do desespero
é ser inteligente e arrumar um cativeiro
Agora ele pensa em outro plano
Pra ter sossego na vida por vários anos
Ele ta no veneno mas não é lock
Quer fazer uma fita grande, uma fita forte
E se ele vai nessa, e se ele roda
é vários anos de cadeia pro irmão ai é foda
Ele agora ta voltando pra quebrada
Foi devolver o oitão que pegou lá na quebrada
Seu pensamento agora vai mais além
Ele vai se preparando pro que vem mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
Ele volta à sua goma normal
Nada mudou ta tudo igual
Sua mãe os muleque no veneno da pra ver
Ele imagina ai ladrão, vou resolver
Vai no role encontra os manos e liga
O que pretende fazer, pra sair dessa vida
Agora o esquema é forte, é pânico
Não vai ser fácil, não é relâmpago
Reunião com os irmãos pra descolar um cativeiro
Sem chamar a atenção
Ai ladrão
Uma goma bem distante pra quebrada não sujar
Se a casa cair, outros manos não rodar
Esquema básico montado
A goma e o cativeiro, vai ser prum outro lado
é nossa povo no veneno é nosso gente mal cuidada
Que deixa a periferia revoltada
Mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
O cativeiro, ta no esquema
Bem escondido, sem problema
O esquema é forte e ele quer fazer
Se tiver que matar, se tiver que morrer
Antes de tudo, tudo é estudado
Pois não é fácil e tem que ser bem bolado
E ele encontra no crime a saída
Pra acabar com o sofrimento em sua vida
Mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
é chegado a hora de agir
Mais um da classe alta agora vai sumir
Ele ta ligeiro ele ta apetitoso
Com o dedo no gatilho, venenoso
Rendeu a vítima na ida pro trabalho
Não houve reação mas não é fácil pro irmão
Ele pôs a sua vítima e cárcere privado
Até o momento como tava bolado
Foi dando início pra fazer o contato
Com a família da vítima e não vai ficar barato
Preço do resgate, negociação
Pra então mudar a vida do irmão
Cinco dias de negociação
Tudo firmado, a vítima, um homem, vai ser liberado
Mesmo que o dinheiro não chegasse na hora
Combinado mesmo assim a presa ia embora
No cativeiro, encapuzado
A vítima estável, em cárcere privado
Porém foi tratado, não foi judiado
Deixar alguém na tortura, ai é loucura
O irmão combinou
Vai receber o resgate onde ele falou
A polícia afastada, como ele pediu
Mas é mentira, a família da vítima mentiu
O mundo é cheio de crocodilagem
Gente rica é pura pilantragem
Não sente pena, não tem dó
Quer ver meu povo cada dia pior
O mano se aproxima, pra receber o resgate
De repente um ataque
A polícia cercou dando ordem de prisão
Ele não se entregou revidou ai então
Encheram o mano de bala
E ele ficou mal, morreu no local
é a vida real que acontece todo dia
Matando os irmãos da periferia
Mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
Ele pensa num seqüestro relâmpago
Pensa na fome que passa os irmãos
Foi na bocada e pegou emprestado um 3 oitão
Seu estado é de vingança
Sua mãe ta em casa cuidando das crianças
O esquema é perigoso mas ele não tem medo de morrer
Ou de sentar o dedo
Assalto sempre tem repressão
é embaçado, não é mole não
Mas ele segue em frente
Com medo talvez não seria diferente
Vinte e cinco anos de idade
Criado no lado esquecido da cidade
Mais um sofredor, mais um mano do gueto
Discriminado, imagine o porque (por que?)
Ele viu uma boyzinha desfilando
Metendo mala, de carro do ano
Essa ai é sujeira, ta escoltada
Ele imagina ele xinga, arrombada
Ele se encontra no veneno
Sem oportunidade de trabalho ai vai vendo
A sociedade sempre fecham as portas
Pro povo da periferia, ai é roça
Nossa gente ta abandonada
Nossa gente é esquecida, é mal cuidada
Sem emprego sem solução
Ai é onde o crime cria mais um irmão
E então, ele vai caminhando
Na estrada da vida, imaginando
Se perguntando por que
Isso acontece com seu povo e com você
Ele ta trepado
Com um oitão de 6 tiros refrigerado, cromado
E entupido até a boca apetitoso vai então
Na correria pro seu povo
Ele decide que sua alma e sua vida
Por ele mesmo será conduzida
Se playboy reagir, ai o bicho pega
Quem vive na periferia, não é comédia
Ninguém é cão, mas ninguém é santo
Porém o homem, não agüenta passar fome
Quem vive no veneno ta ligado
Só nessa porra ai ladrão, é embaçado
Ele imagina que a saída pra sair do desespero
é ser inteligente e arrumar um cativeiro
Agora ele pensa em outro plano
Pra ter sossego na vida por vários anos
Ele ta no veneno mas não é lock
Quer fazer uma fita grande, uma fita forte
E se ele vai nessa, e se ele roda
é vários anos de cadeia pro irmão ai é foda
Ele agora ta voltando pra quebrada
Foi devolver o oitão que pegou lá na quebrada
Seu pensamento agora vai mais além
Ele vai se preparando pro que vem mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
Ele volta à sua goma normal
Nada mudou ta tudo igual
Sua mãe os muleque no veneno da pra ver
Ele imagina ai ladrão, vou resolver
Vai no role encontra os manos e liga
O que pretende fazer, pra sair dessa vida
Agora o esquema é forte, é pânico
Não vai ser fácil, não é relâmpago
Reunião com os irmãos pra descolar um cativeiro
Sem chamar a atenção
Ai ladrão
Uma goma bem distante pra quebrada não sujar
Se a casa cair, outros manos não rodar
Esquema básico montado
A goma e o cativeiro, vai ser prum outro lado
é nossa povo no veneno é nosso gente mal cuidada
Que deixa a periferia revoltada
Mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
O cativeiro, ta no esquema
Bem escondido, sem problema
O esquema é forte e ele quer fazer
Se tiver que matar, se tiver que morrer
Antes de tudo, tudo é estudado
Pois não é fácil e tem que ser bem bolado
E ele encontra no crime a saída
Pra acabar com o sofrimento em sua vida
Mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
é chegado a hora de agir
Mais um da classe alta agora vai sumir
Ele ta ligeiro ele ta apetitoso
Com o dedo no gatilho, venenoso
Rendeu a vítima na ida pro trabalho
Não houve reação mas não é fácil pro irmão
Ele pôs a sua vítima e cárcere privado
Até o momento como tava bolado
Foi dando início pra fazer o contato
Com a família da vítima e não vai ficar barato
Preço do resgate, negociação
Pra então mudar a vida do irmão
Cinco dias de negociação
Tudo firmado, a vítima, um homem, vai ser liberado
Mesmo que o dinheiro não chegasse na hora
Combinado mesmo assim a presa ia embora
No cativeiro, encapuzado
A vítima estável, em cárcere privado
Porém foi tratado, não foi judiado
Deixar alguém na tortura, ai é loucura
O irmão combinou
Vai receber o resgate onde ele falou
A polícia afastada, como ele pediu
Mas é mentira, a família da vítima mentiu
O mundo é cheio de crocodilagem
Gente rica é pura pilantragem
Não sente pena, não tem dó
Quer ver meu povo cada dia pior
O mano se aproxima, pra receber o resgate
De repente um ataque
A polícia cercou dando ordem de prisão
Ele não se entregou revidou ai então
Encheram o mano de bala
E ele ficou mal, morreu no local
é a vida real que acontece todo dia
Matando os irmãos da periferia
Mais um irmão
Da periferia
Morto na correria
⏱️ Synced Lyrics
[00:04.38] O vítima num caixa eletrônico
[00:06.53] Ele pensa num seqüestro relâmpago
[00:09.28] Pensa na fome que passa os irmãos
[00:11.45] Foi na bocada e pegou emprestado um 3 oitão
[00:15.23] Seu estado é de vingança
[00:17.17] Sua mãe ta em casa cuidando das crianças
[00:20.07] O esquema é perigoso mas ele não tem medo de morrer
[00:24.05] Ou de sentar o dedo
[00:26.06] Assalto sempre tem repressão
[00:28.56] é embaçado, não é mole não
[00:31.35] Mas ele segue em frente
[00:33.06] Com medo talvez não seria diferente
[00:37.02] Vinte e cinco anos de idade
[00:39.09] Criado no lado esquecido da cidade
[00:41.83] Mais um sofredor, mais um mano do gueto
[00:43.95] Discriminado, imagine o porque (por que?)
[00:47.24] Ele viu uma boyzinha desfilando
[00:50.08] Metendo mala, de carro do ano
[00:52.53] Essa ai é sujeira, ta escoltada
[00:55.72] Ele imagina ele xinga, arrombada
[00:58.74] Ele se encontra no veneno
[01:00.90] Sem oportunidade de trabalho ai vai vendo
[01:04.08] A sociedade sempre fecham as portas
[01:06.27] Pro povo da periferia, ai é roça
[01:09.72] Nossa gente ta abandonada
[01:12.03] Nossa gente é esquecida, é mal cuidada
[01:14.92] Sem emprego sem solução
[01:17.41] Ai é onde o crime cria mais um irmão
[01:20.30] E então, ele vai caminhando
[01:22.21] Na estrada da vida, imaginando
[01:25.73] Se perguntando por que
[01:27.97] Isso acontece com seu povo e com você
[01:31.75] Ele ta trepado
[01:33.52] Com um oitão de 6 tiros refrigerado, cromado
[01:36.52] E entupido até a boca apetitoso vai então
[01:39.58] Na correria pro seu povo
[01:42.29] Ele decide que sua alma e sua vida
[01:44.80] Por ele mesmo será conduzida
[01:47.03] Se playboy reagir, ai o bicho pega
[01:50.06] Quem vive na periferia, não é comédia
[01:53.26] Ninguém é cão, mas ninguém é santo
[01:55.59] Porém o homem, não agüenta passar fome
[01:58.52] Quem vive no veneno ta ligado
[02:00.58] Só nessa porra ai ladrão, é embaçado
[02:03.58] Ele imagina que a saída pra sair do desespero
[02:07.26] é ser inteligente e arrumar um cativeiro
[02:10.03] Agora ele pensa em outro plano
[02:12.03] Pra ter sossego na vida por vários anos
[02:15.04] Ele ta no veneno mas não é lock
[02:17.57] Quer fazer uma fita grande, uma fita forte
[02:20.85] E se ele vai nessa, e se ele roda
[02:23.59] é vários anos de cadeia pro irmão ai é foda
[02:26.08] Ele agora ta voltando pra quebrada
[02:28.23] Foi devolver o oitão que pegou lá na quebrada
[02:31.36] Seu pensamento agora vai mais além
[02:33.50] Ele vai se preparando pro que vem mais um irmão
[02:37.57] Da periferia
[02:43.58] Morto na correria
[02:58.81] Ele volta à sua goma normal
[03:01.67] Nada mudou ta tudo igual
[03:03.80] Sua mãe os muleque no veneno da pra ver
[03:06.35] Ele imagina ai ladrão, vou resolver
[03:09.64] Vai no role encontra os manos e liga
[03:12.15] O que pretende fazer, pra sair dessa vida
[03:15.07] Agora o esquema é forte, é pânico
[03:17.87] Não vai ser fácil, não é relâmpago
[03:20.64] Reunião com os irmãos pra descolar um cativeiro
[03:23.67] Sem chamar a atenção
[03:25.37] Ai ladrão
[03:26.38] Uma goma bem distante pra quebrada não sujar
[03:28.83] Se a casa cair, outros manos não rodar
[03:32.13] Esquema básico montado
[03:34.18] A goma e o cativeiro, vai ser prum outro lado
[03:36.66] é nossa povo no veneno é nosso gente mal cuidada
[03:39.42] Que deixa a periferia revoltada
[03:42.87] Mais um irmão
[03:46.32] Da periferia
[03:49.16] Morto na correria
[04:04.30] O cativeiro, ta no esquema
[04:06.97] Bem escondido, sem problema
[04:09.43] O esquema é forte e ele quer fazer
[04:12.26] Se tiver que matar, se tiver que morrer
[04:15.36] Antes de tudo, tudo é estudado
[04:17.82] Pois não é fácil e tem que ser bem bolado
[04:20.39] E ele encontra no crime a saída
[04:23.43] Pra acabar com o sofrimento em sua vida
[04:27.12] Mais um irmão
[04:31.88] Da periferia
[04:32.83] Morto na correria
[04:48.74] é chegado a hora de agir
[04:51.24] Mais um da classe alta agora vai sumir
[04:54.13] Ele ta ligeiro ele ta apetitoso
[04:56.49] Com o dedo no gatilho, venenoso
[04:59.99] Rendeu a vítima na ida pro trabalho
[05:01.99] Não houve reação mas não é fácil pro irmão
[05:05.26] Ele pôs a sua vítima e cárcere privado
[05:07.46] Até o momento como tava bolado
[05:10.23] Foi dando início pra fazer o contato
[05:11.84] Com a família da vítima e não vai ficar barato
[05:14.24] Preço do resgate, negociação
[05:17.92] Pra então mudar a vida do irmão
[05:21.27] Cinco dias de negociação
[05:22.98] Tudo firmado, a vítima, um homem, vai ser liberado
[05:26.60] Mesmo que o dinheiro não chegasse na hora
[05:29.24] Combinado mesmo assim a presa ia embora
[05:32.40] No cativeiro, encapuzado
[05:34.97] A vítima estável, em cárcere privado
[05:37.76] Porém foi tratado, não foi judiado
[05:39.97] Deixar alguém na tortura, ai é loucura
[05:43.57] O irmão combinou
[05:45.23] Vai receber o resgate onde ele falou
[05:47.90] A polícia afastada, como ele pediu
[05:50.03] Mas é mentira, a família da vítima mentiu
[05:53.90] O mundo é cheio de crocodilagem
[05:56.92] Gente rica é pura pilantragem
[05:59.43] Não sente pena, não tem dó
[06:01.94] Quer ver meu povo cada dia pior
[06:04.44] O mano se aproxima, pra receber o resgate
[06:07.71] De repente um ataque
[06:09.76] A polícia cercou dando ordem de prisão
[06:12.48] Ele não se entregou revidou ai então
[06:15.86] Encheram o mano de bala
[06:18.09] E ele ficou mal, morreu no local
[06:20.87] é a vida real que acontece todo dia
[06:23.55] Matando os irmãos da periferia
[06:27.38] Mais um irmão
[06:30.74] Da periferia
[06:33.22] Morto na correria
[06:36.82]
[00:06.53] Ele pensa num seqüestro relâmpago
[00:09.28] Pensa na fome que passa os irmãos
[00:11.45] Foi na bocada e pegou emprestado um 3 oitão
[00:15.23] Seu estado é de vingança
[00:17.17] Sua mãe ta em casa cuidando das crianças
[00:20.07] O esquema é perigoso mas ele não tem medo de morrer
[00:24.05] Ou de sentar o dedo
[00:26.06] Assalto sempre tem repressão
[00:28.56] é embaçado, não é mole não
[00:31.35] Mas ele segue em frente
[00:33.06] Com medo talvez não seria diferente
[00:37.02] Vinte e cinco anos de idade
[00:39.09] Criado no lado esquecido da cidade
[00:41.83] Mais um sofredor, mais um mano do gueto
[00:43.95] Discriminado, imagine o porque (por que?)
[00:47.24] Ele viu uma boyzinha desfilando
[00:50.08] Metendo mala, de carro do ano
[00:52.53] Essa ai é sujeira, ta escoltada
[00:55.72] Ele imagina ele xinga, arrombada
[00:58.74] Ele se encontra no veneno
[01:00.90] Sem oportunidade de trabalho ai vai vendo
[01:04.08] A sociedade sempre fecham as portas
[01:06.27] Pro povo da periferia, ai é roça
[01:09.72] Nossa gente ta abandonada
[01:12.03] Nossa gente é esquecida, é mal cuidada
[01:14.92] Sem emprego sem solução
[01:17.41] Ai é onde o crime cria mais um irmão
[01:20.30] E então, ele vai caminhando
[01:22.21] Na estrada da vida, imaginando
[01:25.73] Se perguntando por que
[01:27.97] Isso acontece com seu povo e com você
[01:31.75] Ele ta trepado
[01:33.52] Com um oitão de 6 tiros refrigerado, cromado
[01:36.52] E entupido até a boca apetitoso vai então
[01:39.58] Na correria pro seu povo
[01:42.29] Ele decide que sua alma e sua vida
[01:44.80] Por ele mesmo será conduzida
[01:47.03] Se playboy reagir, ai o bicho pega
[01:50.06] Quem vive na periferia, não é comédia
[01:53.26] Ninguém é cão, mas ninguém é santo
[01:55.59] Porém o homem, não agüenta passar fome
[01:58.52] Quem vive no veneno ta ligado
[02:00.58] Só nessa porra ai ladrão, é embaçado
[02:03.58] Ele imagina que a saída pra sair do desespero
[02:07.26] é ser inteligente e arrumar um cativeiro
[02:10.03] Agora ele pensa em outro plano
[02:12.03] Pra ter sossego na vida por vários anos
[02:15.04] Ele ta no veneno mas não é lock
[02:17.57] Quer fazer uma fita grande, uma fita forte
[02:20.85] E se ele vai nessa, e se ele roda
[02:23.59] é vários anos de cadeia pro irmão ai é foda
[02:26.08] Ele agora ta voltando pra quebrada
[02:28.23] Foi devolver o oitão que pegou lá na quebrada
[02:31.36] Seu pensamento agora vai mais além
[02:33.50] Ele vai se preparando pro que vem mais um irmão
[02:37.57] Da periferia
[02:43.58] Morto na correria
[02:58.81] Ele volta à sua goma normal
[03:01.67] Nada mudou ta tudo igual
[03:03.80] Sua mãe os muleque no veneno da pra ver
[03:06.35] Ele imagina ai ladrão, vou resolver
[03:09.64] Vai no role encontra os manos e liga
[03:12.15] O que pretende fazer, pra sair dessa vida
[03:15.07] Agora o esquema é forte, é pânico
[03:17.87] Não vai ser fácil, não é relâmpago
[03:20.64] Reunião com os irmãos pra descolar um cativeiro
[03:23.67] Sem chamar a atenção
[03:25.37] Ai ladrão
[03:26.38] Uma goma bem distante pra quebrada não sujar
[03:28.83] Se a casa cair, outros manos não rodar
[03:32.13] Esquema básico montado
[03:34.18] A goma e o cativeiro, vai ser prum outro lado
[03:36.66] é nossa povo no veneno é nosso gente mal cuidada
[03:39.42] Que deixa a periferia revoltada
[03:42.87] Mais um irmão
[03:46.32] Da periferia
[03:49.16] Morto na correria
[04:04.30] O cativeiro, ta no esquema
[04:06.97] Bem escondido, sem problema
[04:09.43] O esquema é forte e ele quer fazer
[04:12.26] Se tiver que matar, se tiver que morrer
[04:15.36] Antes de tudo, tudo é estudado
[04:17.82] Pois não é fácil e tem que ser bem bolado
[04:20.39] E ele encontra no crime a saída
[04:23.43] Pra acabar com o sofrimento em sua vida
[04:27.12] Mais um irmão
[04:31.88] Da periferia
[04:32.83] Morto na correria
[04:48.74] é chegado a hora de agir
[04:51.24] Mais um da classe alta agora vai sumir
[04:54.13] Ele ta ligeiro ele ta apetitoso
[04:56.49] Com o dedo no gatilho, venenoso
[04:59.99] Rendeu a vítima na ida pro trabalho
[05:01.99] Não houve reação mas não é fácil pro irmão
[05:05.26] Ele pôs a sua vítima e cárcere privado
[05:07.46] Até o momento como tava bolado
[05:10.23] Foi dando início pra fazer o contato
[05:11.84] Com a família da vítima e não vai ficar barato
[05:14.24] Preço do resgate, negociação
[05:17.92] Pra então mudar a vida do irmão
[05:21.27] Cinco dias de negociação
[05:22.98] Tudo firmado, a vítima, um homem, vai ser liberado
[05:26.60] Mesmo que o dinheiro não chegasse na hora
[05:29.24] Combinado mesmo assim a presa ia embora
[05:32.40] No cativeiro, encapuzado
[05:34.97] A vítima estável, em cárcere privado
[05:37.76] Porém foi tratado, não foi judiado
[05:39.97] Deixar alguém na tortura, ai é loucura
[05:43.57] O irmão combinou
[05:45.23] Vai receber o resgate onde ele falou
[05:47.90] A polícia afastada, como ele pediu
[05:50.03] Mas é mentira, a família da vítima mentiu
[05:53.90] O mundo é cheio de crocodilagem
[05:56.92] Gente rica é pura pilantragem
[05:59.43] Não sente pena, não tem dó
[06:01.94] Quer ver meu povo cada dia pior
[06:04.44] O mano se aproxima, pra receber o resgate
[06:07.71] De repente um ataque
[06:09.76] A polícia cercou dando ordem de prisão
[06:12.48] Ele não se entregou revidou ai então
[06:15.86] Encheram o mano de bala
[06:18.09] E ele ficou mal, morreu no local
[06:20.87] é a vida real que acontece todo dia
[06:23.55] Matando os irmãos da periferia
[06:27.38] Mais um irmão
[06:30.74] Da periferia
[06:33.22] Morto na correria
[06:36.82]