Pout pourri: Escolta de vagalumes / Porta do mundo / Poeira da estrada
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⏱️ 5:26 duration
🆔 ID: 13034150
📜 Lyrics
Voltando pra minha terra eu renasci
Nos anos que fiquei distante acho que morri
Morri de saudade dos pais, irmãos e companheiros
Que ao cair da tarde no velho terreiro
A gente cantava as mais lindas canções
Viola afinada e na voz dueto perfeito
Longe eu não cantava, doia meu peito
Na cidade grande só tive ilusões
Mas voltei, mas voltei, eu voltei
E ao passar a porteira, a mata e o perfume
Eu fui escoltado pelos vagalumes
Pois era uma linda noite de luar
Mas chorei, mas chorei, eu chorei
Ao ver meus pais, meus irmãos vindo ao meu encontro
A felicidade misturou meu pranto
Com o orvalho da noite desse meu lugar
O som da viola bateu
No meu peito doeu
Meu irmão
Assim eu me fiz cantador
Sem nenhum professor aprendi a lição
São coisas divinas do mundo
Que vem num segundo
A sorte mudar
Trazendo pra dentro da gente
As coisas que a mente vai longe buscar
Trazendo pra dentro da gente
As coisas que a mente vai longe buscar
O destino é o meu calendário
O meu dicionário é a inspiração
A porta do mundo é aberta
Minha alma desperta buscando a canção
Com minha viola no peito
Meus versos são feitos
Pro mundo cantar
É a luta de um velho talento
Menino por dentro sem nunca cansar
É a luta de um velho talento
Menino por dentro sem nunca cansar
Levantei a tampa, voltei ao passado
Meu mundo guardado dentro de um baú
Encontrei no fundo todo empoeirado
O meu velho laço, bom de couro crú
Me vi no arreio do meu alazão
Berrante na mão, no meio da boiada
Abracei meu laço, velho companheiro
Bateu a saudade, veio o desespero
Sentindo o cheiro da poeira da estrada
Estrada que era vermelha de terra
E o progresso trouxe o asfalto e cobriu
Estrada que hoje chama rodovia
Estrada onde um dia meu sonho seguiu
Estrada que antes era boiadeira
Estrada de poeira, de sol, chuva e frio
Estrada, ainda resta um pequeno pedaço
A poeira do laço que ainda não saiu
Nos anos que fiquei distante acho que morri
Morri de saudade dos pais, irmãos e companheiros
Que ao cair da tarde no velho terreiro
A gente cantava as mais lindas canções
Viola afinada e na voz dueto perfeito
Longe eu não cantava, doia meu peito
Na cidade grande só tive ilusões
Mas voltei, mas voltei, eu voltei
E ao passar a porteira, a mata e o perfume
Eu fui escoltado pelos vagalumes
Pois era uma linda noite de luar
Mas chorei, mas chorei, eu chorei
Ao ver meus pais, meus irmãos vindo ao meu encontro
A felicidade misturou meu pranto
Com o orvalho da noite desse meu lugar
O som da viola bateu
No meu peito doeu
Meu irmão
Assim eu me fiz cantador
Sem nenhum professor aprendi a lição
São coisas divinas do mundo
Que vem num segundo
A sorte mudar
Trazendo pra dentro da gente
As coisas que a mente vai longe buscar
Trazendo pra dentro da gente
As coisas que a mente vai longe buscar
O destino é o meu calendário
O meu dicionário é a inspiração
A porta do mundo é aberta
Minha alma desperta buscando a canção
Com minha viola no peito
Meus versos são feitos
Pro mundo cantar
É a luta de um velho talento
Menino por dentro sem nunca cansar
É a luta de um velho talento
Menino por dentro sem nunca cansar
Levantei a tampa, voltei ao passado
Meu mundo guardado dentro de um baú
Encontrei no fundo todo empoeirado
O meu velho laço, bom de couro crú
Me vi no arreio do meu alazão
Berrante na mão, no meio da boiada
Abracei meu laço, velho companheiro
Bateu a saudade, veio o desespero
Sentindo o cheiro da poeira da estrada
Estrada que era vermelha de terra
E o progresso trouxe o asfalto e cobriu
Estrada que hoje chama rodovia
Estrada onde um dia meu sonho seguiu
Estrada que antes era boiadeira
Estrada de poeira, de sol, chuva e frio
Estrada, ainda resta um pequeno pedaço
A poeira do laço que ainda não saiu
⏱️ Synced Lyrics
[00:17.74] Voltando pra minha terra eu renasci
[00:24.25] Nos anos que fiquei distante acho que morri
[00:31.27] Morri de saudade dos pais, irmãos e companheiros
[00:36.47] Que ao cair da tarde no velho terreiro
[00:39.95] A gente cantava as mais lindas canções
[00:46.37] Viola afinada e na voz dueto perfeito
[00:51.07] Longe eu não cantava, doia meu peito
[00:54.78] Na cidade grande só tive ilusões
[00:59.93] Mas voltei, mas voltei, eu voltei
[01:08.43] E ao passar a porteira, a mata e o perfume
[01:13.28] Eu fui escoltado pelos vagalumes
[01:16.86] Pois era uma linda noite de luar
[01:22.02] Mas chorei, mas chorei, eu chorei
[01:27.11]
[01:30.37] Ao ver meus pais, meus irmãos vindo ao meu encontro
[01:35.12] A felicidade misturou meu pranto
[01:38.76] Com o orvalho da noite desse meu lugar
[01:56.10] O som da viola bateu
[01:59.07] No meu peito doeu
[02:02.73] Meu irmão
[02:05.06]
[02:07.46] Assim eu me fiz cantador
[02:09.47] Sem nenhum professor aprendi a lição
[02:14.11]
[02:16.91] São coisas divinas do mundo
[02:20.39] Que vem num segundo
[02:22.53] A sorte mudar
[02:25.16]
[02:27.52] Trazendo pra dentro da gente
[02:30.97] As coisas que a mente vai longe buscar
[02:35.73]
[02:38.63] Trazendo pra dentro da gente
[02:41.23] As coisas que a mente vai longe buscar
[02:50.64] O destino é o meu calendário
[02:53.73] O meu dicionário é a inspiração
[03:01.49] A porta do mundo é aberta
[03:04.59] Minha alma desperta buscando a canção
[03:09.92]
[03:11.99] Com minha viola no peito
[03:15.36] Meus versos são feitos
[03:17.26] Pro mundo cantar
[03:22.03] É a luta de um velho talento
[03:25.64] Menino por dentro sem nunca cansar
[03:32.44] É a luta de um velho talento
[03:36.12] Menino por dentro sem nunca cansar
[03:57.67] Levantei a tampa, voltei ao passado
[04:00.68] Meu mundo guardado dentro de um baú
[04:05.20] Encontrei no fundo todo empoeirado
[04:09.94] O meu velho laço, bom de couro crú
[04:14.10] Me vi no arreio do meu alazão
[04:18.88] Berrante na mão, no meio da boiada
[04:22.27] Abracei meu laço, velho companheiro
[04:25.57] Bateu a saudade, veio o desespero
[04:31.47] Sentindo o cheiro da poeira da estrada
[04:37.23] Estrada que era vermelha de terra
[04:41.41] E o progresso trouxe o asfalto e cobriu
[04:45.63] Estrada que hoje chama rodovia
[04:49.80] Estrada onde um dia meu sonho seguiu
[04:54.03] Estrada que antes era boiadeira
[04:58.33] Estrada de poeira, de sol, chuva e frio
[05:02.54] Estrada, ainda resta um pequeno pedaço
[05:06.54] A poeira do laço que ainda não saiu
[05:26.11]
[00:24.25] Nos anos que fiquei distante acho que morri
[00:31.27] Morri de saudade dos pais, irmãos e companheiros
[00:36.47] Que ao cair da tarde no velho terreiro
[00:39.95] A gente cantava as mais lindas canções
[00:46.37] Viola afinada e na voz dueto perfeito
[00:51.07] Longe eu não cantava, doia meu peito
[00:54.78] Na cidade grande só tive ilusões
[00:59.93] Mas voltei, mas voltei, eu voltei
[01:08.43] E ao passar a porteira, a mata e o perfume
[01:13.28] Eu fui escoltado pelos vagalumes
[01:16.86] Pois era uma linda noite de luar
[01:22.02] Mas chorei, mas chorei, eu chorei
[01:27.11]
[01:30.37] Ao ver meus pais, meus irmãos vindo ao meu encontro
[01:35.12] A felicidade misturou meu pranto
[01:38.76] Com o orvalho da noite desse meu lugar
[01:56.10] O som da viola bateu
[01:59.07] No meu peito doeu
[02:02.73] Meu irmão
[02:05.06]
[02:07.46] Assim eu me fiz cantador
[02:09.47] Sem nenhum professor aprendi a lição
[02:14.11]
[02:16.91] São coisas divinas do mundo
[02:20.39] Que vem num segundo
[02:22.53] A sorte mudar
[02:25.16]
[02:27.52] Trazendo pra dentro da gente
[02:30.97] As coisas que a mente vai longe buscar
[02:35.73]
[02:38.63] Trazendo pra dentro da gente
[02:41.23] As coisas que a mente vai longe buscar
[02:50.64] O destino é o meu calendário
[02:53.73] O meu dicionário é a inspiração
[03:01.49] A porta do mundo é aberta
[03:04.59] Minha alma desperta buscando a canção
[03:09.92]
[03:11.99] Com minha viola no peito
[03:15.36] Meus versos são feitos
[03:17.26] Pro mundo cantar
[03:22.03] É a luta de um velho talento
[03:25.64] Menino por dentro sem nunca cansar
[03:32.44] É a luta de um velho talento
[03:36.12] Menino por dentro sem nunca cansar
[03:57.67] Levantei a tampa, voltei ao passado
[04:00.68] Meu mundo guardado dentro de um baú
[04:05.20] Encontrei no fundo todo empoeirado
[04:09.94] O meu velho laço, bom de couro crú
[04:14.10] Me vi no arreio do meu alazão
[04:18.88] Berrante na mão, no meio da boiada
[04:22.27] Abracei meu laço, velho companheiro
[04:25.57] Bateu a saudade, veio o desespero
[04:31.47] Sentindo o cheiro da poeira da estrada
[04:37.23] Estrada que era vermelha de terra
[04:41.41] E o progresso trouxe o asfalto e cobriu
[04:45.63] Estrada que hoje chama rodovia
[04:49.80] Estrada onde um dia meu sonho seguiu
[04:54.03] Estrada que antes era boiadeira
[04:58.33] Estrada de poeira, de sol, chuva e frio
[05:02.54] Estrada, ainda resta um pequeno pedaço
[05:06.54] A poeira do laço que ainda não saiu
[05:26.11]