Fazenda São Francisco (Maior Proeza)
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⏱️ 3:19 duration
🆔 ID: 12585702
📜 Lyrics
Na fazenda São Francisco, na beira do rio da morte
Com outro caminhoneiro, traquejado no transporte
Fui buscar uma vacada, para um criador do norte
Na chegada eu presentia, que era um dia de sorte
Depois do embarque feito só ficou um boi de corte
O mestiço era bravo, que até na sombra investia
A filha do fazendeiro molhando os lábios dizia
Eu nunca beijei ninguém, juro pela luz do dia
Mas quem montar nesse boi e tirar a valentia
Ganha meu primeiro beijo que eu darei com alegria
Vendo a beleza da moça, meu sangue ferveu na veia
Eu calsei um par de espora, e passei a mão na peia
Peguei o mestiço a unha, rolei com ele na areia
Enquanto ele espermeava, fui apertando a correia
Mas quando eu sentei no lombo foi que eu vi a coisa feia
O boi saltou a porteira, no primeiro corcoveado
Numa ladeira de pedra, desceu pulando furtado
Saia língua de fogo, cheirava a chifre queimado
Quando os cascos do mestiço batiam no lajeado
Parou berrando na espora ajoelhado, derrotado
Pra cumprir sua promessa a moça veio ligeiro
E disse: Você provou ser peão e boiadeiro
Dos prêmios que eu vou lhe dar, o beijo é o primeiro
Sua boca foi abrindo, seu olhar ficou morteiro
Nessa hora eu acordei abraçando o travesseiro
Com outro caminhoneiro, traquejado no transporte
Fui buscar uma vacada, para um criador do norte
Na chegada eu presentia, que era um dia de sorte
Depois do embarque feito só ficou um boi de corte
O mestiço era bravo, que até na sombra investia
A filha do fazendeiro molhando os lábios dizia
Eu nunca beijei ninguém, juro pela luz do dia
Mas quem montar nesse boi e tirar a valentia
Ganha meu primeiro beijo que eu darei com alegria
Vendo a beleza da moça, meu sangue ferveu na veia
Eu calsei um par de espora, e passei a mão na peia
Peguei o mestiço a unha, rolei com ele na areia
Enquanto ele espermeava, fui apertando a correia
Mas quando eu sentei no lombo foi que eu vi a coisa feia
O boi saltou a porteira, no primeiro corcoveado
Numa ladeira de pedra, desceu pulando furtado
Saia língua de fogo, cheirava a chifre queimado
Quando os cascos do mestiço batiam no lajeado
Parou berrando na espora ajoelhado, derrotado
Pra cumprir sua promessa a moça veio ligeiro
E disse: Você provou ser peão e boiadeiro
Dos prêmios que eu vou lhe dar, o beijo é o primeiro
Sua boca foi abrindo, seu olhar ficou morteiro
Nessa hora eu acordei abraçando o travesseiro
⏱️ Synced Lyrics
[00:06.85] Na fazenda São Francisco, na beira do rio da morte
[00:12.82] Com outro caminhoneiro, traquejado no transporte
[00:19.37] Fui buscar uma vacada, para um criador do norte
[00:25.21] Na chegada eu presentia, que era um dia de sorte
[00:31.76] Depois do embarque feito só ficou um boi de corte
[00:38.57]
[00:44.69] O mestiço era bravo, que até na sombra investia
[00:50.83] A filha do fazendeiro molhando os lábios dizia
[00:57.20] Eu nunca beijei ninguém, juro pela luz do dia
[01:03.25] Mas quem montar nesse boi e tirar a valentia
[01:09.36] Ganha meu primeiro beijo que eu darei com alegria
[01:16.43]
[01:22.61] Vendo a beleza da moça, meu sangue ferveu na veia
[01:28.68] Eu calsei um par de espora, e passei a mão na peia
[01:35.37] Peguei o mestiço a unha, rolei com ele na areia
[01:41.09] Enquanto ele espermeava, fui apertando a correia
[01:47.81] Mas quando eu sentei no lombo foi que eu vi a coisa feia
[01:54.28]
[02:00.41] O boi saltou a porteira, no primeiro corcoveado
[02:06.53] Numa ladeira de pedra, desceu pulando furtado
[02:12.99] Saia língua de fogo, cheirava a chifre queimado
[02:19.16] Quando os cascos do mestiço batiam no lajeado
[02:25.53] Parou berrando na espora ajoelhado, derrotado
[02:32.48]
[02:38.64] Pra cumprir sua promessa a moça veio ligeiro
[02:44.46] E disse: Você provou ser peão e boiadeiro
[02:50.81] Dos prêmios que eu vou lhe dar, o beijo é o primeiro
[02:57.31] Sua boca foi abrindo, seu olhar ficou morteiro
[03:04.15] Nessa hora eu acordei abraçando o travesseiro
[03:10.50]
[00:12.82] Com outro caminhoneiro, traquejado no transporte
[00:19.37] Fui buscar uma vacada, para um criador do norte
[00:25.21] Na chegada eu presentia, que era um dia de sorte
[00:31.76] Depois do embarque feito só ficou um boi de corte
[00:38.57]
[00:44.69] O mestiço era bravo, que até na sombra investia
[00:50.83] A filha do fazendeiro molhando os lábios dizia
[00:57.20] Eu nunca beijei ninguém, juro pela luz do dia
[01:03.25] Mas quem montar nesse boi e tirar a valentia
[01:09.36] Ganha meu primeiro beijo que eu darei com alegria
[01:16.43]
[01:22.61] Vendo a beleza da moça, meu sangue ferveu na veia
[01:28.68] Eu calsei um par de espora, e passei a mão na peia
[01:35.37] Peguei o mestiço a unha, rolei com ele na areia
[01:41.09] Enquanto ele espermeava, fui apertando a correia
[01:47.81] Mas quando eu sentei no lombo foi que eu vi a coisa feia
[01:54.28]
[02:00.41] O boi saltou a porteira, no primeiro corcoveado
[02:06.53] Numa ladeira de pedra, desceu pulando furtado
[02:12.99] Saia língua de fogo, cheirava a chifre queimado
[02:19.16] Quando os cascos do mestiço batiam no lajeado
[02:25.53] Parou berrando na espora ajoelhado, derrotado
[02:32.48]
[02:38.64] Pra cumprir sua promessa a moça veio ligeiro
[02:44.46] E disse: Você provou ser peão e boiadeiro
[02:50.81] Dos prêmios que eu vou lhe dar, o beijo é o primeiro
[02:57.31] Sua boca foi abrindo, seu olhar ficou morteiro
[03:04.15] Nessa hora eu acordei abraçando o travesseiro
[03:10.50]