Mão pesada
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⏱️ 3:47 duration
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📜 Lyrics
Dou-te com a mão pesada
Quando é carinho ou quando é castigo
Olho de cara lavada
Quando te digo que sou perigo
Eu só tenho uma palavra
Dita na tua cara, clara como a água
Eu agarro, eu não abraço
Dás o dedo, quero o braço
Rosa dos ventos no cabelo, estrela polar ao peito
Porte de mulher do norte, forte ar de respeito
Jeito de quem traça a eito, comanda a valsa
Feito de ter graça, raça é o conceito
Manda na praça e não disfarça que é rainha altiva
Menina matriarca marca de cidade-diva
Busto de granito esculpido no fio da navalha
Curto é o pavio em rastilho, fagulha brava
Quem é que encanta com o sorriso de catraia
Tem mão na anca, se preciso roda a saia
Laia levada da breca, senão te curte é direta
Não consegue pôr cara de quem recebe uma caneca
Se o homem não se comporta, troca o canhão da porta
E depois sai louca pa beijar na boca à carioca
Porque tem pêlo na venta, Kahlo como a Frida
Na vida, não se lamenta, aguenta de cabeça erguida
Dou-te com a mão pesada
Quando é carinho ou quando é castigo
Olho de cara lavada
Quando te digo que sou perigo
Eu só tenho uma palavra
Dita na tua cara, clara como a água
Eu agarro, eu não abraço
Dás o dedo, quero o braço
A prosa que enfeitiça, maga manha que conquista
Dengosa sem preguiça, atiça a cobiça à vista
Tem alma cigana, cigarra atarefada
Sem calma comanda a cidade à desgarrada
Guerreira, arregaça as mangas e chega onde quer
Veio mudar por estas bandas, o conceito de mulher
Antes só a fumar charros na banheira
Que ficar a ganhar pó, com dó de si na prateleira
Tripeira, com muito orgulho, tripa por qualquer bagulho
Evita dizer: Tem calma, senão assumes barulho
Quando ama é por inteiro, ergue à volta uma muralha
Mas pensa nela primeiro, não se fica por migalha
Para onde aponta a bússola, é o azimute
Para quando a afronta é explicita, é atitude
Não iludo trago música translúcida no clube
O zumbido ao teu ouvido é o efeito da altitude
Grito sou guerreira, desnorteio, sou nortenha
E impero porque carrego o meu sonho convicta
Tripo, sou tripeira, de ferro sou ferrenha
E não nego que mantenho o meu trono invicta
Dou-te com a mão pesada
Quando é carinho ou quando é castigo
Olho de cara lavada
Quando te digo que sou perigo
Eu só tenho uma palavra
Dita na tua cara, clara como a água
Eu agarro, eu não abraço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
Quando é carinho ou quando é castigo
Olho de cara lavada
Quando te digo que sou perigo
Eu só tenho uma palavra
Dita na tua cara, clara como a água
Eu agarro, eu não abraço
Dás o dedo, quero o braço
Rosa dos ventos no cabelo, estrela polar ao peito
Porte de mulher do norte, forte ar de respeito
Jeito de quem traça a eito, comanda a valsa
Feito de ter graça, raça é o conceito
Manda na praça e não disfarça que é rainha altiva
Menina matriarca marca de cidade-diva
Busto de granito esculpido no fio da navalha
Curto é o pavio em rastilho, fagulha brava
Quem é que encanta com o sorriso de catraia
Tem mão na anca, se preciso roda a saia
Laia levada da breca, senão te curte é direta
Não consegue pôr cara de quem recebe uma caneca
Se o homem não se comporta, troca o canhão da porta
E depois sai louca pa beijar na boca à carioca
Porque tem pêlo na venta, Kahlo como a Frida
Na vida, não se lamenta, aguenta de cabeça erguida
Dou-te com a mão pesada
Quando é carinho ou quando é castigo
Olho de cara lavada
Quando te digo que sou perigo
Eu só tenho uma palavra
Dita na tua cara, clara como a água
Eu agarro, eu não abraço
Dás o dedo, quero o braço
A prosa que enfeitiça, maga manha que conquista
Dengosa sem preguiça, atiça a cobiça à vista
Tem alma cigana, cigarra atarefada
Sem calma comanda a cidade à desgarrada
Guerreira, arregaça as mangas e chega onde quer
Veio mudar por estas bandas, o conceito de mulher
Antes só a fumar charros na banheira
Que ficar a ganhar pó, com dó de si na prateleira
Tripeira, com muito orgulho, tripa por qualquer bagulho
Evita dizer: Tem calma, senão assumes barulho
Quando ama é por inteiro, ergue à volta uma muralha
Mas pensa nela primeiro, não se fica por migalha
Para onde aponta a bússola, é o azimute
Para quando a afronta é explicita, é atitude
Não iludo trago música translúcida no clube
O zumbido ao teu ouvido é o efeito da altitude
Grito sou guerreira, desnorteio, sou nortenha
E impero porque carrego o meu sonho convicta
Tripo, sou tripeira, de ferro sou ferrenha
E não nego que mantenho o meu trono invicta
Dou-te com a mão pesada
Quando é carinho ou quando é castigo
Olho de cara lavada
Quando te digo que sou perigo
Eu só tenho uma palavra
Dita na tua cara, clara como a água
Eu agarro, eu não abraço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
Dás o dedo, quero o braço
⏱️ Synced Lyrics
[00:19.87] Dou-te com a mão pesada
[00:22.52] Quando é carinho ou quando é castigo
[00:25.25] Olho de cara lavada
[00:27.95] Quando te digo que sou perigo
[00:30.08] Eu só tenho uma palavra
[00:32.77] Dita na tua cara, clara como a água
[00:34.97] Eu agarro, eu não abraço
[00:37.67] Dás o dedo, quero o braço
[00:40.06] Rosa dos ventos no cabelo, estrela polar ao peito
[00:42.72] Porte de mulher do norte, forte ar de respeito
[00:45.41] Jeito de quem traça a eito, comanda a valsa
[00:47.45] Feito de ter graça, raça é o conceito
[00:50.74] Manda na praça e não disfarça que é rainha altiva
[00:53.48] Menina matriarca marca de cidade-diva
[00:55.55] Busto de granito esculpido no fio da navalha
[00:58.09] Curto é o pavio em rastilho, fagulha brava
[01:00.82] Quem é que encanta com o sorriso de catraia
[01:03.38] Tem mão na anca, se preciso roda a saia
[01:05.13] Laia levada da breca, senão te curte é direta
[01:07.98] Não consegue pôr cara de quem recebe uma caneca
[01:10.55] Se o homem não se comporta, troca o canhão da porta
[01:12.83] E depois sai louca pa beijar na boca à carioca
[01:15.17] Porque tem pêlo na venta, Kahlo como a Frida
[01:18.17] Na vida, não se lamenta, aguenta de cabeça erguida
[01:20.76] Dou-te com a mão pesada
[01:23.27] Quando é carinho ou quando é castigo
[01:25.76] Olho de cara lavada
[01:28.05] Quando te digo que sou perigo
[01:30.76] Eu só tenho uma palavra
[01:33.33] Dita na tua cara, clara como a água
[01:35.79] Eu agarro, eu não abraço
[01:38.34] Dás o dedo, quero o braço
[01:41.25] A prosa que enfeitiça, maga manha que conquista
[01:46.14] Dengosa sem preguiça, atiça a cobiça à vista
[01:51.28] Tem alma cigana, cigarra atarefada
[01:56.13] Sem calma comanda a cidade à desgarrada
[02:21.12] Guerreira, arregaça as mangas e chega onde quer
[02:23.44] Veio mudar por estas bandas, o conceito de mulher
[02:26.11] Antes só a fumar charros na banheira
[02:28.39] Que ficar a ganhar pó, com dó de si na prateleira
[02:31.07] Tripeira, com muito orgulho, tripa por qualquer bagulho
[02:33.13] Evita dizer: Tem calma, senão assumes barulho
[02:35.83] Quando ama é por inteiro, ergue à volta uma muralha
[02:38.32] Mas pensa nela primeiro, não se fica por migalha
[02:41.62] Para onde aponta a bússola, é o azimute
[02:43.69] Para quando a afronta é explicita, é atitude
[02:46.41] Não iludo trago música translúcida no clube
[02:49.03] O zumbido ao teu ouvido é o efeito da altitude
[02:51.77] Grito sou guerreira, desnorteio, sou nortenha
[02:53.85] E impero porque carrego o meu sonho convicta
[02:56.52] Tripo, sou tripeira, de ferro sou ferrenha
[02:59.02] E não nego que mantenho o meu trono invicta
[03:01.78] Dou-te com a mão pesada
[03:04.29] Quando é carinho ou quando é castigo
[03:06.70] Olho de cara lavada
[03:09.34] Quando te digo que sou perigo
[03:11.96] Eu só tenho uma palavra
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[03:16.90] Eu agarro, eu não abraço
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[03:22.29] Dás o dedo, quero o braço
[03:24.69] Dás o dedo, quero o braço
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[03:29.74] Dás o dedo, quero o braço
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[00:22.52] Quando é carinho ou quando é castigo
[00:25.25] Olho de cara lavada
[00:27.95] Quando te digo que sou perigo
[00:30.08] Eu só tenho uma palavra
[00:32.77] Dita na tua cara, clara como a água
[00:34.97] Eu agarro, eu não abraço
[00:37.67] Dás o dedo, quero o braço
[00:40.06] Rosa dos ventos no cabelo, estrela polar ao peito
[00:42.72] Porte de mulher do norte, forte ar de respeito
[00:45.41] Jeito de quem traça a eito, comanda a valsa
[00:47.45] Feito de ter graça, raça é o conceito
[00:50.74] Manda na praça e não disfarça que é rainha altiva
[00:53.48] Menina matriarca marca de cidade-diva
[00:55.55] Busto de granito esculpido no fio da navalha
[00:58.09] Curto é o pavio em rastilho, fagulha brava
[01:00.82] Quem é que encanta com o sorriso de catraia
[01:03.38] Tem mão na anca, se preciso roda a saia
[01:05.13] Laia levada da breca, senão te curte é direta
[01:07.98] Não consegue pôr cara de quem recebe uma caneca
[01:10.55] Se o homem não se comporta, troca o canhão da porta
[01:12.83] E depois sai louca pa beijar na boca à carioca
[01:15.17] Porque tem pêlo na venta, Kahlo como a Frida
[01:18.17] Na vida, não se lamenta, aguenta de cabeça erguida
[01:20.76] Dou-te com a mão pesada
[01:23.27] Quando é carinho ou quando é castigo
[01:25.76] Olho de cara lavada
[01:28.05] Quando te digo que sou perigo
[01:30.76] Eu só tenho uma palavra
[01:33.33] Dita na tua cara, clara como a água
[01:35.79] Eu agarro, eu não abraço
[01:38.34] Dás o dedo, quero o braço
[01:41.25] A prosa que enfeitiça, maga manha que conquista
[01:46.14] Dengosa sem preguiça, atiça a cobiça à vista
[01:51.28] Tem alma cigana, cigarra atarefada
[01:56.13] Sem calma comanda a cidade à desgarrada
[02:21.12] Guerreira, arregaça as mangas e chega onde quer
[02:23.44] Veio mudar por estas bandas, o conceito de mulher
[02:26.11] Antes só a fumar charros na banheira
[02:28.39] Que ficar a ganhar pó, com dó de si na prateleira
[02:31.07] Tripeira, com muito orgulho, tripa por qualquer bagulho
[02:33.13] Evita dizer: Tem calma, senão assumes barulho
[02:35.83] Quando ama é por inteiro, ergue à volta uma muralha
[02:38.32] Mas pensa nela primeiro, não se fica por migalha
[02:41.62] Para onde aponta a bússola, é o azimute
[02:43.69] Para quando a afronta é explicita, é atitude
[02:46.41] Não iludo trago música translúcida no clube
[02:49.03] O zumbido ao teu ouvido é o efeito da altitude
[02:51.77] Grito sou guerreira, desnorteio, sou nortenha
[02:53.85] E impero porque carrego o meu sonho convicta
[02:56.52] Tripo, sou tripeira, de ferro sou ferrenha
[02:59.02] E não nego que mantenho o meu trono invicta
[03:01.78] Dou-te com a mão pesada
[03:04.29] Quando é carinho ou quando é castigo
[03:06.70] Olho de cara lavada
[03:09.34] Quando te digo que sou perigo
[03:11.96] Eu só tenho uma palavra
[03:14.37] Dita na tua cara, clara como a água
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[03:19.43] Dás o dedo, quero o braço
[03:22.29] Dás o dedo, quero o braço
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