Menos Que Deus, Porém, Mais do Que um Homem
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📜 Lyrics
Sombreiro quebrado, tapeado pra cima
Parece obra prima "co'as aba intanguida"
Dois ferros calçados, um igual ao outro
E as botas de potro aquebrantando a vida
Apegos e ânsias, estâncias e rumos
A sorte um consumo que vem sem sinuelo
Pra um homem de guerra que a um sonho se agarra
Baguais e guitarras são fletes de um mesmo pêlo
Baguais e guitarras são fletes de um mesmo pêlo
Estampa surrada, judiada do tranco
D'um baio lonanco, veiaco e malino
A alma um palanque cravado bem fundo
Escorando o que o mundo chama de destino
Estampa surrada, judiada do tranco
D'um baio lonanco, veiaco e malino
A alma um palanque cravado bem fundo
Escorando o que o mundo chama de destino
Vos falo de um xucro e retruco aos demais
Que entre baguais anda solto na poeira
Um quebra parido num rancho barreado
Sobre o chão sagrado da nossa fronteira
Das domas e tropas, das grotas e sangas
Bois mansos de canga e rodeios de cria
São coisas que o guasca templou com as esporas
Bombeando as auroras e as barras do dia
Bombeando as auroras e as barras do dia
Com a pátria nos tentos e o vento na fronte
O tempo é um reponte que aos poucos consome
O corpo de um taura que um santo benzeu
Pra ser menos que Deus, porém mais do que um homem!
Com a pátria nos tentos e o vento na fronte
O tempo é um reponte que aos poucos consome
O corpo de um taura que um santo benzeu
Pra ser menos que Deus, porém mais do que um homem!
Parece obra prima "co'as aba intanguida"
Dois ferros calçados, um igual ao outro
E as botas de potro aquebrantando a vida
Apegos e ânsias, estâncias e rumos
A sorte um consumo que vem sem sinuelo
Pra um homem de guerra que a um sonho se agarra
Baguais e guitarras são fletes de um mesmo pêlo
Baguais e guitarras são fletes de um mesmo pêlo
Estampa surrada, judiada do tranco
D'um baio lonanco, veiaco e malino
A alma um palanque cravado bem fundo
Escorando o que o mundo chama de destino
Estampa surrada, judiada do tranco
D'um baio lonanco, veiaco e malino
A alma um palanque cravado bem fundo
Escorando o que o mundo chama de destino
Vos falo de um xucro e retruco aos demais
Que entre baguais anda solto na poeira
Um quebra parido num rancho barreado
Sobre o chão sagrado da nossa fronteira
Das domas e tropas, das grotas e sangas
Bois mansos de canga e rodeios de cria
São coisas que o guasca templou com as esporas
Bombeando as auroras e as barras do dia
Bombeando as auroras e as barras do dia
Com a pátria nos tentos e o vento na fronte
O tempo é um reponte que aos poucos consome
O corpo de um taura que um santo benzeu
Pra ser menos que Deus, porém mais do que um homem!
Com a pátria nos tentos e o vento na fronte
O tempo é um reponte que aos poucos consome
O corpo de um taura que um santo benzeu
Pra ser menos que Deus, porém mais do que um homem!