Mágoa De Boiadeiro
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⏱️ 4:09 duration
🆔 ID: 12615012
📜 Lyrics
Todo mundo cantando essa música, olá
Antigamente nem em sonho existia
Tantas pontes sobre os rios
Nem asfalto nas estradas
A gente usava quatro ou cinco sinuelos
Pra trazer o pantaneiro no rodeio da boiada
Mas hoje em dia tudo é muito diferente
Com o progresso nossa gente nem sequer faz uma idéia
Que entre outros fui peão de boiadeiro
Por este chão brasileiro os heróis da epopéia
Com vocês Pedro Bento e Zé da estrada
Tenho saudade de rever nas currutelas
As mocinhas nas janelas acenando uma flor
Por tudo isso eu lamento e confesso
Que a marcha do progresso é a minha grande dor
Cada jamanta que eu vejo carregada
Transportando uma boiada me aperta o coração
E quando olho minha traia pendurada
De tristeza dou risada pra não chorar de paixão
Ôh...
O meu cavalo relinchando pasto a fora
Que por certo também chora na mais triste solidão
Meu par de esporas meu chapéu de aba larga
Uma bruaca de carga um berrante um facão
O velho basto o sinete e o apero, o meu laço e o cargueiro
O meu lenço e o gibão
Ainda resta a guaiaca sem dinheiro
Deste pobre boiadeiro que perdeu a profissão
Não sou poeta, sou apenas um caipira
E o tema que me inspira é a fibra de peão
Quase chorando embuído nesta mágoa
Rabisquei estas palavras e saiu esta canção
Canção que fala da saudade das pousadas
Que já fiz com a peonada junto ao fogo de um galpão
Saudade louca de ouvir o som manhoso
De um berrante preguiçoso, nos confins do meu sertão
Muito obrigado
Brigado Pedro Bento e Zé da estrada
Muito obrigado a todos, brigado
Esse patrimônio da música sertaneja no Brasil
Brigado gente
Essa música que nós vam cantar agora
A história do cara que chegou em casa três horas da manhã
Encontrou a cama quente
Antigamente nem em sonho existia
Tantas pontes sobre os rios
Nem asfalto nas estradas
A gente usava quatro ou cinco sinuelos
Pra trazer o pantaneiro no rodeio da boiada
Mas hoje em dia tudo é muito diferente
Com o progresso nossa gente nem sequer faz uma idéia
Que entre outros fui peão de boiadeiro
Por este chão brasileiro os heróis da epopéia
Com vocês Pedro Bento e Zé da estrada
Tenho saudade de rever nas currutelas
As mocinhas nas janelas acenando uma flor
Por tudo isso eu lamento e confesso
Que a marcha do progresso é a minha grande dor
Cada jamanta que eu vejo carregada
Transportando uma boiada me aperta o coração
E quando olho minha traia pendurada
De tristeza dou risada pra não chorar de paixão
Ôh...
O meu cavalo relinchando pasto a fora
Que por certo também chora na mais triste solidão
Meu par de esporas meu chapéu de aba larga
Uma bruaca de carga um berrante um facão
O velho basto o sinete e o apero, o meu laço e o cargueiro
O meu lenço e o gibão
Ainda resta a guaiaca sem dinheiro
Deste pobre boiadeiro que perdeu a profissão
Não sou poeta, sou apenas um caipira
E o tema que me inspira é a fibra de peão
Quase chorando embuído nesta mágoa
Rabisquei estas palavras e saiu esta canção
Canção que fala da saudade das pousadas
Que já fiz com a peonada junto ao fogo de um galpão
Saudade louca de ouvir o som manhoso
De um berrante preguiçoso, nos confins do meu sertão
Muito obrigado
Brigado Pedro Bento e Zé da estrada
Muito obrigado a todos, brigado
Esse patrimônio da música sertaneja no Brasil
Brigado gente
Essa música que nós vam cantar agora
A história do cara que chegou em casa três horas da manhã
Encontrou a cama quente
⏱️ Synced Lyrics
[00:07.04] Todo mundo cantando essa música, olá
[00:10.72] Antigamente nem em sonho existia
[00:14.86] Tantas pontes sobre os rios
[00:17.48] Nem asfalto nas estradas
[00:21.16] A gente usava quatro ou cinco sinuelos
[00:25.50] Pra trazer o pantaneiro no rodeio da boiada
[00:31.57] Mas hoje em dia tudo é muito diferente
[00:35.76] Com o progresso nossa gente nem sequer faz uma idéia
[00:42.08] Que entre outros fui peão de boiadeiro
[00:46.24] Por este chão brasileiro os heróis da epopéia
[00:52.82] Com vocês Pedro Bento e Zé da estrada
[01:05.53] Tenho saudade de rever nas currutelas
[01:09.79] As mocinhas nas janelas acenando uma flor
[01:15.97] Por tudo isso eu lamento e confesso
[01:20.44] Que a marcha do progresso é a minha grande dor
[01:26.36] Cada jamanta que eu vejo carregada
[01:30.75] Transportando uma boiada me aperta o coração
[01:36.55] E quando olho minha traia pendurada
[01:41.11] De tristeza dou risada pra não chorar de paixão
[01:46.47] Ôh...
[01:49.21]
[02:00.22] O meu cavalo relinchando pasto a fora
[02:04.47] Que por certo também chora na mais triste solidão
[02:10.64] Meu par de esporas meu chapéu de aba larga
[02:14.88] Uma bruaca de carga um berrante um facão
[02:21.21] O velho basto o sinete e o apero, o meu laço e o cargueiro
[02:27.94] O meu lenço e o gibão
[02:31.62] Ainda resta a guaiaca sem dinheiro
[02:35.71] Deste pobre boiadeiro que perdeu a profissão
[02:42.01]
[02:55.07] Não sou poeta, sou apenas um caipira
[02:59.66] E o tema que me inspira é a fibra de peão
[03:05.56] Quase chorando embuído nesta mágoa
[03:09.82] Rabisquei estas palavras e saiu esta canção
[03:16.08] Canção que fala da saudade das pousadas
[03:20.12] Que já fiz com a peonada junto ao fogo de um galpão
[03:26.29] Saudade louca de ouvir o som manhoso
[03:30.74] De um berrante preguiçoso, nos confins do meu sertão
[03:50.32] Muito obrigado
[03:50.68] Brigado Pedro Bento e Zé da estrada
[03:53.39] Muito obrigado a todos, brigado
[03:54.40] Esse patrimônio da música sertaneja no Brasil
[03:57.62] Brigado gente
[04:00.43] Essa música que nós vam cantar agora
[04:03.93] A história do cara que chegou em casa três horas da manhã
[04:06.50] Encontrou a cama quente
[04:07.99]
[00:10.72] Antigamente nem em sonho existia
[00:14.86] Tantas pontes sobre os rios
[00:17.48] Nem asfalto nas estradas
[00:21.16] A gente usava quatro ou cinco sinuelos
[00:25.50] Pra trazer o pantaneiro no rodeio da boiada
[00:31.57] Mas hoje em dia tudo é muito diferente
[00:35.76] Com o progresso nossa gente nem sequer faz uma idéia
[00:42.08] Que entre outros fui peão de boiadeiro
[00:46.24] Por este chão brasileiro os heróis da epopéia
[00:52.82] Com vocês Pedro Bento e Zé da estrada
[01:05.53] Tenho saudade de rever nas currutelas
[01:09.79] As mocinhas nas janelas acenando uma flor
[01:15.97] Por tudo isso eu lamento e confesso
[01:20.44] Que a marcha do progresso é a minha grande dor
[01:26.36] Cada jamanta que eu vejo carregada
[01:30.75] Transportando uma boiada me aperta o coração
[01:36.55] E quando olho minha traia pendurada
[01:41.11] De tristeza dou risada pra não chorar de paixão
[01:46.47] Ôh...
[01:49.21]
[02:00.22] O meu cavalo relinchando pasto a fora
[02:04.47] Que por certo também chora na mais triste solidão
[02:10.64] Meu par de esporas meu chapéu de aba larga
[02:14.88] Uma bruaca de carga um berrante um facão
[02:21.21] O velho basto o sinete e o apero, o meu laço e o cargueiro
[02:27.94] O meu lenço e o gibão
[02:31.62] Ainda resta a guaiaca sem dinheiro
[02:35.71] Deste pobre boiadeiro que perdeu a profissão
[02:42.01]
[02:55.07] Não sou poeta, sou apenas um caipira
[02:59.66] E o tema que me inspira é a fibra de peão
[03:05.56] Quase chorando embuído nesta mágoa
[03:09.82] Rabisquei estas palavras e saiu esta canção
[03:16.08] Canção que fala da saudade das pousadas
[03:20.12] Que já fiz com a peonada junto ao fogo de um galpão
[03:26.29] Saudade louca de ouvir o som manhoso
[03:30.74] De um berrante preguiçoso, nos confins do meu sertão
[03:50.32] Muito obrigado
[03:50.68] Brigado Pedro Bento e Zé da estrada
[03:53.39] Muito obrigado a todos, brigado
[03:54.40] Esse patrimônio da música sertaneja no Brasil
[03:57.62] Brigado gente
[04:00.43] Essa música que nós vam cantar agora
[04:03.93] A história do cara que chegou em casa três horas da manhã
[04:06.50] Encontrou a cama quente
[04:07.99]