Linguagem Marginal
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📜 Lyrics
A minha língua tem palavra: honra e garra
Nascida em quem a narra, mas lida com uma bizarra montra
Há quem se agarre ao fascínio e já se inspira noutra
Porque imagina que é giro, mas na piscina é gota
Eu não prescindo, eu dou-te a zona que eu cresci
Na ponta da caneta com um cachimbo à boca
Eu falo Marvilense sem diploma, oral ou extenso
É o idioma que me pertence e me leva a Roma
E eu não 'tou a falar de notas, 'tou a falar de letras
Daquelas que tu anotas a imitar outras vedetas
Nem que metas a tua vida inteira
Não me soa a verdadeiro e à pessoa que aparentas
Sou a mão que abençoa um brasão que me aperfeiçoa
Até que aprendas um calão que te afeiçoa sem legendas
A minha fonte é o meu espaço e aponto com um braço canhoto
Que uso para mais tarde dar-te um gafanhoto luso num compasso
A minha escrita não tem prazo, se tu tentasses, conseguias
Entra noutra fase, escreve um calhamaço com cedilhas
Tu mudas consoante modas e manias como acordos
E tiram consoantes mudas em quantias absurdas
E eu não entro em mordomias
A minha língua é Lusa, como é linda a musa
Como é linda é Suza, sprint de Hayabusa nunca finda a tusa
A cinta nunca acusa, metal aqui não se usa
Mente difusa, recusa virar pedra p'ra medusa
Jus a um aprofundar constante, cuspo petróleo
Desde o tempo do linóleo, extenso e denso portfólio
Letras são espólio como hotéis no Monopólio
A indústria é o Capitólio que paraliso como Pólio
O orgulho engole-o, eternizo e infernizo silábico artesão
Nem preciso ser preciso, balança na precisão
Visualizo e realizo ciência sem ficção
Vocalizo, não viralizo, tens falhas na dicção
Com falhas na BIC, são vacilos em dominó
Esse nariz com fricção, tal e qual um esquimó
Turista de riquexó, romântico Dom Quixote
Com fotos que por si só são Photoshop ao barrote
És coffeeshop sem stock, puro flop sem papéis no lote
O meu forte casado com arte sem anéis nem dote
Tu sem sorte, dou-te o corte sem arma nem porte
Douro o Norte e pouco me importa que o Midas me toque
Só sou Pop se for Lock, puro verifica o L.O.P
Sim, coloco semente na terra à espera que brote
Nos PALOP, lucro sem calote, sou bruto a galope
Estalão Lusitano, um choque forte, perigo de morte
Sou Segundo desde sempre, primeiro p'ra muita gente
Primeiro p'ra muita gente, 100% eloquente
Sim, tu sente, sou doente, no beat sou residente
Sou distinto e medalhado a convite do Presidente
Eu sou persistente, focado e obstinado, jamais desistente
Pois já estava destinado a não ser conivente com o que é falsificado
Sou um combatente com espada de aço temperado
Vitorioso inesperado, jamais desesperado
Quantas vezes me inspirei por estar desinspirado?
Quantas vezes fiz do medo o melhor aliado?
O meu silêncio já diz tudo mesmo quando estou calado
'Tá fechado?
Nascida em quem a narra, mas lida com uma bizarra montra
Há quem se agarre ao fascínio e já se inspira noutra
Porque imagina que é giro, mas na piscina é gota
Eu não prescindo, eu dou-te a zona que eu cresci
Na ponta da caneta com um cachimbo à boca
Eu falo Marvilense sem diploma, oral ou extenso
É o idioma que me pertence e me leva a Roma
E eu não 'tou a falar de notas, 'tou a falar de letras
Daquelas que tu anotas a imitar outras vedetas
Nem que metas a tua vida inteira
Não me soa a verdadeiro e à pessoa que aparentas
Sou a mão que abençoa um brasão que me aperfeiçoa
Até que aprendas um calão que te afeiçoa sem legendas
A minha fonte é o meu espaço e aponto com um braço canhoto
Que uso para mais tarde dar-te um gafanhoto luso num compasso
A minha escrita não tem prazo, se tu tentasses, conseguias
Entra noutra fase, escreve um calhamaço com cedilhas
Tu mudas consoante modas e manias como acordos
E tiram consoantes mudas em quantias absurdas
E eu não entro em mordomias
A minha língua é Lusa, como é linda a musa
Como é linda é Suza, sprint de Hayabusa nunca finda a tusa
A cinta nunca acusa, metal aqui não se usa
Mente difusa, recusa virar pedra p'ra medusa
Jus a um aprofundar constante, cuspo petróleo
Desde o tempo do linóleo, extenso e denso portfólio
Letras são espólio como hotéis no Monopólio
A indústria é o Capitólio que paraliso como Pólio
O orgulho engole-o, eternizo e infernizo silábico artesão
Nem preciso ser preciso, balança na precisão
Visualizo e realizo ciência sem ficção
Vocalizo, não viralizo, tens falhas na dicção
Com falhas na BIC, são vacilos em dominó
Esse nariz com fricção, tal e qual um esquimó
Turista de riquexó, romântico Dom Quixote
Com fotos que por si só são Photoshop ao barrote
És coffeeshop sem stock, puro flop sem papéis no lote
O meu forte casado com arte sem anéis nem dote
Tu sem sorte, dou-te o corte sem arma nem porte
Douro o Norte e pouco me importa que o Midas me toque
Só sou Pop se for Lock, puro verifica o L.O.P
Sim, coloco semente na terra à espera que brote
Nos PALOP, lucro sem calote, sou bruto a galope
Estalão Lusitano, um choque forte, perigo de morte
Sou Segundo desde sempre, primeiro p'ra muita gente
Primeiro p'ra muita gente, 100% eloquente
Sim, tu sente, sou doente, no beat sou residente
Sou distinto e medalhado a convite do Presidente
Eu sou persistente, focado e obstinado, jamais desistente
Pois já estava destinado a não ser conivente com o que é falsificado
Sou um combatente com espada de aço temperado
Vitorioso inesperado, jamais desesperado
Quantas vezes me inspirei por estar desinspirado?
Quantas vezes fiz do medo o melhor aliado?
O meu silêncio já diz tudo mesmo quando estou calado
'Tá fechado?
⏱️ Synced Lyrics
[00:19.74] A minha língua tem palavra: honra e garra
[00:22.78] Nascida em quem a narra, mas lida com uma bizarra montra
[00:25.75] Há quem se agarre ao fascínio e já se inspira noutra
[00:28.29] Porque imagina que é giro, mas na piscina é gota
[00:30.72] Eu não prescindo, eu dou-te a zona que eu cresci
[00:32.98] Na ponta da caneta com um cachimbo à boca
[00:35.03] Eu falo Marvilense sem diploma, oral ou extenso
[00:38.19] É o idioma que me pertence e me leva a Roma
[00:40.55] E eu não 'tou a falar de notas, 'tou a falar de letras
[00:43.03] Daquelas que tu anotas a imitar outras vedetas
[00:45.47] Nem que metas a tua vida inteira
[00:47.37] Não me soa a verdadeiro e à pessoa que aparentas
[00:50.35] Sou a mão que abençoa um brasão que me aperfeiçoa
[00:52.56] Até que aprendas um calão que te afeiçoa sem legendas
[00:55.06] A minha fonte é o meu espaço e aponto com um braço canhoto
[00:57.95] Que uso para mais tarde dar-te um gafanhoto luso num compasso
[01:00.66] A minha escrita não tem prazo, se tu tentasses, conseguias
[01:03.62] Entra noutra fase, escreve um calhamaço com cedilhas
[01:06.39] Tu mudas consoante modas e manias como acordos
[01:09.23] E tiram consoantes mudas em quantias absurdas
[01:12.05] E eu não entro em mordomias
[01:14.24] A minha língua é Lusa, como é linda a musa
[01:16.18] Como é linda é Suza, sprint de Hayabusa nunca finda a tusa
[01:19.03] A cinta nunca acusa, metal aqui não se usa
[01:21.02] Mente difusa, recusa virar pedra p'ra medusa
[01:23.44] Jus a um aprofundar constante, cuspo petróleo
[01:25.90] Desde o tempo do linóleo, extenso e denso portfólio
[01:28.38] Letras são espólio como hotéis no Monopólio
[01:30.27] A indústria é o Capitólio que paraliso como Pólio
[01:31.62] O orgulho engole-o, eternizo e infernizo silábico artesão
[01:35.43] Nem preciso ser preciso, balança na precisão
[01:37.82] Visualizo e realizo ciência sem ficção
[01:40.11] Vocalizo, não viralizo, tens falhas na dicção
[01:42.09] Com falhas na BIC, são vacilos em dominó
[01:45.01] Esse nariz com fricção, tal e qual um esquimó
[01:47.43] Turista de riquexó, romântico Dom Quixote
[01:49.87] Com fotos que por si só são Photoshop ao barrote
[01:51.95] És coffeeshop sem stock, puro flop sem papéis no lote
[01:54.92] O meu forte casado com arte sem anéis nem dote
[01:57.32] Tu sem sorte, dou-te o corte sem arma nem porte
[01:59.48] Douro o Norte e pouco me importa que o Midas me toque
[02:02.09] Só sou Pop se for Lock, puro verifica o L.O.P
[02:04.10] Sim, coloco semente na terra à espera que brote
[02:06.73] Nos PALOP, lucro sem calote, sou bruto a galope
[02:09.06] Estalão Lusitano, um choque forte, perigo de morte
[02:11.56] Sou Segundo desde sempre, primeiro p'ra muita gente
[02:13.89] Primeiro p'ra muita gente, 100% eloquente
[02:16.02] Sim, tu sente, sou doente, no beat sou residente
[02:18.68] Sou distinto e medalhado a convite do Presidente
[02:21.08] Eu sou persistente, focado e obstinado, jamais desistente
[02:24.26] Pois já estava destinado a não ser conivente com o que é falsificado
[02:28.33] Sou um combatente com espada de aço temperado
[02:30.63] Vitorioso inesperado, jamais desesperado
[02:33.14] Quantas vezes me inspirei por estar desinspirado?
[02:35.57] Quantas vezes fiz do medo o melhor aliado?
[02:37.75] O meu silêncio já diz tudo mesmo quando estou calado
[02:40.19] 'Tá fechado?
[02:41.49]
[00:22.78] Nascida em quem a narra, mas lida com uma bizarra montra
[00:25.75] Há quem se agarre ao fascínio e já se inspira noutra
[00:28.29] Porque imagina que é giro, mas na piscina é gota
[00:30.72] Eu não prescindo, eu dou-te a zona que eu cresci
[00:32.98] Na ponta da caneta com um cachimbo à boca
[00:35.03] Eu falo Marvilense sem diploma, oral ou extenso
[00:38.19] É o idioma que me pertence e me leva a Roma
[00:40.55] E eu não 'tou a falar de notas, 'tou a falar de letras
[00:43.03] Daquelas que tu anotas a imitar outras vedetas
[00:45.47] Nem que metas a tua vida inteira
[00:47.37] Não me soa a verdadeiro e à pessoa que aparentas
[00:50.35] Sou a mão que abençoa um brasão que me aperfeiçoa
[00:52.56] Até que aprendas um calão que te afeiçoa sem legendas
[00:55.06] A minha fonte é o meu espaço e aponto com um braço canhoto
[00:57.95] Que uso para mais tarde dar-te um gafanhoto luso num compasso
[01:00.66] A minha escrita não tem prazo, se tu tentasses, conseguias
[01:03.62] Entra noutra fase, escreve um calhamaço com cedilhas
[01:06.39] Tu mudas consoante modas e manias como acordos
[01:09.23] E tiram consoantes mudas em quantias absurdas
[01:12.05] E eu não entro em mordomias
[01:14.24] A minha língua é Lusa, como é linda a musa
[01:16.18] Como é linda é Suza, sprint de Hayabusa nunca finda a tusa
[01:19.03] A cinta nunca acusa, metal aqui não se usa
[01:21.02] Mente difusa, recusa virar pedra p'ra medusa
[01:23.44] Jus a um aprofundar constante, cuspo petróleo
[01:25.90] Desde o tempo do linóleo, extenso e denso portfólio
[01:28.38] Letras são espólio como hotéis no Monopólio
[01:30.27] A indústria é o Capitólio que paraliso como Pólio
[01:31.62] O orgulho engole-o, eternizo e infernizo silábico artesão
[01:35.43] Nem preciso ser preciso, balança na precisão
[01:37.82] Visualizo e realizo ciência sem ficção
[01:40.11] Vocalizo, não viralizo, tens falhas na dicção
[01:42.09] Com falhas na BIC, são vacilos em dominó
[01:45.01] Esse nariz com fricção, tal e qual um esquimó
[01:47.43] Turista de riquexó, romântico Dom Quixote
[01:49.87] Com fotos que por si só são Photoshop ao barrote
[01:51.95] És coffeeshop sem stock, puro flop sem papéis no lote
[01:54.92] O meu forte casado com arte sem anéis nem dote
[01:57.32] Tu sem sorte, dou-te o corte sem arma nem porte
[01:59.48] Douro o Norte e pouco me importa que o Midas me toque
[02:02.09] Só sou Pop se for Lock, puro verifica o L.O.P
[02:04.10] Sim, coloco semente na terra à espera que brote
[02:06.73] Nos PALOP, lucro sem calote, sou bruto a galope
[02:09.06] Estalão Lusitano, um choque forte, perigo de morte
[02:11.56] Sou Segundo desde sempre, primeiro p'ra muita gente
[02:13.89] Primeiro p'ra muita gente, 100% eloquente
[02:16.02] Sim, tu sente, sou doente, no beat sou residente
[02:18.68] Sou distinto e medalhado a convite do Presidente
[02:21.08] Eu sou persistente, focado e obstinado, jamais desistente
[02:24.26] Pois já estava destinado a não ser conivente com o que é falsificado
[02:28.33] Sou um combatente com espada de aço temperado
[02:30.63] Vitorioso inesperado, jamais desesperado
[02:33.14] Quantas vezes me inspirei por estar desinspirado?
[02:35.57] Quantas vezes fiz do medo o melhor aliado?
[02:37.75] O meu silêncio já diz tudo mesmo quando estou calado
[02:40.19] 'Tá fechado?
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