Emigrantes da quarta dimensão (Carta a J.C.)
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⏱️ 3:39 duration
🆔 ID: 12609735
📜 Lyrics
Dá-me uma ajuda, ó médico das almas
Para escolher em que combate combater
Quem condeno eu à vida, quem condeno eu à morte
Que me podes tu dizer
Encostado à árvore do tempo
Folhas vivas, folhas mortas, estações
Nada disto faz sentido
E o sentido do sentido não paga as refeições
Este torpor só tem uma solução
Sejamos deuses, é meter as mãos à obra
E no fazendo, acontecendo
Deixar ir o coração que é o que nos sobra
Ao fazer-se o mundo nasce de si próprio
Ser avô é uma alegria atravessada
Dá pra rir e pra chorar, não temos nada com isso
Mas nada não é nada
Disseste um dia que tudo vale a pena
Tornar as almas mais pequenas é que não
Vamos sobre duas patas, juntar as partes da antena
Espalhadas pelo chão
Fecha a porta que vem frio lá de fora
Diz o coxo ao despernado, e eu aqui
Fui à procura de mim
Encontrei-me mesmo agora e ainda não fugi
O tempo corre por entre pívias e manhas
E tudo fica cada vez mais como está
Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
Eu já sou o que virá
Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
Eu já sou o que virá
Eu já sou o que virá
Eu já sou o que virá
Para escolher em que combate combater
Quem condeno eu à vida, quem condeno eu à morte
Que me podes tu dizer
Encostado à árvore do tempo
Folhas vivas, folhas mortas, estações
Nada disto faz sentido
E o sentido do sentido não paga as refeições
Este torpor só tem uma solução
Sejamos deuses, é meter as mãos à obra
E no fazendo, acontecendo
Deixar ir o coração que é o que nos sobra
Ao fazer-se o mundo nasce de si próprio
Ser avô é uma alegria atravessada
Dá pra rir e pra chorar, não temos nada com isso
Mas nada não é nada
Disseste um dia que tudo vale a pena
Tornar as almas mais pequenas é que não
Vamos sobre duas patas, juntar as partes da antena
Espalhadas pelo chão
Fecha a porta que vem frio lá de fora
Diz o coxo ao despernado, e eu aqui
Fui à procura de mim
Encontrei-me mesmo agora e ainda não fugi
O tempo corre por entre pívias e manhas
E tudo fica cada vez mais como está
Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
Eu já sou o que virá
Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
Eu já sou o que virá
Eu já sou o que virá
Eu já sou o que virá
⏱️ Synced Lyrics
[00:30.35] Dá-me uma ajuda, ó médico das almas
[00:36.45] Para escolher em que combate combater
[00:38.57] Quem condeno eu à vida, quem condeno eu à morte
[00:49.02] Que me podes tu dizer
[00:56.21] Encostado à árvore do tempo
[00:57.21] Folhas vivas, folhas mortas, estações
[01:05.24] Nada disto faz sentido
[01:08.86] E o sentido do sentido não paga as refeições
[01:18.72] Este torpor só tem uma solução
[01:24.32] Sejamos deuses, é meter as mãos à obra
[01:27.03] E no fazendo, acontecendo
[01:30.41] Deixar ir o coração que é o que nos sobra
[01:37.90]
[01:43.87] Ao fazer-se o mundo nasce de si próprio
[01:49.42] Ser avô é uma alegria atravessada
[01:51.83] Dá pra rir e pra chorar, não temos nada com isso
[01:58.53] Mas nada não é nada
[02:04.28] Disseste um dia que tudo vale a pena
[02:11.25] Tornar as almas mais pequenas é que não
[02:16.39] Vamos sobre duas patas, juntar as partes da antena
[02:21.04] Espalhadas pelo chão
[02:22.89] Fecha a porta que vem frio lá de fora
[02:31.67] Diz o coxo ao despernado, e eu aqui
[02:36.78] Fui à procura de mim
[02:40.48] Encontrei-me mesmo agora e ainda não fugi
[02:46.70] O tempo corre por entre pívias e manhas
[02:53.33] E tudo fica cada vez mais como está
[02:57.37] Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
[03:02.86] Eu já sou o que virá
[03:07.86] Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
[03:12.61] Eu já sou o que virá
[03:19.44] Eu já sou o que virá
[03:24.02] Eu já sou o que virá
[03:25.57]
[00:36.45] Para escolher em que combate combater
[00:38.57] Quem condeno eu à vida, quem condeno eu à morte
[00:49.02] Que me podes tu dizer
[00:56.21] Encostado à árvore do tempo
[00:57.21] Folhas vivas, folhas mortas, estações
[01:05.24] Nada disto faz sentido
[01:08.86] E o sentido do sentido não paga as refeições
[01:18.72] Este torpor só tem uma solução
[01:24.32] Sejamos deuses, é meter as mãos à obra
[01:27.03] E no fazendo, acontecendo
[01:30.41] Deixar ir o coração que é o que nos sobra
[01:37.90]
[01:43.87] Ao fazer-se o mundo nasce de si próprio
[01:49.42] Ser avô é uma alegria atravessada
[01:51.83] Dá pra rir e pra chorar, não temos nada com isso
[01:58.53] Mas nada não é nada
[02:04.28] Disseste um dia que tudo vale a pena
[02:11.25] Tornar as almas mais pequenas é que não
[02:16.39] Vamos sobre duas patas, juntar as partes da antena
[02:21.04] Espalhadas pelo chão
[02:22.89] Fecha a porta que vem frio lá de fora
[02:31.67] Diz o coxo ao despernado, e eu aqui
[02:36.78] Fui à procura de mim
[02:40.48] Encontrei-me mesmo agora e ainda não fugi
[02:46.70] O tempo corre por entre pívias e manhas
[02:53.33] E tudo fica cada vez mais como está
[02:57.37] Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
[03:02.86] Eu já sou o que virá
[03:07.86] Mas ao correr desta pena, não fico à espera que venhas
[03:12.61] Eu já sou o que virá
[03:19.44] Eu já sou o que virá
[03:24.02] Eu já sou o que virá
[03:25.57]