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Cobra sucuri

👤 Teixeirinha 🎼 Gigantes ⏱️ 2:52
🎵 1481 characters
⏱️ 2:52 duration
🆔 ID: 13077287

📜 Lyrics

Hahaha agora vocês vão ver a história
Dum cumpade valente barbaridade
Que eu tenho por nome Gildo de Freita
E a cobra sucuri

Eu às vezes tô me lembrando
Dum bom compadre que eu tinha
Valente como diabo
Pior que galo de rinha
Quando o compadre puxava
Sua faca da bainha
Até a própria polícia
Prometia mas não vinha

Me contou um morador
Lá do rio Gravataí
Que na costa desse rio
Ninguém mais pescava ali
Porque diz que aparecia
Uma cobra sucuri
E aquela cobra fazia
Todos os pescador fugir

E eu contei pro meu compadre
Ele garrou pegou a ri
Convidou pra nós ir lá
E eu já me arrependi
Pra ele não embravecer
Eu fui obrigado a ir
Lá na costa desse rio
Ver a cobra sucuri

Nós cheguemo na barranca
Eu senti um arrepio
Mas eu quando eu vi a cobra
O meu compadre também viu
A água fez uma onda
Na onda a cobra sumiu
E ainda por desaforo
Deu uns quatro ou cinco piu

Meu compadre vendo a cobra
Já foi largando as tamancas
Deu um jeitinho no corpo
E da sua faca arranca
A cobra veio piando
Veio subindo a barranca
E eu também já fui subindo
Num pé de figueira branca

Lá de cima eu tava vendo
Como um homem se desdobra
Aí vi que o meu compadre
Tinha destreza de sobra
Ele foi dando um jeitinho
Foi fazendo uma manobra
Que em vez da cobra comer ele
Ele é quem comeu a cobra

Depois da cobra comida
Meu compadre embraveceu
Olhou pra mim e disse
Por que foi que tu correu?
Ora, ora meu compadre
Tu bem sabe quem sou eu
Eu tava louco de medo
Da cobra que tu comeu

⏱️ Synced Lyrics

[00:02.95] Hahaha agora vocês vão ver a história
[00:04.84] Dum cumpade valente barbaridade
[00:07.15] Que eu tenho por nome Gildo de Freita
[00:09.14] E a cobra sucuri
[00:12.13]
[00:18.20] Eu às vezes tô me lembrando
[00:20.16] Dum bom compadre que eu tinha
[00:22.07] Valente como diabo
[00:23.81] Pior que galo de rinha
[00:25.78] Quando o compadre puxava
[00:27.45] Sua faca da bainha
[00:31.31] Até a própria polícia
[00:33.74] Prometia mas não vinha
[00:39.31] Me contou um morador
[00:41.37] Lá do rio Gravataí
[00:43.29] Que na costa desse rio
[00:45.09] Ninguém mais pescava ali
[00:47.09] Porque diz que aparecia
[00:48.82] Uma cobra sucuri
[00:52.63] E aquela cobra fazia
[00:55.08] Todos os pescador fugir
[01:00.55] E eu contei pro meu compadre
[01:02.94] Ele garrou pegou a ri
[01:04.50] Convidou pra nós ir lá
[01:06.59] E eu já me arrependi
[01:08.32] Pra ele não embravecer
[01:10.38] Eu fui obrigado a ir
[01:14.05] Lá na costa desse rio
[01:16.52] Ver a cobra sucuri
[01:20.02]
[01:22.31] Nós cheguemo na barranca
[01:24.22] Eu senti um arrepio
[01:26.09] Mas eu quando eu vi a cobra
[01:27.97] O meu compadre também viu
[01:29.85] A água fez uma onda
[01:31.74] Na onda a cobra sumiu
[01:35.51] E ainda por desaforo
[01:37.95] Deu uns quatro ou cinco piu
[01:43.60] Meu compadre vendo a cobra
[01:45.78] Já foi largando as tamancas
[01:47.66] Deu um jeitinho no corpo
[01:49.68] E da sua faca arranca
[01:51.44] A cobra veio piando
[01:53.18] Veio subindo a barranca
[01:57.12] E eu também já fui subindo
[01:59.75] Num pé de figueira branca
[02:05.46] Lá de cima eu tava vendo
[02:07.31] Como um homem se desdobra
[02:09.35] Aí vi que o meu compadre
[02:11.15] Tinha destreza de sobra
[02:13.03] Ele foi dando um jeitinho
[02:15.08] Foi fazendo uma manobra
[02:18.84] Que em vez da cobra comer ele
[02:21.29] Ele é quem comeu a cobra
[02:27.02] Depois da cobra comida
[02:28.94] Meu compadre embraveceu
[02:30.98] Olhou pra mim e disse
[02:32.85] Por que foi que tu correu?
[02:34.73] Ora, ora meu compadre
[02:36.63] Tu bem sabe quem sou eu
[02:40.39] Eu tava louco de medo
[02:42.95] Da cobra que tu comeu
[02:44.21]

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