Ghouls, Faminto Por Humanos
🎵 1939 characters
⏱️ 3:44 duration
🆔 ID: 13422223
📜 Lyrics
Desejo oculto vem das sombras abeirando a espreita
Da carne humana, que é profana, cuja refeição é feita
Criaturas insanas que dentre homens vem caladas
Em silêncio, sacia a fome, em prol da face velada
Carniçais à espera da recompensa
A cura de sua fome que degrada o próprio corpo
Igual doença
A atmosfera fica densa perante os devoradores
Na cidade de Tóquio, sobre os demônios, há rumores
Famintos causam pavores a cada morte que geram
Sensação de adrenalina, cor do sangue eles veneram
Esperando na esquina, ninguém pode ter segurança
Madrugada vem propícia, mais uma caça em bonança
No olhar fica evidente, dependem de tirar vidas
Seu sorriso exibem dentes contentes em dar mordidas
Consciência perdida é preenchida pelo instinto
Aparentam ser humano, mas por trás, um Ghoul faminto
É real, não um conto fictício
Devoradores nas ruas alimentando o seu vício
Desfilam entre nós acima de qualquer suspeita
Esperando o alimento no final da rua estreita
A besta corrompida se vê sedenta por carne
Depois que começa, nada pode fazer que pare
Se for pego, é o seu fim, de nada serve o esforço
Seu corpo é devorado até que reste apenas osso
O medo toma conta e eles podem sentir
O corpo engana, mas o coração não tem como mentir
O temor de sua presa lhe proporciona prazer
Recompensado pelo o que a refeição pode trazer
É uma seita que vive na sombra da sociedade
Com atos compulsivos, expostos à insaciedade
São os Ghouls, criaturas de um folclore
A cada sangue derramado, de vermelho o chão colore
É sua natureza, aquilo que os consomem
Pra viver, matam pessoas e também a própria fome
Não há como escapar, não há caminho distinto
São criaturas escravas do próprio instinto
Ocultam uma verdade, mas sempre estiveram perto
Desde o início, esperando atacar no tempo certo
Entre os homens, o mal, não o seu próprio algo externo
São as bestas devoradoras do inferno (do inferno)
Da carne humana, que é profana, cuja refeição é feita
Criaturas insanas que dentre homens vem caladas
Em silêncio, sacia a fome, em prol da face velada
Carniçais à espera da recompensa
A cura de sua fome que degrada o próprio corpo
Igual doença
A atmosfera fica densa perante os devoradores
Na cidade de Tóquio, sobre os demônios, há rumores
Famintos causam pavores a cada morte que geram
Sensação de adrenalina, cor do sangue eles veneram
Esperando na esquina, ninguém pode ter segurança
Madrugada vem propícia, mais uma caça em bonança
No olhar fica evidente, dependem de tirar vidas
Seu sorriso exibem dentes contentes em dar mordidas
Consciência perdida é preenchida pelo instinto
Aparentam ser humano, mas por trás, um Ghoul faminto
É real, não um conto fictício
Devoradores nas ruas alimentando o seu vício
Desfilam entre nós acima de qualquer suspeita
Esperando o alimento no final da rua estreita
A besta corrompida se vê sedenta por carne
Depois que começa, nada pode fazer que pare
Se for pego, é o seu fim, de nada serve o esforço
Seu corpo é devorado até que reste apenas osso
O medo toma conta e eles podem sentir
O corpo engana, mas o coração não tem como mentir
O temor de sua presa lhe proporciona prazer
Recompensado pelo o que a refeição pode trazer
É uma seita que vive na sombra da sociedade
Com atos compulsivos, expostos à insaciedade
São os Ghouls, criaturas de um folclore
A cada sangue derramado, de vermelho o chão colore
É sua natureza, aquilo que os consomem
Pra viver, matam pessoas e também a própria fome
Não há como escapar, não há caminho distinto
São criaturas escravas do próprio instinto
Ocultam uma verdade, mas sempre estiveram perto
Desde o início, esperando atacar no tempo certo
Entre os homens, o mal, não o seu próprio algo externo
São as bestas devoradoras do inferno (do inferno)
⏱️ Synced Lyrics
[00:35.31] Desejo oculto vem das sombras abeirando a espreita
[00:38.27] Da carne humana, que é profana, cuja refeição é feita
[00:41.82] Criaturas insanas que dentre homens vem caladas
[00:44.53] Em silêncio, sacia a fome, em prol da face velada
[00:47.63] Carniçais à espera da recompensa
[00:49.78] A cura de sua fome que degrada o próprio corpo
[00:52.65] Igual doença
[00:53.89] A atmosfera fica densa perante os devoradores
[00:56.74] Na cidade de Tóquio, sobre os demônios, há rumores
[00:59.69] Famintos causam pavores a cada morte que geram
[01:02.67] Sensação de adrenalina, cor do sangue eles veneram
[01:05.78] Esperando na esquina, ninguém pode ter segurança
[01:08.68] Madrugada vem propícia, mais uma caça em bonança
[01:11.41] No olhar fica evidente, dependem de tirar vidas
[01:14.54] Seu sorriso exibem dentes contentes em dar mordidas
[01:17.77] Consciência perdida é preenchida pelo instinto
[01:20.86] Aparentam ser humano, mas por trás, um Ghoul faminto
[01:23.76] É real, não um conto fictício
[01:26.51] Devoradores nas ruas alimentando o seu vício
[01:29.84] Desfilam entre nós acima de qualquer suspeita
[01:32.62] Esperando o alimento no final da rua estreita
[01:35.77] A besta corrompida se vê sedenta por carne
[01:38.81] Depois que começa, nada pode fazer que pare
[01:41.65] Se for pego, é o seu fim, de nada serve o esforço
[01:44.88] Seu corpo é devorado até que reste apenas osso
[01:47.93] O medo toma conta e eles podem sentir
[01:50.59] O corpo engana, mas o coração não tem como mentir
[01:53.75] O temor de sua presa lhe proporciona prazer
[01:56.46] Recompensado pelo o que a refeição pode trazer
[01:59.41] É uma seita que vive na sombra da sociedade
[02:02.88] Com atos compulsivos, expostos à insaciedade
[02:05.77] São os Ghouls, criaturas de um folclore
[02:08.59] A cada sangue derramado, de vermelho o chão colore
[02:12.05]
[02:35.81] É sua natureza, aquilo que os consomem
[02:38.70] Pra viver, matam pessoas e também a própria fome
[02:41.72] Não há como escapar, não há caminho distinto
[02:45.29] São criaturas escravas do próprio instinto
[02:47.96] Ocultam uma verdade, mas sempre estiveram perto
[02:50.72] Desde o início, esperando atacar no tempo certo
[02:53.63] Entre os homens, o mal, não o seu próprio algo externo
[02:57.25] São as bestas devoradoras do inferno (do inferno)
[03:01.10]
[00:38.27] Da carne humana, que é profana, cuja refeição é feita
[00:41.82] Criaturas insanas que dentre homens vem caladas
[00:44.53] Em silêncio, sacia a fome, em prol da face velada
[00:47.63] Carniçais à espera da recompensa
[00:49.78] A cura de sua fome que degrada o próprio corpo
[00:52.65] Igual doença
[00:53.89] A atmosfera fica densa perante os devoradores
[00:56.74] Na cidade de Tóquio, sobre os demônios, há rumores
[00:59.69] Famintos causam pavores a cada morte que geram
[01:02.67] Sensação de adrenalina, cor do sangue eles veneram
[01:05.78] Esperando na esquina, ninguém pode ter segurança
[01:08.68] Madrugada vem propícia, mais uma caça em bonança
[01:11.41] No olhar fica evidente, dependem de tirar vidas
[01:14.54] Seu sorriso exibem dentes contentes em dar mordidas
[01:17.77] Consciência perdida é preenchida pelo instinto
[01:20.86] Aparentam ser humano, mas por trás, um Ghoul faminto
[01:23.76] É real, não um conto fictício
[01:26.51] Devoradores nas ruas alimentando o seu vício
[01:29.84] Desfilam entre nós acima de qualquer suspeita
[01:32.62] Esperando o alimento no final da rua estreita
[01:35.77] A besta corrompida se vê sedenta por carne
[01:38.81] Depois que começa, nada pode fazer que pare
[01:41.65] Se for pego, é o seu fim, de nada serve o esforço
[01:44.88] Seu corpo é devorado até que reste apenas osso
[01:47.93] O medo toma conta e eles podem sentir
[01:50.59] O corpo engana, mas o coração não tem como mentir
[01:53.75] O temor de sua presa lhe proporciona prazer
[01:56.46] Recompensado pelo o que a refeição pode trazer
[01:59.41] É uma seita que vive na sombra da sociedade
[02:02.88] Com atos compulsivos, expostos à insaciedade
[02:05.77] São os Ghouls, criaturas de um folclore
[02:08.59] A cada sangue derramado, de vermelho o chão colore
[02:12.05]
[02:35.81] É sua natureza, aquilo que os consomem
[02:38.70] Pra viver, matam pessoas e também a própria fome
[02:41.72] Não há como escapar, não há caminho distinto
[02:45.29] São criaturas escravas do próprio instinto
[02:47.96] Ocultam uma verdade, mas sempre estiveram perto
[02:50.72] Desde o início, esperando atacar no tempo certo
[02:53.63] Entre os homens, o mal, não o seu próprio algo externo
[02:57.25] São as bestas devoradoras do inferno (do inferno)
[03:01.10]