Super-Homem, Astronauta
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📜 Lyrics
Saiu de casa
Feito um cachorro
Rabo entre as patas
Pediu socorro
Ao seu silêncio
Desconcertado
Caiu de quatro, em pensamento
E ninguém viu quando ele trombou
Feito uma fruta madura
Trancando a lua, por mais de hora
Reuniu pessoas, mas não jornais
Super-homem, astronauta
Plano de voo exemplar
Braços abertos, asas de cera
Nem o sol pode parar
Cansado de sonhos irregulares
Já não mais cabe palavras pra tantos pesares
E dos lugares que navegava,
A dama de branco lhe acompanhava em meio a encruzilhada
Arquitetou novos ares
Dez da vida um malabares
Foi súbita tempestade
Mirou raios solares pra alçar seus voos
Só que agora exemplares
Mas quando o chão faz parar de respirar
Se tá no céu de ponta cabeça
E não há quem possa, mas tem quem pense
Na perspicácia daquela aposta que só repassa, que só não sente
Bagulho fica roxo quando o rosto roça
Raças rezam e resolvem nada
E o cosmonauta na missa sabe
No fim, alegoria grega nenhuma salva
(Alegoria grega não salva ninguém, rapaz)
Só que ninguém, ninguém quer saber
(Ninguém)
Seus motivos pra acordar
Seus motivos pra sair
Seus motivos que não há
(Não há, não há)
Super-homem, astronauta
(Mirou raios solares pra alçar seus voos,
Só que agora exemplares)
Braços abertos, asas de cera
(Raças rezam e resolvem nada
Não há nada que te salve irmão, não!)
Super-homem, astronauta
Plano de voo exemplar
Braços abertos, asas de cera
Nem o sol pode parar
Super-homem, astronauta
(Mirou raios solares pra alçar seus voos,
Só que agora exemplares)
Braços abertos, asas de cera
(Raças rezam e resolvem nada
Não há nada que te salve, não)
Feito um cachorro
Rabo entre as patas
Pediu socorro
Ao seu silêncio
Desconcertado
Caiu de quatro, em pensamento
E ninguém viu quando ele trombou
Feito uma fruta madura
Trancando a lua, por mais de hora
Reuniu pessoas, mas não jornais
Super-homem, astronauta
Plano de voo exemplar
Braços abertos, asas de cera
Nem o sol pode parar
Cansado de sonhos irregulares
Já não mais cabe palavras pra tantos pesares
E dos lugares que navegava,
A dama de branco lhe acompanhava em meio a encruzilhada
Arquitetou novos ares
Dez da vida um malabares
Foi súbita tempestade
Mirou raios solares pra alçar seus voos
Só que agora exemplares
Mas quando o chão faz parar de respirar
Se tá no céu de ponta cabeça
E não há quem possa, mas tem quem pense
Na perspicácia daquela aposta que só repassa, que só não sente
Bagulho fica roxo quando o rosto roça
Raças rezam e resolvem nada
E o cosmonauta na missa sabe
No fim, alegoria grega nenhuma salva
(Alegoria grega não salva ninguém, rapaz)
Só que ninguém, ninguém quer saber
(Ninguém)
Seus motivos pra acordar
Seus motivos pra sair
Seus motivos que não há
(Não há, não há)
Super-homem, astronauta
(Mirou raios solares pra alçar seus voos,
Só que agora exemplares)
Braços abertos, asas de cera
(Raças rezam e resolvem nada
Não há nada que te salve irmão, não!)
Super-homem, astronauta
Plano de voo exemplar
Braços abertos, asas de cera
Nem o sol pode parar
Super-homem, astronauta
(Mirou raios solares pra alçar seus voos,
Só que agora exemplares)
Braços abertos, asas de cera
(Raças rezam e resolvem nada
Não há nada que te salve, não)