De São Paulo a Xangai
🎵 1171 characters
⏱️ 3:17 duration
🆔 ID: 12994138
📜 Lyrics
Falta saber quanto tempo ficaremos esperando
Falta instruir a intuição a ir além do obvio
Verticalizam horizontes aos montes
As pontes desligam, as fontes já secam até a última gota
Empréstimos de estima, só pode estampa fina
O bolso abastado e a alma vazia
Compram panos e planos, sorriem alegres enganos
Se veem sagrados humanos e, ao final
Tudo é poeira e arrependimento
As cores do firmamento, quem apagou?
Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
Mas não me perco nessa selva
Mas não me perco
Mas não me perco nessa selva
Em troca de pequenas falsas alegrias
De dentro de suas mansões
Projetando e comprando algumas porções
De exageros lícitos e nem tão lúcidos
Pra compensar as faltas
Tão profundas que te deixaram
Suas missões acabaram por parcas passagens
Nos pés das edificações dos egos
Então restaram as metrópoles cheias de corpos cegos
Gastando força e dando murro em pontas de pregos
Perfurando suas mãos em um vão
Entre o retrocesso e a evolução
E ao final de tudo é poeira e arrependimento
As cores do firmamento, quem apagou?
Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
Mas não me perco nessa selva
Falta instruir a intuição a ir além do obvio
Verticalizam horizontes aos montes
As pontes desligam, as fontes já secam até a última gota
Empréstimos de estima, só pode estampa fina
O bolso abastado e a alma vazia
Compram panos e planos, sorriem alegres enganos
Se veem sagrados humanos e, ao final
Tudo é poeira e arrependimento
As cores do firmamento, quem apagou?
Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
Mas não me perco nessa selva
Mas não me perco
Mas não me perco nessa selva
Em troca de pequenas falsas alegrias
De dentro de suas mansões
Projetando e comprando algumas porções
De exageros lícitos e nem tão lúcidos
Pra compensar as faltas
Tão profundas que te deixaram
Suas missões acabaram por parcas passagens
Nos pés das edificações dos egos
Então restaram as metrópoles cheias de corpos cegos
Gastando força e dando murro em pontas de pregos
Perfurando suas mãos em um vão
Entre o retrocesso e a evolução
E ao final de tudo é poeira e arrependimento
As cores do firmamento, quem apagou?
Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
Mas não me perco nessa selva
⏱️ Synced Lyrics
[00:33.16] Falta saber quanto tempo ficaremos esperando
[00:42.70] Falta instruir a intuição a ir além do obvio
[00:51.67] Verticalizam horizontes aos montes
[00:53.93] As pontes desligam, as fontes já secam até a última gota
[00:58.70] Empréstimos de estima, só pode estampa fina
[01:01.47] O bolso abastado e a alma vazia
[01:03.85] Compram panos e planos, sorriem alegres enganos
[01:07.42] Se veem sagrados humanos e, ao final
[01:10.20] Tudo é poeira e arrependimento
[01:14.15] As cores do firmamento, quem apagou?
[01:24.61] Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
[01:31.47] Mas não me perco nessa selva
[01:35.11] Mas não me perco
[01:37.26] Mas não me perco nessa selva
[01:44.48] Em troca de pequenas falsas alegrias
[01:53.59] De dentro de suas mansões
[01:55.17] Projetando e comprando algumas porções
[01:58.30] De exageros lícitos e nem tão lúcidos
[02:03.03] Pra compensar as faltas
[02:13.11] Tão profundas que te deixaram
[02:22.01] Suas missões acabaram por parcas passagens
[02:24.78] Nos pés das edificações dos egos
[02:27.80] Então restaram as metrópoles cheias de corpos cegos
[02:32.25] Gastando força e dando murro em pontas de pregos
[02:34.75] Perfurando suas mãos em um vão
[02:37.45] Entre o retrocesso e a evolução
[02:39.45] E ao final de tudo é poeira e arrependimento
[02:42.88] As cores do firmamento, quem apagou?
[02:53.02] Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
[03:00.32] Mas não me perco nessa selva
[03:08.03]
[00:42.70] Falta instruir a intuição a ir além do obvio
[00:51.67] Verticalizam horizontes aos montes
[00:53.93] As pontes desligam, as fontes já secam até a última gota
[00:58.70] Empréstimos de estima, só pode estampa fina
[01:01.47] O bolso abastado e a alma vazia
[01:03.85] Compram panos e planos, sorriem alegres enganos
[01:07.42] Se veem sagrados humanos e, ao final
[01:10.20] Tudo é poeira e arrependimento
[01:14.15] As cores do firmamento, quem apagou?
[01:24.61] Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
[01:31.47] Mas não me perco nessa selva
[01:35.11] Mas não me perco
[01:37.26] Mas não me perco nessa selva
[01:44.48] Em troca de pequenas falsas alegrias
[01:53.59] De dentro de suas mansões
[01:55.17] Projetando e comprando algumas porções
[01:58.30] De exageros lícitos e nem tão lúcidos
[02:03.03] Pra compensar as faltas
[02:13.11] Tão profundas que te deixaram
[02:22.01] Suas missões acabaram por parcas passagens
[02:24.78] Nos pés das edificações dos egos
[02:27.80] Então restaram as metrópoles cheias de corpos cegos
[02:32.25] Gastando força e dando murro em pontas de pregos
[02:34.75] Perfurando suas mãos em um vão
[02:37.45] Entre o retrocesso e a evolução
[02:39.45] E ao final de tudo é poeira e arrependimento
[02:42.88] As cores do firmamento, quem apagou?
[02:53.02] Tentaram me afogar num aquário de aço e ilusões
[03:00.32] Mas não me perco nessa selva
[03:08.03]