Disszessete
🎵 1567 characters
⏱️ 1:59 duration
🆔 ID: 13872921
📜 Lyrics
Pareço até um pouco depressivo
Mas do que me falta de juízo
Sirvo para incomodar
Igual meu dente siso
Falsos poetas
Deixo em reta e dou um tiro
Faço nascer um dia lindo
Desencarcerando sonhos
Transponho toda a glotologia
Voltemos ao tempo, onde pensamento era só matéria
A coisa tá séria
E é sério, seu estado mental
Nunca será algo banal
Viver só de aparências
Não devia ser normal, men
O mal se embriaga em nossos erros
E o desfecho
A passagem tá fechada
Lágrimas de fel
Réu grita em pranto no portão
Em vão, clama por oração
Mas não tá mais em condição
Então a luz que ilumina
Se torna a imprecação, irmão
E pra você eu digo
Mesmo incutido por líbido
Aye, cê não tá sozinho, porra
Berço esplêndido, vendido, trocado
Preço foi baixo, agora é de plástico
Todo sentimento é fardo, fato
Descalço e frágil
Pés no chão pra mim
Sempre soaram algo tão falso
E o barato das ruas, meu mano
Sempre custa caro
A justiça além de cega
É surda, muda
A realidade é nua e crua
Vários Gilmar Mendes fazem dela prostituta
De tanto passar pano
Acabou rasgando
E são sempre vidas inocentes
Que acabam levando
Aqui é o certo
Papo reto
Se faz curva
É arapuca
Saio de perto 'memo
Pois eu na rua tô esperto, fi'
Aquele que me abraça
Talvez seja quem me lança
Ao inferno
Fica quieto
Pois o dialeto do diabo
É igual dos homens
Que se escondem por de trás de sobrenomes
Acha que é livre?
A digital restringe e cê persiste
Nega tudo até onde mesmo te aflige, men
Suba a superfície, vá, men
Suba a superfície, vá, men
Mas do que me falta de juízo
Sirvo para incomodar
Igual meu dente siso
Falsos poetas
Deixo em reta e dou um tiro
Faço nascer um dia lindo
Desencarcerando sonhos
Transponho toda a glotologia
Voltemos ao tempo, onde pensamento era só matéria
A coisa tá séria
E é sério, seu estado mental
Nunca será algo banal
Viver só de aparências
Não devia ser normal, men
O mal se embriaga em nossos erros
E o desfecho
A passagem tá fechada
Lágrimas de fel
Réu grita em pranto no portão
Em vão, clama por oração
Mas não tá mais em condição
Então a luz que ilumina
Se torna a imprecação, irmão
E pra você eu digo
Mesmo incutido por líbido
Aye, cê não tá sozinho, porra
Berço esplêndido, vendido, trocado
Preço foi baixo, agora é de plástico
Todo sentimento é fardo, fato
Descalço e frágil
Pés no chão pra mim
Sempre soaram algo tão falso
E o barato das ruas, meu mano
Sempre custa caro
A justiça além de cega
É surda, muda
A realidade é nua e crua
Vários Gilmar Mendes fazem dela prostituta
De tanto passar pano
Acabou rasgando
E são sempre vidas inocentes
Que acabam levando
Aqui é o certo
Papo reto
Se faz curva
É arapuca
Saio de perto 'memo
Pois eu na rua tô esperto, fi'
Aquele que me abraça
Talvez seja quem me lança
Ao inferno
Fica quieto
Pois o dialeto do diabo
É igual dos homens
Que se escondem por de trás de sobrenomes
Acha que é livre?
A digital restringe e cê persiste
Nega tudo até onde mesmo te aflige, men
Suba a superfície, vá, men
Suba a superfície, vá, men
⏱️ Synced Lyrics
[00:11.05] Pareço até um pouco depressivo
[00:13.15] Mas do que me falta de juízo
[00:14.58] Sirvo para incomodar
[00:16.12] Igual meu dente siso
[00:16.92] Falsos poetas
[00:18.03] Deixo em reta e dou um tiro
[00:19.39] Faço nascer um dia lindo
[00:20.73] Desencarcerando sonhos
[00:22.00] Transponho toda a glotologia
[00:23.62] Voltemos ao tempo, onde pensamento era só matéria
[00:26.63] A coisa tá séria
[00:27.48] E é sério, seu estado mental
[00:29.07] Nunca será algo banal
[00:30.15] Viver só de aparências
[00:31.69] Não devia ser normal, men
[00:33.53] O mal se embriaga em nossos erros
[00:35.17] E o desfecho
[00:35.96] A passagem tá fechada
[00:36.95] Lágrimas de fel
[00:38.33] Réu grita em pranto no portão
[00:39.65] Em vão, clama por oração
[00:41.24] Mas não tá mais em condição
[00:42.80] Então a luz que ilumina
[00:43.96] Se torna a imprecação, irmão
[00:46.77] E pra você eu digo
[00:49.61] Mesmo incutido por líbido
[00:52.28] Aye, cê não tá sozinho, porra
[00:55.35] Berço esplêndido, vendido, trocado
[00:56.91] Preço foi baixo, agora é de plástico
[00:58.23] Todo sentimento é fardo, fato
[00:59.81] Descalço e frágil
[01:01.17] Pés no chão pra mim
[01:01.79] Sempre soaram algo tão falso
[01:03.39] E o barato das ruas, meu mano
[01:05.30] Sempre custa caro
[01:06.32] A justiça além de cega
[01:07.33] É surda, muda
[01:08.28] A realidade é nua e crua
[01:09.55] Vários Gilmar Mendes fazem dela prostituta
[01:12.24] De tanto passar pano
[01:13.21] Acabou rasgando
[01:14.39] E são sempre vidas inocentes
[01:16.23] Que acabam levando
[01:17.28] Aqui é o certo
[01:17.85] Papo reto
[01:18.62] Se faz curva
[01:19.41] É arapuca
[01:19.92] Saio de perto 'memo
[01:21.09] Pois eu na rua tô esperto, fi'
[01:22.67] Aquele que me abraça
[01:23.95] Talvez seja quem me lança
[01:25.34] Ao inferno
[01:26.11] Fica quieto
[01:26.65] Pois o dialeto do diabo
[01:28.50] É igual dos homens
[01:29.68] Que se escondem por de trás de sobrenomes
[01:31.76] Acha que é livre?
[01:32.78] A digital restringe e cê persiste
[01:34.54] Nega tudo até onde mesmo te aflige, men
[01:37.88] Suba a superfície, vá, men
[01:43.42] Suba a superfície, vá, men
[01:46.25]
[00:13.15] Mas do que me falta de juízo
[00:14.58] Sirvo para incomodar
[00:16.12] Igual meu dente siso
[00:16.92] Falsos poetas
[00:18.03] Deixo em reta e dou um tiro
[00:19.39] Faço nascer um dia lindo
[00:20.73] Desencarcerando sonhos
[00:22.00] Transponho toda a glotologia
[00:23.62] Voltemos ao tempo, onde pensamento era só matéria
[00:26.63] A coisa tá séria
[00:27.48] E é sério, seu estado mental
[00:29.07] Nunca será algo banal
[00:30.15] Viver só de aparências
[00:31.69] Não devia ser normal, men
[00:33.53] O mal se embriaga em nossos erros
[00:35.17] E o desfecho
[00:35.96] A passagem tá fechada
[00:36.95] Lágrimas de fel
[00:38.33] Réu grita em pranto no portão
[00:39.65] Em vão, clama por oração
[00:41.24] Mas não tá mais em condição
[00:42.80] Então a luz que ilumina
[00:43.96] Se torna a imprecação, irmão
[00:46.77] E pra você eu digo
[00:49.61] Mesmo incutido por líbido
[00:52.28] Aye, cê não tá sozinho, porra
[00:55.35] Berço esplêndido, vendido, trocado
[00:56.91] Preço foi baixo, agora é de plástico
[00:58.23] Todo sentimento é fardo, fato
[00:59.81] Descalço e frágil
[01:01.17] Pés no chão pra mim
[01:01.79] Sempre soaram algo tão falso
[01:03.39] E o barato das ruas, meu mano
[01:05.30] Sempre custa caro
[01:06.32] A justiça além de cega
[01:07.33] É surda, muda
[01:08.28] A realidade é nua e crua
[01:09.55] Vários Gilmar Mendes fazem dela prostituta
[01:12.24] De tanto passar pano
[01:13.21] Acabou rasgando
[01:14.39] E são sempre vidas inocentes
[01:16.23] Que acabam levando
[01:17.28] Aqui é o certo
[01:17.85] Papo reto
[01:18.62] Se faz curva
[01:19.41] É arapuca
[01:19.92] Saio de perto 'memo
[01:21.09] Pois eu na rua tô esperto, fi'
[01:22.67] Aquele que me abraça
[01:23.95] Talvez seja quem me lança
[01:25.34] Ao inferno
[01:26.11] Fica quieto
[01:26.65] Pois o dialeto do diabo
[01:28.50] É igual dos homens
[01:29.68] Que se escondem por de trás de sobrenomes
[01:31.76] Acha que é livre?
[01:32.78] A digital restringe e cê persiste
[01:34.54] Nega tudo até onde mesmo te aflige, men
[01:37.88] Suba a superfície, vá, men
[01:43.42] Suba a superfície, vá, men
[01:46.25]