Matança
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⏱️ 3:31 duration
🆔 ID: 13241758
📜 Lyrics
Cipó caboclo tá subindo na virola
Chegou a hora do pinheiro balançar
Sentir o cheiro do mato, da imburana
Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
De nada vale tanto esforço do meu canto
Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
Tal mata atlântica e a próxima amazônica
Arvoredos seculares impossível replantar
Que triste sina teve cedro, nosso primo
Desde menino que eu nem gosto de falar
Depois de tanto sofrimento seu destino
Virou tamborete, mesa, cadeira, balcão de bar
Quem por acaso ouviu falar da Sucupira
Parece até mentira que o jacarandá
Antes de virar poltrona, porta, armário
Mora no dicionário, vida eterna, milenar
Quem hoje é vivo corre perigo
E os inimigos do verde dá sombra ao ar
Que se respira e a clorofila
Das matas virgens destruídas vão lembrar
Que quando chegar a hora
É certo que não demora
Não chame Nossa Senhora
Só quem pode nos salvar
É caviúna, cerejeira, baraúna
Imbuia, pau-d'arco, solva
Juazeiro e jatobá
Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
Louro, ipê, paracaúba
Peroba, massaranduba
Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
Cipó caboclo tá subindo na virola
Chegou a hora do pinheiro balançar
Sentir o cheiro do mato, da imburana
Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
De nada vale tanto esforço do meu canto
Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
Tal mata tlântica e a próxima amazônica
Arvoredos seculares impossível replantar
Quem hoje é vivo corre perigo
E os inimigos do verde dá sombra ao ar
Que se respira e a clorofila
Das matas virgens destruídas vão lembrar
Que quando chegar a hora
É certo que não demora
Não chame Nossa Senhora
Só quem pode nos salvar
É caviúna, cerejeira, baraúna
Imbuia, pau-d'arco, solva
Juazeiro e jatobá
Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
Louro, ipê, paracaúba
Peroba, massaranduba
Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
Quem hoje é vivo corre perigo
Chegou a hora do pinheiro balançar
Sentir o cheiro do mato, da imburana
Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
De nada vale tanto esforço do meu canto
Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
Tal mata atlântica e a próxima amazônica
Arvoredos seculares impossível replantar
Que triste sina teve cedro, nosso primo
Desde menino que eu nem gosto de falar
Depois de tanto sofrimento seu destino
Virou tamborete, mesa, cadeira, balcão de bar
Quem por acaso ouviu falar da Sucupira
Parece até mentira que o jacarandá
Antes de virar poltrona, porta, armário
Mora no dicionário, vida eterna, milenar
Quem hoje é vivo corre perigo
E os inimigos do verde dá sombra ao ar
Que se respira e a clorofila
Das matas virgens destruídas vão lembrar
Que quando chegar a hora
É certo que não demora
Não chame Nossa Senhora
Só quem pode nos salvar
É caviúna, cerejeira, baraúna
Imbuia, pau-d'arco, solva
Juazeiro e jatobá
Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
Louro, ipê, paracaúba
Peroba, massaranduba
Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
Cipó caboclo tá subindo na virola
Chegou a hora do pinheiro balançar
Sentir o cheiro do mato, da imburana
Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
De nada vale tanto esforço do meu canto
Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
Tal mata tlântica e a próxima amazônica
Arvoredos seculares impossível replantar
Quem hoje é vivo corre perigo
E os inimigos do verde dá sombra ao ar
Que se respira e a clorofila
Das matas virgens destruídas vão lembrar
Que quando chegar a hora
É certo que não demora
Não chame Nossa Senhora
Só quem pode nos salvar
É caviúna, cerejeira, baraúna
Imbuia, pau-d'arco, solva
Juazeiro e jatobá
Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
Louro, ipê, paracaúba
Peroba, massaranduba
Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
Quem hoje é vivo corre perigo
⏱️ Synced Lyrics
[00:28.63] Cipó caboclo tá subindo na virola
[00:31.69] Chegou a hora do pinheiro balançar
[00:34.99] Sentir o cheiro do mato, da imburana
[00:37.89] Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
[00:41.56] De nada vale tanto esforço do meu canto
[00:44.76] Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
[00:48.03] Tal mata atlântica e a próxima amazônica
[00:50.74] Arvoredos seculares impossível replantar
[00:54.34] Que triste sina teve cedro, nosso primo
[00:57.62] Desde menino que eu nem gosto de falar
[01:00.67] Depois de tanto sofrimento seu destino
[01:03.18] Virou tamborete, mesa, cadeira, balcão de bar
[01:07.40] Quem por acaso ouviu falar da Sucupira
[01:10.45] Parece até mentira que o jacarandá
[01:14.00] Antes de virar poltrona, porta, armário
[01:16.27] Mora no dicionário, vida eterna, milenar
[01:19.96] Quem hoje é vivo corre perigo
[01:23.57] E os inimigos do verde dá sombra ao ar
[01:26.67] Que se respira e a clorofila
[01:29.73] Das matas virgens destruídas vão lembrar
[01:33.00] Que quando chegar a hora
[01:34.83] É certo que não demora
[01:36.60] Não chame Nossa Senhora
[01:38.22] Só quem pode nos salvar
[01:40.43] É caviúna, cerejeira, baraúna
[01:43.04] Imbuia, pau-d'arco, solva
[01:44.74] Juazeiro e jatobá
[01:46.81] Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
[01:49.36] Louro, ipê, paracaúba
[01:51.28] Peroba, massaranduba
[01:53.46] Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
[01:55.89] Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
[01:59.67] Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
[02:02.45] Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
[02:06.48] Cipó caboclo tá subindo na virola
[02:09.04] Chegou a hora do pinheiro balançar
[02:12.02] Sentir o cheiro do mato, da imburana
[02:15.02] Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
[02:18.98] De nada vale tanto esforço do meu canto
[02:21.77] Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
[02:25.64] Tal mata tlântica e a próxima amazônica
[02:28.06] Arvoredos seculares impossível replantar
[02:31.45] Quem hoje é vivo corre perigo
[02:34.95] E os inimigos do verde dá sombra ao ar
[02:37.90] Que se respira e a clorofila
[02:41.66] Das matas virgens destruídas vão lembrar
[02:44.51] Que quando chegar a hora
[02:46.57] É certo que não demora
[02:48.23] Não chame Nossa Senhora
[02:49.98] Só quem pode nos salvar
[02:52.11] É caviúna, cerejeira, baraúna
[02:54.74] Imbuia, pau-d'arco, solva
[02:56.02] Juazeiro e jatobá
[02:58.21] Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
[03:01.26] Louro, ipê, paracaúba
[03:02.46] Peroba, massaranduba
[03:04.65] Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
[03:07.41] Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
[03:11.17] Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
[03:13.72] Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
[03:17.49] Quem hoje é vivo corre perigo
[03:28.83]
[00:31.69] Chegou a hora do pinheiro balançar
[00:34.99] Sentir o cheiro do mato, da imburana
[00:37.89] Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
[00:41.56] De nada vale tanto esforço do meu canto
[00:44.76] Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
[00:48.03] Tal mata atlântica e a próxima amazônica
[00:50.74] Arvoredos seculares impossível replantar
[00:54.34] Que triste sina teve cedro, nosso primo
[00:57.62] Desde menino que eu nem gosto de falar
[01:00.67] Depois de tanto sofrimento seu destino
[01:03.18] Virou tamborete, mesa, cadeira, balcão de bar
[01:07.40] Quem por acaso ouviu falar da Sucupira
[01:10.45] Parece até mentira que o jacarandá
[01:14.00] Antes de virar poltrona, porta, armário
[01:16.27] Mora no dicionário, vida eterna, milenar
[01:19.96] Quem hoje é vivo corre perigo
[01:23.57] E os inimigos do verde dá sombra ao ar
[01:26.67] Que se respira e a clorofila
[01:29.73] Das matas virgens destruídas vão lembrar
[01:33.00] Que quando chegar a hora
[01:34.83] É certo que não demora
[01:36.60] Não chame Nossa Senhora
[01:38.22] Só quem pode nos salvar
[01:40.43] É caviúna, cerejeira, baraúna
[01:43.04] Imbuia, pau-d'arco, solva
[01:44.74] Juazeiro e jatobá
[01:46.81] Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
[01:49.36] Louro, ipê, paracaúba
[01:51.28] Peroba, massaranduba
[01:53.46] Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
[01:55.89] Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
[01:59.67] Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
[02:02.45] Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
[02:06.48] Cipó caboclo tá subindo na virola
[02:09.04] Chegou a hora do pinheiro balançar
[02:12.02] Sentir o cheiro do mato, da imburana
[02:15.02] Descansar, morrer de sono na sombra da barriguda
[02:18.98] De nada vale tanto esforço do meu canto
[02:21.77] Pra nosso espanto tanta mata haja vão matar
[02:25.64] Tal mata tlântica e a próxima amazônica
[02:28.06] Arvoredos seculares impossível replantar
[02:31.45] Quem hoje é vivo corre perigo
[02:34.95] E os inimigos do verde dá sombra ao ar
[02:37.90] Que se respira e a clorofila
[02:41.66] Das matas virgens destruídas vão lembrar
[02:44.51] Que quando chegar a hora
[02:46.57] É certo que não demora
[02:48.23] Não chame Nossa Senhora
[02:49.98] Só quem pode nos salvar
[02:52.11] É caviúna, cerejeira, baraúna
[02:54.74] Imbuia, pau-d'arco, solva
[02:56.02] Juazeiro e jatobá
[02:58.21] Gonçalo-alves, paraíba, itaúba
[03:01.26] Louro, ipê, paracaúba
[03:02.46] Peroba, massaranduba
[03:04.65] Carvalho, mogno, canela, imbuzeiro
[03:07.41] Catuaba, janaúba, aroeira, araribá
[03:11.17] Pau-ferro, angico, amargoso, gameleira
[03:13.72] Andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá
[03:17.49] Quem hoje é vivo corre perigo
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