Madame Satã: Resistir para Existir
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⏱️ 5:24 duration
🆔 ID: 13146426
📜 Lyrics
Seja aqui nessa avenida
Ou na passarela principal
Quero ver você, ó verde e rosa
Brilhando no carnaval
Por um lugar ao sol
Lutarei até o final
Em toda a minha vida
Pela Lins Imperial
(Alô comunidade! Canta Lins Imperial! O bicho tá solto!)
(Tu quer raiz? Ah, tu quer! Sente o clima!)
Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
Deus pintou a preta tinta
Neste corpo brasileiro
João criança via três moleques guias
Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
Felicidade nunca esteve no seu mapa
Se tornou a lei da Lapa
Respeitado arruaceiro
Bicha malandro, com seu fio de navalha
Orixá da sua laia e das moças do puteiro
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Dizia ele que apesar de ser tinhoso
No amor tão carinhoso
Também tinha mãos de lã
Era um deboche para todo desacato
Deu-lhe o nome um delegado
Salve Madame Satã!
Foi valentão e bom de briga
O rei da ginga, anjo das rebeliões
Este Brasil não pode mais silenciar
Quem nasceu para enfrentar
O furor das multidões!
A sua vida foi um palco de teatro
Negro drama do asfalto
Flor que ensina a resistir
Ó, entidade, de bonecas e mendigos
Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
Deus pintou a preta tinta
Neste corpo brasileiro
João criança via três moleques guias
Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
Felicidade nunca esteve no seu mapa
Se tornou a lei da Lapa
Respeitado arruaceiro
Bicha malandro, com seu fio de navalha
Orixá da sua laia e das moças do puteiro
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Dizia ele que apesar de ser tinhoso
No amor tão carinhoso
Também tinha mãos de lã
Era um deboche para todo desacato
Deu-lhe o nome um delegado
Salve Madame Satã!
Foi valentão e bom de briga
O rei da ginga, anjo das rebeliões
Este Brasil não pode mais silenciar
Quem nasceu para enfrentar
O furor das multidões!
A sua vida foi um palco de teatro
Negro drama do asfalto
Flor que ensina a resistir
Ó, entidade, de bonecas e mendigos
Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
Lins Imperial!
Sobe Madame Satã!
(Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
Resistir para existir!
(Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
Mojubá a minha escola!
(Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
Tu quer raiz? O bicho tá solto!
Ou na passarela principal
Quero ver você, ó verde e rosa
Brilhando no carnaval
Por um lugar ao sol
Lutarei até o final
Em toda a minha vida
Pela Lins Imperial
(Alô comunidade! Canta Lins Imperial! O bicho tá solto!)
(Tu quer raiz? Ah, tu quer! Sente o clima!)
Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
Deus pintou a preta tinta
Neste corpo brasileiro
João criança via três moleques guias
Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
Felicidade nunca esteve no seu mapa
Se tornou a lei da Lapa
Respeitado arruaceiro
Bicha malandro, com seu fio de navalha
Orixá da sua laia e das moças do puteiro
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Dizia ele que apesar de ser tinhoso
No amor tão carinhoso
Também tinha mãos de lã
Era um deboche para todo desacato
Deu-lhe o nome um delegado
Salve Madame Satã!
Foi valentão e bom de briga
O rei da ginga, anjo das rebeliões
Este Brasil não pode mais silenciar
Quem nasceu para enfrentar
O furor das multidões!
A sua vida foi um palco de teatro
Negro drama do asfalto
Flor que ensina a resistir
Ó, entidade, de bonecas e mendigos
Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
Deus pintou a preta tinta
Neste corpo brasileiro
João criança via três moleques guias
Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
Felicidade nunca esteve no seu mapa
Se tornou a lei da Lapa
Respeitado arruaceiro
Bicha malandro, com seu fio de navalha
Orixá da sua laia e das moças do puteiro
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
Dizia ele que apesar de ser tinhoso
No amor tão carinhoso
Também tinha mãos de lã
Era um deboche para todo desacato
Deu-lhe o nome um delegado
Salve Madame Satã!
Foi valentão e bom de briga
O rei da ginga, anjo das rebeliões
Este Brasil não pode mais silenciar
Quem nasceu para enfrentar
O furor das multidões!
A sua vida foi um palco de teatro
Negro drama do asfalto
Flor que ensina a resistir
Ó, entidade, de bonecas e mendigos
Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
Não se brinca com Satã!
Mojubá a minha escola!
Lins Imperial!
Sobe Madame Satã!
(Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
Resistir para existir!
(Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
Mojubá a minha escola!
(Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
Tu quer raiz? O bicho tá solto!
⏱️ Synced Lyrics
[00:04.00] Seja aqui nessa avenida
[00:07.61] Ou na passarela principal
[00:10.52] Quero ver você, ó verde e rosa
[00:13.62] Brilhando no carnaval
[00:16.70] Por um lugar ao sol
[00:18.40] Lutarei até o final
[00:20.06] Em toda a minha vida
[00:21.26] Pela Lins Imperial
[00:25.34] (Alô comunidade! Canta Lins Imperial! O bicho tá solto!)
[00:34.21] (Tu quer raiz? Ah, tu quer! Sente o clima!)
[00:40.37] Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
[00:42.01] Deus pintou a preta tinta
[00:44.12] Neste corpo brasileiro
[00:46.14] João criança via três moleques guias
[00:49.24] Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
[00:52.61] Felicidade nunca esteve no seu mapa
[00:56.45] Se tornou a lei da Lapa
[00:57.38] Respeitado arruaceiro
[00:59.93] Bicha malandro, com seu fio de navalha
[01:03.16] Orixá da sua laia e das moças do puteiro
[01:06.35] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[01:09.69] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[01:13.93] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[01:17.07] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[01:21.08] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[01:23.55] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[01:27.26] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[01:31.30] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[01:34.87] Dizia ele que apesar de ser tinhoso
[01:37.63] No amor tão carinhoso
[01:39.80] Também tinha mãos de lã
[01:41.77] Era um deboche para todo desacato
[01:44.95] Deu-lhe o nome um delegado
[01:46.42] Salve Madame Satã!
[01:48.90] Foi valentão e bom de briga
[01:52.25] O rei da ginga, anjo das rebeliões
[01:55.91] Este Brasil não pode mais silenciar
[01:58.77] Quem nasceu para enfrentar
[02:00.31] O furor das multidões!
[02:03.26] A sua vida foi um palco de teatro
[02:06.28] Negro drama do asfalto
[02:07.19] Flor que ensina a resistir
[02:09.17] Ó, entidade, de bonecas e mendigos
[02:12.20] Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
[02:16.53] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[02:19.61] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[02:22.61] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[02:26.78] Não se brinca com Satã!
[02:27.80] Mojubá a minha escola!
[02:29.95] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[02:33.55] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[02:37.05] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[02:39.95] Não se brinca com Satã!
[02:41.98] Mojubá a minha escola!
[02:44.22] Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
[02:47.12] Deus pintou a preta tinta
[02:49.33] Neste corpo brasileiro
[02:51.48] João criança via três moleques guias
[02:54.33] Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
[02:58.40] Felicidade nunca esteve no seu mapa
[03:01.32] Se tornou a lei da Lapa
[03:03.03] Respeitado arruaceiro
[03:05.98] Bicha malandro, com seu fio de navalha
[03:07.97] Orixá da sua laia e das moças do puteiro
[03:12.05] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[03:14.59] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[03:18.63] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[03:22.27] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[03:25.86] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[03:29.05] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[03:32.93] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[03:36.05] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[03:40.04] Dizia ele que apesar de ser tinhoso
[03:43.00] No amor tão carinhoso
[03:45.36] Também tinha mãos de lã
[03:47.27] Era um deboche para todo desacato
[03:50.31] Deu-lhe o nome um delegado
[03:51.68] Salve Madame Satã!
[03:53.55] Foi valentão e bom de briga
[03:57.61] O rei da ginga, anjo das rebeliões
[04:00.73] Este Brasil não pode mais silenciar
[04:03.61] Quem nasceu para enfrentar
[04:05.67] O furor das multidões!
[04:07.79] A sua vida foi um palco de teatro
[04:10.89] Negro drama do asfalto
[04:12.99] Flor que ensina a resistir
[04:15.12] Ó, entidade, de bonecas e mendigos
[04:18.13] Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
[04:21.38] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[04:25.46] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[04:28.14] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[04:31.50] Não se brinca com Satã!
[04:33.29] Mojubá a minha escola!
[04:35.42] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[04:38.98] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[04:42.05] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[04:45.82] Não se brinca com Satã!
[04:47.11] Mojubá a minha escola!
[04:49.22] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[04:52.79] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[04:56.27] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[04:59.66] Não se brinca com Satã!
[05:01.35] Mojubá a minha escola!
[05:07.01] Lins Imperial!
[05:08.05] Sobe Madame Satã!
[05:10.00] (Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
[05:11.18] Resistir para existir!
[05:12.66] (Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
[05:13.18] Mojubá a minha escola!
[05:15.14] (Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
[05:19.98] Tu quer raiz? O bicho tá solto!
[05:22.52]
[00:07.61] Ou na passarela principal
[00:10.52] Quero ver você, ó verde e rosa
[00:13.62] Brilhando no carnaval
[00:16.70] Por um lugar ao sol
[00:18.40] Lutarei até o final
[00:20.06] Em toda a minha vida
[00:21.26] Pela Lins Imperial
[00:25.34] (Alô comunidade! Canta Lins Imperial! O bicho tá solto!)
[00:34.21] (Tu quer raiz? Ah, tu quer! Sente o clima!)
[00:40.37] Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
[00:42.01] Deus pintou a preta tinta
[00:44.12] Neste corpo brasileiro
[00:46.14] João criança via três moleques guias
[00:49.24] Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
[00:52.61] Felicidade nunca esteve no seu mapa
[00:56.45] Se tornou a lei da Lapa
[00:57.38] Respeitado arruaceiro
[00:59.93] Bicha malandro, com seu fio de navalha
[01:03.16] Orixá da sua laia e das moças do puteiro
[01:06.35] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[01:09.69] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[01:13.93] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[01:17.07] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[01:21.08] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[01:23.55] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[01:27.26] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[01:31.30] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[01:34.87] Dizia ele que apesar de ser tinhoso
[01:37.63] No amor tão carinhoso
[01:39.80] Também tinha mãos de lã
[01:41.77] Era um deboche para todo desacato
[01:44.95] Deu-lhe o nome um delegado
[01:46.42] Salve Madame Satã!
[01:48.90] Foi valentão e bom de briga
[01:52.25] O rei da ginga, anjo das rebeliões
[01:55.91] Este Brasil não pode mais silenciar
[01:58.77] Quem nasceu para enfrentar
[02:00.31] O furor das multidões!
[02:03.26] A sua vida foi um palco de teatro
[02:06.28] Negro drama do asfalto
[02:07.19] Flor que ensina a resistir
[02:09.17] Ó, entidade, de bonecas e mendigos
[02:12.20] Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
[02:16.53] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[02:19.61] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[02:22.61] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[02:26.78] Não se brinca com Satã!
[02:27.80] Mojubá a minha escola!
[02:29.95] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[02:33.55] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[02:37.05] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[02:39.95] Não se brinca com Satã!
[02:41.98] Mojubá a minha escola!
[02:44.22] Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra
[02:47.12] Deus pintou a preta tinta
[02:49.33] Neste corpo brasileiro
[02:51.48] João criança via três moleques guias
[02:54.33] Protetores da vadia alma desse quizumbeiro
[02:58.40] Felicidade nunca esteve no seu mapa
[03:01.32] Se tornou a lei da Lapa
[03:03.03] Respeitado arruaceiro
[03:05.98] Bicha malandro, com seu fio de navalha
[03:07.97] Orixá da sua laia e das moças do puteiro
[03:12.05] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[03:14.59] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[03:18.63] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[03:22.27] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[03:25.86] Rabo de arraia, Meia-Lua: Ninguém derruba essa patente!
[03:29.05] João Satã, senhor das ruas, do balacochê caliente
[03:32.93] Era Josephine Baker, sem pudor e sem censura
[03:36.05] Lá na Praça Tiradentes, enfrentava o cana dura
[03:40.04] Dizia ele que apesar de ser tinhoso
[03:43.00] No amor tão carinhoso
[03:45.36] Também tinha mãos de lã
[03:47.27] Era um deboche para todo desacato
[03:50.31] Deu-lhe o nome um delegado
[03:51.68] Salve Madame Satã!
[03:53.55] Foi valentão e bom de briga
[03:57.61] O rei da ginga, anjo das rebeliões
[04:00.73] Este Brasil não pode mais silenciar
[04:03.61] Quem nasceu para enfrentar
[04:05.67] O furor das multidões!
[04:07.79] A sua vida foi um palco de teatro
[04:10.89] Negro drama do asfalto
[04:12.99] Flor que ensina a resistir
[04:15.12] Ó, entidade, de bonecas e mendigos
[04:18.13] Renegados e vadios, baixe na Sapucaí!
[04:21.38] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[04:25.46] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[04:28.14] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[04:31.50] Não se brinca com Satã!
[04:33.29] Mojubá a minha escola!
[04:35.42] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[04:38.98] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[04:42.05] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[04:45.82] Não se brinca com Satã!
[04:47.11] Mojubá a minha escola!
[04:49.22] É a Lins Imperial, é um samba-manifesto!
[04:52.79] Muito mais que carnaval, arte em forma de protesto!
[04:56.27] Meu malandro bambambã, preconceito aqui não rola!
[04:59.66] Não se brinca com Satã!
[05:01.35] Mojubá a minha escola!
[05:07.01] Lins Imperial!
[05:08.05] Sobe Madame Satã!
[05:10.00] (Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
[05:11.18] Resistir para existir!
[05:12.66] (Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
[05:13.18] Mojubá a minha escola!
[05:15.14] (Sua pessoa encarnou um Zé Pelintra)
[05:19.98] Tu quer raiz? O bicho tá solto!
[05:22.52]