Pitomba Pitombeira /Anjo Avesso /Menina Pernambucana / Banho de Cheiro
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📜 Lyrics
Ola alô, morena flor de cheiro
Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
Te dou um doce, um cacho de pitomba
Vem pro meu lado e sai da contramão
Ola alô, morena flor de cheiro
Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
Te dou um doce, um cacho de pitomba
Vem pro meu lado e sai da contramão
Vim do Recife pra ver Pitombeira
No mesmo compasso, poeira, carreira menina bonita queimada de sol
Pandeiro na mão, estrela do norte, areia do mar
Olinda mandou me chamar
É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
Safada era a cara do anjo
Que no quarto noturno pintou
No meu ouvido falou loucuras de amor
Pegou minha mão e saímos na troca de passos
Um beijo molhado, escandalizado
Que até minha gata se escandalizou
E com um penacho de índio ele me coroou
Safada era a cara do anjo
Que no quarto noturno pintou
No meu ouvido falou loucuras de amor
Pegou minha mão e saímos na troca de passos
Um beijo molhado, escandalizado
Que até minha gata se escandalizou
E com um penacho de índio ele me coroou
Sou anjo avesso sou Tupã presente
Guerreiro sempre, galho da semente
Do algodão, do pau-brasil,
Da serpentina que coloriu
Os olhos do cego
A voz do anão
A vida e o meu coração de leão
Essa menina pernambucana
Que vem chegando e abrindo a roda
Essa menina cana caiana
Pernambucana cor de manga rosa
Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
É toda Olinda, é toda mar
Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
É toda Olinda, é toda mar
Pernambucana cana caiana
Doida de maio dos coqueirais
Que se empenujam nos ventos guerreiros
Dos maracatus tropicais
Pernambucana cana caiana
Doida de maio dos coqueirais
Que se empenujam nos ventos guerreiros
Dos maracatus tropicais
Eu quero um banho de cheiro
Eu quero um banho de lua
Eu quero navegar
Eu quero uma menina
Que me ensine noite e dia
O valor do beabá
O beabá dos seus olhos
Morena bonita da boca do rio
O beabá das narinas do rei
O beabá das marias
Sangrando alegria
Magia, magia, dos filhos de Gandhi
O beabá dos baianos
Que charme bonito, foi o santo que deu
O beabá do Senhor do Bonfim
O beabá do Sertão
Sem chover, sem colher
Sem comer, sem lazer,
O beabá do Brasil
O beabá dos baianos
Que charme bonito, foi o santo que deu
O beabá do Senhor do Bonfim
O beabá do Sertão
Sem chover, sem colher
Sem comer, sem lazer,
O beabá do Brasil
Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
Te dou um doce, um cacho de pitomba
Vem pro meu lado e sai da contramão
Ola alô, morena flor de cheiro
Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
Te dou um doce, um cacho de pitomba
Vem pro meu lado e sai da contramão
Vim do Recife pra ver Pitombeira
No mesmo compasso, poeira, carreira menina bonita queimada de sol
Pandeiro na mão, estrela do norte, areia do mar
Olinda mandou me chamar
É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
Safada era a cara do anjo
Que no quarto noturno pintou
No meu ouvido falou loucuras de amor
Pegou minha mão e saímos na troca de passos
Um beijo molhado, escandalizado
Que até minha gata se escandalizou
E com um penacho de índio ele me coroou
Safada era a cara do anjo
Que no quarto noturno pintou
No meu ouvido falou loucuras de amor
Pegou minha mão e saímos na troca de passos
Um beijo molhado, escandalizado
Que até minha gata se escandalizou
E com um penacho de índio ele me coroou
Sou anjo avesso sou Tupã presente
Guerreiro sempre, galho da semente
Do algodão, do pau-brasil,
Da serpentina que coloriu
Os olhos do cego
A voz do anão
A vida e o meu coração de leão
Essa menina pernambucana
Que vem chegando e abrindo a roda
Essa menina cana caiana
Pernambucana cor de manga rosa
Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
É toda Olinda, é toda mar
Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
É toda Olinda, é toda mar
Pernambucana cana caiana
Doida de maio dos coqueirais
Que se empenujam nos ventos guerreiros
Dos maracatus tropicais
Pernambucana cana caiana
Doida de maio dos coqueirais
Que se empenujam nos ventos guerreiros
Dos maracatus tropicais
Eu quero um banho de cheiro
Eu quero um banho de lua
Eu quero navegar
Eu quero uma menina
Que me ensine noite e dia
O valor do beabá
O beabá dos seus olhos
Morena bonita da boca do rio
O beabá das narinas do rei
O beabá das marias
Sangrando alegria
Magia, magia, dos filhos de Gandhi
O beabá dos baianos
Que charme bonito, foi o santo que deu
O beabá do Senhor do Bonfim
O beabá do Sertão
Sem chover, sem colher
Sem comer, sem lazer,
O beabá do Brasil
O beabá dos baianos
Que charme bonito, foi o santo que deu
O beabá do Senhor do Bonfim
O beabá do Sertão
Sem chover, sem colher
Sem comer, sem lazer,
O beabá do Brasil
⏱️ Synced Lyrics
[00:13.58] Ola alô, morena flor de cheiro
[00:16.15] Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
[00:19.35] Te dou um doce, um cacho de pitomba
[00:22.57] Vem pro meu lado e sai da contramão
[00:25.72] Ola alô, morena flor de cheiro
[00:29.01] Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
[00:31.91] Te dou um doce, um cacho de pitomba
[00:35.14] Vem pro meu lado e sai da contramão
[00:38.26] Vim do Recife pra ver Pitombeira
[00:40.02] No mesmo compasso, poeira, carreira menina bonita queimada de sol
[00:45.02] Pandeiro na mão, estrela do norte, areia do mar
[00:48.03] Olinda mandou me chamar
[00:50.81] É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
[00:53.67] Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
[00:55.52] É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
[00:59.93] Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
[01:02.83] Safada era a cara do anjo
[01:19.68] Que no quarto noturno pintou
[01:22.95] No meu ouvido falou loucuras de amor
[01:26.69] Pegou minha mão e saímos na troca de passos
[01:29.14] Um beijo molhado, escandalizado
[01:29.79] Que até minha gata se escandalizou
[01:31.47] E com um penacho de índio ele me coroou
[01:37.68] Safada era a cara do anjo
[01:40.18] Que no quarto noturno pintou
[01:43.50] No meu ouvido falou loucuras de amor
[01:46.53] Pegou minha mão e saímos na troca de passos
[01:48.77] Um beijo molhado, escandalizado
[01:50.56] Que até minha gata se escandalizou
[01:52.06] E com um penacho de índio ele me coroou
[01:57.21] Sou anjo avesso sou Tupã presente
[02:00.14] Guerreiro sempre, galho da semente
[02:04.02] Do algodão, do pau-brasil,
[02:07.27] Da serpentina que coloriu
[02:10.92] Os olhos do cego
[02:11.95] A voz do anão
[02:13.48] A vida e o meu coração de leão
[02:24.87]
[02:28.94] Essa menina pernambucana
[02:32.00] Que vem chegando e abrindo a roda
[02:35.15] Essa menina cana caiana
[02:38.67] Pernambucana cor de manga rosa
[02:41.41] Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
[02:45.58] É toda Olinda, é toda mar
[02:47.87] Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
[02:51.89] É toda Olinda, é toda mar
[02:53.51] Pernambucana cana caiana
[02:59.20] Doida de maio dos coqueirais
[03:00.52] Que se empenujam nos ventos guerreiros
[03:08.49] Dos maracatus tropicais
[03:08.86] Pernambucana cana caiana
[03:09.82] Doida de maio dos coqueirais
[03:13.43] Que se empenujam nos ventos guerreiros
[03:17.65] Dos maracatus tropicais
[03:19.98]
[03:33.10] Eu quero um banho de cheiro
[03:34.51] Eu quero um banho de lua
[03:36.04] Eu quero navegar
[03:38.70] Eu quero uma menina
[03:40.34] Que me ensine noite e dia
[03:41.92] O valor do beabá
[03:44.77] O beabá dos seus olhos
[03:46.21] Morena bonita da boca do rio
[03:48.13] O beabá das narinas do rei
[03:50.72] O beabá das marias
[03:53.03] Sangrando alegria
[03:53.81] Magia, magia, dos filhos de Gandhi
[03:58.24] O beabá dos baianos
[03:59.78] Que charme bonito, foi o santo que deu
[04:01.20] O beabá do Senhor do Bonfim
[04:03.08] O beabá do Sertão
[04:03.58] Sem chover, sem colher
[04:07.15] Sem comer, sem lazer,
[04:08.74] O beabá do Brasil
[04:11.79] O beabá dos baianos
[04:13.24] Que charme bonito, foi o santo que deu
[04:14.81] O beabá do Senhor do Bonfim
[04:16.60] O beabá do Sertão
[04:17.15] Sem chover, sem colher
[04:20.62] Sem comer, sem lazer,
[04:22.22] O beabá do Brasil
[04:26.24]
[00:16.15] Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
[00:19.35] Te dou um doce, um cacho de pitomba
[00:22.57] Vem pro meu lado e sai da contramão
[00:25.72] Ola alô, morena flor de cheiro
[00:29.01] Sai dessa roda e vem pr'esse cordão
[00:31.91] Te dou um doce, um cacho de pitomba
[00:35.14] Vem pro meu lado e sai da contramão
[00:38.26] Vim do Recife pra ver Pitombeira
[00:40.02] No mesmo compasso, poeira, carreira menina bonita queimada de sol
[00:45.02] Pandeiro na mão, estrela do norte, areia do mar
[00:48.03] Olinda mandou me chamar
[00:50.81] É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
[00:53.67] Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
[00:55.52] É talco, é banho, é carreira no Carmo, na Sé, na Ribeira
[00:59.93] Olhando teus olhos me perco e esqueço até do jantar
[01:02.83] Safada era a cara do anjo
[01:19.68] Que no quarto noturno pintou
[01:22.95] No meu ouvido falou loucuras de amor
[01:26.69] Pegou minha mão e saímos na troca de passos
[01:29.14] Um beijo molhado, escandalizado
[01:29.79] Que até minha gata se escandalizou
[01:31.47] E com um penacho de índio ele me coroou
[01:37.68] Safada era a cara do anjo
[01:40.18] Que no quarto noturno pintou
[01:43.50] No meu ouvido falou loucuras de amor
[01:46.53] Pegou minha mão e saímos na troca de passos
[01:48.77] Um beijo molhado, escandalizado
[01:50.56] Que até minha gata se escandalizou
[01:52.06] E com um penacho de índio ele me coroou
[01:57.21] Sou anjo avesso sou Tupã presente
[02:00.14] Guerreiro sempre, galho da semente
[02:04.02] Do algodão, do pau-brasil,
[02:07.27] Da serpentina que coloriu
[02:10.92] Os olhos do cego
[02:11.95] A voz do anão
[02:13.48] A vida e o meu coração de leão
[02:24.87]
[02:28.94] Essa menina pernambucana
[02:32.00] Que vem chegando e abrindo a roda
[02:35.15] Essa menina cana caiana
[02:38.67] Pernambucana cor de manga rosa
[02:41.41] Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
[02:45.58] É toda Olinda, é toda mar
[02:47.87] Essa menina é todo verso, é toda prosa é todo som, é toda rima
[02:51.89] É toda Olinda, é toda mar
[02:53.51] Pernambucana cana caiana
[02:59.20] Doida de maio dos coqueirais
[03:00.52] Que se empenujam nos ventos guerreiros
[03:08.49] Dos maracatus tropicais
[03:08.86] Pernambucana cana caiana
[03:09.82] Doida de maio dos coqueirais
[03:13.43] Que se empenujam nos ventos guerreiros
[03:17.65] Dos maracatus tropicais
[03:19.98]
[03:33.10] Eu quero um banho de cheiro
[03:34.51] Eu quero um banho de lua
[03:36.04] Eu quero navegar
[03:38.70] Eu quero uma menina
[03:40.34] Que me ensine noite e dia
[03:41.92] O valor do beabá
[03:44.77] O beabá dos seus olhos
[03:46.21] Morena bonita da boca do rio
[03:48.13] O beabá das narinas do rei
[03:50.72] O beabá das marias
[03:53.03] Sangrando alegria
[03:53.81] Magia, magia, dos filhos de Gandhi
[03:58.24] O beabá dos baianos
[03:59.78] Que charme bonito, foi o santo que deu
[04:01.20] O beabá do Senhor do Bonfim
[04:03.08] O beabá do Sertão
[04:03.58] Sem chover, sem colher
[04:07.15] Sem comer, sem lazer,
[04:08.74] O beabá do Brasil
[04:11.79] O beabá dos baianos
[04:13.24] Que charme bonito, foi o santo que deu
[04:14.81] O beabá do Senhor do Bonfim
[04:16.60] O beabá do Sertão
[04:17.15] Sem chover, sem colher
[04:20.62] Sem comer, sem lazer,
[04:22.22] O beabá do Brasil
[04:26.24]