Quando o Sol Aquece Sementes Mortas (A Triste História do Rei do Nada)
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📜 Lyrics
Na triste história das misérias
De uma vida fui o rei
Jogado às traças em seu próprio castelo
Acorrentado perseguindo
Vagalumes e palavras
De duas pontas prontas pra cortar
Os fios que movem essas pernas e fazem o Rei dançar
Esperando o cadafalso
Se abrir! Se abrir!
Pra conquistar a existência
E tua atenção quando ao ar
Chutar esses ossos
Você! Aplaudir!
Quem me ama me abandonou
Quem me protege deixou entrar
A doença em meu quarto
E quem me quer bem fez notar
A indiferença frente a meu corpo
Deslizando à queda sem fim
Quem me dera desaparecer antes de questionar
Consente a esmola ca... consente a esmola
Consente a esmola
Calado!
Consente a esmola ca... consente a esmola
Consente a esmola
Calado!
Quem vai cuspir insetos?
Quem vai cuspir insetos?
Quem vai cuspir insetos?
Meu irmão sim, não eu!
Meu irmão sim, não!
A mim a palavra não conforta
Vem sim da língua da serpente
E da inveja, fonte da ruína
A mim o bom esquece e só o mau vem sentar-se à mesa
E ranger os dentes para roubar toda comida
A mim foi erro não pensar que
Esquecer fosse o fim
[?] meus erros viriam pra
Tirar! De mim!
O que tinha e me entregar
Àqueles que cospem na terra em que meu amor fincou
Sua! Raíz!
Quem me ama me abandonou
Quem me protege deixou entrar
A doença em meu quarto
E quem me quer bem fez notar
A indiferença frente a meu corpo
Deslizando à queda sem fim
Quem me dera desaparecer antes de alcançar
O outro lado da estrada
E perceber que eu
Se fui rei, fui rei das chagas
Que o dia exibe
Com o troféu na cabeça
Degolada aos plebeus
Erguida ao mundo na estaca
Pra que possa ver
Que o Rei do Nada
Sequer teve um nome
Pra gravar na pedra
E cobrir de flores
De uma vida fui o rei
Jogado às traças em seu próprio castelo
Acorrentado perseguindo
Vagalumes e palavras
De duas pontas prontas pra cortar
Os fios que movem essas pernas e fazem o Rei dançar
Esperando o cadafalso
Se abrir! Se abrir!
Pra conquistar a existência
E tua atenção quando ao ar
Chutar esses ossos
Você! Aplaudir!
Quem me ama me abandonou
Quem me protege deixou entrar
A doença em meu quarto
E quem me quer bem fez notar
A indiferença frente a meu corpo
Deslizando à queda sem fim
Quem me dera desaparecer antes de questionar
Consente a esmola ca... consente a esmola
Consente a esmola
Calado!
Consente a esmola ca... consente a esmola
Consente a esmola
Calado!
Quem vai cuspir insetos?
Quem vai cuspir insetos?
Quem vai cuspir insetos?
Meu irmão sim, não eu!
Meu irmão sim, não!
A mim a palavra não conforta
Vem sim da língua da serpente
E da inveja, fonte da ruína
A mim o bom esquece e só o mau vem sentar-se à mesa
E ranger os dentes para roubar toda comida
A mim foi erro não pensar que
Esquecer fosse o fim
[?] meus erros viriam pra
Tirar! De mim!
O que tinha e me entregar
Àqueles que cospem na terra em que meu amor fincou
Sua! Raíz!
Quem me ama me abandonou
Quem me protege deixou entrar
A doença em meu quarto
E quem me quer bem fez notar
A indiferença frente a meu corpo
Deslizando à queda sem fim
Quem me dera desaparecer antes de alcançar
O outro lado da estrada
E perceber que eu
Se fui rei, fui rei das chagas
Que o dia exibe
Com o troféu na cabeça
Degolada aos plebeus
Erguida ao mundo na estaca
Pra que possa ver
Que o Rei do Nada
Sequer teve um nome
Pra gravar na pedra
E cobrir de flores