5 - Aguas De Marco
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⏱️ 3:16 duration
🆔 ID: 13791519
📜 Lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo (é o nó da madeira)
Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
É madeira de vento (tombo da ribanceira)
É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumueira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
É uma ave no céu (é uma ave no chão)
É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
É um resto (de mato), na luz (da manhã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
É um belo horizonte (é uma febre terçã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo (é o nó da madeira)
Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
É madeira de vento (tombo da ribanceira)
É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumueira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
É uma ave no céu (é uma ave no chão)
É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
É um resto (de mato), na luz (da manhã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
É um belo horizonte (é uma febre terçã)
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
⏱️ Synced Lyrics
[00:13.05] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[00:15.63] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:18.74] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:23.20] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:28.28] É peroba do campo (é o nó da madeira)
[00:32.84] Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
[00:33.39] É madeira de vento (tombo da ribanceira)
[00:37.13] É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
[00:40.38] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:44.91] É a viga, é o vão, festa da cumueira
[00:47.56] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:52.55] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:58.36] É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
[01:00.62] Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
[01:03.55] É uma ave no céu (é uma ave no chão)
[01:06.03] É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
[01:09.12] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:14.34] No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
[01:16.90] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[01:20.30] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[01:21.81] É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
[01:27.72] É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
[01:29.73] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:34.59] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:39.88] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:42.97] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:47.25] É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
[01:57.70] É um resto (de mato), na luz (da manhã)
[01:59.73] São as águas de março fechando o verão
[02:23.64] É a promessa de vida no teu coração
[02:27.76] É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
[02:30.99] É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
[02:35.18] São as águas de março fechando o verão
[02:39.20] É a promessa de vida no teu coração
[02:41.39] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[02:46.06] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[02:49.34] É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
[02:53.59] É um belo horizonte (é uma febre terçã)
[02:59.39] São as águas de março fechando o verão
[03:01.53] É a promessa de vida no teu coração
[03:05.50] São as águas de março fechando o verão
[03:08.06] É a promessa de vida no teu coração
[03:09.49]
[00:15.63] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:18.74] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:23.20] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:28.28] É peroba do campo (é o nó da madeira)
[00:32.84] Caingá, candeia (é o Matita Pereira)
[00:33.39] É madeira de vento (tombo da ribanceira)
[00:37.13] É o mistério profundo (é o queira ou não queira)
[00:40.38] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:44.91] É a viga, é o vão, festa da cumueira
[00:47.56] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:52.55] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:58.36] É o pé, é o chão (é a marcha estradeira)
[01:00.62] Passarinho na mão (pedra de atiradeira)
[01:03.55] É uma ave no céu (é uma ave no chão)
[01:06.03] É um regato, é uma fonte (é um pedaço de pão)
[01:09.12] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:14.34] No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
[01:16.90] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[01:20.30] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[01:21.81] É um peixe, é um gesto (é uma prata brilhando)
[01:27.72] É a luz da manhã (é o tijolo chegando)
[01:29.73] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:34.59] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:39.88] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:42.97] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:47.25] É um passo (é uma ponte), é um sapo (é uma rã)
[01:57.70] É um resto (de mato), na luz (da manhã)
[01:59.73] São as águas de março fechando o verão
[02:23.64] É a promessa de vida no teu coração
[02:27.76] É uma cobra, é um pau, é Rosa (é Miro)
[02:30.99] É um espinho (na mão), é um corte (no pé)
[02:35.18] São as águas de março fechando o verão
[02:39.20] É a promessa de vida no teu coração
[02:41.39] É um estrepe (é um prego), é uma ponta (é um ponto)
[02:46.06] É um pingo (pingando), é uma conta (é um conto)
[02:49.34] É um passo, é uma ponte (é um sapo, é uma rã)
[02:53.59] É um belo horizonte (é uma febre terçã)
[02:59.39] São as águas de março fechando o verão
[03:01.53] É a promessa de vida no teu coração
[03:05.50] São as águas de março fechando o verão
[03:08.06] É a promessa de vida no teu coração
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